segunda-feira, março 06, 2006

O DESENVOLVIMENTO

Já temos um “plano”. Já escolhemos outro "modelo". E até já fizemos uma visita de reconhecimento ao local. Agora só temos que nos transformar numa nova e próspera Finlândia – já que percebemos a tempo que não valia a pena aproximarmo-nos da Irlanda. E assim vamos queimando etapas. Até que o desenvolvimento chegue até nós por osmose.
ccs

109 comentários:

Marco disse...

Já era muito bom chegar ao nível da vizinha e próspera Espanha.

Anónimo disse...

Na Finlândia é tudo frio ; as gajas, os gajos, o clima, a cultura, a língua, e são parentes muito próximos dos atrasados mentais dos suecos. Prefiro o nosso manicómio.

João Boaventura disse...

American said:
"We have George Bush, Stevie Wonder, Bob Hope, and Johnny Cash."

Portuguese said:
"We have Jose Socrates, no wonder, no hope, and no cash."

Devaneios Desintéricos disse...

Bom...então quem me dera ser um atrasado mental sueco :P

Anónimo disse...

Be my guest

-pirata-vermelho- disse...

Constança, desenvolvimento?!

Este Estado-estado é, além de outras peculiaridades, um equívoco; aqui nunca houve qualquer forma de intenção de desenvolver fosse o que fosse. Somos, depois de afonso III (nós, os aqui acantonados) acomodatícios e oportunistas, São centenas de anos de falta de hábitos de trabalho autónomo e são 'outros 500' de falta de objectivo, projecto ou consciência de Estado. 'Isto', que está técnica e funcionalmente falido (institucionalmente também) só se reconfigurará após 'a invasão dos africanos'

Maria Alfacinha disse...

Oh João Boaventura;

eu já tinha deixado essa no post anterior...

Anónimo disse...

José da Silva Lopes defende que deve haver em Portugal um maior controlo da imigração ilegal em Portugal, um fenómeno que, de acordo com o economista, está a provocar mais danos do que benefícios à economia do País.

Reconhecendo que "tal como outros países europeus precisamos de imigrantes", o presidente do Montepio Geral lembra que nos países mais desenvolvidos, onde a população tem grande capacidade profissional, educação e formação, é preciso emigrantes para fazer as tarefas menos qualificadas, algo que não acontece actualmente em Portugal.

"Começamos a ter uma oferta de mão de obra portuguesa não qualificada bastante grande, proveniente das empresas têxteis e calçado que fecharam. Infelizmente essas pessoas não têm capacidade para ir para empresas de maior sofisticação tecnológica. E por isso, estão em concorrência directa com os imigrantes não legalizado", explica o economista, que, por isso, não tem dúvidas em afirmar que "somos descuidados na admissão de imigrantes ilegais".

Silva Lopes considera ainda que na maior parte dos casos "estamos a importar miséria" e que "não fizemos nada para atrair mão-de-obra de qualidade". "Vemos países como a Alemanha ou os EUA, que estão cheios de engenheiros e mesmo assim andam à procura de chineses e indianos de grande categoria. Nós não fizemos nada para que isso acontecesse. Pelo contrário, pomos todas as obstáculos possíveis", afirma.

E apresenta um exemplo concreto deste tipo de obstáculos. "No Montepio, quisemos admitir para a análise de risco um técnico russo formado em Lisboa e que vive cá há vários anos, mas não conseguimos", conta o ex-governador do Banco de Portugal, lamentando-se pelo facto de existir uma legislação que só deixa admitir um estrangeiro para um lugar caso não haja um português interessado. "Considero isto um escândalo. Não só não estamos a fazer um esforço para trazermos pessoas qualificadas, como andamos com proteccionismos de portugueses qualificados mas medíocres."

A entrada de imigrantes é apontada por Silva Lopes como uma das razões por trás de um crescimento da população activa nacional que se situa próximo de 1,5% ao ano.

Em relação à evolução do desemprego, o economista também não se mostra muito optimista. "Gostava de dizer que o desemprego ia diminuir, mas penso que, pelo contrário, ainda vai haver uma subida", afirma, antevendo um cenário de crescimento económico fraco nos próximos meses, nomeadamente ao nível da procura interna. Para o presidente do Montepio Geral, a perda de competitividade gerada pelo aumento dos custos unitários do trabalho acima da média europeia deve ser tida em conta, mas "a competitividade não depende só dos custos do trabalho".

Outro problema que preocupa Silva Lopes é o da crescente desigualdade nos rendimentos que se verifica na população portuguesa. "Uma das questões importantes, que não tem sido muito debatida em Portugal, é a da distribuição de rendimentos que é a mais desigual da Europa", alerta o economista, assinalando que "o que se vê actualmente é que os produtos de luxo vendem-se com fartura, enquanto nos produtos de primeira necessidade temos problemas". "É esta a sociedade que queremos", questiona-se, respondendo que "no Brasil é assim, mas não gostava nada que tivéssemos uma estrutura de rendimentos igual à do Brasil".


http://dn.sapo.pt/2006/03/03/economia/somos_descuidados_entrada_imigrantes.html

Anónimo disse...

já agora quero ficar proximo da Pamela para constatar o seu desenvolvimento

Anónimo disse...

