quarta-feira, março 01, 2006

UMA CONFISSÃO

Em Inglaterra, pais, empresas e grupos religiosos vão poder gerir as escolas públicas. Por proposta do Partido Trabalhista. Isto é a confissão do fracasso de uma geração de "educadores" (em Portugal, gente como Veiga Simão, Roberto Carneiro, Marçal Grilo e por aí fora). Em primeiro lugar, o ensino do Estado, de que se esperava a famosa "igualdade de oportunidades", é uma terrível fonte de desigualdade: as escolas são melhores ou piores, conforme os bairros são ricos ou são pobres. Em segundo lugar, a qualidade média do ensino desceu de tal maneira que ir ou não ir à escola se começa a tornar indiferente. Para salvar a Inglaterra da iliteracia (ou mesmo da "idiotia funcional"), Tony Blair tem agora de reinventar uma espécie de ensino "privado".
Quando os governos ou os partidos portugueses nos buzinam aos ouvidos que a educação (ou a "formação") nos vai salvar e nos propõem mais uma reforma para finalmente melhorar as escolas, seria bom que nos lembrássemos do erro histórico que hoje está à vista.
vpv

218 comentários:

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zazie disse...

privado já ele é mesmo quando "estatal" o problema é que os profs em Inglaterra são tão mal pagos que só mesmo quem não consegue outro emprego se lembra disso.

Eles até pagam a profissionalização a ver se têm candidatos. Os salários são equiparáveis aos dos bombeiros e enfermeiros

Aliás, a Inglaterra começa a viver da fama e proveito de um passado que a tornou um país rico.
Actualmente mesmo a mão-de-obra especializada tem muito mais estrangeiro que se possa imaginar...

Quanto aos profs, os tugas levam vida de príncipe comparado com os de lá.
E os que vão ao engano acabam reencaminhados pela Embaixada. Ainda no ano passado tive conhecimento de uma prof e família que acabou a bater à porta de uma senhora portuguesa só para não dormir na rua enquanto não regressava...
Julgava que aquilo era o da Joana

zazie disse...

No entanto tenho boas informações do sistema escolar da primária... mesmo muito boas.

A partir daí é tudo semi-privado e com muita intervenção da Igreja nos melhores casos.

zazie disse...

Mas eu não sei se por cá se está a par do que se passa em Inglaterra nesta matéria de ensino... mesmo no superior...
Há coisas de tal modo incompreensíveis que existem vendas de "mini-cursos privados” de matérias equivalentes ao nosso 12º ano. Isto na área da matemática. E a verdade é que existem compradores. Mesmo nas empresas! E custam balúrdios.

zazie disse...

Por isso é que não sei até que ponto o VPV tem razão neste post. A verdade é que se não for à custa de formação de qualidade nem para emigrantes os tugas servem. Porque já se sabe que isto por cá nasceu com a triste sina de ser pobre. Os do leste sempre tiveram boa formação escolar e é ver como isso lhes serve para se pirarem melhor.

Por cá não acredito que seja à custa de um milagre capitalista que nos safemos. Assim como assim que saquem os apoios comunitários e gastem na formação de qualidade. Depois sempre se podem pirar para melhores tarefas.

E um dia, quem sabe, regressar uma nova classe de reformados ricos a investir no turismo de luxo “:O))))

San disse...

Peço desculpa por repetir o que já foi dito: a Inglaterra tem um excelente ensino privado (a que deliciosamente chama 'public'), imune e blindado aos delírios da pedagogia contemporânea. O que Blair agora está a fazer é a desmantelar o que resta do ensino público, esse sim irremediavelmente corroído por sucessivas reformas e denunciado por várias vozes dentro e fora do sistema (inclusivé um recente Inspector Geral da Educação).
Mas não seja por isso, que as luminárias da 5 de Outubro acharão sempre que aqui no rectângulo é que vai ser a sério!Enquanto houver departamentos de "ciências da educação" por esse país fora em tudo quanto é universidade, politécnico e afins ninguém estará a salvo!

zazie disse...

san:

excelente?!?!? sabe do que fala? conhece in loco?

só para ter uma ideia. Nas candidaturas a curso de formação equivalente a pedagógicas de cá, na área de matemática e informática, para escolas no centro de Londres (atenção, no centro!) no ano passado só apareceu uma branca. Todas as outras -e outros- candidatos eram emigrantes negros!

zazie disse...

e isto incluindo o tal ensino semi-privado e os cursos de pedagógicas (mesmo para os privados) são pagos pelo Estado. E bem pagos. Valem quase tanto como o que se pode gastar num mestrado na mesma área no Imperial College

Anónimo disse...

e daí...etc,etc

zazie disse...

mas talvez fosse bom o VPV informar-se melhor do que também deu o dito "liberalismo" inglês. É que por cá temos sempre uma visão cor-de-rosa de tudo e quando não é rosa a culpa é da intervenção estatal. Só que por lá constata-se muitas outras variantes em que a liberalização terá sido boa para um pontapé de saída há muito tempo atrás. Hoje em dia os problemas e gastos com emigração, assim como os ordenados muito mais interessantes na finança estão a retirar a boa formação que tiveram em tempos.
Por isso é que a percentagem de cérebros estrangeiros é cada vez maior.
E para o ensino ninguém quer ir. Até vêm cá buscar candidatos! é impossível que mais cedo ou mais tarde não haja azar...

Politicamente Incorrecto disse...

Pelo que julgo saber, o sistema escolar americano é gerido a nível local, com o apoio das famosas PTAs (Parents and Teachers Association). É um sistema que tem levado a que a qualidade do ensino nas escolas seja bastante assimétrica, com as escolas localizadas em zonas populosas de maior poder de compra e de maior nível cultural a apresentar níveis de performance muito superiores às localizadas nas zonas habitadas por populações mais desfavorecidas. Essas assimetrias são inevitáveis, embora mereçam um esforço sistemático e concertado no sentido da sua mitigação. Julgo que apesar dos seus defeitos, o sistema americano tem permitido gerar elites. Ora infelizmente a cultura dominante em Portugal ainda conserva bem vivos alguns conceitos obsoletos herdados do comunismo, tais como a ideia de que caberia ao Estado, através do seu monopólio na educação, a criação do Homem socialista igualitário. As escolas devem diferenciar o seu nível de exigência ao longo de todo o espectro da população escolar. Não é desejável nivelar o ensino. A escola deve proporcionar incentivos a cada jovem para que este atinja o seu máximo potencial, não devendo as crianças dotadas ser prejudicadas pela mediocridade da média.

xatoo disse...

não, não é "a confissão de nenhum fracasso"
se o carissimo "simplesmente V" acompanhásse estes assuntos de moda fashionable saberia que "as novas tendências" incluem uma coisa que dá pelo nome de Democracia Participativa - é a sucessão natural da evolução dos sistemas. É natural, profiquo, eficiente e salutar que o maior numero de interessados possa intervir na gestão daquilo que faz parte das suas actividades normais. (E, não, não!, não estou a pensar em sexo em grupo).
Até o governo de Hugo Chavez nas empresas estatais (ou públicas) já legislou no sentido de nas Administrações terem assento em partes proporcionais a Gestão nomeada pelo Estado, representantes dos Trabalhadores, e os representantes dos Accionistas.
Claro que isto se aplica a todas as áreas de actividade. (excepto nos tais eventos de sexo, para quem não aprecia)
Chama-se a isto, talvez à maneira de Manuel Alegre, construir a Coesão Social de um país - embora os intelectuais tugas (da treta) tentem fazer crer que é de outra coisa que se trata.
Posto isto, bem pode V(PV) ir tocando as suas píveas mentais, que o pessoal não vai parar de barafustar.

Anónimo disse...

Xatoo você acredita mesmo que a participação do maior numero de pessoas é o mesmo que melhores soluções. Você não houve os forums da TSF. Além de xatoo você é um grande tótó...a única acção em que o maior numero de pessoas pode ser profícua, eficiente e salutar é o sexo em grupo. Vá fazer sexo em grupo, se puder, e deixe-se estar calado.

Jose Sarney disse...

1. Imperdoável não referir a EXTERMINADORA "Benavente".

2. "Apesar disso Marçal Grilo reconhece que este fenómeno “não minimiza o falhanço rotundo da educação no pós-25 de Abril”."

in http://www.diarioeconomico.com/edicion/diario_economico/edicion_impresa/universidades/pt/desarrollo/623355.html

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"sentido de nas Administrações terem assento em partes proporcionais a Gestão nomeada pelo Estado, representantes dos Trabalhadores, e os representantes dos Accionistas"

Velha fórmula alemã, de participação dos trabalhadores no C. Administração, que está numa fase de extinção, porque já não está a funcionar!
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A IV República está em formação...

Sílvia disse...

Ena pá, tanta retórica para tão miseráveis lóbis!...
A escola pública, apesar de não ser perfeita, está no bom caminho e recomenda-se, aliás, nunca esteve tão boa como hoje. É uma escola de "massas", pois então!... E as "elites" se quiserem que frequentem a escola privada, porque não?

Jose Sarney disse...

"É uma escola de "massas", pois então!... "

É para ler com sorriso? Ou só para sorrir?

Sílvia disse...

Como lhe der mais jeito, caro Sarney!

Anónimo disse...

Ó anónimo das 9.32,

Você é que tótó! Tem algum filho na escola? Participa nalguma Associação de Pais? Sabe o que é uma Conselho Executivo? sabe o que é um DT?

Marco disse...

Não se preocupe, quando os alunos da nova escolaridade obrigatória começarem a chegar ao secundário, isto vai estoirar.

Sílvia disse...

Dou EXPLICAÇÔES

- já tive um filho na escola;
- formei e presidi a duas associações de pais;
- já fui membro de conselho executivo;
- sou e sempre fui directora de turma;
- sou presidente da Assembleia da minha escola, no terceiro mandato consecutivo.
- outras coisas

Carlos Medina Ribeiro disse...

