domingo, fevereiro 05, 2006

TOLERÂNCIAS...

Daniel Oliveira, o mesmo Daniel Oliveira do Bloco de Esquerda, especialista nos vícios da Igreja e na denúncia dos seus escandalosos abusos, apareceu ontem na SIC-Notícias como o grande defensor do direito à indignação por parte dos que se sentem justamente ofendidos nos preceitos da religião. O direito à indignação explica tudo o que se passa no Islão: multidões em fúria, exigindo vingança e queimando bandeiras dinamarquesas; retaliações diplomáticas; ameaças de bomba; destruição de embaixadas; sanções económicas. Para Daniel Oliveira, são simples manifestações de quem se sente ultrajado nas suas mais profundas convicções. Qual é o problema de se queimar, aqui e ali, uma bandeira, num legítimo acesso de indignação? Os que se sentiram ofendidos com a caricatura do Papa com um preservativo no nariz, não fizeram também…um abaixo-assinado? Se uns se entregam à violência de um abaixo-assinado por que não hão-de os outros queimar pacificamente umas bandeiras e destruir duas ou três embaixadas? Pois é! Não perceber isto é não perceber o essencial de uma esquerda complexada que faz gala no ataque à Igreja para melhor poder… respeitar o Islão.
ccs

87 comentários:

Anónimo disse...

Quando João Paulo II já estava moribundo no leito da morte, o Daniel Oliveira no mesmo jornal fazia piadinhas de gosto duvidoso sobre as freiras polacas que acompanhavam o papa nos seus últimos dias de vida.

A mim indignou-me profundamente. Mas pelos vistos errei, não deveria ter ficado pela minha simples e solitária indignação. Para a próxima a ver se arranjo uns cocktails molotov.

Anónimo disse...

Tem toda a razão. Eu é que fico na dúvida de onde virão os nossos piores inimigos: se do nosso meio, se de fora.

/me disse...

Na mouche.

Sílvia disse...

Uma explicação para o que se está a passar no Islão em wwww.vaitepoesia.blogspot.com

josé disse...

Não se deve dar importância a patetas.

Paulo Pisco disse...

Assim andam os "complexos" da esquerda. Já não é preciso "relativismo" agora compara-se o incomparável.

Éme disse...

Ó Constancinha, quem é Daniel Oliveira?

Pedro Botelho disse...

Experimente a Constança Cunha e Sá, ou o Daniel Oliveira, ou quem quer que seja, publicar umas anedotas bem dirigidas sobre a outra religião -- aquela em nome da qual se rouba a terra a um povo por via dumas contratações neolíticas, e depois ainda dele se exige tributo e homenagem por cima, como, de resto, de todo um mundo pedrado de "Holocausto" ininterrupto, e à beira de uma nova guerra mundial catastrófica -- e logo verão o que é bom e bonito...

Raskólnikov disse...

Esse Daniel Oliveira qualquer dia tb apoia os monarquicos porque tb são uma minoria.

E ouvimos(?!?) nós esse senhor.

Hasta

esgoto disse...

de contradição em contradição até ao descalabro final.

Euroliberal disse...

O pensamento politicamente correcto de CCS:

1) um jornal escreve um artigo contra os "pretos": é processado por racismo. Não pode escrever.

2) um jornal escreve um artigo contra os judeus: é processado por anti-semitismo. Não pode escrever.

3) um jornal escreve um artigo insultando todos os muçulmanos através do seu Profeta: ah, aí aplica-se o principio da liberdade de imprensa. Pode escrever...

piscoiso disse...

Sobre tolerância e intolerância, a minha tia Papoila gostava de perguntar à Dona CCS porque censurou um comentário, onde se sugeriam screen-savers e backgrounds sobre o “tardo-soarismo”.

Anónimo disse...

Olá !

Só vos digo uma coisa: esta história dos BLOGs é uma janela de ar fresco para quem se quer manter realmente informado sobre o mundo.

Excelente post! Parabéns!!
Rui

zazie disse...

Caríssima Constança,

Ultrapassando o facto do visado não ter estatuto de pódio com que valha a pena perder tempo, tem toda a razão.

E dizia-lhe mais. É precisamente por aí que é bom ter os olhinhos abertos e ver quem são os actores de muito barulho que aparece na praça pública.
Os lobbies, os lobbies e os processos e as perseguições à Igreja Católica já têm na nossa santa terrinha um grupinho onde ainda ninguém se lembrou de meter o nariz. E valia a pena.