O Silva Lopes já foi tudo neste país, e teve todas as oportunidades do mundo para fazer algo de positivo. Nada fez. Nada. É uma vaca sagrada. Estou farto deles. Agora, no Montepio, mais velho que o Matusalém, é que anda armado em carapau de corrida, com discursos de merda e moralistas. Já dei para esse peditório. Reforme-se.

/me disse...

É isso e colocar internet nos países africanos. É ver tudo a desenvolver-se!

Anónimo disse...

The show must go on

Anónimo disse...

Os blogs estão cheios de engraçadinhos de merda. Gente que diz umas piadas sem graça nenhuma e se ri à frente do ecran: EH EH EH

-Tenho imensa piada. EH Eh Eh

EH EH EH EH Sou um génio EH Eh EH

Mas não têm piada rigorosamente nenhuma

Anónimo disse...

Isto tem dias.
Nos pares, não precisamos de inventar a roda. Vemos como é que os outros fazem a roda, e copiamos. Temos os problemas resolvidos.
Nos ímpares, temos de encontrar a "via portuguesa para o desenvolvimento", porque a roda dos outros não nos serve.
Entendam-se.

Anónimo disse...

Eh, eh, eh...

Anónimo disse...

Eh Eh Eh

Anónimo disse...

He, he, he

Anónimo disse...

he he he esta foi boa ain?
he he he

Anónimo disse...

he he he genial sou genial he he he

Anónimo disse...

Isto tem dias.
Nos pares, não precisamos de inventar a roda. Vemos como é que os outros fazem a roda, e copiamos. Temos os problemas resolvidos.
Nos ímpares, temos de encontrar a "via portuguesa para o desenvolvimento", porque a roda dos outros não nos serve.
Entendam-se.

he he he isto é muita areia pra m inha camionete he he he

Anónimo disse...

É isso e colocar internet nos países africanos. É ver tudo a desenvolver-se!

E esta hei? he he he é muita boa esta he he he

Anónimo disse...

Olhei pra esta: he he he he he

já agora quero ficar proximo da Pamela para constatar o seu desenvolvimento

Ah Ah Ah Ah já não consigo parar de rir ah ah ah

Anónimo disse...

he he he he

Anónimo disse...

Olhei...repararam?... olhei

he he he foi piada he he he

Anónimo disse...

E esta ?

João Boaventura said...
American said:
"We have George Bush, Stevie Wonder, Bob Hope, and Johnny Cash."

Portuguese said:
"We have Jose Socrates, no wonder, no hope, and no cash."

Maria Alfacinha said...
Oh João Boaventura;

eu já tinha deixado essa no post anterior...

he he he he

Senaquerib disse...

Por este andar ainda se vai chegar à conclusão de que o melhor é começarmos por inventar a máquina a vapor.
Oxalá !, seria a nossa independência energética !

Anónimo disse...

A Finlândia tem uma coisa muito boa, que são os restaurantes com música para dançar. É óptimo. As gajas é que nos "raptam" das mesas, dançam como se fosse o último dia da vida delas..., e no quarto vale tudo menos arrancar olhos, grossas que nem um carro. Pois é, grande cultura, todas as semanas as gajas saem, os maridos ficam em casa,( e vice-versa), são normalmente encornados, riem-se muito, muito democratas e igualitários...Viva a Finlândia..eh,eh,eh....he,he, he

Anónimo disse...

he he he he

Anónimo disse...

um genio. um genio he he he he

Anónimo disse...

Piscoiso, qual das tuas tias é que já foi à Finlândia? eh, eh, eh

ccs disse...

sem querer desfazer na qualidade (e na quantidade) dos anónimos comentadores(?), tenho que admitir que esta caixa já viu dias bastante melhores...

Anónimo disse...

A Finlândia tem uma coisa muito boa no quarto vale tudo menos arrancar olhos he he he grossas que nem um carro ? he he he os maridos ficam em casa,( e vice-versa) he he he vice versa? he he
he

Anónimo disse...

No dia em que VPV e CCS vomitaram aldrabices abjectas sobre duas pessoas muitos furos acima deles (Teixeira Gomes e Clara Ferreira Alves), um anónimo lançou neste blog um curioso concurso. Vide Remoinhos, Costumes e Santanete.

Anónimo disse...

Oh CFA esquece isso he he he

Anónimo disse...

O que é que é COPROFILIA CFA ?

Anónimo disse...

Atarax - radical com a sua tosse

Anónimo disse...

As coisas que tu sabes... he he he

eu-é-que-sei disse...

