quinta-feira, março 02, 2006

UM DESEJO

O dr. Freitas do Amaral disse que foi um grande defensor da liberdade e da democracia. Com certeza que se enganou. O dr. Freitas do Amaral queria talvez dizer que gostava de ter sido um grande defensor da liberdade e da democracia. É um velho desejo que não se lhe pode levar a mal.
vpv

136 comentários:

JOINCANTO disse...

"Não foi feito nenhum comentário até agora." ???
CHAMEM A ZAZIE!!!!!!!(ou a Sílvia)
eheheh

rb disse...

Ó VPV, não diga disparates! No debate parlamentar de hoje disse o prof Freitas do Amaral, em resposta a Telmo Correia que o acusava de ser contra o Ocidente e contra a democracia, o seguinte: "Só espero que para o resto da sua vida sinta algum remorso sabendo o que eu lutei, quando o senhor ainda não era nascido ou andava de cueiros, para haver democracia e liberdade em Portugal (...). É preciso topete!". Enfim, continua o baile.

Anónimo disse...

"Os homens não são dotados da mesma dignidade moral. É por isso que existe Esquerda e Direita. Eu acredito no valor substantivo, como expressão da cultura e moral da Direita". - Quitéria Barbuda in "Deus, Pátria e Autoridade", revista "Espírito", nº 28, 2006.

QUAES CUNQUE FINDIT

www.riapa.pt.to

piscoiso disse...

A minha tia Rosmaninho esteve a tarde inteira a ver o canal Parlamento, porque tem uma paixão assolapada pelo Diogo.
Mas achou que aquele belo fato azul, tinha o ombro esquerdo descaido.
Achou ainda indecorosa a galhofa do Paulinho, com uma berrante e inestética camisola verde.

Anónimo disse...

A bancada do CDS, parecia uma cambada de putos.

JOINCANTO disse...

É preciso ter "topete"...

Anónimo disse...

O Dr Freitas do Amaral é um grande defensor da liberdade e da democracia.

Anónimo disse...

O Dr Freitas do Amaral é um grande defensor da liberdade e da democracia.

Anónimo disse...

É engraçado que este tema, embora menos interessante que o post anterior, tem mais comentários. Será que os comentadores têm receio que os seus posts não sejam lidos, ou será que o dr. VPV anda a fazer experiências comportamentais com os "seus" comentadores? Prefiro "cascar" nas Universidades do que no Freitas...(eu próprio estou a remeter os leitores para o post anterior - se isto não é um indicador comportamental, o que será)?

Anónimo disse...

Em 1974 o senhor Freitas do Amaral vivia nos jardins do Palácio de Belém, gentilmente cedidos pelo senhor Presidente Almirante Américo Tomás. Nesses jardins estudava e, certamente, conspirava com Tomás para terminar com o regime...

O professor não é estúpido, será até bem intencionado, mas não se imagine Napoleão. Assuma que mudou: passou de menino bem do regime, a menino mau do novo regime. Há coisas piores: mentiroso, por exemplo.

Anónimo disse...

O senhor Freitas revela nos dois últimos anos, uma irracionalidade e intolerância, que levou a uma profunda alteração das suas convicções. Estes são os primeiros sinais de alerta para o início insidioso desta doença, que há uns anos atrás enlouqueceu o seu pai. No exame clínico poucas anomalias se observam, à excepção de uma tendência para deficiências sociais prévias (que já se começaram a detectar). De acordo com as circunstâncias sociais e com o grau de assistência por parte dos parentes, haverá uma tendência para a degradação social. Este tipo de Doença Psiquiátrica, tem uma forte componente hereditária. O senhor Freitas está Paranóico, pois revela ilusões de perseguição com um raciocínio coerente; está catatónico, pois tem períodos alternados de torpor e de excitação; e revela uma personalidade Hebefrenética, com carácter caprichoso e com sentimentos e ideias insensatas. A sua Personalidade está a fragmentar-se, revela uma personalidade esquizóide.

Exame Obrigatório

Anomalia Bioquímica

Análise ao Azoto. De certeza que está a excretar maior quantidade, que é o sinal da doença.

Mais dados sobre este estudo em:

www.joaoadaquinta.no.sapo.pt

Anónimo disse...

O Dr Freitas do Amaral é um grande
defensor da liberdade e da democracia

Anónimo disse...

À quarta já estou convencido:

O Dr Freitas do Amaral é um grande defensor da liberdade e da democracia

Down Memory Lane disse...

O Ficções do Amaral já confunde o Colégio Avé-Maria com o Tarrafal. Ele era um undercover do PCP, nós é que não sabíamos.

Anti-critico do Freitas! disse...

Como admirador e defensor (não oficial) do nosso MNE queria agradecer aos outros comentadores.

Noemadamente ao anónimo das 7.20, pela insistencia.

Mais é melhor.

heheheh

Anti-critico do Freitas! disse...

Quanto mais lhe batem mais eu gosto dele.

Deve ser uma influência judaico-cristã...

Anónimo disse...

O Dr Freitas do Amaral é um grande defensor da liberdade e da democracia porque o Dr Freitas do Amaral é muito esperto.
Eu quando for grande quero ser como o Professor Freitas do Amaral muito esperto. Se tão esperto como o Professor Freitas do Amaral talvez chegue a presidente da ONU.Ser presidente da ONU é muito bom. Vai-se a festas e à opera, Eu não gosto muito de opera mas o meu pai diz que quando eu for grande eu vou gostar. Eu acredito no meu pai e o meu pai diz que o Professor Freitas do Amaral é um espertalhão. O Professor Freitas do Amaral diz sempre a verdade.Eu ando de cueiros e ele anda a defender a liberdade e a democracia...

maloud disse...

O Dr. Pulido Valente estava no país, com certeza, quando, aqui no Porto, um congresso do CDS, que na altura ainda não era PP, foi "atacado" por aqueles MLs todos, e foi necessária a intervenção da Polícia ou do Exército, até porque eram convidados dos senhores congressistas personalidades estrangeiras, como a Margaret, essa mesmo, a Tatcher. Eu não sei, se eles estavam a defender a democracia, mas pelo menos julgo que não estariam a atacá-la. Acho que o Freitas do Amaral estava nesse congresso, bem como o falecido Amaro da Costa.
Gostaria que nos recordasse o que eventualmente escreveu à época e, se nada escreveu, o que pensou.
Eu lembro-me do que pensei, sem nunca ter sido simpatizante do CDS.

Anónimo disse...

Não se lhe pode levar a mal. Aínda não digeriu a derrota para o Soares é fish, no longínquo ano de mil novecentos e tal.
Será que tudo faz parte de um plano engendrado pelo Sr. do Amaral para se vingar do povo que o preteriu ao Sr. Fish?

hey,...Fish é parecido com Bush...

Anónimo disse...

o meu pai disse-me que o Professor Freitas do Amaral é tão esperto tão esperto que escreveu uma carta ao general Vasco Gonçalves a dar-lhe os paramens por ele ter defendido tão bem a liberdade e a democraciaO general tinha mandado prender muitas pessoas que eram muito más. O general não era tão esperto como o professor freitas do amaral . Eu quando for grande quero ser como o professor freitas do amaral

Jose Sarney disse...

"aqui no Porto, um congresso do CDS, que na altura ainda não era PP, foi "atacado" por aqueles MLs todos, e foi necessária a intervenção da Polícia ou do Exército, até porque eram convidados dos senhores congressistas personalidades estrangeiras, como a Margaret, essa mesmo, a Tatcher."

Toda a razão, foi aqui que o Prof. Fretes do Amaral lutou pela Liberdade.

Antes do 25 - A, era um dilecto de Marcello Caetano. Será que aí também lutava pela Liberdade?

Neste "torrão" de Viriato, "consistência", nunca foi bem premiada. O Salazar e o Cunhal, que foram consistentes até ao fim, são mal amados. O durão, o Pacheco, o da fundação Soares, o Sampaio do "MES", etc. são todos ADORADOS pelos portugueses! E neste aspecto, o "Alzheimer" do Fretes, ajuda-o a ser popular!

Anónimo disse...

Eu tambem sei que o professor freitas do amaral foi para a assembleia uns dias para ter direito a mais uma reforma.Foi o meu tio que me disse e ele disse tambem que o Professor Freitas do Amaral é muito muito esperto. Eu quero ser grande muito depressa para ser como o Professor Freitas do Amaral muito muito esperto

Anónimo disse...

O meu tio tambem me disse que o professor freitas do amaral saiu logo da assembleia da republica depois de ter ficado lá o tempo que era preciso para ter a reforma.Porque o professor freitas do amaral tinha muito que fazer e não é na assembleia da republica que se defendia a liberdade e a democracia.Ele tinha que defender a liberdade e a democracia a ganhar muito dinheiro porque ele e muito esperto. Eu adoro o professor freitas do amaral e quero ser como ele quando for grande

pirata vermelho disse...

Maloud sobrevive!
Alguem clama pela presença da empoada za!zie

haja decoro
não ofusquem os anónimos

O Dr Freitas do Amaral não é tema.
As acções dele, caso a caso...

maloud disse...

José Sarney,
Eu não disse que ele lutou pela liberdade. Eu perguntei o que é que o nosso anfitrião escreveu ou pensou, na altura.
O que eu pensei, posso dizer-lhe: não gostaria de ser governada pelo Freitas do Amaral, mas muito menos por aqueles MLs. Tinha 23 anos. O Dr. Pulido Valente era um pouco mais velho, muito mais culto e tinha muito mais mundo. Alguma coisa pelo menos pensou, porque a "tourada" que aqui houve, foi amplamente publicitada.

Anónimo disse...

Concordo que antes Vira-casacas do Amaral do que Mariano Mentiroso e Gago.

Anónimo disse...

Não percebo. Porque é que diz que o Freitas não lutou pela democracia e liberdade, VPV?

AM disse...

Eu que sou 5 anos mais novo que a Mª de Lurdes e também nunca fui suspeito de simpatizar com o CDS, estava, a pedido de amigos, a "fazer segurança" nos portões do palácio de cristal, essa noite.
Deleito-me ao pensar nos Pachecos Pereiras e, se calhar, Barrosos que estariam do lado de fora (os tais MLs)
Lembro-me das chuvas de pedras e das corridas, à bastonada, por Júlio Diniz adiante e pelas ruas circundantes.
Lembro-me do pandemónio de batatada em que se transformou essa noite do Porto
Lembro-me dos tiros disparados da sede do PCP, então na rua Aníbal Cunha.

Lembra bem Maria de Lurdes

Que é que o VPV terá escrito a esse propósito?
O que DFM afirmou, hoje, no parlamento foi "Só espero que para o resto da sua vida sinta algum remorso sabendo o que eu lutei, quando o senhor ainda não era nascido ou andava de cueiros, para haver democracia e liberdade em Portugal"
Não disse que foi antes do 25 de Abril.
Foi, nessa luta, companheiro de Mário Soares e Sá Carneiro.
Foi, dos três, talvez o que tomou a opção mais difícil então, criar o partido mais à direita do leque possível.

Hoje, aqueles a quem nada custa (antes pelo contrário) ser de direita, não demostram apenas ingratidão, mas, sobretudo...

FALTA DE VERGONHA

AMNM

Anónimo disse...

O Freitas não lutou pela democracia e pela liberdade porque não lutou
Percebeu agora?

Anónimo disse...

Só espero que para o resto da sua vida sinta algum remorso sabendo o que eu lutei, quando o senhor ainda não era nascido ou andava de cueiros, para haver democracia e liberdade em Portugal"


É mesmo mau. Quer que sinta remorsos PARA O RESTO DA SUA VIDA.

O freitas é mau já não quero quando for grande ser como ele. Já não gosto do freitas.Pronto

Outro disse...

O que interessa é o ataque ao Fulano.

Anónimo disse...

Naquela altura, 74, acreditava-se em pluripartidarismo e, fosse qual fosse a intenção, o prof. Freitas, fazia parte de um grupo fundador de um partido político. Claro que o "democrático" Cunhal que, de facto, tinha o poder na altura, já estava imbuído do estranho conceito de democracia que o havia de acompanhar até à morte: aceitava-a desde que só com o partido comunista!
Dessa reunião de que falam, em que foram atacados com disparo de tiros, o prof. Freitas safou-se pelos telhados e, nessa altura ninguém pode negar que não estava a lutar pela liberdade...
Passados anos iniciou a sua deriva a bombordo e, feita a sua viagem de circum-navegação está quase na posição do inimigo da altura: afinal, não é verdade que os extremos se tocam?

jcd disse...

AMNM

As eventuais lutas do passado não justificam os dislates do presente.

tina disse...

Há tantos outros que gostariam de ter sido uma mais valia para o país... para o que quer que seja. Nunca foram, nunca serão.

Isabel Moreira disse...

O Dr. Freitas do Amaral esteve efectivamente no Congresso do Porto. Mas... quem defendeu a liberdade e a democracia foi Amaro da Costa, porque, passados 30 anos e o Dr. Freitas do Amaral continua a defender que a liberdade de expressão tem de ter limites...

Isabel Moreira

Jose Sarney disse...

Insisto na (in)coerencia que é muito premiada neste "torrão" de Viriato:

- Vara: no "buzinão", e depois Ministro.
- Durão: de "fato macaco", e agora lado-a-lado de Bush!
- Sampaio: MES, e agora como lhe chama, Vital o "Comunista", é um "aristocrata"!
- Pacheco: depois de ser ML e com barbas "a la Marx", é um futuro comensal de Belém!
- Almeida Cantos: trouxe centenas de caixotes de Moçambique e esteve sempre com "o povo", ao lado do dinheiro!

Isto para não falar do Rei Só Ares: Rei da Pirueta e da Treta!

Mas, os portugueses gostam de incoerência, ou não tivessem eleito Isaltino, Felgueiras, Valentim e....quase quase o Avelino!

PS Como diria a já falecida Ivone Silva: "Está tudo GROSSO!"

Anónimo disse...

Se fosse verdade então Freitas é o Marechal Petain da Diplomacia Portuguesa...

lucklucky

Anónimo disse...

José Sarney das 9.18: adorei este comentário - de facto, como dizia a Ivone Silva, 'está tudo grosso'.
A bancada do PP parecia um galinheiro de mau gosto. Coitados! Nem sei se é de ter pena (como falo em galinhas...) mas que o Freitas leva nas orelhas, lá isso leva e que o governo que o nomeou não tuge nem muge que se veja, é verdade, e que o PP é infantilóide, lá isso também é.
Mas é assim a política à portuguesa
e com quantos mais camaleões melhor.É o tacho, meu Deus, é o tacho... eles precisam, 'tadinhos'...

Paulo Alves disse...

Perdão, VPV. Ele foi. Já não é.

rb disse...

Bem,depois de tantos posts a zurzir no Freitas (eu quando era miúdo conhecia-o como o batatas freitas) não há criatividade de comentário que resista. Da minha parte só queria dizer que temos um grande MNE, politicamente incorrecto. Acho curioso que quando ele foi para ONU toda a gente sentiu orgulho em ver-se representado a tão alto nível, agora que ele é ministro, todos lhe querem a bater. Tenham dó.

Anónimo disse...

ISLÃO, LIBERDADE E DEMOCRACIA
Um recente estudo feito pelo Oekom (instituto alemão de pesquisa política) sobre o nível de democraticidade dos quarenta e cinco países mais importantes do mundo, coloca nalguns dos últimos lugares uns quantos países dominados pelo Islão: Turquia (37º), Malásia (38º), Indonésia (39º) e Paquistão (45º).

O Minuto Digital explica o porquê dessa situação - aquilo que já muita gente sabe, ou seja, que o Islão, na sua essência, é incompatível com a Democracia.

Com efeito, a religião de Mafoma tem uma vertente política guiada por três princípios:
- Tawhid - aceitar Alá como criador e único Deus admissível;
- Risalat - submissão ao que Maomé transmitiu no Alcorão, isto é, a imposição da Chária (lei islâmica);
- Khilafat - a sujeição do homem ao modo de vida ditado pelas leis sagradas, de acordo com as virtude que Alá lhe concedeu.

Não é pois possível que o indivíduo possa optar por caminhos diferentes daquele que Maomé ordenou.

Assim, a falta de liberdade verifica-se, antes de mais nada, ao nível da própria intimidade, do próprio pensamento.

Li há pouco tempo, não me recordo de momento onde, que foi do combate intelectual contra tal mentalidade que partiu o movimento de restauração da liberdade no Ocidente - antes da liberdade política, da democracia, veio a luta pela liberdade de pensamento relativamente ao poder opressivo da Igreja.

De facto, tanto a Igreja (Cristianismo) como o Islão, são doutrinas com raiz no monoteísmo semita, isto é, oriental, com tudo o que isso implica em matéria de ausência de liberdade individual, pois que já Aristóteles caracterizava os bárbaros orientais como gente civilizada mas que não amava a liberdade, motivo pelo qual vivia subjugada, contrastando assim com os «confusos» bárbaros ocidentais (Celtas, Trácios, Germanos, presume-se) e com os civilizados Gregos.

Pode assim entender-se qual é o real significado das atitudes dos que, completamente freitasdoamarais, que querem vender a imigração e o contacto com o mundo islâmico como constituindo um bem propício à «paz». Mas a que tipo de paz se referem?
Vale a pena lembrar que o próprio termo «Islão» significa «paz» - mas paz por meio da submissão completa ao Deus muçulmano.

É caso para se dizer que nunca a paz foi tão podre...

Em suma, ainda o Ocidente não se libertou por completo das trevas do monoteísmo semita, já os traidores ao Ocidente o querem afogar em trevas monoteístas semitizantes ainda mais densas.