Porque nos tempos dos mata-frades a Igreja Católica ainda tinha peso mas hoje em dia atacá-la é pura cobardia sustentada pelas cruzadas politicamente correctas

zazie disse...

e o Daniel Oliveira é mero actor secundário nisso tudo.
Só se lhe pode assacar os efeitos de propaganda e servir de exemplo para essa caracterização da esquerda caviar republicana e laica e arauto do Admirável Novo Mundo

Os processos, as perseguições, os finaciamentos, os advogados, as ligações ao poder nem lhe dizem respeito.

zazie disse...

e parabéns, excelente post, que me esquecia de o dizer!

MªLurdes Delgado disse...

Eu vi o Eixo do Mal e penso que a Clara Ferreira Alves argumentou de forma demolidora e o José Júdice denunciou como e porque entramos neste circo bárbaro. Cá por casa eu tenho uma simpatizante do BE, partido do Daniel Oliveira, que ontem dizia de forma inflamada: "Eu estou-me a borrifar para o politicamente correcto! Já nem os posso ver! Na minha casa mando eu! Ponham-nos dentro de uma cerca e que se lixem!" Enganam-se se pensam que tem 15 anos. Faz hoje 30. Podem-lhe dar os parabens que eu transmito.

Sílvia disse...

Querido Zazie,
olha que eu sou republicana e católica de esquerda praticante e, no entanto, abri uma pequena guerra particular contra a Opus Dei..., porque será?

Manolo Heredia disse...

Nós podemos estar a favor ou contra a liberdade de acender fósforos dentro da nossa casa.
Por im, se sentir cheiro a gás vindo da casa do meu vizinho, não acendo fósforos. Nem dentro nem fora da minha casa. Puro instinto de sobrevivência. Deixem-se de disfarces!

aff disse...

Daniel Oliveira tem razão numa coisa, em países islâmicos nunca que eu saiba se fez caricatura de simbolos cristãos. É uma questão de reciprocidade. Apesar disso é um facto que religião é um assunto em que a reciprocidade não deve contar. E aqui de facto ele terde a razão e vem a despropósito.

Daniel Oliveira disse...

Cara Constança,

Eu diss que eram aceitáveis actos de indignação pacífica (o programa foi gravado antes dos incêndios a embaixadas, que por isso não foram referidos). Queimar uma bandeira é um acto de liberdade de expressão que eu nuca condenari mais do que qualquer outro.

De resto, referi que nada tinha contra a publicação dos cartoons. Apenas esperava igual utilização da liberdade de expressão para com os judeus e católicos. Exactamente porque já usei dessa liberdade de expressão (tendo sido insultado e até ameaçado por isso) me sinto completamente à vontade para dizer que a indignação (desde que pacífica - o que não inclui ataques a embaixadas) é tão legítima como qualquer outra expressão de opinião.

Porque podemos nós gozar com Maomé e não podem os muçulmanos queimar as nossas mandeiras (e nãoas nossas embaixadas)?

Daniel Oliveira disse...

As nossas bandeiras, claro.

zazie disse...

aff,

nos países islâmicos não há liberdade de sátira. Mas há martírio público a mando do Estado.

A diferença é só essa.

Se andassem para aí cristãos a fazer-se explodir em nome de Cristo era mais que natural (e legítimo) que se fizessem caricaturas idênticas.

zazie disse...

o problema do DO

é que acha que há "nós" colectivo numa atitude de um cidadão livre. E "nós" numa resposta em nome de um colectivo que passa pelo país e pela religião.

Coloca no mesmo prato da balança um acto de responsabilidade individual com uma resposta em nome de um Todo que não dá margens para o individual.

Não houve um país nem uma civilização a gozar num jornal- Daniel! se não entende isto não entende nada.

aba disse...

O Daniel, como pessoa esclarecida que é, tem obrigação de saber distinguir a publicação dos cartoons antes da indignação dos islâmicos e a consequente retaliação, queimando bandeiras nacionais. São coisas diferentes, na forma e no conteúdo.
Não me preocupa nada a publicação que o jornal dinamarquês fez; já me preocupa que outros jornais o tenham feito após as manifestações de repúdio, qualquer que seja a sua expressão.
Neste caso, a imprensa ficou mal no boneco, pois divertiu-se a alimentar paixões exacerbadas.

zazie disse...

"uma civilização" ehehe a estupidez é ainda se falar assim. Em civilizações...

zazie disse...

aba,

mas os jornais são feudo de uma "civilização"? os jornais acaso estão sob o domínio de um qualquer representante legal para as questões de fé?

