quarta-feira, fevereiro 15, 2006

O MAL ESTÁ FEITO


O ministro dos Negócios Estrangeiros, depois de prolongada reflexão, decidiu aproveitar as declarações do embaixador do Irão sobre o Holocausto para tentar “polir” o seu enviesado discurso. Como se pode ler numa nota do ministério, essas declarações “ofendem gravemente a consciência colectiva da humanidade e, em particular, a comunidade judaica espalhada pelo mundo, cujos sentimentos exigem o mesmo respeito do que aquele que o Governo português tem vindo a defender em relação aos povos islâmicos”. Ou seja e traduzindo diplomaticamente a nota, Freitas do Amaral pretende mostrar que critica o discurso do embaixador sobre o Holocausto com a mesma coragem e o mesmo discernimento com que criticou os cartoonistas dinamarqueses que se atreveram a desenhar Maomé. Se alguém duvidava da firme posição do Governo (encarnada na sua ilustre pessoa) aqui está a prova de que a razão, mais tarde ou mais cedo, acaba por vir ao de cima. Ao contrário do que alguns extremistas andam por aí a dizer, Freitas acha que está onde sempre esteve: no meio, equidistante dos excessos e do zelo fanático com que alguns defendem os pergaminhos das suas civilizações. Ele (visto por ele, é claro), tanto levanta a voz aos dinamarqueses como exige explicações ao Irão. Ele quer é respeito! E que todos se respeitem a todos, respeitando escrupulosamente sentimentos, símbolos e religiões. Esquece-se, porventura, como já foi referido por Paulo Gorjão, que um embaixador representa e fala em nome de um Estado; enquanto nenhum Estado democrático pode falar pela direcção de um jornal. Mas isso são pormenores formais com os quais não vale a pena perder tempo. O mal está feito. E, como se vê, não tem emenda possível.
ccs

36 comentários:

Maria Memória disse...

"O velho abutre é sábio e alisa as suas penas.
A podridão lhe agrada, e os seus discursos
têm o dom de tornar as almas mais pequenas"

L. disse...

O ministro Freitas do Amaral enveredou por um caminho perigoso: o do relativismo cultural acrítico.

Anónimo disse...

http://bloguitica.blogspot.com/2006/02/de-disparate-em-disparate-at-derrota.html

Unreconstructed disse...

O único traço condutor - lembrem-se disto - das posições de D.F.A. é, aquilo que em português político do PREC se designava por, o "facilitismo"; como em relação ao Eng.ª Sócrates, não perpassa por ali sombra de uma convicção (salvo algum ressabiamento em relação aos americanos, que o terão maltratado nas NU): o homem faz o que "dá jeito", e servia o Prof. Salazar como serve o PS, ou vice-versa (é igual ao MNE, nesse particular).

Anónimo disse...

E para qando um comentário da CCS às ultimas imagens das torturas da prisão IRAQUIANA. Ou é mais grave as bandeiritas da Dinamarca a serem queimadas por "carneiros fanáticos". Ou a CCS tem medo do Embaixador dos EUA.

Anónimo disse...

Parece-me que não vale a pena continuar a bater em Freitas do Amaral. José Sócrates acaba de lhe dar inteiro apoio. Vamos falar de coisas mais interessantes, por exemplo o inquérito da PGR sobre as escutas telefónicas que está a ser feito há mais de um mês e hoje teve uma cena de novela com a rusga ao jornal "24 horas".

Anónimo disse...

É ridiculo
Isto é dizer mal, porque tem de criticar.

Fanatismo e fazer politiquice para dizer mal de FA ou do governo à custa do problema. Tal como o presidente do Irao faz.

É preciso ... :/

Anónimo disse...

e também nao entendo como sao capazes de criticar tanto FA pelo promeiro comunicado que fez , se ele foi identico à opiniao de Clinton e Bush.

Mª Lurdes Delgado disse...

Caro Anonymous 11:17 PM,
Sabe que há gente, que nunca concordou com o Bush? e que outros há, que nunca concordaram com o Clinton? Eu incluía-me no primeiro grupo, mas se o Clinton começa a dizer as mesmas pataratices que o Bush, começo a pensar que me sinto bem nos dois.

msn disse...