Não admira pois que tanto a Esquerda (filha do totalitarismo cristão) como a «Direita» mais beata simpatizem tanto com o Islão e sejam tão adversos - a primeira, hipocritamente, a segunda, declaradamente - ao culto da Liberdade.


www.gladio.blogspot.com

Anónimo disse...

Uma das primeiras coisas que é preciso entender a respeito da liberdade de expressão, consiste na diferença entre pessoas e ideias.

Separar as pessoas das ideias que essas pessoas defendem, eis algo de crucial para que o Respeito possa coexistir com a Liberdade.

Assim, quando se insulta uma ideia, não se está necessariamente a insultar a pessoa que defende essa ideia ou sequer a mãezinha dessa pessoa.

Se isto não for entendido, então ou se passa a permitir toda a sorte de insultos pessoais, ou então proibe-se toda e qualquer crítica a toda e qualquer doutrina.

Confundir falta de respeito pelas pessoas com troça ou brincadeira relativamente a certas doutrinas, é o caminho mais seguro para a destruição total da liberdade de expressão. Não perceber a diferença entre ideias e pessoas é típico dos fanáticos, que tomam como ofensa pessoal qualquer crítica aos seus próprios ideais. E porquê? Porque não têm uma individualidade própria para além das suas ideias. E ceder às exigências de fanáticos é deixar-se de poder criticar seja que ideologia for.

Pelo contrário em vivendo-se num sistema no qual haja verdadeira liberdade de expressão, todo e qualquer indivíduo tem o direito de dizer o que lhe apetecer sobre qualquer religião, sim, e também sobre o Islão (que é uma religião terrorista, inclusive, ou que Maomé era pedófilo), do mesmo modo que já pode, desde há muito tempo, afirmar ser o Cristianismo uma doutrina doentia e maligna (e até pode dizer que Jesus era homossexual, mesmo que não seja verdade). Aqui, os muçulmanos ou os cristãos não têm o direito de impor a censura de maneira a proibirem a livre expressão de toda e qualquer opinião sobre as suas religiões.

Mas a súcia internacionalista, amante-do-outro-dê-lá-por-onde-der, opta por esquecer ou ocultar esta evidência ética e resolve apontar a «irresponsabilidade provocatória» dos desenhos satíricos. Tal como a personagem Diácono Remédios, de Herman José, esta nauseabunda maralha refugia-se na argumentação de que «é preciso não ofender a religião» e parte daí para incitar à censura de tudo aquilo que possa incomodar os muçulmanos. Não entende, ou não quer que os Povos entendam, que a publicação destas imagens é de crucial importância no panorama político mundial, porque assim se mostra que a Europa pertence aos Europeus, e que os Europeus, na sua própria terra, dizem o que bem lhes apetecer sobre todas as religiões, além de terem também o direito de fazerem os desenhos que entenderem.

A representação do profeta Maomé é proibida pelo Islão; nesse caso, os muçulmanos têm só de abster-se de o fazer. Não podem é impedir os não muçulmanos de desenharem o que quiserem, muito menos se estes não muçulmanos estão em sua própria casa - efectivamente, o Islão não manda na Europa.

Mas os invertebrados do costume fazem tábua rasa de tudo isto, ansiosos que estão por abdicar da própria liberdade, já que nunca tiveram dignidade (uma coisa implica a outra, caso alguém não tenha percebido). A este respeito, foi especialmente esclarecedora, e deve ser sempre lembrada, a argumentação do dimi (lacaio dos muçulmanos) Ângelo Correia no programa «Prós e Contras» de anteontem à noite - «Nós já não vivemos num mundo estanque de há vinte anos, agora temos cá muçulmanos portanto agora já não podemos falar com o à vontade de há vinte anos. O multiculturalismo é isto.»

Para quem não tiver entendido, o caso é simples: um simpatizante dos muçulmanos e do multiculturalismo afirma que o multiculturalismo mata a liberdade de expressão. Sem apelo nem agravo.

Daniel Oliveira, na sua coluna do Expresso, resolve especular sobre o que os cristãos diriam se uma imagem satírica de Jesus fosse publicada num jornal europeu.

Pois agora devolva-se-lhe a especulação: se o Jylland-Posten tivesse por exemplo editado um cartune do filho de Maria a sodomizar os apóstolos e a seita cristã a que pertence George W. Bush se indignasse com tal desenho e desatasse por aí a apelar a boicotes, será que a Esquerdalha ia declarar a sua oposição ao jornal dinamarquês?

Daniel Oliveira e sus muchachos bloquistas iam logo pela rua fora a gritar contra o fundamentalismo cristão, «em nome da liberdade!!!!!!!!!!!!», batendo naqueles peitos anti-fascistas-de-longa-data-e-completamente-amantes-da-democracia, clamando que «não temos medo dos inimigos da liberdade!!!!, viva a imprensa livre!!!!!, abaixo o Bushhhhh!!!!!».
Quem conhece esta merda de gente, sabe que não exagero em nada neste exercício de imaginação. Mas em nada. Nadíssima. Pelo contrário, tenho até constatado, pelas opiniões bloco-de-esquerdistas que já li, que a gentalha desta espécie chega a ser caricatural. A este respeito, a realidade é como se fosse um livro pimba escrito por um autor kitsch que lê o que digo e depois cria personagens literárias completamente estereotipadas. Ou seja, a ralé a que me refiro é ainda mais flagrantemente rasca do que parecia.

E, aliás, nem é preciso imaginar muito - basta lembrar que, quando um artista qualquer expôs publicamente uma peça supostamente artística que consistia num crucifixo dentro de um frasco de urina, não houve toda esta polémica, nem os irreverentezinhos de Esquerda manifestaram o seu repúdio pelo insulto contra «as crenças dos outros».

Mais: quando Herman José foi censurado na RTP pelas rábulas que fez, primeiro à rainha Isabel, e, depois, à última ceia, a esquerdalha da sociedade portuguesa solidarizou-se com o referido comediante, contra a «censura obscurantista» dos beatos...

Nas fileiras esquerdistas, há ainda quem diga que a publicação dos desenhos da discórdia foi uma «atitude de provocação adolescente».

Ora o descaramento esquerdalho, se já não surpreende, nunca deixa no entanto de meter nojo. Tem realmente graça ver bloquistas a insurgir-se contra a «provocação adolescente», quando o próprio B.E. é por excelência o partido da adolescência retardada.

Efectivamente, os esquerdistas da laia do B.E. sempre adoraram promover «a rebeldia contra os valores instituídos!!!», e os seus lacaios no campo dos mé(r)dia e da cultura em geral, excedem-se, desde há décadas, em idolatrar o modelo do Jovem Irreverente que se revolta contra a opressão.

Aliás, o B.E. até quis participar na manif (esta gente não faz manifestações, faz «manifs») anti-globalização de Madrid, não fosse a pronta actuação da polícia fronteiriça castelhana, que aplicou aos militantes louçanistas o correctivo que é devido a quem não obedece a ordens policiais e tenta violar as fronteiras de um país. Estivesse o PNR devidamente organizado nessa altura, e teria emitido um elogio público às autoridades do país vizinho pela seu justo e exemplar procedimento (embora se tenham perdido «as que caíram no chão», talvez valesse a pena que os bloquistas lá voltassem para as apanhar todas, mas enfim, nada é perfeito).

Aa esquerdalha acha que é bonito, é giro, é fino, é jovem, é «in», é «cool», é irreverente, andar pelas ruas a atirar cocktails molotov contra os carros, as lojas («toda a propriedade privada é um roubo!!!!!!», pensarão ainda os esquerdalhos mais diligentes...) e contra a polícia («esse símbolo da autoridade repressora!»), porque as polícias ocidentais fazem todos os possíveis para não magoar os meninos rebeldes...

Mas quando o risco da irreverência é a morte, nessa altura o Jovem Irreverente de Esquerda perde a vontade de ser contestatário e resolve tornar-se num «adulto responsável»...

Ora arvorar-se em «trocista» e «crítico» contra quem não os pode aleijar, mas baixar a bolinha relativamente a quem lhes pode fazer mal a sério, é, na melhor das hipóteses, uma copice-de-leite própria de meninos mimados a brincar aos revolucionários, e, na pior, uma cobardia por demais ridícula.

Em suma, a publicação das caricaturas que satirizam Maomé foi das melhores coisas de 2005, por vários motivos:
- porque serviu para mostrar, assim haja firmeza, que na Europa mandam os Europeus, pelo que, na Europa são as leis europeias que vigoram e não as leis do Islão, credo alienígena;
- porque serviu para mostrar aos Europeus o que é de facto o mundo islâmico, com o seu fanatismo e arrogância revoltante (mesmo da parte dos supostos «moderados», que não se opõem a que haja manifestantes islâmicos a gritar «Europeus, lembrem-se do Theo van Gogh...», quem não se revolta com isto não merece ser respeitado);
- porque serviu para mostrar que o poder do boicote é elevado, o que oferece aos Europeus uma grande capacidade de pressão a nível mundial, já que a Europa é a região do mundo com mais consumo (atenção à possibilidade, bem real, de travar a expansão mercantil chinesa);
- porque serviu para mostrar, mais uma vez, a intrínseca merdice dos esquerdistas supostamente rebeldes.. É desta maneira que, mais uma vez, lhes cai a máscara «democrática» e mostram a repulsiva carantonha que andam a esconder: em todas as vezes nas quais aparentam promover/defender a liberdade, estão na verdade a atacar tudo o que é europeu.

www.gladio.blogspot.com

Anónimo disse...

O NY Times anuncia que o Chirac e o Bush fizeram as pazes em Bruxelas, a 22 de Fevereiro passado. Indica que, tudo leva a crer... por razoes eleitoralistas, que a NAT0 pode render os EUA no Afeganistao.Chirac precisa de Bush para vencer Sarkosy e elevar a PR Villepin. Por outro lado, no Canard Enchainé, Claude Angeli, informa que o EMGFA yankee está a pedir um reforco do orcamento militar para intensificar a guerra no IraK, onde os EUA gastam cerca de 250 milhoes de dólares por dia.Só 27 por cento dos soldados estacionados na antiga Mesopotâmia acreditam no sucesso militar...Tudo para indicar que o mundo está perigoso( ainda bem...) e o Prof.Freitas rendeu-se à Democracia depois de um longo percurso que passa pela extrema-direita( mesmo no post 25 de Abril, a rede bombista no Norte, de sinistros contornos...)até ao centro-esquerda, lugar que ocupa no espectro político de hoje por culpa dos socratezinhos de meia-tigela... Nunca me esqueci de que FA gostava de citar muito Bismarck( ou Talleyrand?) sobre o processo de se comerem as alcachofras... Niet

Anónimo disse...

HÁ ALGO DE SAUDÁVEL NO REINO DA DINAMARCA
A cambada informativa da TSF deu a conhecer que o jornal norueguês Magazinet fez um pedido de desculpas formal à comunidade muçulmana... mas absteve-se de dizer que o mais odiado alvo da intolerância muçulmana, a Dinamarca, continua sem pedir desculpa.

Efectivamente, o editor do Jylland-Posten (o primeiro jornal europeu a publicar as caricaturas de Maomé) declarou que todo o arrependimento é inútil, dado que os imânes que estão por trás da onda de ódio islâmico estão a empolar a questão e não aceitarão nenhum pedido de desculpas - e, fiel aos seus princípios, constitui um verdadeiro motivo de orgulho para toda a Europa ao afirmar que «a liberdade de expressão é inegociável».

Bendita a Nação que cria gente desta têmpera.

www.gladio.blogspot.com

VITUDO disse...

O cérebro do Freitas está parecido com o do Sousa franco antes do empurrão. senão veremos.

sniper disse...

O Dr. Freitas do Amaral está completamente maluco. É um dos Ex-Libris deste manicómio chamado Portugal. Não merece o meu latim.

sniper disse...

Caro Niet,
Bela conspiração. Gostei.
Um abraço

maloud disse...

Por falar em manicómio. Leia com atenção o post O Novo Estilo.
Maloud

Anónimo disse...

Para quem se der a esse trabalho, nomeadamente através da consulta de bases de dados islâmicas (por exemplo), é rápida a conclusão de que Maomé foi muito pródigo em ordens de assassinato de todos aqueles que se lhe opuseram.

O primeiro assassinato por ordem de Maomé, de que encontramos descrição nas fontes islâmicas, foi o de uma mulher, viúva, de nome Asma, que compôs versos satirizando o autoproclamado profeta. Uma situação em muito semelhante àquela com que actualmente nos deparamos. Maomé desafiou os seus seguidores a assassinarem a mulher que o afrontou no terreno da ironia. Quem respondeu ao desafio foi um discípulo cego chamado Umair. O devoto apunhalou-a enquanto esta dormia amamentando o seu bebé. Segundo os relatos, ao ouvir isto, Maomé exclamou: «Vede um homem que assistiu o Senhor e o seu profeta. Chamai-lhe não cego, mas antes Umair “o vidente”.

De muitos mais assassinatos às ordens de Maomé se encontra descrição nos hadith.

Alguns exemplos, em tradução directa a partir da colectânea de Al Bukhari, tal como constam da referida base de dados islâmica:

Volume 4, Livro 52, Número 259:

Narrado por Abu Huraira:

O Apóstolo de Alá enviou-nos numa missão (i.e. missão armada) e disse: “se encontrardes fulano e sicrano, queimai-os a ambos com fogo”. Quando estávamos prestes a partir, o Apóstolo de Alá disse: “ordenei-vos que queimásseis fulano e sicrano, e ninguém senão Alá pune com o fogo, portanto, se os encontrardes, matai-os”.


Volume 4, Livro 52, Número 265:

Narrado por Al-Bara bin Azib:

O Apóstolo de Alá enviou um grupo dos de Ansar a Abu Rafi. Abdullah bin Atik penetrou na sua casa durante a noite e matou-o enquanto ele dormia”

Volume 4, Livro 52, Número 270:

Narrado por Jabir bin 'Abdullah:

O Profeta disse: “Quem está disposto a matar Ka'b bin Al-Ashraf, que ofendeu deveras Alá e o seu Profeta?” Muhammad bin Maslama disse: “Ó Apóstolo de Alá! Queres que eu o mate?” Ele respondeu afirmativamente. Assim, Muhammad bin Maslama dirigiu-se a ele (i.e. Ka'b) e disse: “Esta pessoa (i.e. o Profeta) encarregou-nos de pedir por caridade”. Ka'b replicou: “Por Alá, cansar-vos-eis dele”. Muhammad disse-lhe: “Temo-lo seguido, portanto desagrada-nos abandoná-lo antes de assistirmos ao fim da sua missão”. Muhammad bin Maslama continuou a conversar com ele desta forma até que encontrou oportunidade para o matar.

Volume 8, Livro 82, Número 795:

Narrado por Anas:

O Profeta cortou as mãos e os pés dos homens da tribo dos ‘Uraina e não cauterizou (os seus membros a esvair-se em sangue) até que por fim eles morreram.

Estes hadith de Al Bukhari são fontes incontornáveis e incontestáveis do islão. Nenhum muçulmano pio pode ou deve ignorá-las. Não nos esqueçamos que, no islão, Maomé é considerado como o máximo exemplo de vida, o homem mais perfeito que jamais caminhou ou caminhará sobre a terra.

Atente-se também no que diz o corão. Por exemplo:

Sura 9, versículo :5 :"Mas quando passarem os meses de interdição, então combatei e matai pela espada todos aqueles que associam outros deuses a Alá onde quer que os encontreis; cercai-os, assaltai-os pela força, esperai-os com toda a espécie de emboscadas...”.

De igual modo, a sura 47, versículo 4: “Quando encontrardes os infiéis, cortai-lhes a cabeça, até fazerdes grande matança entre eles”.

A sura 9, versículo 29, afirma: “fazei a guerra contra aqueles que tomaram conhecimento das escrituras e não acreditaram em Alá, ou no dia do juízo, e que não proíbem o que Alá e o seu apóstolo proibiram... até que paguem tributo”.

A sura 5, versículo 33, ordena: “a recompensa daqueles que combatem Alá e o seu Mensageiro, e espalham a desordem sobre a terra, é apenas a de que devem ser mortos, ou crucificados, ou terem as suas mãos e pés amputados em lados opostos...”


Na sura 48, versículos 16-17, lê-se que todos os que morrem “a combater na guerra do Senhor (Jihad)” são ricamente recompensados, mas aqueles que batem em retirada são dolorosamente castigados.

A matança, por decapitação, dos cerca de 600-700 homens da tribo judia dos Banu Kuraiza de Medina, que se haviam rendido às tropas de Maomé, oferece um dos primeiros testemunhos da prática destas suras e preceitos corânicos. Repare-se que, segundo os relatos, a matança durou todo o dia, do raiar ao pôr do sol, e Maomé assistiu e orientou, imperturbável, as operações que se desenrolaram na praça principal da cidade. Até ficar com sangue pelos artelhos, segundo o ufano cronista. Deu, depois, ordens que as mulheres e crianças dessa tribo fossem reduzidas ao concubinato e à escravatura.