Eu tbm uso osmose e até agora só desenvolvi caspa

Anónimo disse...

CCS não seja tão dura...É a malta a descomprimir..Foi um fim de semana e peras no blog, agora deu para isto. É natural...Só esse atrazado mental do concurso é que insiste. Cheira-me a grande loja do queijo...Já reparou que alguns "colunáveis" do blog passaram a anónimos? É a silly season..Nothing wrong with that.eh, eh, eh

Anónimo disse...

zazie, tina e sílvia, venham. Urgente.

Anónimo disse...

prefiro o Pirata

Anónimo disse...

NÃO VÃO VOMITAR MAIS MENTIRAS ABJECTAS SOBRE NINGUÉM. I FUCKEN SWEAR. BASTA DE IMPUNIDADE!

Anónimo disse...

Isto vai de vento em pôpa, CCS, até se afundar. Porque um barco, mesmo com o nome Espectro, não resiste a tanta sapiência e acutilância. Deixe-os debitar a cultura de cérebros de duas assoalhdas no Fogueteiro, e tenha esperança que depois morram de hemorragia cerebral. Ou jogue pela certa, o seguro morreu de velho, e controle o acesso ao barco. Não é preciso ser só para quem tem cérebro de casa na Lapa, mas, com franqueza, duas assoalhadas no Fogueteiro...

Anónimo disse...

Ouve lá anónimo das 11:55 PM e concursodependente; trás a tua mãe para o blog. Talvez ela tenha uma história gira sobre o teu pai.eh, eh, eh

Anónimo disse...

E o da 11:58 PM também. És muito giro, seu PIDE de merda.

Anónimo disse...

O que gostei mais de ver na TV foi a carinha do ministro da Economia. Tão deslumbrada, tão estilo criança a abrir as prendas de Natal. Se o ridículo matasse o homem tinha caído no chão - e ficávamos livres dele.E o ar do ministro Mariano Gago também não era melhor, nem o do primeiro-ministro. Esta gente não respeita a função que desempenha.

Anónimo disse...

NEM ESCREVER PORTUGUÊS SABES. TRÁS É ONDE TENS O CÉREBRRO. TRAZ É DO VERBO TRAZER.

Anónimo disse...

Mais vale um andar no Fogueteiro pago, do que um na Lapa hipotecado, e tu a e tua mãe a atacarem no Parque Eduardo VI para o pagarem, ou a viverem como as manas Jardins dos lanches e jantares da Caras.

Anónimo disse...

Obrigado, como queiras, mas o importante é que venha a tua mãe contar umas histórias.

Maizum disse...

Alguém aqui é capaz de me dar uma boa tradução de "bully" para português? Obrigado.

Anónimo disse...

Bully que? bully caime?

Maizum disse...

precisava também de um exemplo prático de cobardia mas o amável anonymous das 11:55 já forneceu vários. mais uma vez obrigado.

Anónimo disse...

Não vale a pena preocupar-se com os erros ortográficos, ontem havia um que queria cozer as meias, olhe para os sintácticos, são muito mais divertidos e revelam a falta de capacidade de ordenar as ideias. Não perca a oportunidade de aferir a capacidade de aprendizagem dos nossos alunos, Anónimo das 12:03

Anónimo disse...

é verdade o das coZeduras sempre correu com a Marilû?

Anónimo disse...

"Bullying is when someone keeps doing or saying things to have power over another person.
Some of the ways they bully other people are by: calling them names, saying or writing nasty things about them, leaving them out of activities, not talking to them, threatening them, making them feel uncomfortable or scared, taking or damaging their things, hitting or kicking them, or making them do things they don't want to do.
"

Sílvia disse...

Chamaram por mim?
Os anónimos resolveram atacar de novo na sala escura? Mas isto, por acaso, é um balneário público?
Ora vamos lá acender a luz, fazer um exame de consciência, rezar três avé-marias e deitar. Vamos lá!
RÁPIDO, ou querem que eu chame o homem-aranha?...
Vá lá, portem-se bem!
Boa noite.

Anónimo disse...

Prontos pá ; vou dar de frosques. Amanhã é bulir...
P.S.- Anónimo das 12:03, quer ordenar as ideias ? Arranje outro dealer, porque aquilo que anda a consumir é muito mau.

Anónimo disse...

A Constança diz ja viu, ou coisa parecida, melhores dias no bloog.

Tambem acho, a começar pela sua propria mensagem.

Antes de fazer a critica "surda" á viagem á Filandia, era fazer a critica ao nosso sistema de ensino.

Tem esse dever, é jornalista politica, ou deixa-se embalar pelo que contam os seus entrevistados.

Investigue se isto é verdade ou não:

Temos + - 200 mil prof, para uma população de 800 mil alunos (basico, secundario e universitario e tecnico).

Ora diga-nos lá se os nosso alunos sabem de matematica, de fisica, de Ciencias?, não sabem, porque? porque 70% dos professores são de historia e humanisticas.