Como já disse no meu blog:
O que me espanta é que a diplomacia portuguesa diga que quer continuar a manter com Teerão uma relação de "mútua confiança e colaboração". Como se pode ter confiança num país que diz não reconhecer a existência de Israel, nega o Holocausto e põe como hipótese a possibilidade de abandonar o Tratado de Não-Proliferação?

Anónimo disse...

Nem a Dinamarca cortou relaçoes com o Irao.

Anónimo disse...

"E para qando um comentário da CCS às ultimas imagens das torturas da prisão IRAQUIANA. Ou é mais grave as bandeiritas da Dinamarca a serem queimadas por "carneiros fanáticos". Ou a CCS tem medo do Embaixador dos EUA."

As torturas da prisão iraquiana são abundantemente documentadas, já levaram cundução de investigações, à prisão de militares nelas envolvidos e ao reconhecimento pelo seu governo da sua inaceitabilidade. Mas como são essencialmente os EUA que estão em causa, jamais as bem pensantes consciências europeias estarão satisfeitas.

As bandeiritas dinamarquesas queimadas, são-no por fanáticos em elevadíssimo grau, absolutamente controlados no seu comportamento por líderes religiosos e políticos que os querem assim mesmo: carneiros acríticos, mantidos na miséria cultural e material, numa "civilização" retrogradíssima e que seria seguramente insuportável para muitos dos que por aqui a defendem, se nela tivessem que viver.

Mas, como isso vem do mundo islâmico, para essas mesmas consciências bem pensantes europeias, está muito bem assim!

Duarte disse...

Ouvi, de forma intermitente, as declarações iniciais (e que provocaram tanto sururu) do Freitas do Amaral e confesso que achei-as sensatas, ponderadas e responsáveis. Se omitiu uma condenação às manifestações violentas e às ameaças subjacentes, aí até concordo, mas teve muita sensatez e concordei com o teor da sua declaração. Não vamos entrar no jogo dos Bin Ladens. A liberdade de expressão não fica em causa, temos é de entender a perigosidade de ofender um povo que, não sendo inferior, ainda está numa fase de evolução. Sejamos responsáveis e ponderados.
Uma palavra a este espaço: muito útil, claro, eloquente, condizente com o gabarito dos autores. Cumprimentos

EUROLIBERAL disse...

Sobre a posição do Irão em relação ao holocausto:

Interpretemos bem as afirmações dos outros se quisermos fazer análises correctas da situação.
1) o Presidente do Irão NUNCA contestou a existência do holocausto. Chamar-lhe um mito não é negar a sua existência. Como costumo dizer, Marilyn Monroe também se transformou num mito, mas ninguém nega que existiu. O que ele disse foi que os autores do holocausto, os europeus, o transformaram (por pesado complexo de culpa, digo eu) num mito que colocaram no lugar de Deus, já que negar Deus não é punido no Ocidente, já o sendo negar o holocausto. Isto choca muitíssimo os muçulmanos, para quem Deus é sempre o valor mais elevado. E tanto não negou o holocausto que até afirmou que os seus autores (nós) deviam reparar eles mesmos tal crime (dando terras aos judeus, sendo caso disso) e NÃO APRESENTAR A FACTURA AOS PALESTINIANOS, que nunca participaram em pogroms e muito menos no holocausto. O que é correcto e que, além do mais, corresponde ao que pensam todos os 1500 milhões de muçulmanos (e não só).

2) O que atrás se disse, explica também a utilização do tabu do holocausto pelos iranianos como arma de arremesso ou de retaliação contra a Europa, pelo caso das caricaturas blasfemas. É que eles sabem que esse é praticamente o único tabu da Europa, a única forma de a ofender. Se atacassem Cristo, ninguém se ralaria, até porque aqui há quem faça muito melhor nesse domínio... basta ver a caricatura nojenta que o proprio Aspirina publicou aí para baixo de um Cristo gay...

Se o Ocidente se arroga o direito de insultar o que os muçulmanos têm de mais sagrado, Maomé, parece-me normal que estes retaliam atacando o mito mais sagrado dos ocidentais, porque assim lhes tocam no ponto fraco, lembrando-lhes que são eles, ocidentais, os autores do holocausto...