Quanto ao tratamento a dar às mulheres não muçulmanas cativas, atente-se neste hadith, também de Al Bukhari:

Capítulo 22, Livro 8, Número 3371:

Abu Sirma disse a Abu Sa'id al Khadri (que Alá se agrade dele): “Ó Abu Sa'id, ouviste o Mensageiro de Alá (a paz desça sobre ele) referir-se ao al-'azl [coito interrompido]? Disse ele: “Sim” e acrescentou: “Fomos em expedição com o Mensageiro de Alá (a paz desça sobre ele) contra os de Bi'l-Mustaliq e capturámos algumas mulheres árabes esplêndidas, e desejávamo-las, pois sofríamos da ausência das nossas mulheres (mas ao mesmo tempo) também desejávamos obter resgate por elas. Por isso, decidimos ter relações sexuais com elas observando o 'azl (retirando o órgão sexual masculino antes da emissão de sémen para evitar a concepção). Mas dissemos uns aos outros: “estamos a praticar um acto enquanto o Mensageiro de Alá se encontra entre nós, porque não perguntar-lhe?” Interrogámos, portanto, o Mensageiro de Alá (a paz desça sobre ele), que disse: “não tem importância alguma que o façais dessa forma ou da outra, pois todas as almas que tiverem de nascer daqui até ao Dia da Ressurreição hão de nascer”.

Ou no Capítulo 22, Livro 8, Número 3373:

Abu Sa'id al-Khudri (que Alá se agrade dele) relatou: “Fizemos cativas algumas mulheres e queríamos praticar o 'azl com elas. Perguntámos então ao Mensageiro de Alá (a paz desça sobre ele) o que fazer, e ele disse-nos: “Na verdade, fazei-o, na verdade, fazei-o, na verdade, fazei-o, mas a alma que tiver de nascer daqui até ao Dia do Julgamento há de nascer.”

Como se vê, para Maomé, a violação de cativas pelos muçulmanos é livre e nada importa que seja feita com coitus interruptus ou de outra forma.

Tudo isto demonstra a fortíssima ligação, desde a origem, entre islão e terrorismo.

A questão, para os muçulmanos, não é a da opção entre fundamentalistas e moderados, que é em larga medida uma ficção ocidental, mas saber se o islão é capaz de pensar criticamente estas suas fontes e de as rejeitar. Só isto permitirá que o islão aceda a uma civilização de respeito pelos direitos humanos, de respeito pela dignidade do homem, caso contrário será sempre uma poderosa força para degradação humana.

Eis aquilo a que os muçulmanos devem dar resposta: «Aceita ou não aceita estas passagens, partes indesmentivelmente integrantes do Islão mas merecedoras de severo exame e crítica? Rejeita-as no seu conteúdo? Não rejeita? Condena ou não condena os referidos actos de Maomé?»

Só a resposta a estas questões permitirá aferir do grau de moderação de um muçulmano e do seu respeito pela restante humanidade.

Talvez que o primeiro assunto a tratar por um muçulmano, a propósito do islão, que traduzido literalmente significa “submissão” e não “paz”, como nos querem fazer crer, seja o de dar resposta à questão do quantum de submissão compatível com a humanidade do homem.

Sinto-me com todo o direito a criticar, violentamente se necessário, com ironia e sarcasmo se me apetecer, todos estes e quaisquer outros aspectos do islão e da vida do seu profeta, Mafamede. Um cartoon é apenas uma forma condensada de crítica. Assistem-lhe os mesmos direitos que ao discurso verbalizado. Como tal, não vejo como se possa cercear legalmente, seja de que forma for, o exercício do direito a caricaturar, quando este exercício não contém em si nenhuma violência que não seja o furor da indignação da consciência. Não tem validade alguma o argumento de que isso pode ferir susceptibilidades. Essa é a própria essência da liberdade de expressão.

É extremamente infeliz, vergonhoso, que pessoas com responsabilidades representativas do Estado português, um Estado que se quer democrático, civilizado e respeitador dos direitos humanos, como é o caso do Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, não o consigam entender.

Por este andar, quais os livros a lançar ao fogo? Quais as páginas da literatura a apagar? As do humor virulento dos dadaístas? As da ironia surrealista? Cesariny? O’Neill?... Ou talvez Camões?... Gil Vicente?...

Pode-se compreender que quem viveu e conviveu, tranquila e refasteladamente, com o regime de Oliveira Baltazar tenha pouco apreço pelas liberdades próprias de um Estado democrático respeitador da dignidade humana, que junte, até, a sua voz ao coro ululante de protestos dos filo-fascistas contra a liberdade de expressão. Não custa perceber que aos nostálgicos de totalitarismos para-estalinistas, caso de alguns representantes de partidos comunistas e de mais alguns, cause engulho a livre expressão de ideias e de ideais.

Mas tais fenómenos são de molde a repugnar profundamente toda e qualquer pessoa que preze a liberdade, alicerce da dignidade do homem.

Porque é muito triste assistir à capitulação da civilização perante a barbárie.


Trata-se efectivamente de uma magnífica exposição do Islão e dos que não apreciam as críticas contra tal religião. Apreciei especialmente a referência aos aos salazarentos que se borrifam para a Liberdade...

maloud disse...

Niet,
A rede bombista do Norte concentrava-se toda junto a minha casa. Só faltava tomarem café comigo. A gente que eu conhecia na zona do CDS, e era uma zona muito CDS, queria distância.

maloud disse...

Só agora reparei. Já está no histórico de Fev.

sniper disse...

Cara Mª de Lurdes,

Como já lhe disse, a minha vida é mais além fronteiras, do que cá dentro. Normalmente é "ir e vir", mas por vezes é dois três dias, ou mais, como desta vez, em que cheguei hoje. Infelizmente não pude acompanhar os últimos posts, e não segui convenientemente o post " O Novo Estilo", onde o meu querido amigo virtual e brilhantíssimo conspirador, o lavador, remata o post com comentários fabulosos. Se eu hoje fizesse um blog, o lavador, o niet e a maloud estavam na minha "short list".......

AM disse...

"Niet,
A rede bombista do Norte concentrava-se toda junto a minha casa. Só faltava tomarem café comigo. A gente que eu conhecia na zona do CDS, e era uma zona muito CDS, queria distância."

Pois Mª de Lourdes

Mas não esqueça que amaior bandeira do PPD que havia no Porto era de um deles, que até, por vezes era motorista do líder (pelo menos do Gurreiro)
Que o irmão de outro (já morreu, coitadinho) era, até há pouco, presidente de câmara pelo CDS (a gente de Amarante deu-lhe um docito de S. Gonçalo)
E muitos do que então era o PDC (que felizmenbte não pegou) foram depois para o CDS e, agora , PND.

Agora do CDS é que só vemos a "canalhada" mas os "perigosos" andam ainda por lá...

(Já agora, o VPV chegou a lembrar o que escreveu sobre o comício do palácio?)

AMNM

Sílvia disse...

Maloud,
foi nessa altura que aqui a rapariga disse ao Dr. Freitas, face a face, o que pensava dele,em alto e bom som, a meio de um comício, cá no sítio. Agora,imagine-me de "cueiros" e com "topete" para o homem... eu era mesmo uma lírica ML!...
Com isto quero dizer que não preciso de caixas de comentários para dizer o que penso do Dr. Freitas, até porque ele já sabe.

outro disse...

Isto de publicarem posts de um blog na caixa de comentários de outro blog, cheira a parasita.

maloud disse...

Amnm,
Não está a esquecer o cunhado? Esse ainda toma café. Não vai é ao meu café. Fica no outro.
Quanto ao motorista da bandeira, não estou a ver quem seja. Tomava café? Na nossa zona?
O melhor é eu adoptar um pseudónimo, senão os que ainda estão vivos põem-me uma bomba em casa ou em casa da minha mãe. Eles sabem onde nós moramos.
Um abraço
Maloud

maloud disse...

Sniper,
Leia o que escrevi logo acima. Detesto bombas. Também detesto outras coisas. E faça lá o blog, mesmo que não me ponha na short-list.

maloud disse...

Sílvia,
Sempre a mesma. Então de "cueiros" a dizer na cara do homem o que pensava dele! O que a minha cara não diz para me pôr velha.

AM disse...

Maloud

Qual cunhado? O M...F......?
O motorista da bandeira (meu homónimo mas Ramiro) foi o único que foi "dentro" mas, no final, lá se safou...
Não é má essa ideia do pseudónimo, até porque a minha mãe ainda toma aí café e, por vezes, com outras viúvas...
(oxalá que não leiam blogues...)

Lá vou eu para a clandestinidade...

AMNM

AM disse...

Cara Maloud

Já lhe respondi, na minha "casa".

Quando puder torne a passar lá, OK?

AMNM

João Boaventura disse...

A vingança serve-se a frio. O Freitas saiu do CDS para responder a um apelo de Churchill,"há pessoas que trocam de partido para serem fieis aos seus princípios, e há pessoas que trocam de princípios para serem fieis ao seu partido", logo, não lhe perdoam ter trocado de princípios. Depois o Freitas, que foi professor do Telmo, não deve ter dado ao aluno a nota desejada; deve ter-lhe dado uma nota blasfema. E é nestas pequeninas coisas que os homens se querem mostrar grandes. A bancada do CDS está sedenta de vingança. Nada é o que parece. As declarações de Freitas, foram a grande oportunidade para malhar nele. Basta ver o ar sádico da bancada CDS, e os risos alvares dos respectivos supostos deputados que mais parecem rapazinhos do 12.º ano em gozo de férias.

maloud disse...

Amnm
Claro! Que cunhado queria que fosse? Já estou a ver o da bandeira. Era um dos homens de mão.
Sabe cá em casa alertaram-me que aqui meio mundo me conhece, e que as viùvas não lêm blogs, mas os netos das viúvas...E como sabem que eu sou terrivelmente espontânea, ficaria mais protegida da vizinhança tout court e da do éter.
Encontramo-nos na clandestinidade

rb disse...

Li por alto o que o anónimo das 11:08 PM postou, a hora jánão dá para mais. Não sabia que o maomé tinha tão grande curriculo. Não conheço a história do profeta e fiquei pasmo. Ele era isso?

AM disse...

Cara Maloud

O meu e-mail está disponível (no Sede) para qualquer clandestino :-)

AMNM

maloud disse...

Joâo Boaventura,
Estou atónita! Ainda não acabaram o 12º ano? E nós andamos a pagar-lhe os estudos ou frequentam o Privado?
Espero que também tenha participado naquela manif anarca de ontem, e que teve direito a prolongamento, atendendo a que a escatologia faz vibrar os nossos colegas comentadores mais esclarecidos.

Anónimo disse...

From Denmark’s Radio’s homepage:

Rohde: Daughter of Cartoonist sought out by 12 Men

A group of Moslem males have tried to get at the daughter of one of the 12 cartoonists who drew the cartoons of Muhammed at her school. The political spokesman of the Liberals, Jens Rohde, revealed this during an interview with TV-Avisen while explaining his and the Prime Minister’s attack on the business community in Denmark, charging that they have put profits over Freedom of Speech.

Rohde says that the 12 cartoonists have had their lives overturned and are now living in hiding, after receiving several death threats.(...)

Freitas...

http://agora.blogsome.com/2006/03/02/cartoonists-daughter-hunted-by-jihadists/

pirata vermelho disse...

calem a d. maloud
qu'a za!zie matei eu

que caseiras!...
até a silvia normalzinha já vai ao beja-mão

pirata vermelho disse...

cumprimentos aos anónimos de serviço

pirata vermelho disse...

mas!

deixem-se de lugares comuns a trabalhar para o sonho do poleiro

ninguem se impressiona

Anónimo disse...

Nor knew the force o' powder
I'm reprinting in full, the manifesto signed by 12 writers asserting that the new totalitarianism is Islamism, together with the background of the signatories. A reader writes to say that the first regular newspaper to reprint the manifesto in full is the Jyllands-Posten.
Together facing the new totalitarianism
After having overcome fascism, Nazism, and Stalinism, the world now faces a new totalitarian global threat: Islamism.
We, writers, journalists, intellectuals, call for resistance to religious totalitarianism and for the promotion of freedom, equal opportunity and secular values for all.
The recent events, which occurred after the publication of drawings of Muhammed in European newspapers, have revealed the necessity of the struggle for these universal values. This struggle will not be won by arms, but in the ideological field. It is not a clash of civilisations nor an antagonism of West and East that we are witnessing, but a global struggle that confronts democrats and theocrats.
Like all totalitarianisms, Islamism is nurtured by fears and frustrations. The hate preachers bet on these feelings in order to form battalions destined to impose a liberticidal and unegalitarian world. But we clearly and firmly state: nothing, not even despair, justifies the choice of obscurantism, totalitarianism and hatred. Islamism is a reactionary ideology which kills equality, freedom and secularism wherever it is present. Its success can only lead to a world of domination: man’s domination of woman, the Islamists’ domination of all the others. To counter this, we must assure universal rights to oppressed or discriminated people.
We reject « cultural relativism », which consists in accepting that men and women of Muslim culture should be deprived of the right to equality, freedom and secular values in the name of respect for cultures and traditions. We refuse to renounce our critical spirit out of fear of being accused of "Islamophobia", an unfortunate concept which confuses criticism of Islam as a religion with stigmatisation of its believers.
We plead for the universality of freedom of expression, so that a critical spirit may be exercised on all continents, against all abuses and all dogmas.
We appeal to democrats and free spirits of all countries that our century should be one of Enlightenment, not of obscurantism.
Signatories and their backgrounds
Ali Ayaan Hirsi, from somilian origin, is member of Dutch parliement, member of the liberal party VVD. Writter of the film Submission which caused the assasination of Theo Van Gogh by an islamist in november 2004, she lives under police protection.
Chahla Chafiq, writer from iranian origin, exiled in France is a novelist and an essayist. She’s the author of "Le nouvel homme islamiste , la prison politique en Iran " (2002). She also wrote novels such as "Chemins et brouillard" (2005).
Caroline Fourest Essayist, editor in chief of Prochoix (a review who defend liberties against dogmatic and integrist ideologies), author of several reference books on « laicité » and fanatism : Tirs Croisés : la laïcité à l’épreuve des intégrismes juif, chrétien et musulman (with Fiammetta Venner), Frère Tariq : discours, stratégie et méthode de Tariq Ramadan, et la Tentation obscurantiste (Grasset, 2005). She receieved the National prize of laicité in 2005.
Bernard-Henri Lévy French philosoph, born in Algeria, engaged against all the XXth century « ism » (Fascism, antisemitism, totalitarism, terrorism), he is the author of La Barbarie à visage humain, L’Idéologie française, La Pureté dangereuse, and more recently American Vertigo.
Irshad Manji is a Fellow at Yale University and the internationally best-selling author of "The Trouble with Islam Today: A Muslim’s Call for Reform in Her Faith" (en francais: "Musulmane Mais Libre"). She speaks out for free expression based on the Koran itself. Née en Ouganda, elle a fui ce pays avec sa famille musulmane d’origine indienne à l’âge de quatre ans et vit maintenant au Canada, où ses émissions et ses livres connaissent un énorme succès.
Mehdi Mozaffari, professor from iranian origin and exiled in Denmark, is the author of several articles and books on islam and islamism such as : Authority in Islam: From Muhammad to Khomeini, Fatwa: Violence and Discourtesy and Glaobalization and Civilizations.
Maryam Namazie Writer, TV International English producer; Director of the Worker-communist Party of Iran’s International Relations; and 2005 winner of the National Secular Society’s Secularist of the Year award.
Taslima Nasreen is born in Bangladesh. Doctor, her positions defending women and minorities brought her in trouble with a comittee of integrist called « Destroy Taslima » and to be persecuted as « apostate »
Salman Rushdie is the author of nine novels, including Midnight’s Children, The Satanic Verses and, most recently, Shalimar the Clown. He has received many literary awards, including the Booker Prize, the Whitbread Prize for Best Novel, Germany’s Author of the Year Award, the European Union’s Aristeion Prize, the Budapest Grand Prize for Literature, the Premio Mantova, and the Austrian State Prize for European Literature. He is a Commandeur of the Ordre des Arts et Lettres, an Honorary Professor in the Humanities at M.I.T., and the president of PEN American Center. His books have been translated into over 40 languages.
Philippe Val Director of publication of Charlie Hebdo (Leftwing french newspaper who have republished the cartoons on the prophet Muhammad by solidarity with the danish citizens targeted by islamists).
Ibn Warraq , author notably of Why I am Not a Muslim ; Leaving Islam : Apostates Speak Out ; and The Origins of the Koran , is at present Research Fellow at a New York Institute conducting philological and historical research into the Origins of Islam and its Holy Book.
Antoine Sfeir Born in Lebanon, christian, Antoine Sfeir choosed french nationality to live in an universalist and « laïc » (real secular) country. He is the director of Les cahiers de l’Orient and has published several reference books on islamism such as Les réseaux d’Allah (2001) et Liberté, égalité, Islam : la République face au communautarisme (2005).
Commentary
The intellectual gauntlet has been flung full in the face of Islamism by an unlikely group which includes a Somalian woman, Bangladeshis, exiled Iranians, Lebanese, fugitive British writers of subcontinental origin and an assortment of individuals with a vague left-wing background, none of whom would have been granted admittance to a London gentleman's club in the 19th century. And their manifesto has been printed, not in the New York Times, Le Monde or the Times of London, but of all places, in a provincial Danish newspaper of no particular fame.
Never has free speech in the West seen so unlikely a league of defenders. Kipling understood how full of themselves the famous of the world sometimes are. His short story, the Drums of the Fore and Aft, fictionally describes how a renowned regiment ran before the onslaught of Afghan tribesmen until they were saved by their drummer-boys.
He slipped the drum-sling over his shoulder, thrust the fife into Lew's hand, and the two boys marched out of the cover of the rock into the open, making a hideous hash of the first bars of the "British Grenadiers." .. The tune settled into full swing and the boys kept shoulder to shoulder, Jakin banging the drum as one possessed. The one fife made a thin and pitiful squeaking, but the tune carried far ... "Come on, you dogs!" muttered Jakin to himself. "Are we to play forhever?" Lew was staring straight in front of him and marching more stiffly than ever he had done on parade. ... The men of the Fore and Aft were gathering thick at the entrance into the plain. The Brigadier on the heights far above was speechless with rage. Still no movement from the enemy. The day stayed to watch the children. ...
The Fore and Aft were pouring out of the valley. What officers had said to men in that time of shame and humiliation will never be known; for neither officers nor men speak of it now. "They are coming anew!" shouted a priest among the Afghans. "Do not kill the boys! Take them alive, and they shall be of our faith." But the first volley had been fired, and Lew dropped on his face. Jakin stood for a minute, spun round and collapsed, as the Fore and Aft came forward, the curses of their officers in their ears, and in their hearts the shame of open shame.

http://fallbackbelmont.blogspot.com/

xatoo disse...