De saudar o livro do Nuno Crato
«O "EDUQUÊS" EM DISCURSO DIRECTO»...

Anónimo disse...

zazie said...

san:

excelente?!?!? sabe do que fala? conhece in loco?

só para ter uma ideia. Nas candidaturas a curso de formação equivalente a pedagógicas de cá, na área de matemática e informática, para escolas no centro de Londres (atenção, no centro!) no ano passado só apareceu uma branca. Todas as outras -e outros- candidatos eram emigrantes negros!

8:51 PM

Zazie esta sua afirmação é RACISTA E XENÓFOBA, qual o problema em professoras(os) negras(os)? Os negros não podem ensinar os filhos dos brancos?

Só servem para fazer os trabalhos com menor reconhecimento social? Para lavar escadas e trabalhar na obras podem, ensinar os filhos dos brancos já não podem.

Isso é RACISMO, encapotado mas é racismo, os discursos de ÓDIO devem ser combatidos!
Grande parte destas discussões de "escola para as massas" reside precisamente aqui, os brancos de classe média estão a ver que os colegas dos filhinhos deles serão os negrinhos, e não querem isso para os seus filhos, e alguns ainda mais racistas como a zazie preocupam-se com os professores serem negros.
Só querem os negros para trabalhar nas obras e limpezas, serem professores não podem, terem os filhos com colegas negros também não podem!!

Isto é tudo RACISMO E XENOFOBIA!!!

Anónimo disse...

Altíssimo tótó xatoo, que brilhantes soluções obteve nas Associações de Pais em que participa para além da resolução dos problemas de rotina? Tanto mais brilhantes quanto maior for a balburdia à qual faz acrescentar a sua pessoa...é imediato. E nos Conselhos Executivos (com letra maiúscula, proporcional ao génio da solução). Quanto às DT's deixe-me ir ao "Google" para ler muito rapidamente o que é e já lhe respondo.

zazie disse...

gente tão estúpida que por aqui anda.

ó seu mongo, não vê que só existem negros emigrantes a canditarem-se a pedagógicas para serem profs em Londres é porque mais ninguém quer?
seu burro!

zazie disse...

que grande besta!

o atrasado mental nem pensa. Nem vê que se só há candidatos emigrantes e nem o ingleses querem é porque são mal pagos!

o mongo...

xatoo disse...

caro Jose Sarney
acredito que a "velha fórmula alemã" já não esteja a funcionar (perante um Estado apostado em implementar politicas de indole Neoliberal). Não que esse ñ funcion/ se deva a uma qualquer desactualização. Mas sim, por força da imposição exterior de um macro-sistema financeiro global coligado com o Complexo Politico-Industrial norte-americano(Há quem lhe chame IV Reich.
Experimente-se a pensar que este macro-sistema pode (e deve) ser destruido! E pense no que eu sugeri, tendo por principio que o Estado está do lado dos Empreendedores, cuja maior eficiência aumenta na mesma razão proporcional em que aumenta o numero de participantes habilitados para tal.
Uma Sociedade é tanto mais rica quanto maiores e mais qualificados são os seus componentes. Isto é tão evidente que até nem anda muito longe do pensamento dos gurus do establishment. Só que com uma pequena e incómoda nuance - quem tem demais é que perde, mais ou menos, consoante a intensidade da mudança. Para os que tinham de menos,ou de muito menos, é bom porque ganham em qualquer circunstância.
Pois é:
a IV República tem nome: Socialismo!

zazie disse...

estes tarados decoram umas palavras e depois basta-lhes os reflexos pavlovianos...

é o que eu digo. Estúpidos já eram mas agora facilitam-lhes a vida com os chavões e até botam faladura

Ao menos dantes sempre tinham de recorrer aos ditados populares...

":O.

piscoiso disse...

"Sílvia disse...
- já tive um filho na escola;"
.
Onde vive não há maternidade ?

Anónimo disse...

Em Portugal, onde temos a mania de andar distraídos, até parece que não nos demos conta de que a roda já foi descoberta. Mas então não há lugar nenhum no mundo onde o ensino seja bom? Há? Então é seguir o sistema dos japoneses: procurar o melhor produto e tentar superá-lo!
Não é isto pura racionalidade? Os grandes avanços não resultam, normalmente, de avanços ancorados em trabalhos anteriores?
Mas, em Portugal, pondo de parte anticlaricalismos doentios, não é nos estabelecimentos de ensino da igreja onde, regra geral,o ensino tem mais qualidade? Então qual a dificuldade em copiar os bons exemplos?
Afinal a roda já foi descoberta!...

Anónimo disse...

Para mim a roda tem que ser com jantes especiais de 18'' e de liga leve...sff...e nada de cruzes

xatoo disse...

Anónimo das 10.28 PM
Não fui eu que lhe respondi ao seu comentário. Como vê não sou assim tão "tótó"
Isso, isso, vá vendo no google os "ditados populares" sugeridos pela Zazie,,,

Anónimo disse...

"Não houve os forums (leia-se fóruns) da TSF", escreve o anonymous das 9.32, que chama tótós aos outros e os manda calar. Não houve, não. Já houvi, mas já não há.

Vamos acreditar que se tratou apenas de uma gralha.

Anónimo disse...

Pois, Nacional Socialismo, URSS e outros que tais, foram socialismos com excelentes resultados. Mas será que ainda há gente que pensa que estamos em 1917? E não há por aí uma alma caridosa que lhes mostre um calendário?

Anónimo disse...

zie said...

gente tão estúpida que por aqui anda.

ó seu mongo, não vê que só existem negros emigrantes a canditarem-se a pedagógicas para serem profs em Londres é porque mais ninguém quer?
seu burro!

10:29 PM
Precisamente está a desqualificar uma profissão porque apenas os negros a querem exercer, isso é discriminação, RACISMO XENOFOBIA. Como trabalhar nas obras, dizem que é trabalho de preto.

É RACISTA e interpreta a realidade sob o prisma dos racistas. Então os negros só se candidatam porque os brancos recusam esse trabalho, porque se os brancos quisessem os negros nem se podiam candidatar.

Anónimo disse...

tótó xato, acredite no que quiser...mas percebeu o que quis dizer, não percebeu? Se não percebeu posso explicar-lhe outra vez. Se insistir vá ao oculista..."à" uns descontos especiais para invisuais acima dos 70...

Anónimo disse...

zie said...

que grande besta!

o atrasado mental nem pensa. Nem vê que se só há candidatos emigrantes e nem o ingleses querem é porque são mal pagos!

o mongo...

10:30 PM
Mas que baixo nivel, espero que não seja professora.

Anónimo disse...

Mas será que ainda há gente que pensa que estamos no século xix? E não há por aí uma alma caridosa que lhes mostre um calendário?

Anónimo disse...

Tótó xatoo, chamei-lhe tótó a si, não aos outros...onde é que aprendeu o truque?

Anónimo disse...

"Hà", e também o mandei calar, mas só a si...não aos outros

Anónimo disse...

azie said...

estes tarados decoram umas palavras e depois basta-lhes os reflexos pavlovianos...

é o que eu digo. Estúpidos já eram mas agora facilitam-lhes a vida com os chavões e até botam faladura

Ao menos dantes sempre tinham de recorrer aos ditados populares...

":O.

Mas que reacção desproporcionada à constatação do óbvio. A Zazie demonstrou ser racista e xenófoba, agora pretende salvar a face.

zazie disse...

Este post do VPV até seria bem interessante se permitisse compreender mais coisas.

Por cá está agora o Estado a querer que se paguem as pedagógicas para se poder dar aulas (no oficial)

Em Inglaterra, com grande tradição liberal, está neste momento o Estado a pagar pedagógicas aos poucos candidatos a prof que conseguem arranjar. E até cá, aos centros de emprego já os vêm buscar porque lá ninguém quer ser prof.
Porque os ordenados são miseráveis.
É um estranho paradoxo e a crise do ensino em Inglaterra é mesmo uma sombra no horizonte.

E quem fala no ensino fala em muitas outras actividades. O trabalho de museus é em grande parte sustentado por pessoas que trabalham praticamente à borla. Uma espécie de beneficência cultural que uma classe média bem desenvolvida também permite.
Mas de um modo geral a fuga para a finança leva à deserção em muitos outros campos da economia.
E por acaso até que andava à espera que este assunto fosse abordado...

Anónimo disse...

Eu não sou a anonymous que o meu caro anonymous mandou calar, esse anonymous era outro anonymous. Mas tem razão, mandou calar apenas um. As minhas desculpas pelo abuso.

Jose Sarney disse...

Caro Xatoo,

"o Estado está do lado dos Empreendedores"

Infelizmente, não conheço nenhum Estado (ou quase nenhum) que favoreça o "empreendedorismo".

Repare que o "sistema judicial" é um bom exemplo de CORPORATIVISMO, que já vem do "António das Botas", e que se aprofundou no "Portugal de Abri", aos "militares", "professores", "funcionários públicos", "médicos", "futebolistas".....só o pobre desgraçado que anda de autocarro é que pertence aos EXCLUÍDOS.

O Portugal de Abril.....criou em determinada altura algum tipo de méritocracia.

Agora, o que conta é:

- O cartão "rosa" ou "laranja".
- O avental ou o crucifixo.
- Ahhhhh, e os apelidos (banidos em 26 de Abril, e agora tão necessários).

Este Regime tem os dias contados.....só falta saber quantos!


PS Há até alguém que me chama "invejoso!", por eu me manifestar desta forma! Invejoso! Os cães ladram .....

zazie disse...

ó mongo, vai dar banho ao cão, palhaço!
és mongo e nem sabes o que dizes, palermoide

zazie disse...

o palhação só sabe falar em racismo e nem consegue ler.