Se você lhe der na cabeça de fazer sátiras aos budistas estaria à espera que toda a Europa e mais EUA e todos os países árabes ou africanos o limpassem oficialmente porque não têm guerra com budistas?
Ou achava que estava a levar meio planeta para um guerra mundial à custa disso?

danieloliveira disse...

Constnça,

Tem a resposta (não apenas a si, mas também a outros que escreveram o mesmo) no Aspirina B

EUROLIBERAL disse...

Jacobinismo anti-islâmico ?

Já pensaram os nossos colaboracionistas caseiros com o eixo busho-blairdalhoco, que os jornais dos EU e do Reino Unido não alinharam na provocação blasfema ? Então já não seguem os vossos bem amados líderes ? Logo agora que eles tem razão ? Sim, nem tudo é mau na tradição anglo-saxónica. Eles têm um conceito a que atribuem muito valor, o common sense, que julgam dever temperar todas as posições políticas. E defender "à outrance" a liberdade de expressão, sejam quais forem as ofensas e fossos daí resultantes, tem muito pouco a ver com a sabedoria anglo-saxónica. Releva antes do mais puro jacobinismo "sans culotte". Quelle horreur !

paulof disse...

Antes de se escrever sobre tolerância e islamismo, apenas gostaria que me explicassem porque é que nos países ocidentais os muçulmanos podem tolerante e livremente construir e frequentar mesquitas e nos país muçulmanos é proibido abrir Igrejas.

Ou será que o conceito de liberdade e tolerância, para alguns, têm restrições espaciais ?

Não terão também as pessoas que vivem no Irão, por ex. também direito a escolher livremente a sua religião?

paulof disse...

Antes de se escrever sobre tolerância e islamismo, apenas gostaria que me explicassem porque é que nos países ocidentais os muçulmanos podem tolerante e livremente construir e frequentar mesquitas e nos país muçulmanos é proibido abrir Igrejas.

Ou será que o conceito de liberdade e tolerância, para alguns, têm restrições espaciais ?

Não terão também as pessoas que vivem no Irão, por ex. também direito a escolher livremente a sua religião?

zazie disse...

paulo f,

nos países ocidentais os muçulmanos podem tolerante e livremente construir e frequentar mesquitas e nos país muçulmanos é proibido abrir Igrejas.

podem mas a contragosto do ateísmo militante que por cá se alberga na palavra laicismo.

Não é por acaso que até já se defende que a Igreja Católica é inconstitucional porque viola as leis de igualdade entre sexos.

E não é por acaso que o testa de ferro desta "experiência" de casamento homo faça parte do mesmo lobbie.

A diferença é que só pretendem acabar com a Católica por causa da tradição salazarista e obscurantista que nos afecta. As outras ou são exóticas ou são de esquerda.

zazie disse...

Agora que em termos de estratégia se bata palmas por chatices destas é outra coisa.

Não vejo o menor interesse em se exacerbarem posições até porque as relações internacionais nada têm a ver com princípios. Apenas com interesses e meios para atingir fins.

Por outras palavras. Há-de ser bem natural que peçam desculpa.
E quem quiser ser mártir tem bom caminho a fazer. ide e proselitai lá. Nunca me agradaram figuras à "Van Gogh" caseiro

JAM disse...

Como é que, de outra forma, poderíam os muçulmanos do mundo inteiro manifestar a sua indignação e o quanto se sentem ofendidos? Com um abaixo-assinado? Recorrendo aos tribunais? E a quais? Os ocidentais?

Sílvia disse...

Meu querido Zazie,
A ICAR violou e corroborou na violação de princípios e valores cristãos,em actos e omissões, o que levou, como sabe, João Paulo II a pedir perdão ao mundo.

Euroliberal disse...

Mais um ignorante (paulof) a espalhar atoardas...

"e nos país muçulmanos é proibido abrir Igrejas."


É EXACTAMENTE O CONTRÁRIO, POBRE CRIATURA !

Nos países muçulmanos houve sempre sem interrupção igrejas e sinagogas abertas, mesmo na alta idade média. O mosteiro Bizantino de Sª Catarina do Sinai, está aberto à 1500 anos sem interrupção, tal como o Santo Sepulcro de Jerusalém e milhares de outros tenmplos. Saiba que há 40% de cristãos árabes no Líbano e 10% de coptas no Egipto HOJE. Você pode ir à missa católica em qualquer país islâmico (excepto talvez a Arábia S.) e não é só hoje. Foi sempre assim.