Deixemo-nos, pois, de papéis de virgem ofendida...

EUROLIBERAL disse...

Sobre a posição do Irão em relação ao holocausto:

Interpretemos bem as afirmações dos outros se quisermos fazer análises correctas da situação.
1) o Presidente do Irão NUNCA contestou a existência do holocausto. Chamar-lhe um mito não é negar a sua existência. Como costumo dizer, Marilyn Monroe também se transformou num mito, mas ninguém nega que existiu. O que ele disse foi que os autores do holocausto, os europeus, o transformaram (por pesado complexo de culpa, digo eu) num mito que colocaram no lugar de Deus, já que negar Deus não é punido no Ocidente, já o sendo negar o holocausto. Isto choca muitíssimo os muçulmanos, para quem Deus é sempre o valor mais elevado. E tanto não negou o holocausto que até afirmou que os seus autores (nós) deviam reparar eles mesmos tal crime (dando terras aos judeus, sendo caso disso) e NÃO APRESENTAR A FACTURA AOS PALESTINIANOS, que nunca participaram em pogroms e muito menos no holocausto. O que é correcto e que, além do mais, corresponde ao que pensam todos os 1500 milhões de muçulmanos (e não só).

2) O que atrás se disse, explica também a utilização do tabu do holocausto pelos iranianos como arma de arremesso ou de retaliação contra a Europa, pelo caso das caricaturas blasfemas. É que eles sabem que esse é praticamente o único tabu da Europa, a única forma de a ofender. Se atacassem Cristo, ninguém se ralaria, até porque aqui há quem faça muito melhor nesse domínio... basta ver a caricatura nojenta que o proprio Aspirina publicou aí para baixo de um Cristo gay...

Se o Ocidente se arroga o direito de insultar o que os muçulmanos têm de mais sagrado, Maomé, parece-me normal que estes retaliam atacando o mito mais sagrado dos ocidentais, porque assim lhes tocam no ponto fraco, lembrando-lhes que são eles, ocidentais, os autores do holocausto...

Deixemo-nos, pois, de papéis de virgem ofendida...

rb disse...

É-se preso por ter cão e por não ter. Esta deixa do embaixador do Irão foi óptima para o prof. DFA sair desta cena da forma mais airosa possível. Mas lá que ele teve a coragem politica de agitar as consciências e não se ficou pelo politicamente correcto, isso foi. Já agora propunha um exercicio à CCS, imagine-se MNE deste país e diga-nos qual seria a sua postura perante este caso das caricaturas?

Antonio disse...

Exacto: fala em nome de um estado!

Não tem a liberdade de, como nós, estar aqui a dizer tudo o que nos apetece, exibindo a nossa pseudo liberdade!

Deve dizer aquilo qu eé melho rpara Portugal.

E oviamente fazer discursos qu eatiçam mais radicalismos não é do nosso interesse!

Viva o Freitas! O mais centrista (sempre o foi...) dos politicos portugueses

Anónimo disse...

Com a vontade que Freitas do Amaral tem de ser presidente tem agora mais duas hipóteses, com mais probabilidade para a primeira, convenhamos:1. ser presidente o Irão, que tanto o elogia
2.ser presidente de Israel ...
Não convém a quem quer ser presidente arranjar quem não lhe queira bem...

Por último: auem está a lucrar com o fabrico de bandeiras dinamarquessas para serem queimadas como são e em tal quantidade?A indústria têxtil chinesa? Ou outros?

floriana

cbs disse...

"O mal está feito"
a posição do Freitas é de Estado.
Não vejo erro no que disse, mas no que faltou dizer, solidarizando-se com a Dinamarca.

Mas gostava, gostava mesmo, de saber que mal fez a declaração ao estado Portugues;
Podem não concordar, mas para já nem a Dinamarca nem o Irão ficaram incomodados;
São Vexas (todos) que insistem em confundir politica de estado com opiniões irresponsáveis...

MP-S disse...

Um ministro fala em nome de um Estado.

Um Estado deve "falar" em nome de quem?

EUROLIBERAL disse...

Julgo que mesmo os loucos da Casa Branca não vão ter loucura suficiente para atacar o Irão. É que...

