Agradeço ao Nuno Ramos de Almeida a bondade de me lembrar o período de retrocesso e decadência do Império Turco e as malfeitorias que lhe fizeram a Rússia, a Inglaterra e França. Mas talvez seja bom notar que foi por causa da hostilidade entre a Inglaterra e a Rússia que esse Império durou mais dois séculos do que duraria por si próprio. Sem a oposição constante da Inglaterra e a guerra da Crimeia contra a Inglaterra e a França, a Rússia teria com facilidade chegado a Constantinopla e acabado com o poder muçulmano no Médio Oriente. A Inglaterra, de resto, tirando obviamente o Egipto, não tocou na Turquia asiática e africana até 1918 e foi a Turquia que lhe declarou guerra, não o contrário.
De qualquer maneira, o Nuno parece que perdeu a moral da história. A saber: que desde a origem o Islão avançou agressivamente no Mediterrâneo e no coração da Europa e só parou quando não se conseguiu "modernizar". A partir do século XVIII, o Império era um "homem doente", que as potências trataram, apesar de tudo, com moderação.
De qualquer maneira, o Nuno parece que perdeu a moral da história. A saber: que desde a origem o Islão avançou agressivamente no Mediterrâneo e no coração da Europa e só parou quando não se conseguiu "modernizar". A partir do século XVIII, o Império era um "homem doente", que as potências trataram, apesar de tudo, com moderação.
vpv













