sábado, fevereiro 11, 2006

O HOMEM PERDEU A CABEÇA


O jornalista inglês Julian Manyon conta na Spectator que um dia, em 1997, disse ao chefe do Hamas, Khaled Meshal: "Mas com certeza que a permanência do Estado de Israel tem de ser aceite!". "Não se esqueça de Hattin", respondeu Meshal. Hattin foi a batalha em que Saladino (ou Salah al-Din) destroçou e destruiu os cruzados do Estado cristão de Jerusalém. Em 1187. "O Estado cristão de Jerusalém durou 88 anos", concluiu Meshal. "Inshallah, o Estado judaico não vai durar tanto". Isso foi em 1997! Pois, foi. Manyon perguntou há uma semana a Abu Tir, outro chefe do Hamas: "Vão acabar com as missões suicidas contra civis?". E Abu Tir nem sequer fingiu: "Se o ocupante tem medo dessas operações, que saia da nossa terra".
É com esta gente que, atrás de Chirac e de Putin, Freitas do Amaral se prepara para "dialogar". Um "diálogo" que dispensa a garantia do reconhecimento de Israel e da extinção do braço armado do Hamas. Pior ainda, um "diálogo" que desfaz gratuitamente a posição comum da América e da "Europa"na matéria. O homem perdeu a cabeça.
vpv

42 comentários:

Anónimo disse...

"O homem perdeu a cabeça". Mas será que o homem tem cabeça?

João Pedro disse...

Parece-me é que Putin tem algum trunfo debaixo da manga. De qualquer forma, é bom não esquecer que o presidente russo é um autocrata, antigo agente do KGB, que governa um país que só por piada se pode chamar "democracia".

Carlos Botelho disse...

"Diz-me com quem andas..." Neste caso, "com quem queres dialogar...". De facto, é difícil compreender tanta compreensão... Mas esta solidariedade DE FACTO com os criminosos não é nova. Já aquando da crise de Belém (a "brutal" invasão por Sharon dos Territórios "Ocupados"), o nosso ministro dos Estrangeiros Martins da Cruz tinha mostrado uma tocante compreensão pelas Brigadas dos Mártires de al-Aqsa. Na altura descreveu-os como uma organização de apoio social dos territórios "ocupados" - para desculpar o salvamento que a União Europeia fez de alguns terroristas (perdão, activistas) daquele bando acoitados numa igreja cristã...

Jose Sarney disse...

Desculpe-me Caro VPV:

Continuo a acreditar que a defesa da "civilização ocidental", que teve o seu berço (mais moderno) no eixo Paris - Londres, está em Washington. Enquanto assim for, Israel tem assegurada a sua independencia.

Se Washington vier a enfraquecer, todos nós, incluindos os actuais Chamberlain's (Putin), Pétain's (Chirac) e Ribbentropp's (Schroeder), também terão os dias contados.

But, GOP rules.

Funes, o memorioso disse...
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Funes, o memorioso disse...

Caro VPV,
O homem não perdeu a cabeça. O homem perdeu foi a vergonha.
Há muito.

Anónimo disse...

Aguardemos pelas sentenças de mª de lurdes delgado e de zazie...

Sofocleto disse...

O programa de domínio militar mundial e controlo energético por parte do tio Bush e dos seus amigos neoconservadores, expresso no «Project for the New American Century - PNAC», pode muito bem ter chegado a um impasse.

A Rússia, a China e alguns estados Europeus (dos não enfeudados) podem estar decididos a bater-lhe o pé.

Já não era sem tempo!

Mª Lurdes Delgado disse...

Caro anonymous das 10.51 PM,
Para não ficar mais tempo na expectativa, pelo menos quanto ao que a mim respeita, não darei uma sentença, porque não sou juíza, nem politóloga e muito menos analista.
Agora opinião, e assinada, não vejo razão nenhuma que me impeça de a ter, uma vez que estamos num espaço livre e cada um responsabiliza-se pelo que escreve. Cabe ao "outro" seleccionar o que lê.
Mas vamos lá ao assunto. Queriam democracia no Médio Oriente? Queriam eleições livres e transparentes? Agora descalcem a bota.

residêncial presidêncial disse...