Enquanto na Cristandade, as mesquitas foram durante séculos proibidas. Só nos últimos 50 anos foram toleradas. Em Lisboa há menos... Aqui houve Inquisição, e os judeus fugiam para onde ? em 80% dos casos para o Império Otomano muçulmano , porque lá nunca houve pogroms nem Inquisição ! Você devia ter vergonha de vir aqui divulgar a sua ignorância ao serviço de um nojento anti-semitismo. Sim, porque 98% dos semitas são árabes...

alex disse...

Esta zazie é mesmo tontareca, parece aquela tia da IPSS o Sol que ajuda meninos seropositivos. Porque não se junta ao Hamas na ajuda social de relevo?
Tou farto das suas intervenções!

Anónimo disse...

Como se isto tudo tivesse apenas a ver com os cartoons.Isto tudo vem muito de tras e não se explica pelos cartoons.
O mundo não é assim tão simples.

zazie disse...

se está farto tem boa razão. Desorelhe já que não tem nada para dizer. Eu também estou farta de idiotas que só andam nas caixinhas para chatear e cujo QI e nível ficava melhor numa montra de loja de animais.

EUROLIBERAL disse...

Provocação da extrema-direita xenófoba dinamarquesa !

O governo dinamarquês de Rasmussen (caniche de Bush) é formado por "liberais" do tipo Haider ou Jirinowski, aliados a um partido de extrema-direita xenófoba e anti-emigrantes. O jornal blasfemo está também conotado com a direita xenófoba. TRATA-SE, POIS, DE UMA PROVOCAÇÃO NEO-NAZI E PRÓ-SIONISTA DESTINADA A ARRASTAR A EUROPA PARA AVENTURAS BUSHO-SIONISTAS no Médio Oriente.

Isolemos esses nazos saudosistas de Van Gogh (outro energúmeno xenófobo que insultava na televisão repetidamente os muçulmanos chamando-lhes "fornicadores de cabras" e "adoradores de um profeta pedófilo" ), que teve o que merecia...

Os muçulmanos têm o direito à legítima defesa da sua honra !

zazie disse...

e a sílvia que até se diz prof devia saber que em francês as palavras que terminam em e sa~ofemininas.

Já nem estava à espera que soubesse quem foi o Raymond Queneau.

Mas enfim. Maior que o universo só a estupidez humana. E a blogosfera está aqui para o provar.

Felizmente que enquanto chateiam virtualmente não temos de os aturar ao vivo.

zazie disse...

o João Paulo II foi tonto em pedir desculpa por isso. Foi uma das poucas tonterias que cometeu. Assim como assim que os laicos peçam desculpa ao mundo em nome do homo sapiens pré-histórico. Parece que já há quem ande a faz~e-lo por causa daquela celebérrima perseguição ao homo sapiens neardenthal

alex disse...

Ó zazie vc tem tudo aberto: olhos, orelhas e mais quê? Ah, as janelas escancaradas com vista para Amã!

zazie disse...

ó mongo: és capaz de explicar a palavra Amã no contexto do que bolças? És capaz de dizer uma frase com sentido e já agora explicar o que te incomodou nas ideias que do que disse?

Isto é só para tentar imaginar que não és mesmo mongo

Euroliberal disse...

É normal que bushistas anti-islâmicos sejam todos estúpidos. Têm a quem sair... Deviam seguir para cima de um coqueiro a coçar as axilas...mas em vez disso vêm para aqui... Porca miseria !

EUROLIBERAL disse...

Esta é para o Vasquinho...

Caro Vasco, não ouviu falar lá em Oxford de uma coisa chamada "common sense" que os verdadeiros gentlemen tomam habitualmente e em doses elevadas, tal como o chá ?

Não será por isso que os anglo-saxónicos, pour une fois, se comportaram decentemente, evitando divulgar as blasfémias de um pasquim dinamarquês da extrema-direita xenófoba ?

Não será porque pensam que todos os direitos devem ser excercidos com bom senso e bom gosto, o que equivale a não ofender gratuitamente as convicções íntimas de 1.500 milhões de pessoas ?

Não será a defesa "à outrance" da liberdade de expressão e de blasfémia, independentemente da gravidade das ofensas e dos fossos daí resultantes, um vício jacobino dos reles sans coulottes sem pedigree ?

Quelle horreur, mon cher Vasco, você virou agora jacobino antisemita ? Shocking !

alex disse...

euroliberal.

essa dos bushistas anti-islâmicos deve ser para zazie, não para mim ao que presumo....

biscuit

Pedro M disse...