Então diga-me la, qual e a volta a dar

Anónimo disse...

Sílvia, chamei minha querida, mas agora xi-xi, cama..Fica para a próxima. Um grande bem haja para si.

Anónimo disse...

Homem Aranha? para mim sai a Mulher Policia

Anónimo disse...

CCS, está ver ? Voltou tudo ao normal e em força. Foi um momento de descompressão. Descompressão por descompressão, aqui é mais barato...

Anónimo disse...

De facto, se a maioria dos comentadores deste blog reflectir a consciência cívica deste país, não vamos longe. Não há dúvida. Isto está mesmo mal.

Maizum disse...

CCS,

porque não censura de uma vez os palermas dos anonónimos e nos poupa a tão triste exibição de pobreza de espírito? Para porcarias destas mais vale "postar" nos chats de irc...

PS: de bom grado me registo no Blogger se necessário... :o)

Anónimo disse...

Isto já esteve melhor, mas tem que ir ao histórico. Depois passou-se a crise de crescimento própria da adolescência, em que abundam o palavrão e as "bocas". Agora está na fase adulta, e não se pode pedir excelência, a quem cresceu só dizendo asneiras e nunca foi corrigido. Que é que esperava?

Anónimo disse...

Eu também, se o acesso for condicionado.

Maizum disse...

Eu para ser franco não esperava muito mais do que isto. Mas fico também maravilhado com o milagre que é criaturas possuidoras de mentes tão torpes serem capazes de escrever frases completas e propôr concursos.

Anónimo disse...

Façam um condomínio fechado das dondocas e dos totós.

Anónimo disse...

Então vá um pouco atrás e deslumbre-se.

Anónimo disse...

Não é preciso um condomínio fechado. Basta limitar o acesso a quem incomoda e perturba a ordem social. Qualquer PSP gratificado seria competente, para detectar a olho os delinquentes.

Maizum disse...

Obrigado mas sou capaz de deixar para uma outra oportunidade. :)

Anónimo disse...

Quais delinquentes? Os que inventam e divulgam porcarias sobre Teixeira Gomes e Clara Ferreira Alves?

Mas gosto de saber que gratifica PSPs.

Registo. É um dado novo. Isto já começa a render.

Anónimo disse...

Todos os delinquentes. A lei não é igual para todos? E, não me diga, que não sabia que a PSP faz esses trabalhos gratificados? Esteja atento quando eles falam das suas, deles, reivindicações. Foi assim que eu soube.

Anónimo disse...

Olhe filha, durma descansada que não volto a entrar no seu antro. Parece que já me pegou sarna. Mas vou guardar a ideia do concurso nacional de podres para quando se puser a lançar lama sobre pessoas suas muito superiores. Intelectualmente, profissionalmente, eticamente.

Anónimo disse...

Frase da noite:

«Não é preciso um condomínio fechado. Basta limitar o acesso a quem incomoda e perturba a ordem social. Qualquer PSP gratificado seria competente, para detectar a olho os delinquentes.»

Anónimo disse...

Bom, depois de avistado o relatório que contém o tal indíce de desenvolvimento humano e comparando tal mudança de paradigma governamental, posso sugerir outra opção que não a osmose?
É muito simples, na verdade. Ora, ao fim de um ano de mandato, mudamos do "sistema" irlandês para o finlandês, o que segundo o tal relatório implica uma descida do standard em 4 posições:

Do 8º, Irlanda, para o 13º, Finlândia.

Ignoramos 4 países.

9º Bélgica, 10º Estados Unidos, 11º Japão, 12º Holanda.

Segundo a mesma lógica, o "país das maravilhas" seguinte será, ao segundo ano de governo, a Itália, 18º Classificado.

Aqui serão ignorados outros 4 países.

14º Dinamarca, 15º Reino Unido, 16º França, 17º Áustria.

Ao 3º ano temos Israel, em 23º.

Ignorados serão:

19º Nova Zelândia, 20º Alemanha, 21º Espanha, 22º Hong Kong.

No quarto ano, teremos como modelo de desenvolvimento o 28º classificado, a Republica da Coreia (SAR) (suponho que do sul...).

É natural que assim seja, pois se nos afirmassem que um dia seríamos uma Bélgica, uns Estados Unidos, um Japão ou uma Holanda rapidamente diríamos que estamos a ser gozados.

A mesma coisa que aconteceria se nos falassem em Dinamarca, Reino Unido, França, Áustria, Nova Zelândia (este eu até engolia, mas está bem à nossa frente...), Alemanha, Espanha (era óbvio demais, não era?) e Hong Kong.

Agora pensem nos países que esta lógica matemática vos oferece.
Irlanda - Pelo desenvolvimento apresentado num curto espaço de tempo; Aposta nas tecnologias como forma de desenvolvimento.

Finlândia - Pelas dificuldades vividas em período recente, com agravamento do défice comercial e excessivo desemprego.