Este blogue está a ficar infestado de vespas
ninguem para a praga de colaboracionistas que faz o jogo da direita a caminho da extrema direita

Anónimo disse...

n a recent TCS Daily article, James Pinkerton encouraged people to consider a long view in the war-on-terror, particularly with respect to the enemy's goals. The Islamist goal is much more than boosting their sense of importance or driving the United States out of the Middle East. At bare minimum, the Islamist goal is restoration of the Caliphate -- a unified, earthly Muslim empire. Pinkerton describes a restored Caliphate in terms of a traditional "great power," an Islamist controlled super-state or federation stretching from Morocco to Central Asia.

But Islamists need not consolidate a great-power imperial core to exert influence and expand their reach. Instead of focusing on uniting a modern Caliphate in areas outside of the West, the more effective strategy for Islamists may be to nurture the growth of the Caliphate within the West. Demography, as Mark Steyn recently observed in an essay for the New Criterion (reprinted here), makes this strategy workable. Birthrates in many European countries are too low to replace the existing populations, yet Europe needs bodies to sustain its economies and its welfare states. The Muslim lands near Europe, where high birthrates are the norm, are the closest source available to Europe for replenishing its population, making real the possibility that immigration could transform Europe into a Muslim-dominated region long before the feudal monarchies, police states, and Islamist governments (and now democracies) of the Middle East resolve their differences.

Given these trends, the continuing uproar in the wake of the Jyllands-Posten cartoons depicting the image of the Prophet Mohammed could become the rule, and not the exception, for the expansion of Islamist influence. Instead of imposing Islamic law through formal control of governments, Islamists might envision expanding the Caliphate by imposing one Islamic law at a time in places where large enough populations are willing to ignore local civil law and take enforcement of Islamic law into their own hands.

The success of such a program depends on non-Muslims not putting up much of a fight as the societies around them become increasingly restrictive. Steyn believes that Europeans, overwhelmed by demographic trends and lacking what he labels the "civilizational confidence" to defend their principles, might eventually submit.

Contrary to Steyn's assertion, however, the problem for Western liberals tends not to be a lack of confidence, but an overabundance of confidence in the wrong places. The progressive West doesn't lack confidence in its culture as much as it doesn't really believe that its culture -- or anyone's culture -- matters much. Western progressivism, secular and rationalist, has become defined by its belief that a perfect society here on earth can be brought about through the proper manipulation of material factors. Traditions and ideas that have played key roles in the success of the West -- such as freedom of expression -- are considered to be secondary factors.

Radical Islamists also seek to actively create a perfect society here on earth, though their definition of perfection obviously differs from the progressive definition. Radical Islamism has its roots in movements, like the Wahhabi movement founded in eighteenth-century Arabia and the Salafi movement founded in nineteenth-century Egypt, that seek to restore Islam to an idealized seventh-century form. What Western observers tend to overlook is that these movements do not only reject modernity in a Western sense, but also reject much of Islamic tradition. But since no one at the founding of Wahhabism or Salafism was around to see what Islam was really like in the seventh century, what they are trying to restore is based upon idealized images of what should be, not anything that ever was. In this sense, radical Islam is as utopian as Western progressivism.

Thus, when progressives confront radical Islamists, the result is two sides, each -- for different reasons -- disinterested in the traditions and culture and habits that have shaped the West, each confident that their version of an idealized utopia will prevail over whatever exists now.

The problem -- for progressives -- is that Islamists are willing to fight to impose their beliefs, while progressives don't believe that they need to fight for theirs. Modern progressive secular faith includes a belief that history follows an inevitable path driving people away from ideologies and cultures that don't promise earthly rewards and towards a state-centric philosophy that promises to deliver material comfort. Eventually, everyone's cultural and ideological differences will fall to the side, because everyone will desire to work together in a system that delivers generous welfare and cradle-to-grave healthcare.

But what Western progressives and multicultural liberals view as sensitivity -- like calls for "self-restraint" on free expression -- that is intended to ease the transition of those from outside of the West into Western provider states, Islamists view as a sign of weakness. They see a willingness to accept practices incompatible with the concept of freedom as a willingness to surrender cherished principles when the demand for surrender is made forcefully enough. Ultimately, if the West is led by those unwilling to defend Western ideals because they believe that impersonal material forces are, by themselves, enough to sustain the vibrancy of the West, then liberal Western governance may find itself replaced from within by a restored Caliphate that rose to power because the rejection of important principles like the freedom of expression went unchallenged.

The author is a TCS contributing writer.


http://www.tcsdaily.com/article.aspx?id=030206B

daniel disse...

Este blogue é uma autêntica merda.
Só o visito para ler os comments do Piscoiso.

antonio menezes disse...

Freitas do Amaral foi meu professor de Direito Administrativo na Faculdade de Direito de Lisboa em 1972 e apesar de todos os defeitos que se lhe possam imputar, mesmo assim nunca o considerei fascista, pese embora a FDL estar infestada de gorilas, o Marcelo andar a..... o Jorge Miranda a debitar Direito Contitucional comparado, etc, etc.
VPL está redondamente enganado nesta sua apreciação e pelos vistos à época andava mais entretido com outras coisas....
É preciso ter lata para deturpar...

Anónimo disse...

Islam

¿Y esa consigna de no "demonizar" al Islam, como si los atentados del 11 de septiembre no hubieran sido realizados en su nombre? ¿No es Ben Laden y sus sahid quienes lo demonizan ofreciendo una imagen de salvajismo e inhumanidad? Arma suprema de los islamo-fundamentalistas, lo islámicamente correcto sitúa como postulado que el ‘verdadero Islam’ no puede ser más que ‘tolerante’ y ‘pacífico’ puesto que el Corán es un ‘texto de paz y amor’. Muhamad Alí, el boxeador Casius Clay, lo proclamó en el homenaje a las víctimas: "el Islam es la paz".

Esta especie de consigna rechaza cualquier análisis argumentado para desentrañar las raíces coránicas y teológicas del islamismo radical, del terrorismo suicida, como "intolerancia racista". En vez de exorcizar el desviacionismo de los terroristas suicidas se sataniza la crítica. Los atentados se convierten en un acto de propaganda de ¡un Islam limpio de todo pecado!

El fanatismo y el oscurantismo islámico justifican por tanto, en el nombre de Dios, la lapidación de las mujeres en Irán, Sudán o Mauritania, el exterminio de los cristianos en Indonesia, la degradación de las mujeres en Afganistán o la liquidación de los blasfemos y los católicos en Pakistán, muestras todas ellas de tolerancia, paz y amor, hasta el punto de que lo coherente sería pedir la aplicación de la sharia en nuestras naciones occidentales.

¿Por qué tanto silencio ante las flagrantes lesiones a los derechos humanos en las naciones islámicas "moderadas"? ¿Es una excepción cultural, una manifestación de una cultura distinta, satanizar el sexo, hasta lapidar a las adúlteras? ¿La no discriminación por razón de sexo es acaso una costumbre occidental?.
Afganistán, ese "régimen vomitivo" donde la mujer ha de morir sin recibir atención sanitaria, y ¿Arabia Saudí, donde tienen prohibido conducir? ¿Estaba entonces bien aquello de la mujer con la pata quebrada? El imán de Fuengirola publicó un libro recomendando los castigos corporales a la mujer, como, por otra parte, recomienda el Corán. ¿Dónde queda lo del terrorismo doméstico? ¿Alguien se imagina la justa indignación nacional si un párroco católico saliera por donde el imán de Fuengirola? Pues ese señor es quien selecciona a los profesores y profesoras, nunca los sexos juntos, de las clases de musulmán en los colegios de Málaga.

La postmodernidad, el estructuralismo y los políticamente correcto han acostumbrado a las gentes a esa doble moral, a ese relativismo ético, consecuencia directa del cultural. Al margen de tanto tópico, las razones de la violencia tienen raíces muy profundas en El Corán. Es un texto asequible, de fácil estudio, ¿por qué mantener que el Islam es la paz cuando una de cada dos azoras chorrea sangre?.


http://alianzacivilizaciones.blogspot.com/2004/09/el-totalitarismo-islmico-en-el-corn.html

Caminhante Solitário disse...

Uso o direito do contraditório que me é concedido. Faço aqui uma transcrição da análise que eu próprio fiz no meu blog ao debate de hoje na A.R.:

A Interpolação do CDS ao Governo sobre Política Externa

Assisti hoje, com afincado interesse, à interpolação do CDS-PP ao governo sobre a política externa. Mais concretamente sobre a tomada de posição do governo do nosso país, expressa no comunicado de do ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral.

Em primeiro lugar, desde sempre considerei Freitas do Amaral como alguém de nível superior, alguém muitíssimo inteligente, que se dá ao respeito por tudo aquilo que já fez pelo nosso país, por tudo aquilo que já ensinou e cujas convicções me revejo plenamente. É alguém que merece a mais sincera admiração por todos os democratas portugueses.

Feito esta ressalva, confesso que me senti um pouco defraudado em relação ao debate. Visto ser uma interpolação do partido sentado mais à direita no plenário, o CDS, este mesmo obteve um maior tempo de debate mas não esteve à altura desse tempo que lhe foi concedido. Digo isto porque esperava uma discussão séria e abrangente de todos os (importantes) temas que rodeiam o “mundo exterior” e sobre a complicada resolução que esses mesmos problemas acarretam. O mundo vive hoje num permanente sobressaltos devido a inúmeras questões relacionadas não só com o terrorismo mas também com as situações no Iraque, Afeganistão, Irão, Médio Oriente e até Coreia do Norte. Em vez disto, o CDS optou por centrar o debate numa questão, eu diria, quase pessoa, numa espécie de “complexo de Édipo” em relação ao seu fundador, Freitas do Amaral. Aproveitaram um lapso deste numa declaração – o facto de “não ter condenado expressamente os actos de terrorismo contra as embaixadas da Dinamarca” – para enveredarem por um chorrilho de críticas que roçou a mais pura má educação. Eu pergunto, simplesmente, se seria mesmo necessário estar presente, por palavras expressas, essa mesma condenação, já que, esta esteve sempre, como é lógico, implícita desde logo por outras tomadas de posição do próprio ministro (entre elas, por exemplo, a da véspera desse mesmo comunicado) além de que, essa condenação era mais do que claramente assumida.

Criticou-se também o facto de F.A. ter dito que a própria liberdade de expressão poderia ser restringida quando fosse para defesa de outros valores e direito fundamentais. Bastava ter as mínimas bases do curso de Direito (que qualquer político obviamente deve conhecer) para se saber que é a própria C.R.P. que, no seu art. 18º, prevê essa restrição! Aliás, a própria U.E., num comunicado emitido há dias clarificou que a liberdade de expressão é passível de ser restringida quando afecte “ os limites éticos, da conveniência política, de quem quer a paz e não a guerra”, isto é, que “ofendem as crenças ou a sensibilidade religiosa dos povos muçulmanos” e incitam a uma “inaceitável guerra de religiões”. È absolutamente lamentável que o CDS continue a recorrer a silogismos erróneos como o de “quando o MNE se esquece de escrever num comunicado que condena a violência é porque, ele é um acérrimo defensor dessa violência”.

Por outro lado (não muito distante desta última bancada), apenas o PSD esteve ao lado do CDS/PP na condenação a F.A. (“o apaziguamento não chega” para responder à “violência absoluta e expansionista” (Telmo Correia)), com o deputado Henrique de Freitas a qualificá-lo de “um ministro dos Negócios Estrangeiros radical”. Para responder a este completo “enterro” político deste deputado, basta transcrever aquilo que, muito bem, F.A. respondeu: “Eis o paradoxo a que chegou a Direita portuguesa – quem é pela paz é radical, quem é pela guerra é moderado!”

Espero, sinceramente, que num próximo debate se aproveite para discutir os problemas que realmente assolam Portugal no seu contexto geo-político e se deixem, de uma vez por todas, as mesquinhices pessoais, o ataque sujo e directo, e a tentativa de fazer com que um mero lapso inteiramente justificável (que, aliás, tinha já o tinha sido na véspera …) seja utilizado como uma espécie de arremesso político em prol de uma espécie de vingança incompreensível.
Espero que, nas relações com os países islâmicos, Portugal e o resto do Ocidente não assuma uma posição arrogante e de superioridade civilizacional que pode custar muito caro a todos nós. Há que saber respeitar as diferenças culturais e evitar ao máximo possíveis ofensas feitas à comunidade islâmica com a publicação de cartoons e outras provocações irracionais que, se bem que justificáveis na nossa – ocidental – ordem social, se afiguram verdadeiros insultos para os muçulmanos. Lamenta-se ainda o facto de um certo “radicalismo de direita” pretender uma guerra de civilizações – ocidente/islâmica, com incentivos a guerras a novos alvos como a Síria e o Irão, e a uma certa intolerância política quando, em primeiro lugar, se devem resolver esta espécie de problemas pelo diálogo e pela diplomacia – “A paz não se constrói atitando achas para a fogueira” (Freitas do Amaral).


(http://caminhante-solitario.blogspot.com/)

Anónimo disse...

Se era tão obvio e que estava implicto a condenação da violência, porque é que não ficou calado desde o inicio.

Anónimo disse...

Por respeito para com a Assembleia e o Partido interpelante.

Anónimo disse...

A esta caixa de comentários acedeu a "boa moeda" que afastou alguns alarves comentadores, que, se não impediam uma discussão civilizada, a eivavam de dissonâncias parasitas indesejáveis.
Por outro lado, surgiram também muito boas informações que nos ajudam a situar em relação "à paz" que o Islão tem praticado e à sua intolerância por outros credos.
Estou de volta por isso.

rb disse...

Boa análise, Caminhante Solitário. Julgo que o que interessa, fundamentalmente, é perceber claramente que o nosso MNE também condenou a violência perpetrada contra as embaixadas, quer através do comunicado conjunto da UE, quer através duma comunicação directa ao governo da Dinamarca, mostrando solidariedade com este pelo ococorrido. E depois, só mesmo por má fé se pode acusar o prof dr Freitas do Amaral de não defender os direitos humanos, a liberdade e a democracia.

rb disse...

O VPV disse ...
QUEIMAR UMA BANDEIRA
O governo da Dinamarca resolveu:
1. Organizar uma conferência para promover o "diálogo religioso";
2. Dar uma "contribuição significativa" para o programa "Aliança de Civilizações" da ONU, que se destina a desfazer "preconceitos" do Ocidente sobre o Islão e do Islão sobre o Ocidente;
3. Organizar um festival muçulmano em Copenhaga.
Agora, confesso, é que dá vontade de queimar uma bandeirinha da Dinamarca.

Afinal quem é que é mesmo o defensor da liberdade e da democracia?!...

Anónimo disse...

Maome pode nao ter sido o fanático que aqui o pretendem fazer passar, alguns interpretes do corão com a sua radicalidade é que o fazem parecer crer. Reparem como é facil lermos a Biblia e também nós a deturparmos. A questão é que a Biblia é menos propensa a erros dado que todos a podemos ler e interpretar (mesmo assim há quem se suicide e assasine em nome de Deus ou seu Filho), enquanto que ao corão apenas alguns auto-declarados iluminados o podem ler e interpretar. Penso que Maomé não seria a besta que aqui o querem fazer passar, essa é apenas uma das muitas (convenientes para alguns) interpretações. O radicalismo de opiniões conduz à pior faceta Humana - o radicalismo de acções. A evitar a todo o custo. Tolerância e respeito sempre.

Comum dos Mortais disse...

A história e os actos passados não servem de desculpa ou escudo para acções presentes.
O Prof teve mal. Não voltou atrás do alto da sua teimosa arrogância. Se defendeu a democracia em tempos (calculo que sim mas não tinha idade de me lembrar) desta vez atacou-a. E uma acção não limpa a outra

Omar Khayyam disse...

Foi giro o debate na AR. Prestei, finalmente, atenção à bancada do PP. Há lá um feio, um meloso, um seráfico e até um Paulo Portas. De risos!!!

Jn disse...

O Freitas diz que defendeu a Liberdade o Sócrates diz que é de esquerda os outros dizem o que lhe vem à cabeça estamos em Portugal meus senhores.

RS disse...

Caro vpv,
Foi isto que sobrou do plenário de ontem?

outro disse...

E há lá também uma deputada, que se limitou a ler um discurso, repetindo o que os outros haviam dito.
Estava tão atrapalhada, quando se sentou ao lado do Portas, que até entornou um copo de água.

maloud disse...

Anónimo das 10.08Am,
Ainda bem que voltou. Mas na próxima veja lá se resiste. Isto tem sido duro e escatológico. Só a presença em peso da boa moeda, pode afastar a má.

Outro,
Era a Teresa Caeiro? Sabe quem é, não sabe? Aquela senhora que começou na Defesa, para a qual tinha muita vocação, porque era neta e filha de militares, quando subia a escada já duvidava da vocação e acabou nas Artes e Espectáculos. Depois diga-me.

Dalton disse...

Já se fumava uma broca...

Jéninho disse...

E um risquinho de coca?.. Isso sim é que era uma alegria. Por falar nisso, anda por aí a bacana da Sílvia?..

maloud disse...