1) Tal ataque aéreo (com ou sem os caniches israelitas) só poderia na melhor das hipóteses atrasar o programa. O Irão e outros países islâmicos terão mesmo a bomba custe o que custar, para pôr fim à arrogância assassina dos gangsters sionistas.

2) mas tal operação poderia muito bem acabar num fiasco humilhante para os EUA, como a tentativa de libertação dos reféns da embaixada em 1979...

3) As consequências sobre o preço do petróleo seriam catastróficas. Facilmente os preços chegariam aos 200 dólares por barril e memsmo mais. O estreito de Ormuz seria minado e todos os terminais do Golfo destruídos (nas zonas petrolíferas da Arábia, Iraque e Bahrein a maioria é chiita...).

4) Mas, sobretudo as encurraladas tropas americanas no Iraque seriam um alvo demasiado óbvio e fácil para uns milhões de guardas da revolução infiltrados na guerrilha iraquiana, ajudados pelos chiitas locais que entrariam na dança em força. Ora se 5 milhões de sunitas já chegam para derrotar a soldadesca cruzada, então 70 milhões de iranianos, mais 15 mulhões de chiitas iraquianos... fariam desses terroristas ocupantes carne picada...

5) Além disso, a panela de pressão islâmica está prestes a explodir, Uma intervenção no Irão provocaria uma sublevação generalizada nos países islâmicos dirigidos por ditadores fantoches (Egipto, Paquistão, Jordânia, etc.) com a chegada ao poder de regimes islâmicos intervencionistas... A jihad no seu esplendor...

6) Mesmo sem bomba atómica (que não é garantido que não exista já, ou que não possa chegar como presente do Paquistão...), Israel seria fortemente golpeado pelos mísseis iranianos, além dos ataques do Hezbollah e o Hamas (ou ainda de um Egipto e Jordânia com governos islâmicos...).

7) Conclusão. Os EUA tiveram entradas de leão e saídas de sendeiro... estão numa posição de extrema fraqueza, com um exército duramente golpeado, desmoralizado, insuficiente, overstreched e sem reservas, e são abertamente desafiados por um Irão ( e um Islão)seguro de si e da capacidade de infligir golpes demolidores na escumalha nazi-sionista...

JV disse...

Freitas do Amaral que continue assim. Há-de ir ir longe, e vai pôr-nos numa rica posição. E depois, os energúmenos que se põem com as tretas do "coitadinhos dos muçulmanos" como se não tivessem sido eles a fazer o 11/S e a começar esta bodega, ou a dizer "isto é tudo por causa do Iraque e da Palestina", como se não tivessem sido eles a começar o que se passou na Palestina e o Iraque não tivesse sido colhões de tempo depois de a Al-Qaeda ter encetado actividade, a esses havemos de agradecer, pela grandiosa e triunfal obra que fizeram pela nossa Pátria e Civilização.

Unreconstructed disse...

Alguém viu qual foi a posição adoptada ontem pelo PE sobre esta história? O PE vale o que vale, mas numa matéria destas acaba por definir a linha média da intervenção da União, e o PE preocupou-se (eu diria naturalmente) mais com a ameaça à liberdade de expressão num Estado-membro do que com susceptibilidades de terceiros. Pois bem: se essa é a linha mediana, a intervenção de Portugal está na extrema-esquerda, ou na extrema-direita, tanto faz: enquanto ia elocubrando sobre niceties tais como um campeonato de futebol euro-árabe, o MNE tratou de arruinar a nossa reputação moral em Bruxelas - e uma reputação, como é sabido, custa a criar, mas desfaz-se num instante... A propósito: DFA foi buscar o filho de um amigo, na casa dos vintes ou dos trintas, e a título de primeiro emprego, primeiro para Chefe de Gabinete, e depois para Subsecretário de Estado dos NE, responsável, entre outras ninharias, pelos direitos do Homem; o que será que o jovem, cujo silêncio público tem sido até à hora ensurdecedor, já fez para justificar os maravedis (e são muitos!) que o erário público lhe paga?

Mª Lurdes Delgado disse...