Euroliberal, gostaria de ver essa sua pujança quando confrontado pessoalmente com essas patrulhas. E sobretudo ter que defender a sua família. Mas certamente qué é incapaz de o fazer porque o seu maior talento é dar um enquadramento teórico à sua cobardia e falta de capacidade para tomar partidos.

O Pacto Marx – Maomé Islamismo
26 - Julho - 2005


Em 1939, o Pacto Ribbentrop – Molotov abriu caminho a Hitler para iniciar a Segunda Grande Guerra Mundial. O pacto apanhou tudo e todos de surpresa, porque se sabia que o Nazismo e o Comunismo eram arqui-inimigos. Analogamente, o que permitiu os ataques terroristas ocorridos recentemente em Londres (e muitos mais que seguirão fazendo vítimas inocentes), é o Pacto Marx – Maomé. Mais uma vez, dois inimigos fidagais, o Marxismo – mais especificamente o Marxismo Cultural, mais conhecido como o Politicamente Correcto – e o Islão, fizeram uma aliança diabólica contra um inimigo comum: os sobreviventes do Cristianismo.

O facto de alguns dos bombistas de Londres serem islamitas já nascidos no Reino Unido, coloca à Europa e ao Ocidente em geral (Portugal incluído) a urgência da revisão das suas políticas de imigração. Em vez de “importarmos” milhões de pessoas que nos são culturalmente hostis, impõe-se uma politica interna na União Europeia de incentivo sério e substancial à maternidade.

Um artigo publicado no Cleveland Plain Dealer do dia 17 de Julho p.p., revela uma sondagem realizada na comunidade islâmica da Alemanha; um terço dos islamitas imigrantes neste país está de acordo num ponto: o Islamismo deve tornar-se a religião oficial em todos os países da União Europeia. Nessa mesma sondagem, 56% é da opinião que não se adaptarão ao modus vivendi europeu e que preferem viver de acordo com a Sharia (Lei Islâmica); mais de um terço dos inquiridos revelou estarem prontos para usar a violência contra os “não-crentes”, caso necessário.

Obviamente que seria avisada a selecção dos imigrantes na União Europeia, por um lado, e a expulsão dos mais perigosos islamitas, por outro. E é aqui que entram os marxistas (Politicamente Correctos ou Marxistas Culturais, resquícios da Escola de Frankfurt), que nos dizem que não podemos fazer nem uma coisa nem outra; nem sequer podemos aflorar este tipo de assuntos! Dizer que o Islão é uma “religião de guerra” levanta logo um "sururu" politicamente correcto; nem a verdade serve, tão pouco as citações corânicas que provam o que se quer dizer; para o Politicamente Correcto, “a Verdade não é defesa”.

Naturalmente que o Marxismo Cultural (ou Politicamente Correcto) despreza o Islão como despreza o Cristianismo, e os islamistas têm uma dúvida existencial: se decapitam primeiro os Marxistas Culturais ou os Cristãos que se recusem a converter-se.

No mundo real, “diversidade” é sinónimo de uma Guerra de Quarta Geração na nossa própria casa. No inferno, Marx, Mao e Marcuse esfregam as mãos de contentamento."

Os inimigos do Ocidente podem contar que vou dar o meu modesto contributo para não lhes vou fazer a vida fácil.
E os piores inimigos são os que aqui vivem.

Por muito que custe a muita gente, o cenário vai ficar muito, muito feio e quer queiram quer não, campos vão ter que se escolher.

Pedro M disse...

A citação é de http://www.garfos.letrascomgarfos.net/archives/2005/07/26/o-pacto-marx-%E2%80%93-maome/

paulof disse...

Caro sr. Euroliberal:

1º Não me ofende quem quer, e os insultos e adjectivos que o sr. me dirigiu ficam com que os proferiu.

2º É falso aquilo que refere em relação à civilização àrabe porque o sr., certamente mal informado, se esquece:

a) arabismo não é sinónimo de islamismo, de facto há àrabes cristãos, nomeadamente, como acontece com as àrabes coptas; o sr. refere-o mas não o interpreta.

b) Lá porque num ou dois países, por ex. o Egipto, haja possibilidade e tolerância de professar outras religiões, tal não é verdade para a ESMAGADORA maioria dos países àrabes, que não deixam senão aos seus povos a "liberdade" de professar o Corão e o Islamismo.

c) Finalmente, por acaso até sei um pouco do que falo, pois falo àrabe. E o sr.? Quer continuar o debate em àrabe?