Itália - Terra de cultura e religião, suponho que será uma tentativa de transformar o país num ano em um país que valha pelo seu património histórico, e pela sua cultura (bailhamedeus).

Israel - Vou-me abster desta. Façam o vosso trabalho de casa.

Republica da Coreia - "Hã? Republica da Coreia? Esses gajos são mais desenvolvidos que nós?"

Aqui está o busílis da questão. A resposta é não. Ainda não. Mas já perdemos um lugar para a Eslovénia. Ah, e a Republica da Coreia está mesmo colada a nós:

24º Grécia, 25º Singapura, 26º Eslovénia, 27º Portugal, 28º Republica da Coreia.

E isto foi em 2005. Vamos bem. A viagem à Suiça foi só para confirmar que eles só estão à frente da Irlanda por causa da neve. “Pá, temos de baixar o standard, senão não atingimos o target.”

Qualquer coisa assim. De certeza que o “Pá” está lá.

Suponho que ficou longo demais. Perdoem-me, mas estou desempregado e não tinha mais nada que fazer.

H. Ramos disse...

Gostei. O meu outro "nick" ou "blogonick" ou lá como lhe chamam é parecido. Mas foi assim que me designaram, e, sendo eu um ser extremamente paranóico, sempre que quiser assinar um post ou comentário mais "fora de mão", por assim dizer, vou usar este. Gostei. Ah, e eu não estou desempregado. Mas podia estar.

H. Ramos disse...

Downgrading? Será isto?

Anónimo disse...

Muito certeiro um post sobre isto aqui: Kontratempos.

aNtonio disse...

eheh, um dia aqueceram-me as orelhas por escrever filandia (uma finlandesa). Pelo menos estou em boa companhia, a CCS tambem :)

O poste no komtratempos esta bastante bom.

Anónimo disse...

Os países ricos com um forte estado social têm uma virtude: sabem gerir!

Se não se acabarem com interesses corporativos instalados nos vários poderes, e mais ainda, com a corrupção, continuaremos ver a Finlândia por um canudo.

Afinal continua a haver diferença entre inteligência e esperteza.

Anónimo disse...

Como se vê, "o acesso de todos à net", só por si, pouco poderá resolver. A maioria lê e não percebe, não tem nada para dizer, mas não resiste a um "comentário", insultando quase sempre.
Na escola que o PM visitou, como foi noticiado, pratica-se o princípio da responsabilização: se há um problema com qualquer aluno cabe à escola resolvê-lo.
Foi este país, a Filândia, que há tempos apareceu numa notícia interssante sobre Portugal: se acabássemos com a corrupção estaríamos ao seu nível. Consultem a tabela acima e vejam quantos lugares subiríamos.
Por último uma referência ao "prós e contras" de ontem, onde ficou esclarecido que o acesso à informação é um direito dos cidadãos; só que, para aceder a esse direito é necessário haver quem informe. Daí que seja estranho, a menos que a verdade incomode muita gente, que estes jornalistas prestando um serviço essecial, estejam a ser alvo de torpes comentários pessoais.

Anónimo disse...

.,..pois- e para cada turma há 2 professores:um deles para ajudar os que mais dificuldades t~em.Não precisam, pelos vistos, de aulas de substituição ou de quem os «entretenha» e mantenha quietinhos (lembram-se: ou 'stás quetinho ou levas no focinho»?

Anónimo disse...

o país desenvolve-se por milagre é a ler e a escrever que está tudo mal e nao há nada que valha a pena.

é a ler e escrever blogs que isto vai para a frente, e a dizer que a irlanda e a espanha é que sao bons

Anónimo disse...

Os blogs são bons para o seu desígnio original: partilhar e desenvolver ideias. Chatas são as pessoas que deturpam esse objectivo. À lá bomba atómica.

Anónimo disse...

usam os blogs para propaganda politica. Tristeza

Anónimo disse...

A Filândia é a sociedade de informação mais avançada do mundo e, na Europa, é a economia mais produtiva e competitiva. Chegaram a este patamar porque tinham um elevado nível de formação. A escola aparece-nos sempre no caminho e não há que fugir disto: é preciso estudar. O acesso aos computadores é um instrumento, mas não mais do que isso.
Uma maneira de avançar é seguir os bons exemplos: ver como eles conseguiram e tentar imitá-los. Oxalá conseguíssemos.

Anónimo disse...