Não, dra mª lurdes, claro que não!

Queríamos que todas as mães de lá continuassem a cuidar dos seus "rebentos"...

Democracia? Para quê, quando eles já tinham um sistema tão bom...

douro disse...

A esta hora, M.Lurdes, a descalçar sò se for os chinelos, mas olhe que eu não pedi coisa nenhuma. Por mim, aqueles marotos do Arafat podiam continuar a vender o cimento para os outros fazerem o muro.

alexander's boy disse...

A chamada bandalheira liberal.

Mª Lurdes Delgado disse...

A quadratura do círculo é, julgo eu, impossível de resolver.
Não pense "residêncial presidêncial", que os direitos humanos e a democracia, para mim são monopólio das sociedades ocidentais. Não são! Mas talvez me dê razão, se reparar que Hugo Chavez, foi eleito e, com o populismo que o caracteriza, arrisca-se a ser reeleito. Indo mais atrás Hitler, também ganhou eleições. E na Palestina o Hamas, tem uma rede muito bem montada de solidariedade, que, ajudada pela corrupção da OLP, ditou este resultado. Eu não gosto, mas temos que concordar que foi uma escolha livre e democrática. Ora não se pode dizer a um povo: votem, e, no fim, como o resultado não nos agrada, e com razão, não o aceitar. A minha questão está aí: como é que conseguiremos resolver isto sem nos contradizermos? Se vislumbrar uma resposta agradeço-a, mas já agora sem o drª.
Cordialmente

Anónimo disse...

Confesso que a política não é uma das coisas a que me dedico, e não quero pretender discursar sobre uma questão cujos contornos políticos desconheço os pormenores, mas imaginemos que um belo dia a França invade Inglaterra por questões que mais tarde se tornam "históricas".

E que passados uns anos, a França, antes de voltar para onde veio, decide reservar a regra e esquadro um canto em Gales (por acaso o cantinho com mais água no meio das pedras todas), para encaixar uns quantos Bretões que passados mil anos acham que é ali que pertencem, como é moralmente consabido. A ideia é recuperar Avalon.

Pergunto eu: o que fariam os Galeses?

Pergunto eu novamente: Como se resolve um problema, racionalmente, que se funda num mito?

Vanguarda disse...

Acho muito bem que resistam. Estão a defender a sua terra e a sua cultura. Acho que já era tempo de pararem comn as cruzadas, porque 800 anos já é demais... O mundo ocidental pretende, através dos Estados Unidos, continuar a invadir militarmente países árabes para expandir o império? Ou vai parar quando chegar à Austrália? Bem, como continuam a dar cabo do ambiente, pode ser que, com o degelo, ainda dê para ocupar também a antártida e o pólo norte. Basta só fazer um pequeno genocídio, que aqueles terroristas que vestem peles não devem viver própriamente em democracia...

Flinstone disse...

Se calhar a verdade está naqueles documentários que passam na RTP2: Os peixes grandes comem sempre os peixes pequenos. É uma moral lixada que reside no facto de não haver moral nenhuma, e para ser franco ainda não vi nada na maneira como as pessoas interpretam as coisas que me convencesse do contrário. Fala-se muito em ismos e saltos epistemólogicos (e até há tipos verdadeiramente auspiciosos como os da nova filosofia analítica) mas, de facto, ainda ninguém superou moralmente o Neolítico.

Anónimo disse...

Esras posições do F Amaral só são possíveis com a conivência do Socrates

Mário Figueiredo disse...

O importante aqui é, claro, não dialogar com um governo democraticamente eleito. Afinal de contas o problema no Médio Oriente resolve-se com falta de diálogo. Não é assim sr VPV?

Pois.

Anónimo disse...

Você e o JPP tambem, só que se encontram do lado de cá, apelam ás cruzadas, mas as cruzadas devem ser as palavras,passatempo que se encontram em pags. que se situam (não por acaso) perto das vossas crónicas. É tão facil combater atras duma caneta.

Anónimo disse...