Grande anormalzinho.
Se calhar agora os negros são emigrantes de luxo que até aceitam pedagógicas para serem profs e os ingleses preferem apanhar capim em Àfrica...

":O.

eu disse...

Pelo sim, pelo não, vou deixar de ser anonymous. Pronto, já está. A partir de agora sou eu.

zazie disse...

se fosse professora mandava-o para um aula de reeducação pedagógica.

É aí que devem ficar os mongos.

Ou então para o poleiro que também é bom lugar para papagaios

Anónimo disse...

Mas então não há quem ponha ordem nisto, para eu poder entrar sem que me caia uma cadeira na cabeça?

zazie disse...

mas pronto. Vou indo que tanta anormalidade à solta faz mal à saúde.

É um fenómeno também estranho este de caírem por aqui os mongos da blogosfera e não ser possível travar um pequeno debate interessante...

é mesmo um estranho fenómeno. Que é que eles encontrarão aqui de interesse?

Faz lembrar uma excursão de lavradores das berças a virem à cidade para verem um filme do Manuel de Olveira...
":O.

E é pena. No Blasfémias ainda se conseguia umas conversas com informação...

Anónimo disse...

A Zazie estalou o verniz e agora tenta disfarçar com um discurso mais elaborado, tentando desviar a atenção do discurso racista e xenófobo.

No entanto a base está lá, o RACISMO E XENOFOBIA, porque os brancos não querem trabalhar numa profissão estão a destacar-se os negros no acesso à profissão e isso para a Zazie é objecto de destaque. Depois disfarçou com a classe média e os museus, a finança que é mais bem paga consequentemente os ingleses estão a preferir aquela área e ficam estes trabalhos para os negros. Racista e snob.

Por estas e por outras sou a favor das quotas e discriminação positiva para as minorias étnicas.

eu disse...

A ordem consegue-se dando nome às coisas. Podemos começar por aí. Se acabarmos com os anónimos conseguimos mais ordem. E evitamos que caiam tantas cadeiras. E 'bora todos ter um nome!

zazie disse...

já que são tão espertos que digam quanto ganha um prof do secundário em Inglaterra! força!

nem para pagar casa chega! como disse tenho exemplos de prof tuga que foi para lá com a família e só não acabou a dormir na rua porque uma senhora tuga a deixou lá dormir até apanhar o avião de volta!

até foi um caso que devia ter vindo nos jornais porque a Embaixada portuguesa baldou-se de tal modo que se lembrou de lhe dara morada dessa senhora só para não lhe pagarem um quarto a ela, à filha e aos 2 netos que a burra levou para lá.

E veio de volta. Os ordenados de professor são miseráveis! mesmo em particular!
E aquilo lá não dá para ser pobrezinho e feliz como cá ainda vai dando. Lá ou se tem dinheiro ou se é segregado. E em grande.

Anónimo disse...

zazie said...

mas pronto. Vou indo que tanta anormalidade à solta faz mal à saúde.


Foi desmascarada agora bate em retirada, é racista, snob e desqulificada para uma conversa em tom urbano.

Portugal e educação não precisa de gente como a zazie racista e snob.

Anónimo disse...

Diz Sarney, "só o pobre desgraçado que anda de autocarro é que pertence aos EXCLUÍDOS." Acabem-se já com os autocarros.

zazie disse...

ehehehe o tarado ainda anda a dar com o racismo.

ahahahah

quanto ganha um prof? vá lá, diga?

e porque motivo nem os indianos querem?
sabe?

eu digo-lhe: porque até com uma "mercearia" se ganha mais!

añoñimo disse...

Era o que faltava deixar o añoñimato.

tina disse...

O que interessa ver é quanto é que o Estado gasta por aluno. Isso já foi muito discutido no Blasfémias. Ao que parece, a despesa incorrida pelo Estado por cada aluno é equivalente à mensalidade das escolas privadas. Assim, não se pode deixar de considerar a privatização do ensino acompanhada de financiamento parcial ou total consoante o nível de rendimentos. Seria que isso iria melhorar o nível de ensino pelo menos das escolas com pior desempenho?

PS Como comparariam as despesas com educação de Inglaterra e Port?

Anónimo disse...

D.Tina parece-me que a discussão já ultrapassou o tom coloquial em que a quer por...tudo bem...mas cuidado com as cadeiras, como diz o nosso companheiro mais acima

xatoo disse...

carissimo Jose Sarney
só para acrescentar que regra geral concordo consigo (e isso já vem lá dos Bichos Carpinteiros antes de nos cortarem o pio às caixas de comentários por via de meia-dúzia de grunhos)
"Este Regime tem os dias contados.....só falta saber quantos!"
tão certo como a água dos rios corre para o mar
(embora cada vez vá havendo menos água, e a pouca que sobra fique retida nas barragens para os filhos dos banqueiros andarem de mota-de-água)
Este tipo de Ditadura Democrática, é mesmo uma grande séca,,,

zazie disse...

ó anormal:

um negro ou indiano com boa formação académica está a trabalhar num banco!
não quer ser prof!

e um branco idem!

a questão é esta, seu burro! emigrante ou é de luxo ou pé descalço.

E para pedagógicas pagas pelo Estado Inglês, em valor equivalente ao que um chinoca ou indiano ou outro qualquer paga do seu bolso para fazer um mestrado no Imperial College!

é isto: É esta a realidade que convinha acrescentar ao texto do VPV

Sem ela também não se percebe grande parte do motivo da crise do ensino em Inglaterra.

Resta perguntar: e porque motivo são tão mal pagos os profs em Inglaterra se até o ensino é praticamente privado ou semi-privado?

e porque motivo gasta o Estado dinheiro em formação a profs que até vão dar aulas para o particular?

e porque precisam de vir buscá-los aos centros de emprego de outros países mais pobres?

rb disse...

E que tal, para arejar, um post sobre as caixa de comentários. Qual deve ser o seu papel e reras na blogsfera? Hmm? Quanto aqui à posta do vpv: como de costume, e utilizando uma lei à bruta, fico sem perceber se o autor é ou não a favor da privatização do ensino. É que se não é e desacredita por completo essa tarefa pelo Estado, como compreender a posição e não só a (mera) contradição - aqui está a tal regra.

james disse...

Tirando um honrosa excepção a caixa de comentários deste poste e por maioria de razão deste blogue, parece que foi ocupado pelas donas de casa.
surrealizando por aí....

rb disse...

Ó James isso já parece o racismo e xenofobia do outro ...

Anónimo disse...

e porque motivo nem os indianos querem?
sabe?

Racista, como se a raça pudesse ser utilizada como definição do limiar para os empregos que sejam considerados aliciantes.

São as palavras da zazie,
só os negros concorrem
nem os indianos querem
Racista e snob.
É este o retrato do Portugal e da sociedade portuguesa, racista.

zazie disse...

não vale a pena pensar-se que se podem fazer contas à Blasfémias e gastos de estatais se por cá ninguém está a par do que se passa lá fora. Essa é que é essa...

O resto é conversa de ideologia uma mais socializante, outra mais leberal mas isso não chega.

A realidade do ensino em Inglaterra está aí para o demonstrar.

Há muitos outros factores em jogo...

Sem se entender isto fala-se ao acaso

zazie disse...

o que eu disse foram factos. Ponto final

No ano passado, para concurso a ensino em matemática e informática do secundário no centro de Londres- centro!, só apareceu uma branca. Todos os restantes candidatos a profs eram negros.

Ponto final. Isto são factos.

Como são factos os ordenados miseráveis que depois vão ganhar.

Não é por acaso que o Estado até "compra" profs pagando-lhes bem num ano de formação pedagógica, sem a qual aliás nem se pode dar aulas

Anónimo disse...

Zazie,

tecle lá qual é o supino do verbo cogitare!?

maloud disse...

A escola pública pode não aparecer nos célebres rankings em primeiro lugar, porque tem de aceitar todos os alunos, enquanto a escola privada os pode escolher. Experimentem pôr uma criança hiper-activa no Colégio N. Sra. do Rosário do Porto, um dos primeiros dos tais rankings e ao fim de meia dúzia de dias está na rua, com uma desculpa polida. A escola pública não pode fazer isto, pois não?
Entretanto, ao que sei, nós somos o país da UE em que os pais são menos qualificados e alfabetizados. Claro que isto se reflecte nos filhos. Se os pais souberem o presente do conjuntivo dos verbos regulares e irregulares, os meninos não precisam dos professores para saberem falar, só precisam para aprenderem o tempo e o modo, mas se os pais não souberem o dito presente do conjuntivo, os meninos antes de saberem o tempo e o modo, têm de aprender a falar com os professores. E isto que é válido para o português também o é para as outras disciplinas. Se à mesa não se fala, só se vê TV, ou se se fala os temas são ou a telenovela ou o futebol invariavelmente, os meninos chegam à escola sem nunca terem ouvido falar de nada, e os professores têm que meter naquelas cabecinhas tudo, mas tudo.
Os professores do ensino público são tão competentes como os do privado, e com isto quero dizer que, quer no público, quer no privado, há bons e maus professores, só que a matéria-prima do público é mais heterogénea.
Poderia dar exemplos delirantes, mas temo ser acusada de vacuidade, e a esta hora não estou com pachorra.

zazie disse...

os indianos têm uma velha rede de comércio "montada" em toda a parte do mundo. Assim como os chinocas.
Os negros não têm essa tradição.

Isto não é racismo pró chinoca ou pró negro, são factos.

Por isso é que o comércio tem mais indianos e chinocas como patrões e os negros nas vão para empregados.

A percentagem de negras das ex-colónias portuguesas a trabalhar no comércio também tem aumentado o que quer dizer alguma coisa em relação às perspectivas diferentes cá e lá...

Anónimo disse...