Haja esperança! Eu tenho o meu barómetro doméstico, embora reconheça que o universo dos inquiridos {é assim que se diz?} seja escasso. A nova geração, está farta do politicamente correcto, e zurze no Diogo a toda a hora.
Mas que eu estou mortinha que isto acabe, estou. Os jantares tornaram-se uma espécie de blog. Só nos falta o Euroliberal!

Anónimo disse...

Continuam a discutir a liberdade de expressao quando o problema é politico e a 3ª guerra mundial

bom futuro na tropa reservais aos vossos filhos, só para poderem desenhar o Maomé

Anónimo disse...

Concordo

o mal está feito e não tem emenda possível.

Freitas fez o mal e a caramunha...

Anónimo disse...

e continuam a nao entender nada!

EUROLIBERAL disse...

Mº Lurdes Delgado:

Desculpe mas criticar Freitas do Amaral é defender o politicamente correcto, é ser reaccionário e "maria vai com as outras". Se algum mérito tem FA (e tem muitos) é dizer o que pensa e fugir a lugares comuns... Uma personagem fascinante muito superior à ralé de "jornalistas" ex-maoistas-e-actualmente-lambe-cus-do-bushismo que andam por aí a fazerem os seus "servicinhos", quais "his (theirs) master's voice" de plantão.

Quanto ao "blogue" lá da sua casa, é uma lacuna grave a falta de um "euroliberal". Tenho de ir fazer umas pregações ao Velasquez...

Mª Lurdes Delgado disse...

Caro Euroliberal,
Eu não vivo no Velasquez. Só vivo perto. Costumo ir lá todas as manhãs {desde 3ªfeira tenho faltado por causa da virose} menos nas do week-end. São muito barulhentas e com excessivo fumo{se quer saber se eu pratico este desporto, a informação está disponível nos comentários do post de dicado ao assunto. Nós temos que nos começar a organizar, senão andamos a repetir-nos}.
Agora, se quiser aparecer a partir da ´próxima semana e fizer uma pregação eu reconhecê-lo-ei imediatamente e convidá-lo-ei para um café {o Porto anda a perder o pitoresco, já quase não se diz cimbálino}. Só lhe peço que não termine a pregação com ALLAH U AKBAR! pois julgo que isso provocaria uma debandada!
Sempre cordialmente

Unreconstructed disse...

Ó Euroliberal, V. desculpe - mas com amigos destes, i.e., V. mesmo e o Sr. Embaixador do Irão - o Prof. Freitas do Amaral não precisa de inimigos... (já na altura das Presidenciais, o Dr. Garcia Pereira o andava a elogiar...)

Anónimo disse...

É um eufemismo estar aqui a falar sobre o palácio das necessidades.

Sara disse...

Freitas do Amaral foi chamado de "ignorante" em público pelo imã da comunidade Ismaelita,Aga Khan num discurso que foi dos mais lúcidos que já vi com referências às caricaturas e às questões Oriente/Ocidente e que deveria servir de exemplo a quem se tem mantido calado, nomeadamente Sócrates, ou quem tem emitido opiniões altamente duvidosas como Freitas.
Todo o discurso aqui:
http://www.akdn.org/speeches/2006Feb12a3.htm

Prova de que nem todos os seguidores do Islão são fundamentalistas.

Anónimo disse...

ccs,
Estou desanimado. Vejo por aqui tanta gente descontente por você levantar o tapete e mostrar o que, para eles, devia estar bem escondido...Quantos problemas aí se manifestam: são os que nasceram cá por engano, os que exultam quando deviam estar envergonhados, os que se sentem tão contentinhos quando, o normal, seria chorar; outros, coitados, que terão perdido a segurança do seio materno e não sabem onde se aninhar... coitados, a verdade p'ra eles é muito dura, por favor faça um intervalinho. Dê-lhes carinho!

Teófilo M. disse...

Preso por ter cão, ...

Jacob Cohen disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Jacob Cohen disse...

O irmão não deixem pousar nas mãos dos inocentes de hoje as nossas responsabilidades confiadas aos alemães de ontem e nem devemos assumir noutra nação o que deviamos nessa, assim como antes fizemos inferno em cristãos daquela e igualmente transferimos aos cristãos dessa, assim como aqui na Terra Santa as chamas do inferno iluminarão nosso caminho, no céu e onde pisarmos livrai-os ao menos de nossos pecados amém!