Eh pá, não há pachorra para estes "cromos" provincianos e presunçosos...

MªLurdes Delgado disse...

Pobres CCS e VPV! Não merecem esta peixeirada.

Éme disse...

ksss...ksss...

biscuit disse...

Não merecem?
Mas não são eles que nos vendem o peixe?
Está armada em ingénua, porquê?
Não considera estes postes também eles um rastilho?

Sílvia disse...

Querida Zazie dans le métro,
olha que eu sou apenas uma aluna que pretende aprender algo contigo...

Pedro M disse...

Para o euroliberal, que faz proselitismo "jihad chic" em vários fóruns:

De Theodore Dalrymple:

"The British Left Goes Anti-Semitic
Socialism and anti-Semitism are closely related worldviews. | 23 July 2002


Anti-Semitism, someone once said, is the socialism of fools: but he might just as well have said that socialism is anti-Semitism with the Jews left out, for both doctrines appeal to the same resentments, hatreds, and style of thought. It was no accident, as the Marxists used to put it, that Marx himself, though Jewish, was a ferocious anti-Semite who accepted the ancient stereotype of the Jew as a bloodsucking usurer. Socialist and anti-Semite alike seek an all-encompassing explanation of the imperfection of the world, and for the persistence of poverty and injustice: and each thinks he has found an answer.

There are other connections between left-wing thought and anti-Semitism (usually believed to be a disease of the Right alone). The liberal intellectual who laments the predominance of dead white males in the college syllabus or the lack of minority representation in the judiciary uses fundamentally the same argument as the anti-Semite who objects to the prominence of Jews in the arts, sciences, professions, and in commerce. They both assume that something must be amiss—a conspiracy—if any human group is over- or under-represented in any human activity, achievement, or institution.

The cartoonists in the left-leaning British press rarely pillory plutocratic capitalists without giving to them a distinctly Der Sturmer–type Jewish visage or physique: fat and hook-nosed, they have slavering lips and hanging jowls. Looking at the cartoons, one wonders how long it will be before accusations of ritual murder are made. Not long ago, The Observer, the oldest and most distinguished of the British liberal journals, published a flagrantly anti-Semitic poem by the Oxford English don, Tom Paulin, who later opined that American Jewish settlers on the West Bank should be shot.

The Middle East conflict has given respectability to old prejudices, especially in British academic circles. Two hundred British academics, some eminent, have selected Israel, of all the countries in the world, as the object of a total boycott, as if Israel were a uniquely evil state. While one can disagree strongly with the Israeli government’s policies without being anti-Semitic, the selection of Israel alone for a boycott in a world in which atrocity and suppression of freedom are routine must arouse suspicions of pre-existing animus—that is to say, of old-fashioned anti-Semitism.

When Professor Mona Baker of the University of Manchester Institute of Science and Technology dismissed two Israeli academics from the editorial board of two academic journals, The Translator and Translation Studies Abstracts, on the sole grounds that they were Israeli, not a peep of protest was heard from British academics, though if she had dismissed the academics on the grounds that they were Syrian, Rwandan Hutu, or Muslim, a great fuss would have ensued. Professor Baker (born and educated in Egypt) said she thought she was only doing what many British academics would have done in the circumstances.

True, a belated reaction has now set in, and Professor Baker’s own university is investigating her for her high-handed reaction. She might even face dismissal. But what is clear is that anti-Semitism is no longer (if it ever was) the preserve of the neo-Nazis. Because of the structural similarities between leftist thought and anti-Semitism, it remains a permanent temptation on the Left as well as on the Right.

zazie disse...

«essa dos bushistas anti-islâmicos deve ser para zazie, não para mim ao que presumo....»

conclusão- não estava enganada, é mesmo mongo.

Carlos Indico disse...

Boa Zazie, sim ,esses tinhosos dos apadrinhadores dos "crucifixos fora das escolas e das Tersesas+Lenas, e outras que virão" dos blogues, andam mascarados de Libertadores do povinho burro.Querem-nos libertar-nos ( eles e o DO, o FL, e outros ranhosos) mesmo que a gente não queira! Temos que ser , já que são MORALMENTE SUPERIORES.Aproveitam, já agora, para á pala do discurso irem enchendo o baú.

Euroliberal disse...