É simples. vá a qualquer país africano, com ligeiras excepções, ou à Índia, e verá por que aceitam trabalhar mais barato. Isto funciona como os vasos comunicantes: os níveis inferiores enchem-se com a água que corre dos níveis superiores.
Olhe, e para não ir mais longe, descubra a razão da nova vaga de emigação portuguesa.

zazie disse...

a questão política que se deveria aqui debater nem era essa- da escola pública e da escola privada.

mas sim das políticas liberais de privatização do ensino ou proteccionistas do mesmo.

Os factos que enunciei podiam ajudar alguma coisa.
De resto também não sei muito mais e por acaso até gostava que alguém com verdadeiros conhecimentos no terreno adiantasse mais.

O VPV levantou o tema, por mim fico à espera que tenha desenvolvimento.

Não faço ideia se por cá a ministra debate o assunto ou se também eles nem sabem mais...

às vezes chego a ter dúvidas que os próprios políticos saibam mesmo mais que aquilo que dá na tv...

Anónimo disse...

Isto não é racismo pró chinoca ou pró negro, são factos.

Por isso é que o comércio tem mais indianos e chinocas como patrões e os negros nas vão para empregados.

Racismo e boçalidade!!!

A percentagem de negras das ex-colónias portuguesas a trabalhar no comércio também tem aumentado o que quer dizer alguma coisa em relação às perspectivas diferentes cá e lá...

11:27 PM

Que vacuidade!!

Vou-me embora porque não quero ser confundido com racistas!

zazie disse...

aproveita e vê se ainda apanhas uma sessão da meia-noite de um filme chinoca mudo que também és capaz de apreciar...

ehehehe

cada mongo à solta que nem para apanhar capim ":O)))

João Boaventura disse...

Sobre a afirmação de vpv de que "as escolas são melhores ou piores, conforme os bairros são ricos ou são pobres" há uma confirmação africana. Na outrora Lourenço Marques havia dois liceus: o Liceu António Enes, perto da periferia da cidade, isto é, do bairro do caniço (em Portugal, bairro da lata), e está tudo dito, e o Liceu Salazar, perto da periferia do bairro branco. O Bourdieu já tinha dito tudo.

Anónimo disse...

Lembre-se, Maloud, que entra-se na universidade, em muitos casos, sem saber tabuada. Nenhum aluno vai longe se tiver que tocar piano para saber que 2+2 são quatro. E não se trata da qualidade dos prof's. Como tudo em Portugal, trata-se de disciplina, que tem que ser imposta por uma direcção forte, sem a qual não é possível evitar o laxismo. Uma média de 3 a matemática, como ocorre em Portugal, não é, sequer, surrealista; é miserável.

Anónimo disse...

Não faço ideia se por cá a ministra debate o assunto ou se também eles nem sabem mais...

às vezes chego a ter dúvidas que os próprios políticos saibam mesmo mais que aquilo que dá na tv...

11:31 PM
Não zazie não sabem, as pessoas têm um percurso profissional rodeiam-se de consultores e munem-se de "pareceres" para ponderar as suas decisões, mas não sabem nada. A zazie é que sabe.

a questão política que se deveria aqui debater nem era essa- da escola pública e da escola privada.

mas sim das políticas liberais de privatização do ensino ou proteccionistas do mesmo.

O que é isto?

De facto o que Portugal e a Europa precisa é de mais uma consultora com esta visão estratégia. Minha nossa agora é que me vou mesmo. Esta é de antologia:

a questão política que se deveria aqui debater nem era essa- da escola pública e da escola privada.

mas sim das políticas liberais de privatização do ensino ou proteccionistas do mesmo.



Palavras para quê? Recordo-lhe aquilo que disse anteriormente e que lhe fica bem que nem uma luva:

Zazie said...

estes tarados decoram umas palavras e depois basta-lhes os reflexos pavlovianos...

é o que eu digo. Estúpidos já eram mas agora facilitam-lhes a vida com os chavões e até botam faladura

Ao menos dantes sempre tinham de recorrer aos ditados populares...

":O.

zazie disse...

`rodeiam-se de consultores..

looooooooooooolll

o papagaio ":O)))

ahahahah

e aposto que muitos deles não têm QI superior ao seu, essa é que é essa e essa é que é grave.

Vá pela sombra que o sol está quente

Sílvia disse...

Maloud,
muito bem! É isso mesmo.
Por mim pode continuar...

zazie disse...

«a questão política que se deveria aqui debater nem era essa- da escola pública e da escola privada.

mas sim das políticas liberais de privatização do ensino ou proteccionistas do mesmo.

O que é isto?
»

isto é o assunto do post, ó tontinho ehehe

o que é que julgava que era?

":O)))

está lá escrito para quem sabe ler:
«Para salvar a Inglaterra da iliteracia (ou mesmo da "idiotia funcional"), Tony Blair tem agora de reinventar uma espécie de ensino "privado".

e a questão é qual o principal motivo e para que serve uma maior privatização se os ordenados já estão taxados por tão baixo e não há profs!

E a questão seria também entender-se como se pode manter um país em que o valor das profissões depende essencialmente do lucro que geram.

Pode-se manter se tiver um bom passado. Se for rico, como e´o caso da Inglaterra.

Agora vive da fama e do proveito e dos cérebros dos emigrantes!

mas se estivesse a começar, como é o nosso caso, este é o caminho mais certo?

essa é que era a questão que se podia perguntar ao VPV

Porque é claro que não é a formação profissional que gera riquesa num país.
Mas também sem ela não se vive a menos que se seja um país rico.

Ou então vamos nós ficar invadidos por emigrantes com mais qualificações e piramo-nos nós para nova emigração de "bidon ville".

Eu entendo que o VPV pense, como eu penso que o ensino por cá é uma anormalidade com uma única cabeça.
E que nem é comunista porque quem vive à custa do Estado são os patrões. Mas daí a pensar-se que o caminho de liberalização como o fazem os países ricos é o melhor...

não sei.

Gostava que de saber

zazie disse...

correcção: gostava de saber e outras gralhas

maloud disse...

Anónimo das 11.45 PM,
Quando eu comecei a teclar, ainda íamos nos professores, e eu que não sou senti-me à vontade para falar sobre eles. Mas talvez se reparar melhor não falei só dos professores. Dizendo que o tal colégio convidava o menino a sair, estava a falar da disciplina. Quanto ao que a maioria sabe, quando frequenta ou acaba o secundário, esses são os tais casos delirantes que eu conheço e, se contasse aqui, pensariam que me estava a fazer de engraçada, só porque aprecio o humor.

zazie disse...

e riqueza com z,

":O.

Anónimo disse...

Ó Zazie, a propósito da dicotomia público/privado, diga-me só uma coisa pública que funcione bem, para que eu ir dormir mais descansado. Os cães estão a dormir, o mar nem se ouve, o H5N1 ainda não deu sinal por cá, faça lá isso por mim... Boa noite a todos.

maloud disse...

A Sílvia é capaz de me explicar, porque não estou capaz de ler este arrazoado todo, como é que, em tão pouco tempo, se saltou da edicação, dos professores, dos alunos, para os pretos, os indianos e os chinocas. Isto é normal?

tina disse...

Maloud,
Percebo melhor as dificuldades agora que as aponta. E que não seria resolvidas por privatização do ensino. Mas a grande queixa dos pais com filhos nas escolas públicas é o número de faltas que os professores dão. Ora isto é suficiente para prejudicar o desempenho dos alunos. Não acredito que no ensino privado os professores faltem tanto.

Sílvia disse...

Era de todo conveniente que a Zazie desse um pulinho até à Dinamarca e visse por lá as novidades na Educação para depois nos poder contar...
Eu, pela minha parte, gosto sempre de aprender com quem sabe mais do que eu...

zazie disse...

ó maloud,

saltou-se porque há muito analfabeto com computador!

é só isto

se quiser entender tem de ler os comentários.

Se não quiser não precisa, está claro. As janelinhas servem para tudo e infelizmente cada vez menos para se falar do tema dos postes.

samuel disse...

Mas que caixa de comentários paranóica.
Mete nojo.
Fico atónito.
Portugal no seu melhor!

zazie disse...

o tema do post era Inglaterra e por acaso é um local que conheço melhor sem ser por viagem de turismo.
Se não estivesse um pouco a par também não falava.

E fico à espera que o VPV adiante um pouco mais porque de facto é um paradoxo tremendo.

Ao tempo que falo disto com pessoas que lá vivem. Até já andava a achar estranho ninguém o comentar...

Anónimo disse...

É isso mesmo Sílvia: disciplina que reduza as faltas, aprender com a Dinamarca , ou outros que sejam melhores que nós, o que não será difícil de encontrar. Numa palavra: racionalidade.

joshua disse...

A Sílvia, por bonita que seja, ainda não percebeu que fazer recorrentemente aparecer a sua fotografia pode tornar a sua imagem tão enjoativa como a TVI?

Sílvia disse...

Sabe, Maloud, são resquícios do Império...

zazie disse...

já a França tem uma tradição oposta, totalmente proteccionista com ensino gratuito inclusive em doutoramentos.

Simplesmente aí não estou a par dos ordenados e dos financiamentos como estou em Inglaterra.

E o caso de Inglaterra até um bom paradoxo de muitos efeitos de liberalismo ou do factor atractivo de empregos nas áreas financeiras.

E um dia destes bem que gostava que o VPV falasse da finança

É assunto que nunca consegui encontrar um único post de interesse em toda a blogosfera.

E fartei-me de o pedir no Blasfémias. Mas ninguém sabe.

Tirando o Dragão com a sua genial filosofia (os otários que paguem a crise é de antologia) não conheço mais niguém que alguma vez tenha dito alguma coisa com interesse.

Anónimo disse...

Que me desculpem as feias, mas beleza é essencial. Continue Sílvia; quem não gosta coma menos.

tim disse...

Enquanto Pacheco Pereira se julga o boi Ápis da blogosfera, será que as senhoras se consideram as vacas sagradas dessa mesma web?

Sílvia disse...