RS,
Acha que o Nuno Teixeira de Melo, algum dia, percebeu o que quer que fosse? Eu duvido.

Sílvia disse...

Ó Jeninho, a Sílvia está a trabalhar...
Até logo!
Portem-se bem!

PSYCHO KILLER disse...

concordo plenamente

www.maodevaca.blogspot.com

EUROLIBERAL disse...

Insultar Maomé, o Profeta de 1.500 milhões de pessoas é insultar pessoalmente 1.500 milhões de muçulmanos para quem o profeta é o seu pai... Logo face a esta ofensa, os protestos em que morreram mais 50 muçulmanos e apenas um cristão são mais que compreensíveis, ou não ? Até porque as caricaturas de uns bandalhos de extrema-direita antisemita são apenas a cereja sobre o bolo dos massacres e ocupações cruzadas que têm morto centenas de milhares de muçulmanos... Quem não fala nisso mas apenas numa embaixada ou duas incendiadas... é desonesto ou então julga que os muçulmanos são Untermenschen a exterminar...e caladinhos...

Anónimo disse...

maloud, silvia, amnm,
Foda-se!

pirata vermelho disse...

oh anónimo, seja comedido...

Omar Khayyam disse...

Seja como for, eu até acho que aquilo foi tão mauzinho que só pode ser fruto de uma estratégia "concumunada" entre o Freitas e o Portas. Seguiram a estratégia do Pacheco Pereira. Nós - terá dito Portas a Freitas - fazemos de inimigo, empurrando-te para a esquerda e depois tu descarregas o autoclimso quando estiverem todos no ponto.
E, quando eu voltar, ou quiser voltar - terá ainda dito Portas a Freitas - escreves um artiguinho, primeiro a dizer que até ne sou maus rapaz, e depois, que não senhor, para alem de giro, sou um grande estadista.
Assim saco uns votos ao centro e chego outras aos 8 por cento e lá se refaz a aliança com o PSD.
O Freitas, ainda cofiou a barba branca - não tem mas gostava de ter - e disse que ia pensar. E pensou que poderia ser boa ideia.
Claro está que o Telmo e o Magalhães e afins de nada sabem. A úica que está por dentro da estratégia e a Caeiro. Porque é descendente de militares e uma estratega de gabarito. Alias, o fato cor de rosa prova-o à medida. Seja como for, o Portas estava muita giro no debate.

pirata vermelho disse...

"Se, dantes, a palavra embatia contra a parede da censura oficial e o receio da polícia política, hoje ela choca contra os muros do alheamento e da ignorância, da censura social conservadora e provinciana, da hierarquia dos doutores, com um só olho, de quem se espera as soluções que nunca chegarão.
(...)
Rui Semblano"
---
in
www.asombra.blogspot.com
---

e
as vozes-de-cabeleireiro, aqui! são muitas

e-konoklasta disse...

O CDS-PP está bem representado na AR por deputados que sofrem de infantilismo compulsivo. Nunca serão capazes de ver os verdadeiros problemas de política internacional e a figura que fizeram ontem é o resultado das declarações do Aznar, que veio a Portugal para "animar" o "verdadeiro" debate democrático dos seus amigos portugueses. Ao que parece, para este fim de semana, é o Sarkosy que vem animar os ânimos...

pantera disse...

Ora nem mais,até porque quem se ajoelha perante os valores do islão,não contribui de nada para a democracia e liberdade

Anónimo disse...

Respeitar os valores dos outros, não é necessariamente ajoelhar perante eles.

Bart Simpson disse...

ups!!! linkei sem aviso prévio...
sorry.

Jn disse...

Gostei Pirata Vermelho, a citação está no ponto.

maloud disse...

E-Konoklasta,
Aquilo é infantilismo cábula. Ontem o João Boaventura disse, e acho que ninguém o contradisse, que eles parecem meninos do 12º ano.
Ora se ainda estão nessa fase, o que é que espera? Uma grande maturidade? Não se lhes pode pedir mais. Mesmo que quisessem e duvido, não conseguiriam.

xatoo disse...

pirata vermelho disse...
para o anónimo das 12:16 PM ser comedido,,, mas a besta não pode! - pq quando grunhiu aquela palavra fora do contexto estava-se a ver ao espelho.

Aliás, o aparecimento destas caricaturas acontece amiude em sitios onde se sugere que o Professor Freitas é um homem de Esquerda (eheheh)
Já ouvi tb d por aí que o Cavaco era de centro-esquerda - e perante tanta pomba sou induzido a pensar que a minha avó é uma jovem passarinha de 85 anos.
Vou ver se faço um post sobre isto e se me consigo explicar sobre pombas e falcões.

Anónimo disse...

Estes comentadores fazem-me lembrar as rémoras, citadas nas Leis do Abrupto.

Mas há pelo menos uma boa noticia: alguém acabou, ainda que temporariamente, com a Zazie, Rainha das Rémoras ...

Anónimo disse...

El escritor Henryk Broder publicó recientemente esta mordaz acusación: “Europa, tu apellido es Apaciguamiento”. Esa frase resuena, porque es enormemente cierta.
El apaciguamiento costó la vida a millones de judíos y no judíos, cuando Inglaterra y Francia, aliadas en aquella época, negociaron y vacilaron durante demasiado tiempo antes de darse cuenta de que lo que se debía hacer con Hitler era luchar y derrotarlo, porque no se podía lograr que se atuviera a acuerdos sin solidez.

Más adelante, el apaciguamiento legitimó y estabilizó el comunismo en la Unión Soviética, después la Alemania oriental, luego el resto de la Europa oriental, donde durante decenios se glorificó a gobiernos inhumanos, represivos y asesinos.

El apaciguamiento paralizó igualmente a Europa, cuando el genocidio corría desenfrenado por Bosnia y Kosovo. De hecho, aunque teníamos pruebas absolutas de que se estaban produciendo asesinatos en gran escala en esa región, nosotros, los europeos, debatimos y debatimos y después volvimos a debatir aún más.
Seguíamos debatiendo, cuando por fin los americanos tuvieron que acudir otra vez a Europa desde casi el otro extremo del mundo para hacer nuestra tarea por nosotros.

Europa no ha aprendido aún la lección. En lugar de proteger la democracia en el Oriente Medio, el apaciguamiento europeo, camuflado tras la confusa palabra “equidistancia”, con frecuencia parece aceptar los atentados suicidas con bombas en Israel por parte de fundamentalistas palestinos.
Asimismo, engendra una mentalidad que permite pasar por alto las casi 500.000 víctimas de la maquinaria de asesinatos y torturas de Saddam y, motivada por el fariseísmo del movimiento pacifista, arengar a George W. Bush por considerarlo belicista.

Esa hipocresía continúa, pese a haberse descubierto que algunos de los críticos más vocingleros de la intervención americana en Irak se embolsaron ilícitamente miles de millones -de hecho, decenas de miles de millones- de dólares en el corrupto programa de las Naciones Unidas “petróleo por alimentos”.

Hoy afrontamos una forma grotesca del apaciguamiento. ¿Cómo está reaccionando Alemania ante la escalada de la violencia por parte de fundamentalistas islámicos en Holanda, Gran Bretaña y otras partes de Europa? Proponiendo -¡agárrense!- que la reacción adecuada ante semejante barbarie es crear una “fiesta musulmana” en Alemania.

Me gustaría estar bromeando, pero no. Una fracción importante del gobierno de Alemania -y, de creer a las encuestas, también de los ciudadanos alemanes- está convencida, en realidad, de que la creación de una fiesta musulmana oficial nos librará de algún modo de la ira de los islamistas fanáticos.

¿Qué atrocidad debe ocurrir antes de que el público europeo y sus dirigentes políticos entiendan lo que está sucediendo en realidad en el mundo? Hay como una cruzada en marcha, una campaña particularmente pérfida de ataques sistemáticos por parte de islamistas contra personas civiles, que va dirigida contra nuestras sociedades occidentales libres y encaminada a su total destrucción.

Afrontamos un conflicto que con toda probabilidad va a durar más que ninguno de los grandes choques militares del siglo pasado, un conflicto provocado por un enemigo al que no se puede domesticar mediante “tolerancia” y “acomodación”, porque precisamente esos gestos lo alientan.

Solo dos recientes presidentes americanos han tenido el valor necesario para rechazar el apaciguamiento: Ronald Reagan y George W. Bush. Los críticos de Estados Unidos pueden poner peros a ciertos detalles, pero en nuestros corazones nosotros, los europeos, sabemos la verdad, porque la vimos con nuestros propios ojos.
Reagan puso fin a la guerra fría, al liberar a la mitad de Europa de casi 50 años de terror y esclavitud, y el presidente Bush, actuando conforme a su convicción moral y apoyado solo por Tony Blair, reconoció el peligro en la actual guerra islamista contra la democracia.

Entre tanto, Europa permanece cruzada de brazos en el rincón multicultural con su habitual autoconfianza. Nosotros, los europeos, nos presentamos, en contraste con los supuestamente “arrogantes americanos”, como campeones mundiales de la “tolerancia”.
¿De dónde procede esa reacción de autosatisfacción? ¿Se debe a que somos tan morales?

Temo que se debe a que nosotros, los europeos, somos tan materialistas y carecemos de una guía moral.
Por su política de enfrentamiento frontal con el terrorismo islámico, Bush arriesga la bajada del dólar, un enorme aumento de la deuda nacional y una pesadísima y persistente carga para la economía americana, pero lo hace porque, a diferencia de la mayoría de Europa, comprende que lo que está en juego es, literalmente, todo lo que en verdad importa para las personas libres.

Mientras criticamos a los “ladrones barones capitalistas” de Estados Unidos, porque parecen demasiado seguros de sus prioridades, nosotros defendemos tímidamente nuestros Estados del bienestar. “¡Fuera de ahí, que podría ser caro!", gritamos.
De modo que, en vez de actuar para defender a nuestra civilización, preferimos debatir la posibilidad de reducir nuestra semana laboral de 35 horas o mejorar la cobertura odontológica de la seguridad social o aumentar nuestras cuatro semanas de vacaciones anuales pagadas.
O talvez escuchemos a los pastores de la televisión predicar sobre la necesidad de “tender la mano a los terroristas” para entender y perdonar.
¿Apaciguamiento? Eso solo es el comienzo. Europa, tu nombre es Cobardía.


* Presidente de Axel Springer, grupo alemán de medios de comunicación.Project Syndicate.

http://alianzacivilizaciones.blogspot.com/2005/07/europa-tu-nombre-es-cobarda.html

Anónimo disse...

El Islam término que significa sometimiento
El Islam surgió en el primer tercio del siglo VII como una religión de creencias sencillas, livianas obligaciones y escaso bagaje intelectual, pero con una nítida convicción de verdad incontrastable y fuerte impronta expansionista.
Casi catorce siglos después, sus fieles son mayoritarios en más de cuarenta países del mundo y suman en total unos 1.100 millones de personas.

Mahoma, el Profeta, fundador del Islam, predicó su doctrina en la actual Arabia Saudí. Hoy, todo el territorio de este país es considerado Tierra Santa musulmana y, por tanto, inviolable por el más pequeño símbolo de cualquier otra religión (salvo en el estricto marco de una legación diplomática).

Mahoma

Mahoma nació hacia el año 570, en La Meca. Pertenecía a la tribu más importante: los quraysíes. Quedó huérfano de padre y madre a los 6 años y fue recogido por la familia materna. Se casó a los 25 años con una mujer de 40, rica y viuda, con la que tuvo cuatro hijas. Después se casaría otras ocho veces más. Al frente de varias caravanas viajó hasta Siria, donde conoció el judaísmo y a algunos cristianos herejes, huidos de Bizancio.

La predicación de un monje cristiano sobre el juicio final se le grabó profundamente. Al acercarse a los 40 años, se siente hastiado del comercio y se retira a las cuevas de Hira, monte cercano a La Meca, durante casi tres años. Sale de allí afirmando que Alá le ha hecho inteligible la Sagrada Escritura y le envía como apóstol, después de haber entrado en frecuentes éxtasis y de contemplar el paraíso y el infierno desde una asna alada.

Mahoma era analfabeto, pero dictó la revelación de Alá a sus seguidores y éstos redactaron El Corán, el libro básico del Islam.

Al comienzo de su predicación es rechazado y tiene que huir a pie hasta Yatrib (Medina), a casi 300 kilómetros, con unos pocos fieles: es la llamada Hégira, momento que marca el comienzo del calendario mahometano; corría el año 622. En Medina estableció los pilares del Islam y proclamó la hermandad de todos los musulmanes en una sociedad confesional.

Emprende luego la guerra santa, conquista La Meca y va ampliando sus conquistas, hasta que muere el 8 de junio del 632, tras realizar la última peregrinación a La Meca.

Las creencias del Islam

Un solo Dios

Al principio Mahoma rinde culto a las diosas Manat, Allat y Al-Uzza, hijas de Alá, pero al proclamar los pilares del Islam las rechaza y persigue el politeísmo. «No hay más Dios que Alá y Mahoma es su Profeta»: esta creencia sostiene todo el islamismo.
Alá, creador del universo.
Alá creó a los ángeles, algunos de los cuales se convirtieron en demonios por soberbia. Se negaron a postrarse ante Adán, la criatura más perfecta de Dios, por lo que fueron condenados al infierno y persiguen a los hombres.
Además Dios creó a lo genios, seres intermedios entre los espíritus y los hombres con un cuerpo generalmente invisible, que son buenos o malos según se hayan convertido o no al Islam.

El Profeta

Alá eligió a Mahoma como sello de todos los profetas: el que confirma a los demás elegidos de Dios, incluido Jesucristo. El arcángel San Gabriel tradujo al árabe la última revelación de Alá y la entregó a Mahoma después de visiones, trances y revelaciones que duraron varios años.

El Corán

La suprema revelación está contenida en El Corán, palabra que puede traducirse como canto sacro, salmodia; un ritmo sencillo y sobrio que ayuda a memorizar. Escrito en árabe, su autor es Alá.

El Corán rige la vida privada y pública de los musulmanes. En sus 114 capítulos se observan, junto a lo genuinamente mahometano, elementos del Antiguo Testamento, cristianos pocas veces fielmente descritos, influencias de apócrifos judeo-cristianos, de maniqueos y de fuentes árabes preislámicas.

Las sentencias del Corán se completan con la tradición sunna, conservada en los hadices, narraciones orales o escritas autorizadas sobre Mahoma, que en el siglo IX compilaron Bujari y Muslim.

Cielo e infierno

Después de morir, cada hombre es juzgado en la sepultura por dos ángeles sobre su Dios, su religión y su profeta. Las almas de los condenados mueren tras este juicio personal, pero resucitarán y se unirán a sus cuerpos para el juicio universal. Ese día se proclamará la suerte eterna de cada quien: cielo o infierno, con siete estancias cada uno. El cielo, junto a la contemplación de Alá, está lleno de placeres sensibles; el infierno, de toda suerte de dolores para los condenados. Aunque se reconoce la libertad humana, a quien Alá predestina al infierno no le salva ni el arrepentimiento. Los muertos en la guerra santa mártires van derechos al paraíso. Creen también en el purgatorio y en el limbo.

Los deberes

Para ser musulmán basta con hacer la correspondiente profesión de fe: «No hay más Dios que Alá y Mahoma es su profeta».
Cada fiel debe rezar cinco veces al día, a horas determinadas, el salat, una breve oración con ritmo de letanía. Se recita de rodillas en dirección a La Meca, con el tronco inclinado y realizando los gestos de adoración prescritos. El Corán recomienda que los varones, descalzos y lavados ritualmente, participen los viernes día santo en la oración comunitaria de la mezquita, dirigida por el imán.
También pueden asistir a ella las mujeres, decentemente vestidas y situándose detrás de los hombres.
Otro de los deberes musulmanes es la limosna anual o de cada cosecha. Se destina a los indigentes, a costear la guerra santa o a otras necesidades públicas.
Los fieles deben ayunar el mes del Ramadán, que conmemora la primera revelación de Alá a Mahoma. El ayuno dura mientras hay luz diurna y obliga desde la pubertad.

Al menos una vez en la vida cada fiel ha de peregrinar a La Meca, en recuerdo de la última vez que Mahoma visitó esa ciudad en junio del año 632. Allí está la Caaba (cubo), piedra negra que el ángel Gabriel habría lanzado a la tierra por orden de Alá y recogió Abraham, constructor del recinto de la Caaba. La piedra, que representa la mano y el ojo de Dios, se halla enmarcada en plata y todo ello recubierto con grandes telas.
La peregrinación está salpicada de ritos: vestimenta especial, perfumes, rapado del cabello..., y de oraciones y vueltas en torno a la Caaba. Quienes al ponerse el sol participan en la carrera desde el Monte de las Misericordias hasta la localidad vecina de Muzdalifa recitando: «Henos aquí, Señor, a tu servicio», obtienen el perdón de todos sus pecados.

La guerra santa, yihad, es otra de las obligaciones del Islam. Tiene dos variantes: la gran yihad, o lucha interior contra las malas costumbres del alma; y la pequeña yihad, o guerra contra los infieles, si ponen en peligro la paz o la seguridad de la comunidad islámica.

El Corán prescribe la pureza ritual, lavatorios requeridos si se va a participar en algún acto de culto. También dicta normas determinadas sobre los alimentos y bebidas. No se pueden comer animales impuros carnívoros, cerdos, peces sin escamas, ni los que hayan sido sacrificados de modo profano: sin invocar a Alá ni orientarlos hacia La Meca. Se prohíbe el consumo de alcohol y de cualquier droga.