Paulof, você é mongo ( neologismo zazieano), não fala árabe e de países árabes deve conhecer só Tanger... Eu conheço mais de uma dúzia de países árabes e já fui à missa em vários deles (incluindo numa aldeia síria onde se fala ainda o aramaico, a língua de Cristo). Repito, é a regra geral e de sempre no mundo islâmico, que nesse aspecto dá lições de moral à Europa cristã (onde todos as mesquitas foram encerradas e todos os moriscos expulsos ou obrigados a converterem-se, tal como os marranos, para não falar em autos-de-fé). No Egipto os cristãos ocupam posições de destaque, como Butros Gali, que foi ministro (tal como o cristão Tareq Aziz no Iraque). No Líbano são a classe dominante. Você é ignorante e devia ir para um blogue do seu nível. Ponto.

P.S. alex, era mesmo para si...

zazie disse...

até quiseram libertar a freirinha coitada. Quiseram tanto e escreveram tanto academicamente sobre o assunto que até se esqueceram de lá ir perguntar-lhe se queria sair.

Foi um azar. Eu gosto tanto de educadores do povo. Ai se gosto. Daqueles da superioridade moral e da ética republicana e laica...Deles e mais dos seus rituais de iniciação e linguagem tribal e obrigatoriedade de se pensar igual para não se ser intolerante.

Pedro M disse...

"Eu conheço mais de uma dúzia de países árabes e já fui à missa em vários deles (incluindo numa aldeia síria onde se fala ainda o aramaico, a língua de Cristo)."

Tanto mundo!
Tanto Google!

Anónimo disse...

"Queimar uma bandeira é um acto de liberdade de expressão que eu nuca condenari mais do que qualquer outro."

Hmm queimar a bandeira com a Cruz de Cristo é ok mas queimar o Alcorão já não...
Interessante a mudança que a esquerda fez...A religião agora é mais importante que a republica.

lucklucky

Anónimo disse...

A culpa disto tudo é da porcaria das religiões, de todas as religiões, da besta do Bush aos atrasados mentais dos muçulmanos, das pastorinhas de Fátima aos amigos do Sharon: são todas lamentáveis, são todas abomináveis. No outro dia, num taxi, ouvi a missa das sete da Renascença e não queria crer: aquilo é de atrasados mentais!!! Eu não posso levar a sério ninguém que diga que é católico, mesmo que venha dizer que é "não praticante". Viva o livre espírito!

unreconstructed disse...

O Parido respirou de alívio no dia em que o preclaro Daniel de Oliveira devolveu o seu cartão.

unreconstructed disse...

O Parido e o Partido, claro.

Mariazinha disse...

Confesso que sofro de islamofobia em alto grau. Não sou da esquerda caviar mas da esquerda dourada de mar verdadeira grelhada...e da Modern Tate....

mariazinha#2 disse...

E, ó mentes brilhante quem é que disse que a religião é o ópio do povo, hummmm??

Euroliberal disse...

Pedro M.:
em relação ao seu 1º comentário, há só dois problemas. Não sou de esquerda, mas de direita, como o nick indica, nem anti-semita, mas pró-semita, como se vê bem nos meus comentários. Será preciso lembrar que praticamente todos os semitas são árabes ?

Quanto ao segundo: sou de facto um grande viajante, e a conta já vai em 86 países visitados. Os últimos foram justamente os Emiratos, Oman e Bahrein. Paraísos que recomendo, para turismo ou para viver. Há lá dezenas de milhares de ocidentais.

paulof disse...

Euroliberal,

O sr. com a sua resposta, que fala por si, apenas demonstra que é ignorante ( ou mentiroso ):

Facto incontornável, verdadeira "faca" apontada aos aos que defendem a liberdade mas calam esta situação:na esmagadora maioria dos países àrabes, a população è impedida de ter outra religião que não o Islão; aí cristãos só os estrangeiros e pessoal das embaixadas, ou então os que são nacionais convertidos cristãos porque se casaram com estrangeiros, como era o caso de Tareq Aziz.

2º O sr. não foi nem vai, - para seu mal mas aí o sr. é que sabe-, à Missa em lado nenhum , vê-se pelo tom dos seus posts...

Concluindo em àrabe ( transliterado): ANTÀ DJAMÀLUM!

João Dias disse...

"zazie said...

a esquerda agora esta´por tudo. Até já a há liberal
":O.

(claro que na grosseria batem todos aos pontos mas isso é porque têm mais raiva ";O))

1:57 AM "


"zazie said...

«essa dos bushistas anti-islâmicos deve ser para zazie, não para mim ao que presumo....»

conclusão- não estava enganada, é mesmo mongo.

6:57 PM "


Ora presumo que a Zazie seja de esquerda?

Mª Lurdes Delgado disse...