Como a Finlândia? Daqui a quantos anos? Só para parvo rir. Na Finlândia não há este solinho que nos aquece e nos dá aquele bronze de invejar - (é naquilo que somos melhor: trabalhar para o bronze) - mas há livros mais baratos que em Portugal, há trabalho a sério e há, sobretudo, respeito pelo trabalho dos professores.(sim, tudo passa pela educação). Os alunos sabem, desde a pré, que estudar é mesmo trabalhar, não é passear livros debaixo do braço. Aqui, o que perdomina é: aquela nem ensinar os alunos sabe; aquela não sabe impôr a disciplina na sala de aula e aquela é nada mais, nada menos, que a professora dos filhos destes broncos que não têm nem educação, nem respeito, e por isso transmitem estas ideias aos rebentos que olham para o professor como um ser desprezível e que apenas serve para dar notas . Ai dele se não der uma nota muito boa à criança! É um estúpido que nem avaliar sabe, dizem logo. Esta é a realidade portuguesa, que não tem nada a ver com a educação, simpatia, respeito e profissionalismo dos finlandeses. Esses sim, até se podem dar ao luxo de ter aqueles cafés magníficos com áreas bem definidas para todos os gostos - desde os gays ao 'retro'. Aí sim, vale a pena viver, mesmo com frio e pouco sol, Aí sim, há respeito e é-se respeitado; aí sim, os alunos vão aos museus não para não ter aula porque vão a uma visita de estudo, mas exactamente para estudarem de modo diferente. Que bom seria Portugal aprender com esta gente! Mas como pode aprender se quem lá vai são os mesmos do costume com as viagens pagas à pala dos nossos impostos? Vão eles e a família deles, o que ainda é mais grave - aliás, é pornografia pura aquilo que se faz com as viagens destes srs. dos governos, das presidências, das assembleias. Portugal está a saque há décadas e repare-se que eu não sou nenhuma saudosista do 24 de Abril, bem ao contrário. Mas chegou a altura de dizer: basta, estou farta de tanta hipocrisia e tanta expropriação em prol duma cambada de carneiros que não fazem nada e ainda gozam com as nossas caras, duns 'tendeiros' ou talhantes que votam e que acabam por eleger aquilo que de pior existe no 'mercado'. É muito triste ter de me sujeitar a tanta mediocridade. Posso dar o fora, lá isso é verdade, mas...

Maizum disse...

caro anónimo das 12:12 PM,

de imitações está este país cheio e não nos serviu de nada! aprender com os outros? talvez... mas não basta...

Maizum disse...

E já agora.

Ao anónimo das 10:43 AM:

Uma escola que não pratique o princípio da responsbilização só pode ser uma não-escola. Haverá disso (não-escolas) cá em Portugal? Acredito que haja, aliás os desconstrucionistas e os estruturalistas e outros que tal ainda são muito apreciados por cá.

Anónimo disse...

Muito bem anónima das 12.55. Belo trecho. E em acordo, coloco-lhe uma questão como ajudar a mudança? Envolvência na vida política é uma anedota (outro comnetário dizia que quem tem ideias e quer mudar é excluído). O não voto é uma farsa. O caminho passará por uma cultura de exigência?

Anónimo disse...

A Filândia não é um país prostestante? Se for o caso, talvez esteja aí o segredo do sucesso e a razão porque não pode ser um bom modelo para Portugal... Infelizmente...

Anónimo disse...

Alguém viu por aí algum um Finlandês ou Finlandesa? O que é um Finlandês ou uma Finlandêsa? Parece que falam aquele lingua com os ós cortados, ou é lá perto?Alguem sabe o que ele pensa, o que ele diz e o como ele diz o que pensa? Assim de repente, lá em cima, no norte, parece que são melhores que nós, têm melhores políticos, cientistas, etc. Nós temos boas touradas. Dá para copiar o "sistema" deles, ainda melhor. Espero que não me chateiem muito com isso. Não quero mudar, não quero ter melhor salário, não quero ter melhor educação nem melhor saúde para todos, quero fugir aos impostos o mais possível, quero ter 2g/l de taxa de alcoolémia e morrer nas estradas como os tordos. Quero dizer mal de tudo e de todos, trair os meus amigos sem complexos de culpa, ser "ziguezagueante". Não me chateiem, merda. Arranjem uma vida e vivam-na se conseguirem.

Anónimo disse...

O anónimo das 2:45 escreveu um Manifesto que vale a pena ler. Ou será o retrato do português?

José Ferreira disse...

A Finlândia ? Nem daqui a vinte anos !!
A Irlanda ? Fomos ultrapassadíssimos. Para recuperar: dez anos.
A Espanha ? Adeus, adeus ...
A Suécia ? Pois, está bem...
Temos de pensar pequeno, pequenino.
Não podemos sonhar grande e muito menos alto.
Gostamos de insónias.
Somos mesmo provincianos.
Se alguém faz: é maluco.
Se não faz: está acomodado, não passamos da cepa torta.
Viva o Benfica.

Sílvia disse...