Por otra parte, en muchos de los pueblos musulmanes se sigue practicando la circuncisión de los niños y la ablación de las niñas.

División

Los sunnitas (tradicionalistas), obedientes a las cuatro escuelas que se reconocen como ortodoxas, constituyen la rama principal del Islam.
La mayor escisión de los musulmanes, ocurrida poco después de la muerte del Profeta, es la de los chiíes o chiítas. Aunque en tiempos tuvieron mayor preponderancia, hoy sólo representan un 10% del total, fundamentalmente en Irán e Irak. Entienden que Dios designa a los ayatollah (guías supremos) a través de Mahoma; más aún: todo el imanato lo consideran de institución divina y vinculado a los descendientes de Alí yerno de Mahoma por su boda con Fátima, apartado del califato sucesorio por las intrigas de Aisha, la esposa preferida del Profeta.

También incluyen la guerra santa como uno de los pilares de la fe.

Existen otras muchas escisiones menores, de las que la más singular es el sufismo. Su anhelo es la identificación con Alá: llegar a convertirse en alguno de los atributos divinos mediante el aniquilamiento del yo por la pobreza, el celibato, la compunción, la lucha ascética, la obediencia a sus maestros y el retiro.
Dentro del Islam, según los lugares y épocas, los sufíes pasan de la veneración a la incomprensión. Los derviches son sufíes de espíritu que no son capaces de llevar vida eremítica y profesan una regla adaptada para su vida en el mundo.

Mentalidad musulmana

El Islam es una religión totalizante. Pretende incluir a todos los hombres y a todo lo humano.
Cualquier otra religión es apostasía, pues «toda persona nace musulmana, pero a veces los padres o la educación la pervierten». Islam y religión son sinónimos. Incluso afirman que «la segunda venida de Cristo será para reconocer el Islam como única religión verdadera. Cristo practicará el Islam durante 40 años y los cristianos se harán musulmanes».

En los primeros tiempos, al apóstata se le condenaba a muerte, y esta mentalidad sigue planeando sobre muchos musulmanes de hoy.
De ahí la tentación fundamentalista, con sus fuertes apoyos en la tradición. No obstante, la necesidad de convivir durante muchos siglos con pueblos sometidos donde no eran mayoría, tornó más tolerantes a los musulmanes: a los no conversos les permitían vivir, pagando fuertes impuestos.

La fe islámica es personal, pero llamada a configurar lo familiar, lo político y lo social en exclusiva. Todo queda subordinado a la religión. Los pueblos sometidos al Islam no tienen más que una cultura: la musulmana. La unión de lo religioso y lo civil se ve como un mandato de Alá.

El deseo de todo auténtico musulmán es que la entera humanidad se convierta al Islam y que sus preceptos sharía sean acatados en todo el orbe.
Se ha afirmado que los musulmanes extrapolan el monoteísmo, haciendo de la unicidad algo sinónimo de verdad: un solo Profeta, un solo Libro, una sola umma (comunidad), una sola autoridad...

Todo musulmán tiene la obligación de extender el Islam y de impedir la apostasía; si es gobernante, con las leyes pertinentes.

Por esta razón, los hijos de un musulmán tenidos con una mujer de otra religión, pasan por ley a ser mahometanos y no al revés.

Difícil apertura

En 1923, Mustafá Kemal es nombrado Presidente de la República turca y acomete la tarea de occidentalizar la vida político-social de Turquía. Lo mismo intentan los Sha de Persia desde 1926 hasta su derrocamiento en 1978.

Otros, una minoría intelectual educada en universidades europeas, han pretendido reformar el Islam: llegar a su núcleo y quitar las adherencias histórico-culturales, para dejar paso a un islamismo unido y democrático de corte federalista. Es el caso de Nasser en Egipto, Burguiba en Túnez e incluso de Gadafi en Libia.

Finalmente, los fundamentalistas no admiten ni occidentalizaciones ni reformas. Están dispuestos a la guerra santa, en primer lugar contra sus hermanos contaminados de herejía.
La purificación o defensa del Islam quieren acometerla desde los centros de poder y desde el pueblo. El punto 5 del credo de los fundamentalistas Hermanos Musulmanes dice: «Creo que la bandera del Islam debe dominar sobre la Humanidad y que todo musulmán está obligado a educar al mundo según las reglas islámicas. Me comprometo a luchar, mientras viva, en la realización de esta misión y a sacrificarle cuanto poseo».

Curiosamente, algunas reivindicaciones fundamentalistas se refieren a realidades no genuinamente musulmanas, como el sador, velo que usaban las mujeres de Arabia siglos antes de Mahoma.

En la actualidad una parte del mundo árabe se ve sumido en la lucha contra Israel y, de modo más general, en un subdesarrollo socio-cultural que no favorece el implante de las tesis fundamentalistas.

La apertura, entendida como libertad religiosa, necesita un replanteamiento sereno y firme del mensaje islámico. Quizá si se entendiese que Alá señaló a Mahoma un camino que debe andarse con libertad y que la guerra santa la pequeña yihad no es un pilar de la fe, sino un medio elegido en un contexto histórico determinado, y, por otra parte, se decantase lo accesorio para no hacer de ello algo primordial o dogmático, quizá entonces quedase abierta la vía de entendimiento y de progreso que hoy piden tantas personas de todos los credos, también dentro del Islam.

Islam, cristianismo y judaísmo

Para Mahoma, Jesucristo es un verdadero profeta, nacido virginalmente de María, aunque no es Dios. Su predicación es verdadera, pero no completa.
Los Evangelios son libros inspirados, divinos, pero precisiones posteriores señalan que han quedado adulterados; en la actualidad se prohíbe su lectura.
Además, la predicación de Cristo no habría sido fielmente recogida por sus discípulos. Por eso afirman, reconocen tres personas divinas: Padre, Hijo y María; cuando Jesucristo dice que enviará al Espíritu Santo, lo que dijo es que rogaría a Alá para que enviase al muy alabado, es decir, a Mahoma; la muerte de Cristo fue sólo aparente «sufrió un desmayo y Alá lo elevó hacia Él» y no sería redentora...

Estas afirmaciones, entre otras, hacen imposible conciliar ambas confesiones. Para un cristiano, el Islam como religión supone un retroceso de siglos en la Revelación. ¿Qué aporta Mahoma? ¿En qué consiste su pretendida plenitud de Revelación? Un estudio comparativo desapasionado muestra que sus afirmaciones teológicas básicas son judaicas, precristianas: la creencia en un solo Dios, creador del universo y, por tanto, de los ángeles y de los hombres; la fe en el juicio particular y universal; la retribución eterna del cielo o el infierno.

Por paradójico que pueda parecer, los pilares de la fe musulmana son los mismos que los de la judía. Incluso ambas religiones rechazan a Cristo. Sólo hay un punto básico de divergencia entre judíos y musulmanes: la adhesión a Mahoma, nuevo Moisés que los hebreos no reconocen. Ese punto, junto a multitud de tradiciones distintas y enfrentamientos multiseculares, parecen mostrarnos religiones absolutamente dispares, cuando lo común en la fe de ambas es asombrosamente casi todo y su Dios es el mismo.

EXPANSIÓN ACTUAL POR EL MUNDO

Comparada con otras, el Islam es una religión sucinta y liviana, con unos deberes cuyo incumplimiento no impide ir al Paraíso siempre que se esté predestinado, aunque las faltas hayan de purificarse. Esta característica, junto a otras causas, ha favorecido su expansión.
La geografía del Islam ocupa hoy una ancha banda de países que se prolonga desde el Atlántico al Pacífico, cruzando el Índico: está implantado en el entero Norte de África y Sur de Asia, con la excepción relativa de India y salvo en Indochina. Se asoma a Europa por Albania y Bosnia, pero mantiene notables minorías en Rusia y en las naciones en su día sometidas al imperio otomano.

Actualmente se cifran en 1.100-1.200 millones las personas que profesan el Islam. Con 170 millones Indonesia es el país con mayor número, seguido de Pakistán, con 120.

En Europa Occidental, la expansión moderna comenzó con la llegada masiva de emigrantes islámicos hace cincuenta años y se acrecienta cada día, gracias sobre todo a la elevada natalidad. Los musulmanes son ahora casi siete millones en Francia, más de dos en Alemania, rondan esa cifra en Reino Unido, unos 500.000 en Italia y Holanda, o entre 350.000 y 400.000 en España. En América y Oceanía el fenómeno es semejante, aunque sin llegar a este orden de cifras.


http://alianzacivilizaciones.blogspot.com/2004/09/el-islam-trmino-que-significa.html

Anónimo disse...

The Second Fall of Rome
I read from time to time that the European Union is compared to the Roman Empire. Most of these comparisons are not very apt, but here is one that I find intriguing. Julius Caesar was assassinated because he wanted to crown himself king, and openly threatened and challenged the established order in the Roman Republic. Not a popular move among the powerful elite in the Senate, who reminded Caesar that Rome had become a Republic precisely because they had rebelled against the "tyrant" kings of old.

His successor Octavian, better known today as Caesar Augustus, had seen what happened to Julius Caesar. Although no less ambitious, he was smarter than Caesar. He understood that openly overthrowing the old order would trigger a lot of resistance from the established power elites. He is considered the first and one of the most important Roman Emperors (27 BC to AD 14), but he downplayed his own position by preferring the traditionally oligarchic title of princeps, usually translated as "first citizen". He also preserved the outward form of the Roman Republic. He thus paid lip service to the old elite of the Republic, and veiled the changes to make them seem less threatening and upsetting to the public. He was king, but did not call himself king.

Some might see a parallel to present-day EU. Up to 80 per cent of national laws come from Brussels, and many of them are made in secret, as in dictatorships such as North Korea and Cuba. What is then the point of holding national elections, and is Western Europe still truly democratic? Just as in Octavian's Rome, the real power has been moved elsewhere, but the old order is retained as a democratic fig leaf in order not to upset the public too much.

Of course, this is where the similarities end. Octavian's rule marked the beginning of the most powerful and dynamic period in Roman history. That is hardly the case with the EU today. The Jihad-riots in France look more like the fall of the Roman Empire several centuries later, when the barbarians immigrated in huge numbers and caused the now weakened civilization to collapse in large parts of Western Europe. The population movements we are witnessing now are the largest and fastest in human history. In Europe, they can only be compared to the period often referred to as the Great Migrations, following the disintegration of the Roman Empire. However, during the 4th and 5th centuries, the total human population of the world was in the order of 200 million. Today, it is 30 times larger than that, and still growing fast. We also have communications that can transport people anywhere on earth within hours, and media that show ordinary people how much better life is in other countries. On top of that, the Romans didn't have human rights lawyers advocating that millions of barbarians be let into their lands. Is it a coincidence that the last time we had migrations like this was when large parts of the European continent suffered a complete civilizational breakdown? Is that what we are witnessing now? The second fall of Rome?

The situation becomes even worse when we enter another factor: Islam. The Islamic world is at war with pretty much everybody, everywhere. Both Thailand and the Philippines, countries where the Muslim population is not much larger than it is in some Western European countries, are facing war. Countries such as France, Holland and Sweden could soon reach a point where the Muslim population will create something akin to civil war, as it already has in the above mentioned nations. Even though this conflict may start out as civil wars in a handful of countries, it could spiral out of control and spread to much of the continent, dragging in foreign fighters from the Arab world. The Islamic world is now at war with most of the major powers on the planet at the same time, from the USA to India and from Russia to Western Europe. It is a real possibility that we will get a full-blown world war because of these events. If so, I don’t think this will happen 50 years from now, but within the coming generation.

As Mark Steyn points out, the Jihad in the streets of France looks increasingly like the early skirmishes of an impending Eurabian civil war, brought on by massive Muslim immigration and multicultural stupidity. And it is by no means limited to France. Law and order is slowly breaking down in major and even minor cities across the European continent, and the streets are ruled by aggressive gangs of Muslim youngsters. At the same time, Europeans pay some of the highest tax rates in the world. We should remind our authorities that the most important task of the state - some would even claim it should be the only task of the state - is to uphold the rule of law. Since it is becoming pretty obvious that this is no longer the case in Eurabia, we have to question whether these taxes are legitimate anymore, or whether they are simply disguised Jizya paid in the form of welfare to Muslims and our new Eurocrat aristocracy. Although not exactly the Boston Tea Party, perhaps the time now has come for a pan-European tax rebellion: We will no longer pay taxes until our authorities restore law and order and close the borders for Muslim immigration.

Historian Bat Ye'or, who first coined the term "Eurabia", thinks that Europe's ties with the Arab-Islamic world are now so firmly entrenched and established that Eurabia is an irreversible fact. Europe will cease to be a Western, democratic continent, and will become an appendix to the Arab world, a civilization of dhimmitude employed to spread Jihad and further the cause of Islam on a global basis, while the original, non-Muslim population are held hostage in their own countries out of fear of Muslim violence.

I must admit there are certain parts of Europe that do seem to be beyond hope, or very close to it. ALL of the largest Dutch cities are projected to have a Muslim majority within a generation, as will several English, French, Belgian, Scandinavian and Spanish cities. I foresee several possible scenarios:

1. Eurabia.

The EU continues its transformation into a continent-wide organization with clear totalitarian leanings, and a very pro-Islamic stance. Europe's fate is sealed when Turkey is allowed into the Union, and becomes its largest member. Freedom of speech will be shut down, and any criticism of Islam banned. Eurabia will become a global center for Jihad activities, as the dhimmi taxpayers and infidel Western technology give a boost to the Ummah. For this reason, the Americans, the Israelis, the Indians, the Russians and maybe even the Chinese will have to crush Eurabia by brute force, as it will represent a grave security threat to them.

Muslims will be heavily concentrated in the major cities, and the dhimmi native population will retreat into the countryside. I believe something similar took place in the Balkans during Ottoman Turkish rule. The old nation states will thus slowly die, as their major cities, which constitute the brain and "head" of its culture, are cut off from the rest of the body. Europe's decline into Eurabia will be speeded up by the fact that millions of educated natives with the means to it will move to the USA or other nations. This trickle of Eurabian refugees will eventually be slowed down by the authorities in the now totalitarian Europe, as it will erode the tax base. Native Europeans will simply be banned from leaving. There will be no war in Western Europe, as its civilization is already dead and very few will bother fighting for it. Islam isn't destroying Europe, Europe has destroyed itself. Just as a patient with AIDS may formally die from flu or even a common cold, the real cause is the long, slow decay of his immune system. It resembles euthanasia on an entire civilization: Europe is tired of living. Islam just puts it out of its misery.

The only violence will be sporadic Islamic terror attacks to induce fear, and occasional Muslim mob assaults in European streets to remind the dhimmis who is boss. It is conceivable that the center of European civilization will move from Western Europe to Eastern Europe, but even Eastern Europe will be put under severe pressure from Muslims, both in the Middle East and in the West. Islam is nonsense and a failure at producing a stable and civilized society, but it is a highly successful warrior creed, specialized at plundering others. The basic rule is that the areas Muslims have taken into possession remain in Islamic hands, while the native population and culture is slowly eradicated. If this holds true for us today, then parts of Western Europe are already lost, and will indeed become Eurabia as Bat Ye'or predicts. There are not too many instances I know of where areas once under the sway of Islam have been reclaimed by infidels. The most obvious is of course Spain and the Iberian Peninsula, where the Reconquista took quite a few centuries. I know the Sikhs have kicked Muslims out of Punjab, India. Parts of present-day Israel could be counted, although Arabs and Muslims are trying very hard to wipe Israel off the map. And maybe some of China's Western provinces could be included. Islam has not been eradicated there, but it is visibly retreating as Chinese authorities are suppressing any signs of rebellion and sending in large numbers of Han Chinese immigrants into the area.

What these examples have in common is that both the Christians in Spain, the Sikhs in India and the Jews in Israel were fighting Islam with powerful religious convictions of their own. The Chinese are not usually very religious, but they have an equally strong, even ruthless nationalism and belief in their own civilization. If history is any guide, today's decadent, bored, post-religious and post-nationalist Europe will be no match for Islam, unless it rediscovers a belief in its own culture and a will to defend it. This will have to happen soon, or the Islamic demographic conquest of much of the continent will be an irreversible fact, anyway. The result of this will then either be Eurabia or a Pakistanization of Europe, the way we have already seen for generations in the Balkans. This is not paranoia, just a basic understanding of what Islam is and a careful reading of history.

2. War.

Personally, I think this alternative is at least as likely as the above "Eurabia" scenario. It also contains several sub-scenarios, partly depending upon when the eventual war starts, and partly on whether there is still some Western pride and resistance left in Europe underneath the self-loathing and Multiculturalism:

The Pakistanization of Europe.

Muslims aren't numerous enough to control the entire continent. In the event of war, there will be mutual ethnic cleansing and Muslims will seize parts of Western Europe. For instance, a belt stretching from parts of Germany via Belgium and Holland to France, but maybe even regions within certain nation states. All of Europe will not be lost, but some parts will, and many others will be deeply damaged by the fighting. Many of our cultural treasures will burn. How things will go from there is difficult to predict. Perhaps this new "Pakistan" in the heart of Europe will be the source of constant instability and the staging ground for Jihad incursions into infidel areas, just as Pakistan is to India now. Perhaps we will see a slow reconquest of this area, possibly taking generations or even centuries.