As pessoas que apelaram à guerra no Iraque todos cheios de certezas, deviam agora ser um bocadinho mais inteligentes. O mundo já está a pagar imenso por causa da imbecilidade do Iraque.

Hamas nunca aceitará Israel e deporá as armas pela chantagem ou ameças. Se Putin nao o conseguir nao vejo mais ninguem que o faça.

Anónimo disse...

"Ora não se pode dizer a um povo: votem, e, no fim, como o resultado não nos agrada, e com razão, não o aceitar."

Que confusão de termos! Dialogar não tem nada a ver com Aceitar. Pode-se aceitar que Hitler seja o legitimo representante da Alemanha em 1934 e por isso mesmo tirar as consequências e decidir que não vale a pena dialogar com tal País.

"Afinal de contas o problema no Médio Oriente resolve-se com falta de diálogo."

Interessante raciocínio, vê-se bem que a continuação da Ideologia de Boas Maneiras que não é mais do que Narcisismo expiativo na qual o Ocidente está imerso. O diálogo como FIM e não como MEIO é um dos seus expoentes injectados na mente das crianças ocidentais bem cedo e só poderia dar nisto :O paradoxo do monodiálogo. Em que uma das partes quer estar sempre a dialogar, talvez porque infelizmente lhe ensinaram que o diálogo é única maneira estética/moral/justa para resolver qualquer problema, boas maneiras portanto. E requere-se boas maneiras mesmo quando o outro comensal nos diz que nos vai por veneno na sopa.

lucklucky

Anónimo disse...

Nem sequer os USA foram contra a acçao de Putin. Rice só insistiu que Putin insistisse na aceitaçao de Israel. Estratégia.

Anónimo disse...

O curioso lucklucky é que provavelmente nao há outra soluçao.

De que lado estará a China se houver guerra?

O dialogo parece a melhor soluçao

patricia veiga disse...

uma vez assisti a uma conferencia dada por um dos irlandeses responsáveis pelo inicio dos dialogos com o IRA. já me esqueci do seu nome. homem espectacular que defendia DIALOGO com todos. as intervenções e perguntas dos irlandeses da sala mostraram bem como tinha valido a pena eles terem ido por esse caminho do DIALOGO.
acho que é chantal mouffe que defende que no conflito temos que manter o agonismo e não entrar em antagonismo, não permitir que o diálogo morra.

Anónimo disse...

Israel perdeu a cabeça:

Israel pede ajuda da Rússia em pressão sobre o Irã
Guila Flint
de Tel Aviv

Olmert pediu a ajuda de Putin para "parar a ameaça do Irã"
O primeiro ministro interino de Israel, Ehud Olmert, enviou nesta terça-feira uma "delegação de emergência" à Moscou, para tentar convencer o presidente Vladimir Putin a ajudar a "parar a ameaça nuclear do Irã".

A delegação, chefiada pelo assessor de segurança nacional Giora Eiland e pelo diretor da Comissão de Energia Atômica Gideon Frank, deverá entregar uma mensagem urgente de Olmert ao presidente Putin para que "ajude a parar a corrida nuclear iraniana, que constitui uma ameaça para Israel e para o mundo inteiro".

http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2006/01/060117_guiladelegacaoisraelira.shtml

Anónimo disse...

Quem é que aqui afinal nao tem cabeça?

Nao é Freitas do Amaral certamente!

rb disse...

E então qual é a sugestão do VPV para o conflito Israel-Palestina, põe-se lá uma bomba e acaba-se de vez com a região?...

Anónimo disse...

Parabens.Hoje o News of the World publicou um video de soldados ingleses a torturarem jovens iraquianos. Bolas VPV, afinal eles escutam-no.Bravos rapazes!
A cruzada está em marcha. Por favor convoquem uma manifestação junto da embaixada de inglaterra, para agradecer e vitoriar a civilizacção ocidental que mais uma vez e em defesa da liberdade de expressão soube actuar de acordo com os nossos valores. Claro que as participações devem ser comunicadas aos Zink's cujos nºs de tlm. se encontram algures num post abaixo.Não se esqueçam de levar a "Union Jack".

sniper disse...