Seria muito bom que os portugueses desenvolvessem o hábito de planificar a sua sobreviência no planeta, a médio e a longo prazo, de acordo com as suas necessidades e recursos. Seria bom que esse hábito, com o tempo, se pudesse transformar em carácter. Mas, para que um dia isso venha a acontecer, será necessário, antes de mais, conhecimento próprio, auto-disciplina, organização e capacidade de aprender com os seus próprios erros e com os bons exemplos que nos circundam no contexto europeu.
No caso da Finlândia,como toda a gente sabe,o clima frio obrigou-a a ser engenhosa e organizada a fim de sobreviver aos rigorosos invernos, o que lhe permitiu, ao longo do tempo, a construção de um carácter forte e humilde. E depois, já agora, beneficia do espírito Protestante...
Isto para dizer que enquanto tivermos um Inverno molhado nunca nos iremos preocupar seriamente com a eventual seca dos meses seguinte, porque o constante e belo canto da cigarra nos delicia as noites e nos embala no sono a cada Verão que passa.

Anónimo disse...

Com a curiosidade aguçada por um artigo no Expresso que falava da falta de interesse da juventude no futuro político-económico do país, e com o espirito de resolução de problemas que me caracteriza, resolvi fazer umas simples contas, e cheguei a uma conclusão, muito obvia, poderão achar, mas mesmo assim, resolvi partilhá-la.

Vejamos o primeiro facto: Sendo o motor económico Português a sua população (sensivelmente 10 milhões e 5,5 milhões activos) e se cada um de nós produziu em 2004 o suficiente para o PIB anual totalizar qualquer coisa como € 130.500 (*106), fruto do trabalho diário acumulado durante um ano, podemos inferir que cada cidadão produziu € 36 por dia. Onde eu quero chegar é, se cada cidadão contribuir com um acréscimo de €1 (UM Euro) por cada dia de trabalho (e mesmo descansando como merece nos seus 22 dias de férias, fins-de-semana e feriados), o nosso crescimento económico no final de 2005 poderá atingir um valor superior a 2,5%!
E é obvio que os Portugueses até conseguem melhor do que este objectivo que agora proponho. Mais um Euro por dia. Acredito até que esse objectivo possa ser largamente ultrapassado, pois se aproveitarmos a união, o orgulho e a mobilização nacionais deixados pela campanha do Euro 2004, conseguiremos novamente surpreender o mundo e até a nós próprios.

Parece fácil. E é!
Basta lembrar-mo-nos todos os dias que podemos fazer a diferença apenas se produzirmos mais um Euro. Façam-se campanhas a publicitar este facto!
Então porque é que nunca ninguém propôs este pequeno desafio aos Portugueses?
Porque os nossos líderes são políticos (natos nums casos e noutros nem tanto) e não gestores, e perdem-se constantemente nas suas demagogias e na caça aos votos.
Não é com discursos que se anima o Povo, é com propostas de acção que todos entendamos!

Os resultados vão ser claros e visiveis para todos: maiores aumentos, mais investimento do Estado em àreas chave, maior actractividade da nossa economia aos olhos de potenciais investidores e menores impostos. E assim se iniciará um ciclo vitruoso. Todos os Portugueses vão ter orgulho de dizer no final do ano que o seu contributo foi importante! Todos vão sorrir, dizendo como foi fácil fazer a diferença.
Já passou a hora de dependermos dos políticos para estratégias. Tomemos o destino do País nas nossas mãos! Sejamos todos um gestor de topo!

De igual forma, não se entusiasma os jovens com demagogia, mas falando numa linguagem que todos entendemos, com propostas realistas e concretas, e porque não dizê-lo, até fáceis de atingir.
A mudança de Estratégia para Portugal tem de passar pela consciencialização de cada um de nós de que podemos fazer a diferença, mesmo no nosso dia-a-dia.

É notória a falta de alternativas políticas que de momento vivemos, e a visível dificuldade que os partidos políticos têm em mobilizar o povo. Até agora foi: obviamente porque eu sou PS, e eu sou PSD não concordamos ideologicamente, por isso deixemos quem é do partido do poder trabalhar, que eu descanso.
Mas a partir de agora tem de ser: Eu quero o melhor para Portugal, por isso sou eu que vou fazer a diferença, esteja lá quem estiver!

Em suma, é com apenas um Euro por dia que podemos melhorar Portugal. Quem está disponível para mostrar o que vale?
Mobilizemo-nos para provar mais uma vez o grande povo que somos.

E voçê, ja produziu mais um Euro hoje?

09 Março de 2005 (sim 2005)!
in: http://www.respostasja.blogspot.com

Anónimo disse...

O lixo da blogosfera está cá todo.
Carlos medina ribeiro, estás a fazer falta! Já veio a Silvia.
Tambem falta a cris e a malou.

aNtonio disse...

Nao sei se o que é mais deprimente,
se a ignorancia que as comentarios expoem,
se o facto de as pessoas se sentirem qualificadas para dar lições quando nada sabem.
Deve ser esta a maior ignorancia.
öhö

Jose Sarney disse...

"Isto para dizer que enquanto tivermos um Inverno molhado nunca nos iremos preocupar seriamente com a eventual seca dos meses seguinte"

Não.