Of course, it could be more than one Muslim region. Kosovo and in part Bosnia are functioning as Islamic bridgeheads in Europe at this moment. From British India there were 2 Pakistans created West Pakistan (present Pakistan) and East Pakistan (present Bangladesh). There was also an attempt to create a South Pakistan (present Andhra Pradesh state - then called Hyderabad state) but it was put down militarily. There could be several mini-Pakistans created all over the place. In fact present day Kosovo walks, talks and looks like a mini-Pakistan. The "zones" in France sound suspiciously like Muslim "mohallas" in India although the situation is not as bad as in France. Half a million Kashmiri Hindus live in refugee camps in New Delhi near the centers of the government and everybody ignores them. The votes of 150 million Muslims are more important than half a million Kashmiri Hindu refugees who have no political power. You might see similar situations in Europe - for example the French living in refugee camps in Paris near the city centre and the French leader go around spouting Arabic/Urdu poetry - and the regular people in France ignore them because it is too unpleasant to face reality.


Reconquista - The Second Expulsion of the Moors

Muslims strike too early, before they are ready to seize control over major chunks of Europe. It is possible to view the Jihad riots in France in this light. They overestimate their own power, and underestimate the strength that, despite everything, is still left in Europe. It will start, as these things always do, before anyone is ready. Everyone, the Islamists, the proto-dhimmis, the neo-nationalists, the sleepwalking middle class, thinks they have more time than they do. It may start more or less by accident, like WWI, through the act of a fringe player unaware of the forces involved or the stakes of the game. As WWI began with the assassination of Franz Ferdinand, this war (which will be just as important and culturally destructive) may begin with the murder of a symbolic but politically unimportant figure. Or a reverse scenario is possible. A nationalist or rightist murders a prominent Islamic figure, sparking a wave of Islamic terror across Europe. Another possibility is a mega-attack, a chemical weapon or simply a massive suicide bomb or wave of bombs that succeed beyond the bombers plans and kills thousands and/or destroys symbolically important targets, a cathedral, a museum, the Channel. The fearful public then demands harsh government action. Some governments act; others are paralyzed and are incapable of taking action causing citizens to defend themselves. The Islamists are not centralized. They cannot always control the actions of their diverse cells or lone fanatics. Sooner or later someone will go too far.

Once a full-blown civil war starts in one country, it can, and probably will, spread to other countries. We are now witnessing an example of this, as smaller "sympathy riots" have been staged by Muslims in Belgium, Holland, Germany and Denmark following the unrest in France. Given the European Union's borderless nature, it is unlikely that war will be limited to one nation only. This will create a domino effect, and Muslims will be expelled from Europe yet again, after major bloodshed and millions of dead across the continent. It will start out as a Yugoslavia scenario with several cities becoming large Sarajevos. Muslims will find themselves, as in Serbia, victims of nationalism and revived Fascism. Perhaps some areas will be completely cleansed of Europeans and run along Taliban-like codes but these will not survive long amid a Continent gripped by the fury of war and national/religious passions. They will lack the economic base to wage an effective war. Their lines of supply from Islamic countries will be tenuous at best. This will result in the collapse of the EU and perhaps the UN as well. The Arab world will support the Muslims and will prolong the war, but they won't win it. Turkey may wage war against several European nations and/or Russia, but they will lose, too.

This situation could trigger the rise of neo-Fascism and neo-nationalism, and maybe the downfall of European democracy. The strengths that allow Islamofascism to succeed in its struggle with brittle, liberal democracies will prove of little use against a resurgent European nationalism. This is, of course, bad news for those of us who grew up in and care for liberal democracy and enjoy the freedom and prosperity it provides. European neo-nationalism will most likely be hostile to US interests and downright anti-Semitic. None of this will be pretty. The violence will be up-close and quite personal. Europe’s neo-nationalist future will be one filled with paranoia and fanaticism and blind, desperate struggle. Much of value will be lost.

Global Civil War

Europe has been the primary staging ground for one cold and two hot world wars. It could become a major battlefield in an Islamic world war, too. Or perhaps we could call it the Multicultural world war, just as WW2 was a Fascist war and the Cold War was a Communist war. A world war is already simmering, with Muslims clashes against Russia, Europe, Israel, China, India, the USA and Southeast Asia. Once the fighting starts in Europe, it could spread outside the continent and ignite a world war. This is the scenario of "global civil war". It would become the worst and most destructive war in human history, involving nuclear weapons on both sides. It could completely destroy the Middle East and North Africa, deeply damage Europe, the Indian continent, and parts of Southeast Asia, and inflict serious casualties on the USA, Australia and Africa. Its secondary and economic ripples will be felt on all corners of the planet, including the ones least involved in the actual fighting, such as Latin America and East Asia.

What we are seeing in the West are the opening salvoes of the continuation of the Jihad against Christendom that was brought to a close at Vienna in 1683. The new onset has come about as a direct consequence of allowing Muslim immigration to the West. Muslims are mandated to the Jihad and it is foolish of us to expect that they will refrain from doing so. It is our foolishness that gave them the opportunity to do so from within. Muslims and their religion are not yet ready to accept pluralism, democracy and free thinking. Democracy is in fact incompatible with Islam, as many Muslim imams have openly stated. That is their interpretation of the Koran. It should therefore come as no surprise to us, that Muslims in the West are waging Jihad against us. In their eyes, if we didn't realise that this would happen, the fault lies with us and not them. And they're right.

I do not think our societies, geared as they are to free and open thought, can continue with this continuous assault on freedom. If this assault is not brought to a halt soon, then free society will start to perish, and with that the economy. It may not be evident immediately, but perish it will in the fullness of time. If the current trend of increasing conflict continues, then we are irrevocably headed in the direction of a major armed conflict with the Islamic world. This is also going to lead to a civil war within Europe of unimaginable proportions. Europe's civil wars (WW 1 and 2) have not exactly been powder-puff affairs. Each day brings news of events that seem to bring us to that inevitable reckoning. We do not wish to fight for religion but we are being engaged in a religious conflict, quite against our will. Our politicians find it difficult to imagine that we are in a religious conflict. So passé - that sort of thing went out of fashion in the Middle Ages. It is all so pointless and avoidable. Time is short, and we need to act now to avert a human tragedy.

As poster DP111 says, we will easily win a full scale war with the Islam. What worries me is that in the event of a nuclear event in the West, we will rapidly go for the THIRD CONJECTURE option. Over the last two years I have stated on LittleGreenFootballs and Jihad/Dhimmi Watch that our inevitable large scale nuclear response, will also shatter the foundations of our own civilisation. Our Judeo-Christian civilisation has a built-in guilt complex, and we will not be able to sustain the shock of our victory bought at such expense. That is why the war option is not really a good one unless, unless we can re-define what this war is about. However, if we do NOT carry the war to the enemy with a correctly defined moral and political purpose, we will not be able to have public backing for the war. The Jihad in the meantime will continue, for in the eyes of the Jihadis and the Muslim world, they have a clear moral and religious purpose, and divinely sanctioned to boot.

3. A Second Renaissance - Western Rebirth in Europe

Although I must admit that I find this scenario to be the least likely at this point, we should discuss the possibility of whether the Islamic threat will force the West to rethink its values and regain its strength. Can this be done, and how would this take place? Is it possible to avoid both major war and Eurabia or is this wishful thinking by now? The growth of Eurabia is closely tied to the growth of the EU. Perhaps we could derail Eurabia by dismantling the EU? Is there something we can do to avoid the breakdown of European democracy, either to an increasingly totalitarian Eurabia or to a resurgence of neo-Fascism?

The Jihadis have a clear moral purpose, and thus we, too, have to define an even more powerful moral argument as to why our cause is more just, more moral and better - not just to our public, whose unwavering support we need, but to many Muslims around the world. Hugh Fitzgerald from Jihad Watch recommends the containment option: Islam cannot be reconciled with Western ways, which means that we need physical separation as much as possible. Separation recognises, that at this moment in time, Islam and democracy are irreconcilable. Thus a separation leaves hope for the future for everybody. A war, which is where we are headed, will stop their progress, as well as cause a split within humanity that will be hard to patch up. The basic impulse of Islam is to expand into Infidel territory. Unable to do so, it will collapse quite quickly in historic terms, and thus release the 1.2 billion souls in its enslavement and bring about true freedom for them. What more can one ask for. To regain our moral purpose, we can thus cast our struggle against Islam as the emancipation of a billion slaves from a Fascist ideology. Which is indeed what it is.




“Eurabia” Defined, by Andrew G. Bostom

This political agenda has been reinforced by (and now mirrors) the deliberate cultural transformation of Europe. Euro-Arab Dialogue Symposia conducted 20 to 25 years ago, i.e., in Venice (1977) and Hamburg (1983), included recommendations, below, that have been successfully implemented, accompanied by a deliberate, privileged influx of Arab and other Muslim immigrants, in enormous numbers:

• Coordination of the efforts made by the Arab countries to spread the Arabic language and culture in Europe and to find the appropriate form of cooperation among the Arab institutions that operate in this field. • Creation of joint Euro-Arab Cultural Centers in European capitals which will undertake the diffusion of the Arabic language and culture. • Encouragement of European institutions either at University level or other levels that are concerned with the teaching of the Arabic language and the diffusion of Arabic and Islamic culture. • Support of joint projects for cooperation between European and Arab institutions in the field of linguistic research and the teaching of the Arabic language to Europeans. • Necessity of supplying European institutions and universities with Arab teachers specialized in teaching Arabic to Europeans. • Necessity, when teaching Arabic, of emphasizing Arab-Islamic culture and contemporary Arab issues. • Necessity of cooperation between European and Arab specialists in order to present an objective picture of Arab-Islamic civilization and contemporary Arab issues to students and to the educated public in Europe which could attract Europeans to Arabic studies.

In the wake of the continuing French intifada, Bat Ye’or’s analyses have profound implications for Western Europe - which may be incapable of altering its Eurabian trajectory; her research may be even more important for the United States if it wishes to avoid Europe’s fate:

Th[e] Eurabian ethos operates at all levels of European society. Its countless functionaries, like the Christian [devshirme]-janissary slave soldiers of past Islamic regimes, advance a jihadist world strategy. Eurabia cannot change direction; it can only use deception to mask its emergence, its bias and its inevitable trajectory. Eurabia’s destiny was sealed when it decided, willingly, to become a covert partner with the Arab global jihad against America and Israel. Americans must discuss the tragic development of Eurabia, and its profound implications for the United States, particularly in terms of its resultant foreign policy realities. Americans should consider the despair and confusion of many Europeans, prisoners of a Eurabian totalitarianism that foments a culture of deadly lies about Western civilization. Americans should know that this self-destructive calamity did not just happen, rather it was the result of deliberate policies, executed and monitored by ostensibly responsible people. Finally, Americans should understand that Eurabia’s contemporary anti-Zionism and anti-Americanism are the spiritual heirs of 1930s Nazism and anti-Semitism, triumphally resurgent.

http://fjordman.blogspot.com/2005/11/second-fall-of-rome.html

Anónimo disse...

The Second Fall of Rome
I read from time to time that the European Union is compared to the Roman Empire. Most of these comparisons are not very apt, but here is one that I find intriguing. Julius Caesar was assassinated because he wanted to crown himself king, and openly threatened and challenged the established order in the Roman Republic. Not a popular move among the powerful elite in the Senate, who reminded Caesar that Rome had become a Republic precisely because they had rebelled against the "tyrant" kings of old.

His successor Octavian, better known today as Caesar Augustus, had seen what happened to Julius Caesar. Although no less ambitious, he was smarter than Caesar. He understood that openly overthrowing the old order would trigger a lot of resistance from the established power elites. He is considered the first and one of the most important Roman Emperors (27 BC to AD 14), but he downplayed his own position by preferring the traditionally oligarchic title of princeps, usually translated as "first citizen". He also preserved the outward form of the Roman Republic. He thus paid lip service to the old elite of the Republic, and veiled the changes to make them seem less threatening and upsetting to the public. He was king, but did not call himself king.

Some might see a parallel to present-day EU. Up to 80 per cent of national laws come from Brussels, and many of them are made in secret, as in dictatorships such as North Korea and Cuba. What is then the point of holding national elections, and is Western Europe still truly democratic? Just as in Octavian's Rome, the real power has been moved elsewhere, but the old order is retained as a democratic fig leaf in order not to upset the public too much.

Of course, this is where the similarities end. Octavian's rule marked the beginning of the most powerful and dynamic period in Roman history. That is hardly the case with the EU today. The Jihad-riots in France look more like the fall of the Roman Empire several centuries later, when the barbarians immigrated in huge numbers and caused the now weakened civilization to collapse in large parts of Western Europe. The population movements we are witnessing now are the largest and fastest in human history. In Europe, they can only be compared to the period often referred to as the Great Migrations, following the disintegration of the Roman Empire. However, during the 4th and 5th centuries, the total human population of the world was in the order of 200 million. Today, it is 30 times larger than that, and still growing fast. We also have communications that can transport people anywhere on earth within hours, and media that show ordinary people how much better life is in other countries. On top of that, the Romans didn't have human rights lawyers advocating that millions of barbarians be let into their lands. Is it a coincidence that the last time we had migrations like this was when large parts of the European continent suffered a complete civilizational breakdown? Is that what we are witnessing now? The second fall of Rome?

The situation becomes even worse when we enter another factor: Islam. The Islamic world is at war with pretty much everybody, everywhere. Both Thailand and the Philippines, countries where the Muslim population is not much larger than it is in some Western European countries, are facing war. Countries such as France, Holland and Sweden could soon reach a point where the Muslim population will create something akin to civil war, as it already has in the above mentioned nations. Even though this conflict may start out as civil wars in a handful of countries, it could spiral out of control and spread to much of the continent, dragging in foreign fighters from the Arab world. The Islamic world is now at war with most of the major powers on the planet at the same time, from the USA to India and from Russia to Western Europe. It is a real possibility that we will get a full-blown world war because of these events. If so, I don’t think this will happen 50 years from now, but within the coming generation.

As Mark Steyn points out, the Jihad in the streets of France looks increasingly like the early skirmishes of an impending Eurabian civil war, brought on by massive Muslim immigration and multicultural stupidity. And it is by no means limited to France. Law and order is slowly breaking down in major and even minor cities across the European continent, and the streets are ruled by aggressive gangs of Muslim youngsters. At the same time, Europeans pay some of the highest tax rates in the world. We should remind our authorities that the most important task of the state - some would even claim it should be the only task of the state - is to uphold the rule of law. Since it is becoming pretty obvious that this is no longer the case in Eurabia, we have to question whether these taxes are legitimate anymore, or whether they are simply disguised Jizya paid in the form of welfare to Muslims and our new Eurocrat aristocracy. Although not exactly the Boston Tea Party, perhaps the time now has come for a pan-European tax rebellion: We will no longer pay taxes until our authorities restore law and order and close the borders for Muslim immigration.

Historian Bat Ye'or, who first coined the term "Eurabia", thinks that Europe's ties with the Arab-Islamic world are now so firmly entrenched and established that Eurabia is an irreversible fact. Europe will cease to be a Western, democratic continent, and will become an appendix to the Arab world, a civilization of dhimmitude employed to spread Jihad and further the cause of Islam on a global basis, while the original, non-Muslim population are held hostage in their own countries out of fear of Muslim violence.

I must admit there are certain parts of Europe that do seem to be beyond hope, or very close to it. ALL of the largest Dutch cities are projected to have a Muslim majority within a generation, as will several English, French, Belgian, Scandinavian and Spanish cities. I foresee several possible scenarios:

1. Eurabia.

The EU continues its transformation into a continent-wide organization with clear totalitarian leanings, and a very pro-Islamic stance. Europe's fate is sealed when Turkey is allowed into the Union, and becomes its largest member. Freedom of speech will be shut down, and any criticism of Islam banned. Eurabia will become a global center for Jihad activities, as the dhimmi taxpayers and infidel Western technology give a boost to the Ummah. For this reason, the Americans, the Israelis, the Indians, the Russians and maybe even the Chinese will have to crush Eurabia by brute force, as it will represent a grave security threat to them.

Muslims will be heavily concentrated in the major cities, and the dhimmi native population will retreat into the countryside. I believe something similar took place in the Balkans during Ottoman Turkish rule. The old nation states will thus slowly die, as their major cities, which constitute the brain and "head" of its culture, are cut off from the rest of the body. Europe's decline into Eurabia will be speeded up by the fact that millions of educated natives with the means to it will move to the USA or other nations. This trickle of Eurabian refugees will eventually be slowed down by the authorities in the now totalitarian Europe, as it will erode the tax base. Native Europeans will simply be banned from leaving. There will be no war in Western Europe, as its civilization is already dead and very few will bother fighting for it. Islam isn't destroying Europe, Europe has destroyed itself. Just as a patient with AIDS may formally die from flu or even a common cold, the real cause is the long, slow decay of his immune system. It resembles euthanasia on an entire civilization: Europe is tired of living. Islam just puts it out of its misery.

The only violence will be sporadic Islamic terror attacks to induce fear, and occasional Muslim mob assaults in European streets to remind the dhimmis who is boss. It is conceivable that the center of European civilization will move from Western Europe to Eastern Europe, but even Eastern Europe will be put under severe pressure from Muslims, both in the Middle East and in the West. Islam is nonsense and a failure at producing a stable and civilized society, but it is a highly successful warrior creed, specialized at plundering others. The basic rule is that the areas Muslims have taken into possession remain in Islamic hands, while the native population and culture is slowly eradicated. If this holds true for us today, then parts of Western Europe are already lost, and will indeed become Eurabia as Bat Ye'or predicts. There are not too many instances I know of where areas once under the sway of Islam have been reclaimed by infidels. The most obvious is of course Spain and the Iberian Peninsula, where the Reconquista took quite a few centuries. I know the Sikhs have kicked Muslims out of Punjab, India. Parts of present-day Israel could be counted, although Arabs and Muslims are trying very hard to wipe Israel off the map. And maybe some of China's Western provinces could be included. Islam has not been eradicated there, but it is visibly retreating as Chinese authorities are suppressing any signs of rebellion and sending in large numbers of Han Chinese immigrants into the area.