Não há diálogo possível. Estamos a hipotecar o futuro, se insistirmos nesta política de faz de conta com todos os "Hamas" do Médio Oriente. Eu fui contra a fundação do Estado de Israel, aliás uma invenção destes mesmos países que hoje vivem no lirismo do diálogo possível com os "Hamas" daquela região, ou seja a Europa; mas também sou 100% contra a aniquilação pura e simples deste estado e do seu povo. Contra gajos que fazem gala destas posições animalescas, só há duas saídas possíveis; a confrontação, ou o corte radical e total de qualquer tipo de relacionamento. Um "apartheid" à escala planetária. Desenvolvimentos separados, mas o ocidente teria que assumir a eventual perda de algumas mordomias que hoje tem, e valorar o que é importante na nossa vida, e na dos nossos filhos. Decision time. The fun is over.

Teófilo M. disse...

Caro vpv,

à custa do diálogo e da espadeirada com os galegos, leoneses, castelhanos e árabes, é que hoje pode ostentar no seu BI a cidadania portuguesa.

Do mesmo modo, do outro lado do Atlântico, atravessando o Delaware numa véspera de Natal, Washingron consolidou aquilo a que hoje chamamos a nação mais forte do Mundo.

A história repete-se sempre, por muito que lhe custe.

Os terroristas de hoje, serão apenas os políticos do amanhã.

Pena é que muitos não o tenham ainda entendido, ou então apenas fazem que não entendem só para dar nas vistas.

Anónimo disse...

Vá agora todos em coro:
(The Clash)

CHORUS
Vasco don't surf and we think he should
Vasco don't surf and you know that it ain't no good
Vasco don't surf for his hamburger Momma
Vasco gonna be a napalm star

Everybody wants to rule the world
Must be something we get from birth
One truth is we never learn
Satellites will make space burn

We've been told to keep the strangers out
We don't like them starting to hang about
We don't like them over town
Across the world we're gonna blow them dow
BIS!!

piscoiso disse...

Os ingleses parece terem escolhido muito mal o local, para encaixar os judeus.
Podiam ter escolhido o Algarve e faziam uma peregrinação anual à Palestina, com traineiras engalanadas.

Anónimo disse...

“Como primeira medida proponho que se editem milhares de exemplares do medieval Corão, em formato de papel higiénico, para que lhe possamos limpar o cu à medida que vamos cagando.” – Quitéria Barbuda in “5 medidas para castigarmos os ranhosos”, Revista “Espírito”, nº 26, 2006.
QUAES CUNQUE FINDIT

www.riapa.pt.to

Mário Azevedo disse...

Que disparate! Quer uma lista de terroristas que se tornaram homens de estado? Olhe, basta dirigir-se para Israel. Os fundadores sionistas era todos terroristas. E nenhum deles aceitavam o estado palestiniano. E basta lembrar-se do que pensava Sharon há uns anos e a forma pragmática como mudou de ideias. É este tipo de coisas que o senhor nunca prevê.

Euroliberal disse...

Maluco está você, Vasco. Até um ceguinho vê que a entidade sionista-apartheidesca vai acaabar mal, muito mal.. A Nação árabe vai-se unir, derubar os fantoches pró-americanos e tratar da saúde às SS Tsahal... A Palestina será democrática, laica, multicultural e com um governo de maioria (muçulmana), tal como a Africa do Sul pós-apartheid. Resignem-se. Os criminosos de guerra nazi-sionistas vão ficar a dançar ao vento...na ponta de uma corda... Nada a fazer, é a história... está escrito que os nazis e os "povos eleitos" acabam sempre mal...

Pedro M disse...

Vai para o Sudão, Euroliberal!
Esta garotada com problemas de afirmação...

Mª Lurdes Delgado disse...