Caro Biscuit,
Eu não estou “armada em ingénua”, sou mesmo ingénua. Não conheço os códigos de blogar. , Afinal, sou novata nisto, só cá ando há uma semana. No entanto, compro peixe há mais de 30 anos e não imaginava, veja lá a minha candura, ser obrigada a, de cada vez que entrasse na peixaria , dever ter a deferência de fazer uma peixeirada a quem me “vendesse o peixe”. Terça-feira vou tentar, mas tenho fortes dúvidas que a senhora que me atende e trata das escamas e das vísceras aprecie a cena. Depois dou-lhe notícias.

euroliberaldeesquerda disse...

o Zazie, penso eu... e não a....

Sílvia disse...

Um pardal sem rabo, penso eu...e não uma...

pipilota disse...

uma drag queen na blogosfera, eheheh, ;O))

Sílvia disse...

YES!... She is the special one!...

João Dias disse...

No profile aparece female...

zazie disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
zazie disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Éme disse...

Cara Maria de Lurdes,

Seguindo com natural interesse e enorme expectativa essa sua deslocação à peixaria, muita agradecia a deferência de me comunicar igualmente os resultados.

Cumprimentos devidamente escamados.

Mª Lurdes Delgado disse...

Caro éme,
Amanhã terá notícias fresquinhas. Afinal estamos a falar de peixe. E, ou eu sou mesmo ingénua, ou terei que auto-censurar a descrição, atendendo ao vernáculo tripeiro que antevejo.
Um abraço {as escamas seguem mais tarde}

Anónimo disse...

Antevê mal, Lurdinhas...

Sílvia disse...

Por respeitar o "vernáculo tripeiro", venho dizer que, na verdade, a irrequietude desastrada do(a) Zazie afigura-se-me a imagem de um pardal sem rabo... Nada mais que isto!
Nunca viram um pardal sem rabo?
Ignorantes!...

Mª Lurdes Delgado disse...

Anonymous
Já esteve no Porto? Aposto que não! Sabe que é aquele sítio onde duas pessoas para demonstrarem a mais devotada amizade dizem coisas que fariam corar as pedras da calçada? Isto é entre amigos. Agora imagine se "o caldo se entorna"? É de fugir!

Anónimo disse...

Consulta Gratuita de
Psiquiatria
Nome: Daniel Oliveira
Os dados do Estudo revelam um comportamento regressivo e maníaco, não conseguindo o paciente processar honestamente os problemas com que se deparou. Em Termos Emocionais e usando a Tabela Universal de Charcot, adoptada pela UE, foi catalogado como um Analfabeto Emocional Tipo C. O factor mais relevante foi as Poucas Motivações nas Convicções.
Tratamento: aconselhamos o uso de Trifluperidol com a seguinte posologia: Inicial - 0,7mg/dia, aumentando de 0,5mg de 3 em 3 dias, até que ganhe de novo coragem para se abrir à Sociedade. A dose de manutenção é de 2.5mg/dia.

www.territoriolivre.com.sapo.pt

Sílvia disse...

Caríssima Mª Lurdes,
por acaso eu não sou do Porto, mas se fosse bem que deveria fugir... Não se esqueça de que foi contra os "Lurdinhas" da Pátria que os "tripeiros" aguentaram nove meses de cerco. Fique bem.

Mº Lurdes Delgado disse...

Cara Sílvia,
Eu vivo cá desde os três meses, com um interregno de cinco anos, para fazer uns estudozinhos em Lisboa e voltei. Olhe que isto tem os seus encantos, é preciso é não levar muito a sério e demarcar, com firmeza, aqui aprecia-se a firmeza, sem tibiezas, aqui detestam-se tibiezas, os limites. Eu vivo cá há 55 anos, desconte o interregno, e não trocava isto, e isto é o Porto e as Antas {não confundir com o estádio demolido, pr outro síto em Portugal. Já noutras paragens...
E agora ponha-me mais culta. Quem são os "Lurdinhas"? Nessa altura a Bernardette já tinha tido encontros de 1º grau com a Virgem?

Sílvia disse...

Cara Mª Lurdes,

A minha especialidade é Belas-Artes, Opus Dei e porco assado com laranja. Quanto ao resto sou uma nulidade...

Tenha uma boa noite.

Sílvia Carmo

Tonelitos disse...

Afinal a esquerda tem opinião acerca do caso dos cartoons. Anda é a falar baixinho (entenda-se por fóruns e blogs) porque a alto e a bom som... ninguém os ouve a falar. Porque será?