Eu prefiro aqueloutra, do General Romano: "que havia um povo que não se governa, nem se deixa governar". Na Ibéria, claro! Seriam os Andaluzes? Nã me parece....

Anónimo disse...

e o que sabe o "antonio"? deve saber de tudo um pouco...especialmente acerca de depressão.

O facto de alguem nao se identificar, nao quer dizer que não saiba do assunto de que fala.

"ignorante" é um comentário como o seu.

Anónimo disse...

Tudo é deprimente, António. Até a falta de capacidade para verbalizar uma ideia simples é deprimente. Mas, pelo menos, temos o retrato do país que somos.

Anónimo disse...

Anónimo das 4:45 PM: muito bem pensado e melhor dito.

Anónimo disse...

Anónimo das 12.55 - de facto tudo passa por uma cultura de exigência e de grande profissionalismo. Não se pode continuar a fazer 'cócegas' ao papel para fingir que se está a trabalhar e eu sou de facto fã das elites - isto é, excelência: nas mecânicas, nos taxistas, nos empregados de mesa, nos profs, pois claro, e 1º que tudo, porque por eles passa a formação, e por aí fora. Não é fazer ghetos ou desprezar os que são menos dotados, porque numa sociedade plural todos têm lugar e todos são úteis, mas há que dizer: cada macaco no seu galho, porque ter uma modista (ainda existem?) ou um empregado de comércio qualquer que tem uma formação superior não é desprezo, é valorização. Se todos forem atendidos por pessoas com qualificação,o país avança qualitativamente e com cara alegre, mas para isso é necessário que se acabem com as capelinhas, com o olhar para o nosso umbiguinho, com os salários de miséria terceiro mundista e com a mania dos canudos de DR. Não tenhamos ilusões - somos todos iguais? Talvez, só que uns são mais iguais que outros e é aí que reside o nosso atraso. Todos querem ser doutores e isso implica, nessas cabecinhas pensadoras, que ter DR é fazer menos, porque ainda há muito aquela mania: 'trabalhar que trabalhe o preto porque tem a venta larga'. (que me perdoem todos os africanos, e que todos acreditem que isto não é racismo, é apenas para lembrar alguma mentalidade portuguesa que ainda dura no sec.XXI)
POr curiosidade, acrescento uma experiência pessoal: trabalhei em empresas privadas e sempre disse que me fazia muita confusão aquela 'malta' da f.pública que eram tantos a fazer nada e até costumava dizer por graça: 'coitados'se estivessem numa privada só estavam dois dias porque o patrão mandava-os logo embora. Qual o meu espanto, quando no sábado vou ao HSMaria e vejo que as 'meninas e meninos', das consultas, agora trabalham em 'open space', o que quer dizer que trabalham mesmo à vista dos utentes. Já não fazem aquelas 'cócegas' ao papel atrás do balcão e isso traduz-se em maior rapidez e mais simpatia por quem recorre àqueles serviços. Pelo menos na marcação de consultas é mais rápido. Pode ser que isto arranque e aí podem copiar a Finlàndia e a Irlanda e o investimento que eles fizeram em relações públicas a sério - não a daquele bom dia muito enjoado, mas a da eficiència profissional e simpatia a valer de quem faz o que gosta sem ser frete. Desculpem os desabafos e o texto tão longo.

sniper disse...

Espero que o nosso PM saiba que a Finlândia chegou a este patamar, porque tem energia barata e abundante. Tem cinco centrais nucleares e estão a construir mais uma, se não me falha a memória. Se errei, é por pouco. Em Portugal é tabú...Bom, sem ovos não se fazem omeletes..., tenham lá paciência. A matéria prima é diferente...Mas há mais...Acho que ele foi lá gastar dinheiro dos contribuintes.., e publicidade à borla à Nokia. Falta de chá e ética.

Anónimo disse...

Olá Sniper, já leu o Philip Roth? Ainda não passou à clandestinidade? Nem imagina quantos passaram. Isto foi uma razia. Agora temos os anónimos da 1ª geração, a matilha da 2ª, que ontem elevou o debate {atingimos o princípio de Peter}, e os da 3ª bem reconhecíveis, embora da ironia risonha, se tenha passado para a sarcástica. Leia e delicie-se. É verdade cuidado com o chat, embora com os anónimos sejam mais tolerados. Gostos!

Anónimo disse...

Desculpe mais esta achega. Falar de falta de chá no Espectro! Então a matilha que anda toda para aí a uivar, chamando pelo chefe, não tomou bules e bules de chá em pequenina? Se não tomou, disfarça muito bem.

Anónimo disse...

Entre produzir biodiesel e construir um aeroporto e/ou um tgv, o que você escolheria? Você decide.

sniper disse...

Preferia uma central nuclear, meu caro.

Anónimo disse...

Também eu... Mas 2/3 do parque automóvel nacional continua a ser a gasóleo... Já agora, a Finlândia tem 4 e está a construir mais uma, a entrar em funcionamento em 2009.