Ó Joshua, eu estou-me nas tintas para a minha imagem... eu só pretendo que visite o meu blog. Ainda não percebeu?
Bolas, como custa ganhar a vida honradamente!...

maloud disse...

Tina,
Eu não sou professora. Sou mãe de três adultos que a partir do 7ºano andaram na escola pública Aurélia de Sousa no Porto. No primeiro ano em que foi publicado o ranking era a 1ª do país das públicas e a 3ª de todas. Nesse ano saiu de lá o mais novo. Quanto a faltas de professores, acredito no que me diz, mas com os meus filhos, não notei esse absentismo. Mas, claro, que só posso falar de um caso muito particular.

maloud disse...

Zazie,
Eu conheço o caso da Holanda. Têm uma falta imensa de professores. Ninguém quer dar aulas. Os alunos puxam da ponta e mola dentro das aulas. Não digo como sei, pela dita vacuidade.

pirata vermelho disse...

zás!
matei a zazie

(estava cansado da cumberseta de cabeleireiro ...)

desculpem os anónimos, admiradores da senhora empoada

samuel disse...

Eu que o odeio o Manuel Monteiro por o achar, entre outras, um jovem "evelhecido", parece que começo a perceber, porque razão ele dirigiu um convite aos representantes do PSD e do PP para se fazer uma revisão constitucional...
Mais claro do que tenho lido nestes comments é impossível...

Corsário disse...

Boa, pirata vermelho!

Zás!

maloud disse...

Acho que antes ou depois dos pretos, dos indianos e dos chinocas falou-se da liberalização do ensino. Mas o que é isso? Se é o que eu estou a pensar, os meninos do Vale do Ave e do Cávado, nem a antiga primária fariam. Os pais punham-nos logo com as encomendas entregues ao domicílio para acabamento, em full-time. Desçam ao país real, porque é este que temos.

zazie disse...

«Eu conheço o caso da Holanda. Têm uma falta imensa de professores. Ninguém quer dar aulas. Os alunos puxam da ponta e mola dentro das aulas.»

mas a questão não é essa. Eles podem sempre pucar da ponta e mola. A diferença é quanto ganha quem recebe a ponta e mola.

E este era um dos temas que podia ser falado a propósito do post.

Porque o que interessava aqui entender não era a diferença entre funcionamento de escola privada e pública mas sim a via mais correcta para um país enquadrar a formação escolar.

Ora o VPV colocou a questão no paradoxo de Inglaterra em que o Blair até tem de recorrer ao privado para aguentar o estado da "intervenção estatal no ensino" enquanto que por cá se continua em pleno modelo comunista com os patrões a receberem à conta.

Simplesmente a questão da liberalização pode trazer riscos se um país não tem recursos.

Mas também não passa a ter mais recursos por se investir tudo em ensino estatal.

A história é a da pescadinha com o rabo na boca.

O VPV ainda tem fé no desenvolvimento capitalista de Portugal e eu já não tenho.

E até penso que se tivesse que ir por aí devia ter sido há muito mais tempo que hoje em dia com a globalização não podia ter escolhido pior.

Hoje em dia a privatização é sobrevivência imposta pelo mercado.
Daí a ser totalmente benéfica para quem ainda depende da nacionalidade não sei.

Sei que sem Ue e fundos de UE nem para emigração qualificada tinha sobrado...

porque a competição é tremenda e cada um compete com o que mais tem.
A Inglaterra tem dinheiro. É um país rico ha´muito tempo. Aguenta bem a emigração porque neste momento até ja´começa a suprir as dificuldades internas.

Se não existe formação de incício como é que um país chama a si as pessoas?
só se for oferencendo escravatura...

":O.

E depois depende sempre da escala. Em Inglaterra a escala é grande, as alternativas são maiores. Por cá não.
Se a classe "média" dos tais perto de 60% de tugas que vivem mais ou menos do Estado não vivessem dele viviam de quê?

e iam para o estrangeiro fazer o quê?

zazie disse...

«. Mas o que é isso? Se é o que eu estou a pensar, os meninos do Vale do Ave e do Cávado, nem a antiga primária fariam. Os pais punham-nos logo com as encomendas entregues ao domicílio para acabamento, em full-time. »

ora bem... essa também é uma realidade e uma boa verdade, ainda que em troca não sei se não cheguem pior por andarem tanto tempo na escola sem fazer nada...

e essa também é a realidade pobre de uma Inglaterra ou de uma América!

há quem se hipotece -à letra- para colocar os filhos em escolas privadas no secundário para assim terem uma ligeira oportunidade de virem a entrar em Universidades melhores ou com melhor cotação no mercado.

Como disse, vendem-se cursos equivalentes ao nosso 12º ano por balúrdios!

este também é um mundo dos países ricos que nunca se fala.

zazie disse...

hipotece ...??!?

hipoteque, bem vou indo.

maloud disse...

Se eu lhe disser que uma cunhada minha que dava aulas de Química na Holanda há mais de vinte e cinco anos, se demitiu por causa da ponta e mola e hoje está a dar aulas na infantil, a Zazie acredita?
E, já agora, que é que pensa que aconteceria, com a liberalização, às crianças do Vale do Ave e do Cávado? Claro que podemos sempre fazer humor negro, e dizer que estão em risco de perder o emprego.

zazie disse...

maloud,

a 1ª parte já sabemos. Em França até já existe uma linha telefónica tipo SOS professores espancados.

A questão é saber se espancado por espancado ainda recebe alguma coisa que lhe permita não ter andar no gamanço.

Outra questão que até se pode prender com essa é se, de facto, e´precisa tanta formação para ensinar o básico de formação escolar.
Se calhar também não é e ainda vivemos do mito do senhor doutor. Em NY um almeida ganha mais que muito investigador. O bacano do Memória Inventada ja´contou casos bem curiosos.

A outra questão é essa do Vale do Cávado. Tenho ideia que a tendência será aumentarem Vales desses a par da idade.
Está a ver? um pouco mais de escravatura democraticamente repartida por todos nós que isto não parece ter melhor sorte.

Quanto à escola e para que serve é outra história. Serve também para enganar o desemprego.

E seria bem melhor haver maior descentralização, a começar pelos curriculos. Nunca consegui entender este espírito totalitário do ensino em Portugal.
E não é por ser público ou privado, é por ser centralizado. Logo de início.

Mas daí a imaginar que a via da liberalização sem suporte é um paraíso não.
Por isso é que dei o exemplo das pedagógicas Londrinas e do perfil de candidatos que tem.

Se um país é pobre e passa a ter todo o funcionamento social dependente do lucro que gera o que é que se pode esperar?

Quanto a mim pode-se esperar a pobreza generalizada a par de maior analfabetismo e emigração de bidon ville de novo...

zazie disse...

ora por cá a formação tem vindo a piorar. Está genericamente pior do que no tempo da outra senhora e o mercado continua a recuar por comparação com os outros países...

É claro que há quem pense que a terapia de choque é a melhor. E há os que pensam que se não morre da doença morre da cura...

Não faço ideia. Tenho uma visão muito pessimista de tudo isto. Ao pé da minha até o VPV é um optimista

ehehehe

Vitinho disse...

Zazie,
O Vitinho já deu há muito... Assim tão exaltada nem vai dormir bem!

piscoiso disse...

A minha tia Cancela foi buscar uma serapilheira para limpar o corrimento.

Anónimo disse...

A privatização das escolas é inevitável. Haverá escolas estatais para as zonas com baixa densidade populacional apenas.
O trato não escrito em que os país confiavam as crianças ao Estado e não tinham mais que se preocupar já há muito acabou. Agora pouco mais são que depósitos de crianças e adolescentes.

Por cá gasta-se mais do que em muitos países da Europa por aluno na maioria dos anos. A velha máxima de despejar dinheiro sobre os problemas.

Porque é que isto aconteceu. Simples: Socialismo. A obsessão com a desigualdade levou á recusa da meritocracia, do valor e á penalização do esforço.
Tanto que "pedagogos" tiveram que a racionalizar em brilhantes tratados.

lucklucky

esgoto disse...

e agora algo completamente novo: privatizar tudo e aceitar uma OPA do Belmiro sobre o país.

formol disse...

No fundo andamos por ciclos, como dizem os hindus.

Ora Hobbes ora Rousseau.

Estamos a voltar à fase Hobbes.

Libório disse...

Esta Zazie é uma grande maluca ólaré.
A mulher fala de tudo ,comenta tudo,tudo o mexe morre.
Sra Malouf os meus respeitosos cumprimentos.

Anónimo disse...

“Nas tabernas celebra-se a amizade e a vida. E o que conta nesta última não é a duração, mas a intensidade. É por isso que ser Comunista, nem que seja por um minuto, é um desperdício”. – Quitéria Barbuda in “Memórias do Manuel da Leitaria”, revista “Espírito”, nº 27, 2006.

QUAES CUNQUE FINDIT

www.riapa.pt.to

Comum dos Mortais disse...

VPV
O erro histórico é dizer que a maior preocupação é a educação, mas depois não se fazer nestum em relação ao tema. E o que se passa é isso mesmo. Não cabe na cabeça de ninguém que haja escolas com 2 alunos, escolas onde chove, que não professores, que os professores não querem ir, onde há violência gratuita grave, onde os professores se estão perfeitamente nas tintas para o que ensinam e como. Não há no fundo, como em toda a função publica nem um investimento capaz, nem um método de avaliação eficiente. E sendo assim a coisa vai correndo. Mal claro, só podia. E quem perde é o país e gerações consecutivas de alunos. Não é um problema de ser ou não o Estado. É um problema de competências e vontade.
http://comumdosmortais.blogspot.com

Anónimo disse...

Esta merda parece a banda do cidadão...

Anónimo disse...

Alguém está na cópia deste sinal? 74/quinto primo..é o "eu sou mais palhaço que tu"...saudações cordiais extensíveis a todo o QTH...