What these examples have in common is that both the Christians in Spain, the Sikhs in India and the Jews in Israel were fighting Islam with powerful religious convictions of their own. The Chinese are not usually very religious, but they have an equally strong, even ruthless nationalism and belief in their own civilization. If history is any guide, today's decadent, bored, post-religious and post-nationalist Europe will be no match for Islam, unless it rediscovers a belief in its own culture and a will to defend it. This will have to happen soon, or the Islamic demographic conquest of much of the continent will be an irreversible fact, anyway. The result of this will then either be Eurabia or a Pakistanization of Europe, the way we have already seen for generations in the Balkans. This is not paranoia, just a basic understanding of what Islam is and a careful reading of history.

2. War.

Personally, I think this alternative is at least as likely as the above "Eurabia" scenario. It also contains several sub-scenarios, partly depending upon when the eventual war starts, and partly on whether there is still some Western pride and resistance left in Europe underneath the self-loathing and Multiculturalism:

The Pakistanization of Europe.

Muslims aren't numerous enough to control the entire continent. In the event of war, there will be mutual ethnic cleansing and Muslims will seize parts of Western Europe. For instance, a belt stretching from parts of Germany via Belgium and Holland to France, but maybe even regions within certain nation states. All of Europe will not be lost, but some parts will, and many others will be deeply damaged by the fighting. Many of our cultural treasures will burn. How things will go from there is difficult to predict. Perhaps this new "Pakistan" in the heart of Europe will be the source of constant instability and the staging ground for Jihad incursions into infidel areas, just as Pakistan is to India now. Perhaps we will see a slow reconquest of this area, possibly taking generations or even centuries.

Of course, it could be more than one Muslim region. Kosovo and in part Bosnia are functioning as Islamic bridgeheads in Europe at this moment. From British India there were 2 Pakistans created West Pakistan (present Pakistan) and East Pakistan (present Bangladesh). There was also an attempt to create a South Pakistan (present Andhra Pradesh state - then called Hyderabad state) but it was put down militarily. There could be several mini-Pakistans created all over the place. In fact present day Kosovo walks, talks and looks like a mini-Pakistan. The "zones" in France sound suspiciously like Muslim "mohallas" in India although the situation is not as bad as in France. Half a million Kashmiri Hindus live in refugee camps in New Delhi near the centers of the government and everybody ignores them. The votes of 150 million Muslims are more important than half a million Kashmiri Hindu refugees who have no political power. You might see similar situations in Europe - for example the French living in refugee camps in Paris near the city centre and the French leader go around spouting Arabic/Urdu poetry - and the regular people in France ignore them because it is too unpleasant to face reality.


Reconquista - The Second Expulsion of the Moors

Muslims strike too early, before they are ready to seize control over major chunks of Europe. It is possible to view the Jihad riots in France in this light. They overestimate their own power, and underestimate the strength that, despite everything, is still left in Europe. It will start, as these things always do, before anyone is ready. Everyone, the Islamists, the proto-dhimmis, the neo-nationalists, the sleepwalking middle class, thinks they have more time than they do. It may start more or less by accident, like WWI, through the act of a fringe player unaware of the forces involved or the stakes of the game. As WWI began with the assassination of Franz Ferdinand, this war (which will be just as important and culturally destructive) may begin with the murder of a symbolic but politically unimportant figure. Or a reverse scenario is possible. A nationalist or rightist murders a prominent Islamic figure, sparking a wave of Islamic terror across Europe. Another possibility is a mega-attack, a chemical weapon or simply a massive suicide bomb or wave of bombs that succeed beyond the bombers plans and kills thousands and/or destroys symbolically important targets, a cathedral, a museum, the Channel. The fearful public then demands harsh government action. Some governments act; others are paralyzed and are incapable of taking action causing citizens to defend themselves. The Islamists are not centralized. They cannot always control the actions of their diverse cells or lone fanatics. Sooner or later someone will go too far.

Once a full-blown civil war starts in one country, it can, and probably will, spread to other countries. We are now witnessing an example of this, as smaller "sympathy riots" have been staged by Muslims in Belgium, Holland, Germany and Denmark following the unrest in France. Given the European Union's borderless nature, it is unlikely that war will be limited to one nation only. This will create a domino effect, and Muslims will be expelled from Europe yet again, after major bloodshed and millions of dead across the continent. It will start out as a Yugoslavia scenario with several cities becoming large Sarajevos. Muslims will find themselves, as in Serbia, victims of nationalism and revived Fascism. Perhaps some areas will be completely cleansed of Europeans and run along Taliban-like codes but these will not survive long amid a Continent gripped by the fury of war and national/religious passions. They will lack the economic base to wage an effective war. Their lines of supply from Islamic countries will be tenuous at best. This will result in the collapse of the EU and perhaps the UN as well. The Arab world will support the Muslims and will prolong the war, but they won't win it. Turkey may wage war against several European nations and/or Russia, but they will lose, too.

This situation could trigger the rise of neo-Fascism and neo-nationalism, and maybe the downfall of European democracy. The strengths that allow Islamofascism to succeed in its struggle with brittle, liberal democracies will prove of little use against a resurgent European nationalism. This is, of course, bad news for those of us who grew up in and care for liberal democracy and enjoy the freedom and prosperity it provides. European neo-nationalism will most likely be hostile to US interests and downright anti-Semitic. None of this will be pretty. The violence will be up-close and quite personal. Europe’s neo-nationalist future will be one filled with paranoia and fanaticism and blind, desperate struggle. Much of value will be lost.

Global Civil War

Europe has been the primary staging ground for one cold and two hot world wars. It could become a major battlefield in an Islamic world war, too. Or perhaps we could call it the Multicultural world war, just as WW2 was a Fascist war and the Cold War was a Communist war. A world war is already simmering, with Muslims clashes against Russia, Europe, Israel, China, India, the USA and Southeast Asia. Once the fighting starts in Europe, it could spread outside the continent and ignite a world war. This is the scenario of "global civil war". It would become the worst and most destructive war in human history, involving nuclear weapons on both sides. It could completely destroy the Middle East and North Africa, deeply damage Europe, the Indian continent, and parts of Southeast Asia, and inflict serious casualties on the USA, Australia and Africa. Its secondary and economic ripples will be felt on all corners of the planet, including the ones least involved in the actual fighting, such as Latin America and East Asia.

What we are seeing in the West are the opening salvoes of the continuation of the Jihad against Christendom that was brought to a close at Vienna in 1683. The new onset has come about as a direct consequence of allowing Muslim immigration to the West. Muslims are mandated to the Jihad and it is foolish of us to expect that they will refrain from doing so. It is our foolishness that gave them the opportunity to do so from within. Muslims and their religion are not yet ready to accept pluralism, democracy and free thinking. Democracy is in fact incompatible with Islam, as many Muslim imams have openly stated. That is their interpretation of the Koran. It should therefore come as no surprise to us, that Muslims in the West are waging Jihad against us. In their eyes, if we didn't realise that this would happen, the fault lies with us and not them. And they're right.

I do not think our societies, geared as they are to free and open thought, can continue with this continuous assault on freedom. If this assault is not brought to a halt soon, then free society will start to perish, and with that the economy. It may not be evident immediately, but perish it will in the fullness of time. If the current trend of increasing conflict continues, then we are irrevocably headed in the direction of a major armed conflict with the Islamic world. This is also going to lead to a civil war within Europe of unimaginable proportions. Europe's civil wars (WW 1 and 2) have not exactly been powder-puff affairs. Each day brings news of events that seem to bring us to that inevitable reckoning. We do not wish to fight for religion but we are being engaged in a religious conflict, quite against our will. Our politicians find it difficult to imagine that we are in a religious conflict. So passé - that sort of thing went out of fashion in the Middle Ages. It is all so pointless and avoidable. Time is short, and we need to act now to avert a human tragedy.

As poster DP111 says, we will easily win a full scale war with the Islam. What worries me is that in the event of a nuclear event in the West, we will rapidly go for the THIRD CONJECTURE option. Over the last two years I have stated on LittleGreenFootballs and Jihad/Dhimmi Watch that our inevitable large scale nuclear response, will also shatter the foundations of our own civilisation. Our Judeo-Christian civilisation has a built-in guilt complex, and we will not be able to sustain the shock of our victory bought at such expense. That is why the war option is not really a good one unless, unless we can re-define what this war is about. However, if we do NOT carry the war to the enemy with a correctly defined moral and political purpose, we will not be able to have public backing for the war. The Jihad in the meantime will continue, for in the eyes of the Jihadis and the Muslim world, they have a clear moral and religious purpose, and divinely sanctioned to boot.

3. A Second Renaissance - Western Rebirth in Europe

Although I must admit that I find this scenario to be the least likely at this point, we should discuss the possibility of whether the Islamic threat will force the West to rethink its values and regain its strength. Can this be done, and how would this take place? Is it possible to avoid both major war and Eurabia or is this wishful thinking by now? The growth of Eurabia is closely tied to the growth of the EU. Perhaps we could derail Eurabia by dismantling the EU? Is there something we can do to avoid the breakdown of European democracy, either to an increasingly totalitarian Eurabia or to a resurgence of neo-Fascism?

The Jihadis have a clear moral purpose, and thus we, too, have to define an even more powerful moral argument as to why our cause is more just, more moral and better - not just to our public, whose unwavering support we need, but to many Muslims around the world. Hugh Fitzgerald from Jihad Watch recommends the containment option: Islam cannot be reconciled with Western ways, which means that we need physical separation as much as possible. Separation recognises, that at this moment in time, Islam and democracy are irreconcilable. Thus a separation leaves hope for the future for everybody. A war, which is where we are headed, will stop their progress, as well as cause a split within humanity that will be hard to patch up. The basic impulse of Islam is to expand into Infidel territory. Unable to do so, it will collapse quite quickly in historic terms, and thus release the 1.2 billion souls in its enslavement and bring about true freedom for them. What more can one ask for. To regain our moral purpose, we can thus cast our struggle against Islam as the emancipation of a billion slaves from a Fascist ideology. Which is indeed what it is.




“Eurabia” Defined, by Andrew G. Bostom

This political agenda has been reinforced by (and now mirrors) the deliberate cultural transformation of Europe. Euro-Arab Dialogue Symposia conducted 20 to 25 years ago, i.e., in Venice (1977) and Hamburg (1983), included recommendations, below, that have been successfully implemented, accompanied by a deliberate, privileged influx of Arab and other Muslim immigrants, in enormous numbers:

• Coordination of the efforts made by the Arab countries to spread the Arabic language and culture in Europe and to find the appropriate form of cooperation among the Arab institutions that operate in this field. • Creation of joint Euro-Arab Cultural Centers in European capitals which will undertake the diffusion of the Arabic language and culture. • Encouragement of European institutions either at University level or other levels that are concerned with the teaching of the Arabic language and the diffusion of Arabic and Islamic culture. • Support of joint projects for cooperation between European and Arab institutions in the field of linguistic research and the teaching of the Arabic language to Europeans. • Necessity of supplying European institutions and universities with Arab teachers specialized in teaching Arabic to Europeans. • Necessity, when teaching Arabic, of emphasizing Arab-Islamic culture and contemporary Arab issues. • Necessity of cooperation between European and Arab specialists in order to present an objective picture of Arab-Islamic civilization and contemporary Arab issues to students and to the educated public in Europe which could attract Europeans to Arabic studies.

In the wake of the continuing French intifada, Bat Ye’or’s analyses have profound implications for Western Europe - which may be incapable of altering its Eurabian trajectory; her research may be even more important for the United States if it wishes to avoid Europe’s fate:

Th[e] Eurabian ethos operates at all levels of European society. Its countless functionaries, like the Christian [devshirme]-janissary slave soldiers of past Islamic regimes, advance a jihadist world strategy. Eurabia cannot change direction; it can only use deception to mask its emergence, its bias and its inevitable trajectory. Eurabia’s destiny was sealed when it decided, willingly, to become a covert partner with the Arab global jihad against America and Israel. Americans must discuss the tragic development of Eurabia, and its profound implications for the United States, particularly in terms of its resultant foreign policy realities. Americans should consider the despair and confusion of many Europeans, prisoners of a Eurabian totalitarianism that foments a culture of deadly lies about Western civilization. Americans should know that this self-destructive calamity did not just happen, rather it was the result of deliberate policies, executed and monitored by ostensibly responsible people. Finally, Americans should understand that Eurabia’s contemporary anti-Zionism and anti-Americanism are the spiritual heirs of 1930s Nazism and anti-Semitism, triumphally resurgent.

http://fjordman.blogspot.com/2005/11/second-fall-of-rome.html

rb disse...

Ó anónimo anterior, não dá para fazer um resuminho. de preferência traduzido. :))

maloud disse...

Isto, aqui atrás, é normal?

AM disse...

Hehe

Um dia destes os Espectros :) fecham a caixa de comentários e depois isto torna-se outro Abrupto...

Ou será que...
aquilo ainda não fechou?
(será que alguém ainda lá vai?)

AMNM

Sílvia disse...

«O Filho do Homem tem de sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e pelos doutores da Lei, tem de ser morto e, ao terceiro dia, ressuscitar.»
Evangelho segundo S. Lucas 9,22-25.

pirata vermelho disse...

Tresleu, xatoo...
mas pode tentar escrever.

lavador disse...

pessoal, peço desculpa.
esta coisa está toda sobreposta.
Não dá para ler...

oh maloud e silvia.São vocês que estão a sobrepor-SE nos inglese que estão a opinar?
Isso é racismo, men.
SE não, deve ser algum arábico que está a terrorizar o nosso site.
TEMOS de tomar medidas.
Contra estes terroristas, men

lavrarvavardorlavarararvadorrrrrr disse...

não há duvida.
este monólogo, está fodiscado pelos terroristas .

vou aprender arabe

agualavadorrrrrrbrr disse...

xatoo

está?
estará... porquê?
Para Quê?
eu até só bebo água...

lavador disse...

oh vpv
levar a mal?
de certeza que o carneiro, marrou com os gajos do sapo... .

PT, não é?
ou pqp?
Vou dormir.
Mas..., volto.
porra, estamos pior que 24 de abril.
esta rapaziada, consegue sempre que o povo os põe no mando.a propósito,
onde anda o marocas?
o puto já começa a aparecer.
Então e não é que depois de 2 derrotas, ainda manda papos e "representou" portugal em 2 viagens na semana passada?
NÂO sente vergonha?
Ou será que supera a ignorância do povo?
Que ele continua a julgar que representa, porque o povo não o pode sacar dos tachos?

lavador disse...

este filme, continua marado.
há aqui coisa.
deve estar a ser investigado.
acautelem-se os pobres. Como eu.

RS disse...

Caro Pirata Vermelho,

As palavras que cita citei-as eu, n'A Sombra, de facto, mas são de António Baeta, do Local e Blogal, como menciono.
O seu a seu dono.

Fora isso, aplica-se perfeitamente.
Um abraço,
RS

RS disse...

Maloud:

Tem tudo a ver, não tem?
A nata da Nação...
Uma tristeza. Daria para rir também, se não fosse o nosso Parlamento...

Um abraço,
RS

Sílvia disse...

Caro Lavador,
em breve deixarei de ser uma "força de bloqueio" no mecanismo desta coisa. Sabe,é que ainda há poucos minutos quase fui atropelada...
Tenha esperança, homem!

maloud disse...

Lavador,
Um pouco atrás, não há muitos dias, incitou-me a continuar. Eu agradeci. Posso concluir que mudou de opinião?

pirata vermelho disse...

- o Dr. PV estava no país, com certeza
- quando, aqui no Porto
- que na altura ainda não era PP
- "atacado" por aqueles MLs todos
- da Polícia ou do Exército

Atente-se, sem enquadramento, (também não tem que valha a pena considerar) à toada de referência do discurso do programador de D.Maloud

pirata vermelho disse...

SILVIA!

Você é força de blo_quê?

Sílvia disse...

Pirata Vermelho,
dizem que eu sou "um osso duro de roer". Não queira, pois, experimentar, não vá a coisa correr mal e ficar sem os seus queridos dentes.

Anónimo disse...

sílvia said...

Pirata Vermelho,
dizem que eu sou "um osso duro de roer". Não queira, pois, experimentar, não vá a coisa correr mal e ficar sem os seus queridos dentes.

Pelas suas prestações neste espaço de comentários a silvia dura de roer não tem nada é insuportável, apenas isso, Insuportável com essa conversa de cabeleiro.

Conversas da treta num espaço que se pretende seja um espaço priveligiado de apresentação discussão e debate de ideias, a silvia não dá uma para caixa,apenas contribui para afastar pessoas que poderiam acrescentar valor aos debates, vá beber um chásinho com as amigas.

Sílvia disse...

"... um espaço priveligiado de apresentação discussão e debate de ideias..."

eheheheheheheheh!...

Anónimo disse...

sílvia said...

"... um espaço priveligiado de apresentação discussão e debate de ideias..."

eheheheheheheheh!...

Revelador da sua postura neste espaço, que não é seu, não é digna de comentar por aqui mas não o estrague,

Ruvasa disse...

O Dr. Freitas do Amaral, muito simplesmente, é...

Ruvasa disse...

... ou devia ser...

Ruvasa disse...

... mas infelizmente ainda não foi...

Ruvasa disse...

Acabará por ser...

rduarte disse...

Excelente vpv, as pessoas acham que por acreditarem nas coisas elas tornam-se realidade. É mentira.

Ricardo Duarte
www.contraditorio.com

Anónimo disse...

Freitas sempre foi , antes do 25 depois e agora...mas apenas da sua liberdade