Anonymous Lucklucky,
Se bem reparou eu terminei com uma pergunta , que não era de retórica, mas genuína.
Tal como você acho que, quando Hitler invadiu a Checoslováquia, porque tenho a impressão que na Áustria entrou como convidado, o diálogo deveria ter cessado imediatamente. Mas vamos supor, por absurdo, que a dita personagem não tinha intenções expansionistas e se “limitava” aos assuntos domésticos: deportações, trabalhos forçados, pilhagem e humilhação dos judeus, eliminação dos ciganos, dos deficientes, dos sociais-democratas e dos comunistas e, cereja em cima do bolo, o gaseamento de toda essa gente “inferior” . Também, nesse caso, o diálogo deveria cessar às primeiras manifestações de levar à prática, o que já amplamente anunciara. Donde havia toda a legitimidade para, através da guerra e não do diálogo, tentar travar aquela demência. Talvez assim consiga explicar, que não sou apologista do “monodiálogo” e das boas maneiras quando o “outro comensal me diz que vai pôr veneno na sopa”,porque, mesmo que eu não coma a sopa, outros o farão. E eu não posso aceitar ser cúmplice pelo meu silêncio de um crime. Daí, ter sido favorável à intervenção recente no Kosovo. Daí, em 1991, eu achar legítima a continuação da operação Tempestade no Deserto, para salvar os xiitas do louco Saddam.. Já o argumento recente das armas de destruição maciça e das ligações à Al Qaeda, não me convenceu.
Quanto à vitória do Hamas nas eleições e subsequentes desenvolvimentos, continuo cheia de interrogações e só espero que a chegada ao poder lhes dê algum bom senso. Será esta minha esperança fruto de uma educação em que se prezam as boas maneiras? Mas olhe que já temos alguns exemplos em que isto aconteceu, embora, desde já concorde que noutros deu para o torto.
Cordialmente

Anónimo disse...

O Hamas venceu, nada a fazer, pois parece que as eleições foram livres.

Os palestinianos que se amanhem e resolvam os seus problemas, inclusive que se matem entre eles, sem ajudas nem financiamentos da Europa.

Mas evidentemente tem que ser uns rapazinhos bem comportados fora do seu país e caso não o sejam, levar umas boas nalgadas da Europa se necessário com a ajuda de Israel.

Anónimo disse...

"As pessoas que apelaram à guerra no Iraque todos cheios de certezas, deviam agora ser um bocadinho mais inteligentes. O mundo já está a pagar imenso por causa da imbecilidade do Iraque."

Pois é, os recursos de Saddam - incluíndo armas quimicas - a ajudar á festa ainda seria melhor!

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Mª Lurdes Delgado a NATO nasceu por causa de um inimigo bem definido. E tratava todos do lado de lá como Comunistas... O invasão do Iraque foi talvez a última tentativa para não tratar todos do lado de lá como iguais.
A decisão será sempre "económica"
A partir do momento em que as baixas na Europa cheguem a vários milhares vai ser necessário agir , agir implica resultados e obter resultados em pouco tempo implica muita morte e destruição.


E Temos o Irão... se conseguir a bomba será o sinal que não há mais superpotência - ao contrário dos delírios da esquerda os EUA têm vindo a perder poder desde o fim da 2Guerra- e será o sinal para muitos países que o investimento que fazem no status squo começa a ter mais custos do que "free ride" uma vez que o status squo passa ser uma ficção e todos quererão a melhor posição.

lucklucky

Anónimo disse...

ó lucklucky , o Saddam tinha armas quimicas onde?!!

Quem tem armas quimicas e biológicas deve ser o Irao. Delas ninguém fala! A que proposito é que um país como o Irao nao as tem?

Até clonagem ele faz. Nao vai ter virus da variola!

Adriano Volframista disse...

Não se esqueça que são árabes, assim o Estado de Israel ainda vai durar, pelo menos, uns 160 anos.
Há mais de 50 anos que 42 milhões de "seres humanos" (bípedes humanóides), tentam, sem qualquer êxito, aniquilar 8 milhões.
Acho que o "track record" é francamente mau.
Cumprimentos
Adriano Volframista

Anónimo disse...

anonymous das 9:37 Capacidade, Conhecimento, Recursos e Instituições para fazê-lo. Além disso
em pelo menos 2 casos granadas de artilharia com Sarin foram usadas como minas no Iraque após a invasão.

Tens aqui um dos casos: http://www.newsmax.com/archives/articles/2004/5/17/152705.shtml

lucklucky