Anónimo disse...

Alô? Alguém na frequência? Esta merda deve estar com demasiadas estacionárias...pôrra...material de merda

Unreconstructed disse...

Não dá para criar um filtro anti-zazie? A senhora, para além de escrever demais (é curioso como a questão do ensino gera tantos comentários... muito mais que a "política" corrente) é também dolorosamente burra: aquela dos pretos, eu até acredito que não fosse por mal, mas era de um racismo tão primitivo... Ela faz equivaler branco com inglês e preto com emigrante; não saberá ela que 9/10 dos pretos que vê em Londres são cidadãos britânicos?

Anónimo disse...

Eu contei: a Sr.ª Zazie escreveu 35-comentários-35!!! Porque não abre ela um blog em vez de vir parasitar os blogs alheios???

rb disse...

Depois de ler por alto os comentários, só me ocorre uma questão: Afinal sobre o que é que fala o post?...

Anónimo disse...

Este Sócrates é uma vergonha:

1) a Tirania do Plano Tecnológico: toda a gente tem que comer um computador. Não é possível não gostar de computadores. A minoria que odeia tecnologia está tramada.

2) A vergonha de deixar que uma empresa pública como a PT evite pagar impostos em Portugal, e vá pagá-los lá fora "para ficar mais barato". Uma vergonha.

3) Precisamos de uma revolução JÁ.

Sílvia disse...

Atento,
parece que não estiveste suficientemente com atenção...
O post de VPV faz um aviso à navegação portuguesa, usando mais uma vez um exemplo da história da Inglaterra como se esta fosse a História Universal...
Enfim, resquícios do Império...

Anónimo disse...

Ao anónimo das 11:02
1-Não quer ter computador não tenha...deite fora aquele com o qual está a ser imbecil.
2-Deve saber do que está a falar...deduzindo pela linha anterior.
3-Quer uma revolução, começe por si e quanto antes...pode ser que ainda haja esperança.

Anónimo disse...

Já que as debatemos: Algumas ideias para melhorar o país em http://respostasja.bolgspot.com

Anónimo disse...

Caro anónimo "debatedor de ideias já", o endereço que publicou redireciona para um site de golf...alguma mensagem sibilina ou é assim mesmo?

e-konoklasta disse...

À sombra do Espectro, é assim que vivem os bloggers, assumidos e não assumidos, ficam à espera de comentários para os seus posts e como ninguém comenta, vêm encher as caixas de comentários dos blogs com visibilidade... mas é só verborreia... tratem-se.

Anónimo disse...

Zazie said...
o tema do post era Inglaterra e por acaso é um local que conheço melhor sem ser por viagem de turismo.
Se não estivesse um pouco a par também não falava.


Zazie said...
ó maloud,

saltou-se porque há muito analfabeto com computador!

é só isto

RACISTA e snob!! É o reflexo da sociedade Portuguesa !

Anónimo disse...

silvia said...
Ó Joshua, eu estou-me nas tintas para a minha imagem...
Pois com essa imagem compreendo, já não há nada a fazer. Resquícios vá-se lá saber do quê….
eu só pretendo que visite o meu blog. Ainda não percebeu?
r
Há muito que todos nós percebemos que precisa de atenção mas não será a única. Também a zazie com 35 comentários até altas horas da madrugada pode ser revelador de algo……um vazio por preencher....

Anónimo disse...

Comum dos Mortais said.
Não há no fundo, como em toda a função publica nem um investimento capaz, nem um método de avaliação eficiente. E sendo assim a coisa vai correndo. Mal claro, só podia. E quem perde é o país e gerações consecutivas de alunos. Não é um problema de ser ou não o Estado. É um problema de competências e vontade.
http://comumdosmortais.blogspot.com

E o resto é conversa fiada. O único comentário que se aproveita e que deve servir de ponto de partida para a discussão agora gente como zazies …..

Anónimo disse...

Tirem o computador ao imbecil...chamem o webmaster...dou-lhe o ISP e o DNS do gajo

Jn disse...

Depois de ler todos os "saids" até acho que a malta não está assim tão mal ensinada.

Anónimo disse...

Mão à palmatória, erro meu:
Algumas ideias para melhorar o país em http://www.respostasja.bolgspot.com

(o golf é pura coincidência - já não o jogo)

França Borges disse...

Meu deus!... tanto tempo perdido. Vao mas é todos trabalhar e larguem este casal de álcoolicos mitomanos, sempre a decretar o finis patria!

Anónimo disse...

Tambem já tinha experimentado o endereço com www e o resultado foi o mesmo...conseguiu aceder ao site?

Anónimo disse...

"A Formação Cultural de um indivíduo segue determinadas etapas: 1º Alimentação, 2º Vestuário, 3º Saúde e 4º Ensino. O Comunismo nunca foi viável porque os intelectualóides quiseram começar sempre pela quarta etapa". - Quitéria Barbuda in "A derrota dos Porcos", Revista "Espírito", nº 26,
2006.

QUAES CUNQUE FINDIT

www.riapa.pt.to

Anónimo disse...

e o facto do ekonoclasta ter um link para o seu blog é pura coincidência?...acho que me dá vontade de rir...critica pelos outros quererem visitas aos seus blogs, mas o próprio pretende visibilidade...nem o Pina Moura critica os que fazem o mesmo que ele...

Anónimo disse...

França borges, não sei de que pais vem, mas tenha calma...essa pose mítica não é desta terra...deixe as nossas borgas e vá passear para onde se sinta bem...ou trabalhar...como quiser...mas vá

rb disse...

Silvia: só quis salientar, ironicamente, o facto de não estarmos verdadeiramente a discutir o post. Manda-se umas bocas, que por vezes até têm piada, trocam-se uns insultos, o que também é giro, mas adiantar algo à discussão, nada. Nada ou quase nada é o que temos expremendo estes mais de 130 comentários. Também o VPV não ajudou muito, porque como disse mais acima, fica-se sem compreender qual é a posição dele e tão-só e apenas o seu habitual espírito de contradição. Por fim deixe-me enaltecer o seu trabalho como professora, que pelo que vejo é de grande dimensão. Neste tipo de discussões é fácil tomar o trigo pelo joio. E não me procupa o exemplo inglês pois certamente os problemas de iletracia deles nada têm a ver com os nossos. Ensino público, sempre!

Anónimo disse...

Para atento anda um bocado distraído...ou está a usar a Sílvia para fingir que está a discutir assunto sério e o que está mesmo a fazer é a "mandar" bocas...

Anónimo disse...

Atento, não consegui perceber muito bem, depois de ler os seus "post" o que pretende dizer com "ensino público, sempre". Paeceu-me que queria dizer, "à borla", "livre de encargos", "sem muita chaatice"...se quiser esclarecer...

Anónimo disse...

Voltando então ao assunto, eu penso que o ensino superior público deveria evr as propinas aumentadas como forma de auto-financiamento. Não me venhas dizer que os alunos, coitadinhos não têm dinheiro. É vê-los a andar de carro, a saír à noite, a fazer férias na neve, e o pagador de impostos a subsidiar tudo isto. O que se paga em Portugal é misaerável, em Inglaterra as propinas anuais são de £9000 (cerca de €11000). É dinheiro, mas há bolsas de estudo para os alunos sem o privilégio de as poder pagar, para além dos alunos poderem sempre trabalhar nos campus universitários para ajudar a subsidiar o estudo. Os pais, esses podem recorrer a um emprésitmo em nome do filho que este começará a pagar no inicio da vida laboral. É um sistema méritocrático (facilita a vida aos bons alunos) e por isso não será implementado em Portugal, onde há um medo enorme instaurado da avaliação de pessoas por um grupo dos seus pares. Cá é preferível passarmos a mão pelo pêlo dos alunos e irmos adiando a sua percepção de realidade até à entrada no mundo do trabalho onde ou entra para o sector público e continua a não ser avaliado e se afunda cada vez mais no ciclo vicioso de falta de exigência = falta de qualidade, ou vai para o privado onde se vÊ confrontado com pares internacionais muito mais bem preparados do que ele...

Pedro M disse...

Sobre este assunto, recomendo-lhe - mais uma vez - que leia Theodore Dalrymple.

zazie disse...

só por causa das coisas.
Esses imbecis todos que não conseguem entender 2 linhas do que se escreve e pelo facto decidiram chamar-me racista e xenófoba e à custa disso inquinar todo o debate, aqui fica um exemplo do meu racismo:

http://cocanha.blogspot.com/2005/08/o-carnaval-de-notting-hill-me-mata.html#comments


quanto ao resto nem vou perder tempo porque pura e simplesmente não conseguem ler.

Anónimo disse...

pedro m remete-nos para a bibliografia...deve ter os seus snobs motivos...se quiser dixar o ISBN...quanto às universidades o financiamento pelos alunos é justo, resolve alguns problemas mas não é tudo. Um sistema de mérito também é justo e conveniente mas isso vai implicar com a lógica estabelecida dos pais, que querem os filhos na universidade a qualquer preço - literalmente. E implicar com essa lógica e implicar com os votos. Assim, parece-me, na evidência do fracasso do sistema actual, que ninguém sabe para onde ir; a paralisia e o mendo de experimentar; a adopção de "mais" medidas" avuslsas da mesma lógica. Depois apaecem uns ilumidados que escrevem livros e fazem...nada.

Anónimo disse...

Exacto! O que mais me assusta, é o facto das nossas crianças estarem a receber uma educação que não lhes permite lutar de igual para igual com as de outros países da UE. Já se verificam grandes dificuldades a matemática, uma disciplina que só precisa de um pouco de trabalho - não é preciso ser-se um génio, dentro de pouco tempo quantas outras disciplinas terão os mesmos problemas. E a solução não passa por baixar os critérios de avaliação, para "ir passando" os alunos até ao 12º ano. Passa por rigor e exigência, palavras inexistentes no diccionário da função pública e de políticos em geral...

JOINCANTO disse...

Acho que privatizaram a caixa de comentários deste Blog para a Zazzie!!??
Melgazzzzzzz
:)

maloud disse...

Vocês dormiram?

Anónimo das 12.35 PM,
Acho que não estivemos só a discutir o ensino universitário, mas o ensino de forma abrangente, embora, se quer que lhe diga, não tenha a certeza absoluta, porque isto ontem à noite era a anarquia total, e ao que vejo, tomaram-lhe o gosto.
Eu estou de acordo que deve haver disciplina, exigência e sentido de responsabilidade. E que deve ser dado um prazo razoável, para se acabarem os cursos. Discordo de si na generalização que faz dos meninos terem todos carro e dinheiro para as noitadas, a neve e sei lá que mais. Esses chamam-nos mais a atenção, porque quase sempre são mais espalhafatosos, seguindo a tradição familiar. Mas há muitos que estão deslocados e mal têm dinheiro para comer. Falou das bolsas e bem. Mas aqui há poucos anos, os bolseiros pagavam a propina como os outros e, só mais tarde, e nunca sabiam quando, eram reembolsados. Eu não consigo imaginar o que seria a vida dos pais do bolseiro, e do próprio, nessa espera e incerteza. Quanto aos campus universitários que, já há 35 anos, eu conheci e frequentei em França, realidade que conheço dessa altura, não os encontro em Portugal. Eu vivo no Porto cuja Universidade, como talvez saiba, é a que tem maior número de alunos do país e não há campus nenhum e o pólo do Campo Alegre com várias faculdades nem cantina tem. Quanto ao outro pólo julgo que também não.
Talvez concorde, que ainda temos um longo caminho a percorrer, a par da disciplina e da exigência
Cordialmente

Anónimo disse...

Receita de tripa...parece requentada

RC disse...

Arre, que isto anda para aqui cada um com a mania que é dono e sr da verdade!

Exponham ideias não as imponham.

Experiência pessoal: já passei pelos sistemas de ensino Português, Holandês e Sueco (onde me encontra actualmente). COntacto todos os dias com pessoas que passaram por esses sistemas de ensino. E o que tenho a dizer? Não somos inferiores a ninguém! EM termos de conhecimentos pomos a um canto muitos deles. Fartamo-nos de levantar hipóteses para os problemas ou para onde ir a seguir, ao contrário deles que se singem aos livros e ao pensamento rectilineo.

A propósito disto leiam o post deste meu colega, que por cá passou no ano lectivo anterior ao abrigo do programa Erasmus: http://rodada.blogspot.com/2006/02/portugais.html
Uma parte dele fala sobre este assunto!

Hoje assiste-se à emigração de mão de obra qualificada. Será que se a nossa formação não fosse boa nos aceitariam por esse mundo fora!? Temos portugueses formados em Portugal a trabalhar nas melhores Universidades do Mundo. Discuta-se é como conseguir criar oportunidades para quem se licencie não agarre nas malas e zarpe em vez de bater no coitado do ensino, que não sendo perfeito, também não é o monstro que dele por vezes querem fazer!

Cumprimentos,

RC

Apaytrida disse...

Atenção Tugas - O sarkozy vai passar umas horitas no sabado, em lisboa com o marques mendes, o cavaco e o socrates....!!!!!!Parece que é a primeira vez que vem a Portugal e aproveita um intervalo do congresso do PP espanhol! Ena!!!!

Anónimo disse...

rc
O conto delicodoçe do costume...receita de tripa com erva aromática

Pedro M disse...

Zazie, sabe o que é um "Troll"?
Dê-lhe o único tratamento adequado: ignore-o.

pirata vermelho disse...

maloud!

um raríssimo fenómeno de vitalidade 'igual'

você seria capaz de fazer, fosse o que fosse, de forma não declaradamente cordial?

já agora, é...foi! capaz de fazer o quê (além dos filhinhos,claro...)

pirata vermelho disse...

acrescente o ' ? ' por favor

Anónimo disse...

Ele há com cada pirata...bárbaro...não é de "boa família"...igual

piscoiso disse...

As experiências pessoais narradas na net, é como as minhas tias.
São todas muito lindas mas não posso provar que existem.

Anónimo disse...

Se está a falar de tripa parece de está em estado de decomposição.
Já volto...vou almoçar

maloud disse...

Piscoiso,
Levo as suas "tias" muito a sério. Além de lindas, são divertidas.

Anónimo disse...

Maloud:
Concordo que existe um caminho a percorrer, mas ele não é tão longo quanto parece. Parece longo dada a dificuldade que existe em mudar algo em Portugal, mas as mudanças até podem ser rápidas, basta vontade.

RC:
Felizmente posso falar por experiência própria que o nosso ensino Universitário (aínda) não se encontra muito longe do que se faz no resto da Europa, mas só em termos de ensino teórico, porque a prática essa fica para depois. As universidades Inglesas e Francesas convivem em simbiose com empresas locais - as Unis. fornecem matéria prima intelectual (alunos e investigação) e as empresas fornecem recursos financeiros e colocação para estudantes. Em Porugal há alguns casos a despontar em campus como os de Aveiro e Braga, mas é um modelo que surgiu por iniciativa de alguns departamentos das universidades.

Anónimo disse...

Gerir as escolas publicas só baixa os custos não resolve rigorosamente mais nada.O problema do ensino não está só nos custos está principalmente no modelo unico, nos programas unicos, na cultura unica, resumindo no totalitarismo pseudo cultural que nos impôem que se transforma no pensamento unico: no politicamente correto como é moda dizer-se. O problema está na existencia de um Ministério da Educação e de outro da Cultura, como se houvesse só um tipo de educação e só uma cultura.O problema está na falta de pluralismo educacional e cultural.Só há uma solução: acaba--se com o monopolio do Estado no ensino, acabando o pensamento unico
Francisco Múrias

Anónimo disse...

“Para a esmagadora maioria dos portugueses, a revolta da tropa em 28 de Maio foi uma acção libertadora – e a chegada de Salazar ao poder foi um alívio” – Quitéria Barbuda in "O Grande Herói Popular", Revista "Espírito", nº 12, 2005.

www.riapa.pt.to

cempijama disse...

Mas afinal quanto ganha um professor em Inglaterra?

Ficamos a saber o mesmo ?

RC disse...

Anónimo das 2.21pm

A grande crítica que faço ao nosso ensino superior é mesmo essa. Falta interacção com os privados. Por aqui, na investigação o estado só mete 40%. O restante vem dos privados e de fundações.

Enquanto estudante do superior também critiquei muito as condições das aulas práticas. Mas no fundo, no curso que tirei, ensinaram-me o básico. A partir do momento em que o básico nos é ensinado, fica mais fácil aprender o que é mais complexo. Foi assim comigo e com os meus colegas. Felizmente o contacto continua a ser regular e noto que nenhum se acha mal preparado para o que escolheu fazer. Claro que tudo isto varia de curso para curso, universidade para universidade. Também já passei por Braga e na minha área não me pareceu haver assim tão grande interacção com privados como acontece por exemplo em Lisboa (Tagus parque).

Ao nível das ciências da saúde (onde posso falar com mais à vontade)a única crítica que faço ao ensino é a orientação que nos é dada ser vocacionada para a investigação e praticamente não haver estimulo para o mundo empresarial! É uma questão de mentalidades que terá que mudar no futuro próximo pois de outra forma irão-se formar pessoas para o desemprego pois o mercado nacional já está saturado!

Cumprimentos

paper life disse...

O caro piscoiso igual a si mesmo.
eheh

Sílvia disse...

Anónimo/2:21PM,
acrescento o Campus Park de Oeiras.

Francisco Múrias,
era importante que passasse os olhos pela nossa Lei de Bases do Sistema Educativo, mas antes disso convinha que lesse a nossa Constituição no seguinte:
Artigo42º (Liberdade de criação cultural)
1. É livre a criação intelectual, artística e científica.
2. Esta liberdade compreende o direito à invenção, produção e divulgação da obra científica, literária ou artística, incluindo a protecção legal dos direitos de autor.

Artigo 43º (Liberdade de aprender e ensinar)
1. É garantida a liberdade de aprender e ensinar.
2. O Estado não pode programar a educação e a cultura segundo quaisquer directrizes filosóficas, estéticas, políticas, ideológicas ou religiosas.
3. O ensino público não será confessional.
4. É garantido o direito de criação de escolas particulares e cooperativas.

(Mais palavras para quê?)

cempijama disse...

Poderia o Belmiro lançar uma OPA sobre o Ministério da Educação ?
Encontraria algum Banco a fim de o financiar ?
E o pessoal das barbas ( falam em 3000) que aparecem a mandar bitaites na Televisão iam cavar vinha para o Douro ? Ou voltavam a lecionar ?
Ainda se lembrariam como era dar aulas ?

Sílvia disse...

Queria dizer, Tagus Parque de Oeiras.

Anónimo disse...

O cheiro do corrimento da tia do piscoiso abafado com sarapilheira confunde-se com o cheiro da tripa...é lindo

Zézé disse...

A pergunta e o comentário mais inteligente que tive o prazer de ler aqui hoje e que ficou sem resposta...

Sílvia disse...
- já tive um filho na escola;"
.
Onde vive não há maternidade ?

Anónimo disse...

1. É garantida a liberdade de aprender e ensinar.

De aprender o quê? De ensinar o quê?

Os alunos são livres de aprender e de ensinar o que os burocratas do Ministerio da Educação resolvem.

São tão livres como um burro atado a uma carroça com duas palas em cada olho
FM

Anónimo disse...

CONCORDO PLENAMENTE COM O COMENTARIO DO ZEZE SAID.

Anónimo disse...

Se o Eng Belmiro comprasse o Ministerio da Educação passariamos a ter a liberdade de aprender e ensinar o que o Eng Belmiro sabe.

E isso ainda é mais assustador

Anónimo disse...

zézé, se acha o comentário inteligente é porque se acha inteligente senão não o reconhecia entre os outros...e como se acha inteleigente vai começar a escrever sobre educação porque sabe tudo, é inteligente....uma chávena de chá...evite a tripa e não confunda o resto com oportunismo...ainda a levam a sério

rb disse...

Anónimo das 12:27 PM: o que quis dizer com "ensino público, sempre!" foi que entendo que a educação é seguramente a tarefa onde o Estado se deve empenhar mais e melhor no sentido de mitigar as diferenças de oportunidades que existem nos nossos vários estractos sociais. Além disso, a educação é alavanca para mudar a nossa cultura de pouca produtividade e competitividade que nos vai engolindo a pouco e pouco neste mundo global. Normalmente os "filhinhos de papá" não abandonam precocemente a escola. Nem que que sejam obrigados, acabam sempre por lá tirar o "canudo", às vezes em 10 ou mais anos. Enfim ... Por tudo isto e muito mais, entendo que o Estado não pode abdicar duma política de educação que permita uma igualdade mínima de acesso a este bem, que o mercantilismo não nos garante.

rb disse...

Sei que o que disse são apenas "bocas" mas pelo menos procuro-me centrar no tema do post do VPV sobre ensino púlico ou privado, eis a questão.

Anónimo disse...

O Estado, na minha opinião, não tem que ter politica de educação nenhuma. O Estado o que deve é garantir que qualquer pessoa ,independentemente do dinheiro que tenha no bolso, possa ter acesso ao ensino e ficar-se por aí. Se o dinheiro gasto nos ministerios de educação e do ensino superior fosse distribuido por cada aluno(do publico e do privado:desde a pré ate à universidade) cada aluno receberia um cheque de 50 contos mensais e anda sobrava 200 milhoes de euros para baixar o defice e os impostos.
Fm

Anónimo disse...

Isto queria dizer que o ensino passava a ser gratuito para todos os alunos (do publico e do privado) e ainda sobrava dinheiro

Sílvia disse...

Caro Francisco Múrias,
naturalmente que ainda existe uma forma napoleónica de gerir a coisa pública, mas o certo é que está a acontecer na escola pública, cada vez mais, uma maior flexibilização do currículo e maior criatividade na gestão dos programas.
É claro que há sempre "clientes" insatisfeitos com o produto realizado na escola pública,mas isso haverá sempre, o que não quer dizer que não se deva criticar o sistema, muito pelo contrário. Aliás, desenvolver o sentido crítico nos alunos é um dos objectivos fundamentais da educação pública neste país. E os adultos podem e devem dar bons exemplos, dentro e fora da escola, claro.

Anónimo disse...

Caro atento, eu percebo o esforço que faz para se centrar - o seu "nick" sugere algo do género. No entanto, parece-me a mim, que a sua perspectiva está "nublada" pela ideologia...acha que a escola pública de hoje, "à borla", sem meios, pobre, caótica (leia participada) é capaz de diminuir o seu medo (o meu e de outros) da pobreza e do subdesenvolvimento? Não é... Acha que em Portugal hà assim tantos ricos que leve a uma vaga de fundo contra os ditos? Eu estaria mais preocupado com os pobres...parece-me que devia ser assim.

Os "filhinhos de papá" - não sei bem o que quer dizer mas vou por hipoteses, não contam para as estatísticas...depois do canudo e de 10 anos de uma vida "desperdiçada" em clubs têm o emprego garantido na empresa do pai ou de um amigo do pai...não contam.

O que eu acho é que se queremos todos ascender na vida, talvez até ser ricos - legítimo, não acho que deva ser apenas o estado a participar na aventura.

Tinha mais alguns tópicos para expor, mas o texto começa a adenssar...receio que começe a ser ilegível

Anónimo disse...

Para aqueles que entendem que os problemas da educação se resolvem com o Estado a assegurar o direito, em igualdade de circunstâncias (leia-se gratuitidade)às escolas públicas e privadas, pergunto: como resolviam o problema da selecção dos alunos que passariam a entrar nas escolas privadas? Sim, porque haveria que estabelecer critérios e fazer escolhas, face ao excesso de procura.

Anónimo disse...

O cliente só é cliente se for livre de escolher o produto que compra.

Anónimo disse...

A «criatividade« é um desastre se os «clientes» forem obrigados a levar com ela.

Os «clientes» insatifeitos devem poder mudar de produto

Anónimo disse...

VPV, CCS, mais um "post" sff...uma janela para outra paisagem...isto começa a ficar claustrofóico

AM disse...

"Para aqueles que entendem que os problemas da educação se resolvem com o Estado a assegurar o direito, em igualdade de circunstâncias (leia-se gratuitidade)às escolas públicas e privadas, pergunto: como resolviam o problema da selecção dos alunos que passariam a entrar nas escolas privadas?
Sim, porque haveria que estabelecer critérios e fazer escolhas, face ao excesso de procura."

Quando eu entrei na universidade (por acaso ainda o tempo da "outra senhora") não havia qualquer dificuldade em estabelecer critérios e fazer escolhas, havia os exames "de aptidão", para quem não dispensava dos mesmos, dado ter notas elevadas no liceu!
Qual é a dúvida, afinal?

AMNM

Anónimo disse...

A selecção dos alunos é realmente um problema complicado
Porque se houver liberdade de mercado as melhores escolas subirão os preços e os 50 contos deixam de chegar, se não houver e a selecção for feita pelos melhores alunos sendo as proprinas fixadas via administrativa as melhores escolas ficarão prejudicadas pois terão custos mais altos e receberão o mesmo .

Agora, os 50 contos são uma media e o custo de um aluno na primaria não é o mesmo que um aluno na universidade.

É um problema economico que teria de ser estudado...

Talvez os melhores alunos receberem mais e por serem melhores alunos terem acesso às melhores escolas.
Fm

rb disse...

"Acha que a escola pública de hoje, "à borla", sem meios, pobre, caótica (leia participada) é capaz de diminuir o seu medo (o meu e de outros) da pobreza e do subdesenvolvimento?" Esta pergunta está inquinada, pois esse não é o retrato da nossa escola pública. Claro que o sistema não é perfeito, nem nunca será, mas continuo a dizer que se há tarefa em que vale a pena o Estado apostar, é na educação. A minha opinião está tão "nublada" com a ideologia como a sua, caro anónimo. Essa história de que o Estado não é preciso para nada já foi contada no Sec. XIX e não deu bom resultado. Mas o emu pensamento não está assim tão tolhido quanto julga, penso que temos de encontrar um equilibrio entre o ensino privado e o público e não abrir mão deste comno sugere.

Anónimo disse...

Caro atento, acha que a minha resposta está "inquinada"....experimente passear - já não digo trabalhar, numa escola secundária da periferia de Lisboa, em qualquer direcção: linha de Sintra, em direcção ao norte (sacavem, etc), margem sul...etc.

Se vestir o uniforme surrealista do bloco de esquerda até vai achar "giro", fashion...para a maioria, acredite que não é facil. Não sei o que se passa no interior rural, mas a calcular pela balburdia do recrutamento e colocação de professores (à decadas) tambem não deve ser fácil.

Caro atento, eu não falei no sec.xix...não se esqueça que os meios e as condições (o enquadramento, se quiser) são hoje diferentes. Eu tinha-lhe dito num post anterior, acho eu, que a minha opinião é que ninguem sabe para onde vai. Concordo consigo que a solução deve estar algures num ponto de equilíbrio e que uma solução que aplique em lisboa provavelmente pode não funcionar no alentejo. Mas o que essa solução implica, não faço ideia. Não quero é que um pré-conceito - um paradigma talvez, me limite a objectividade para encontrar a boa solução, não digo a melhor.

Sílvia disse...

À semelhança do Atento, há muita gente atenta às manobras obscuras daqueles que pretendem manter e aumentar os seus negócios chorudos à custa da educação ou falta dela. Era bom que se pensasse mais e melhor no bem estar e felicidade das crianças e jovens das escolas públicas e privadas, em vez de se lhes colar o narcisismo e a frustração dos pais.

Anónimo disse...

Então, como se faria a selecção dos alunos para o privado? Só se fala em exames de aptidão? Essa é a grande solução? Não é só vir para aqui a puxar pela igualdade de acesso ao privado, é pensar como se resolve o imbróglio!

luneta disse...

Silvia, este seu último comentário é bonito, lírico, mas bonito.Já agora, que mal lhe pergunte, o que entende por bem estar e felicidade dos alunos, por oposição ao narcisismo e frustração dos pais?

Anónimo disse...

Silvia deve estar a acusar a referência ao uniforme surrealista...a sua resposta está de acordo...umas benzodiazepinas para acalmar a sua "teoria da conspiração"...de qualquer modo concretize...

Sílvia disse...

Desculpem, rapazes, esqueci-me de tomar o prozac...
Volto já!

Anónimo disse...

Silvia viu o "Notting Hill," com a Júlia Roberts e o Hugh Grant? "Surreal...but nice"...a true love story...

Cheira-me a algo...não sei bem o quê...

Anónimo disse...

Silviazinha, não fuja...e concretize sff...depois da "ganza" não tem piada

Heroína man disse...

A silvia fuma brocas? Deve ser uma curtição, lá na fac...

dinentel disse...

Não bacano, a sílvia curte mais é comprimidos, nã tás a ver a cena dela?...É o speed ma men, é o speed...

junkie disse...

Ó, disseram-me que aqui se descolavam umas drogas?..

Anónimo disse...

O VPV e a CCS fecharam o blogg...deixaram de por "posts"...o espectro está por nossa conta...ideias para um "post" precisam-se

junkie informado disse...

Não é aqui chavalo, vira à esquerda, passa a Cova da Moura e bate na porta da Sílvia, dizem que a companheira tem produto bom...

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