terça-feira, fevereiro 21, 2006

"NEGACIONISMOS"

Há várias maneiras de negar o Holocausto, conforme os fins políticos de cada um:

1. Negar que o número de mortos fosse mais do que um milhão e meio, dois milhões. Esta "redução" parece em princípio moral e politicamente irrelevante, mas de facto refuta a ideia de genocídio.

2. Negar a existência ou o papel central das "fábricas da morte". Isto dá ao Holocausto um carácter vagamente aleatório e colateral à guerra e pretende passar a responsabilidade do regime para forças fora da cadeia hierárquica central, como os Einsatzgruppen SS e voluntários locais (nomeadamente da Ucrânia e dos países bálticos).

3. Negar que o Alto-Comando do exército soubesse o que estava a acontecer na sua própria área de operações. Neste caso, o objectivo é à superfície separar os militares do nazismo para absolver os militares. Só que implicitamente também separa a Alemanha (inocente e honrada), que o exército encarnava, da ignomínia nazi.

4. Negar que Hitler tivesse ordenado ou tivesse tido conhecimento do Holocausto. É uma tentativa radical de "limpar" o nazismo.

5. Negar que a natureza única do Holocausto, para o apresentar como uma resposta, se não legítima, pelo menos justificada ao Gulag: uma ideia que chegou a ganhar uma certa respeitabilidade durante a "guerra-fria" e se destinava a estabelecer a Alemanha como um parceiro democrático de confiança.

Nenhuma das cinco teses do "negacionismo" é historicamente sustentável.
vpv

90 comentários:

rui disse...

Pois não.

Mª Lurdes Delgado disse...

Para quem pouco sabe de História como eu agradeço a lição clara e concisa
É um privilégio lê-lo, quase sempre.

Jose Sarney disse...

Óbviamente.

Ricardo Alves disse...

Pressuponho que o ponto 2 inclua a negação da existência de câmaras de gás (talvez o dogma mais importante da Igreja Negacionista).

Anónimo disse...

Se o tribunal de nuremberga ainda existisse talvez fosse do maior interesse ou vir o Dr. Miguel Frasquilho, para ele o défice é um embuste, e o valor apurado é um exagero, conspiração do Dr. Constâncio em conluio com o Governo e tambem com a UE. Pelos vistos em matéria de negacionismos tambem por cá existem os que se recusam a ver.

Anónimo disse...

É muito difícil contestar a 3ª negação, se aceitarmos o facto histórico comprovado de que os cabelos dos cadaveres eram usados no fabrico das pantufas dos marinheiros dos submarinos e, mesmo a sua escassa gordura, no fabrico de sabão.

Anónimo disse...

Para quem quer mais História: Conferência de Wansee que deu origem ao protocolo com o mesmo nome. Berlim 20 Janeiro 1942...

http://www.writing.upenn.edu/~afilreis/Holocaust/wansee-transcript.html

lucklucky

Anónimo disse...

Concordo com o senhor.

Penso que a quantidade exacta de extreminados é irrelevante.

O problema maior do holocausto é que não foi praticado só pelos nazis (SS, SA, etc.), mas pelo próprio povo alemão anónimo, aparentemente gente simples e simpática. à medida que os combóios se deslocavam para os campos de extremínio, os autócones populares no exterior faziam-lhes sinais de cortes do pescoço...(conforme Ana Ardentt).

Quanto ao exército, também não teve as mãos limpas: relembro o enforcamento em Nuremberga do marechal Keitel e do general Jodl. O primeiro ainda pediu para ser fuzilado como era tradição nas forças armadas, mas tal foi-lhe recusado, por ter sido considerado um criminoso.

Saloio

Antonio disse...

Poder pode-se tudo.

E o raciocinio sustenta tudo o que se queira. E o contrario também!

Podemos até dizer que foi a Inglaterra que declarou guerra á Alemanha e precipitou tudo...

Podemos dizer que o verdadeiro holocausto foi a BOMBA Atomica dos americanos no Japao...

Cada umm tem as suas opinioes. "As opiniooes sao como os buracos do c... Cad aum tem o seu" Larry Flint

E no fim é o povo, ou seja, o mercado, quem mais ordena.

daqui a 1o0 ainda fazem uma estaua ao Hitler.

Isso porque nao o podem transladar para o panteao, como fizeram os franceses ao napoleao!

Di Jay disse...

Bom desmonte das teorias negacionistas! O embaixador do Irão bem pode bem retirar o seu convite para a conferência internacional sobre o tema. As suas dúvidas metódicas sobre as taxas de mortandade são um exercício de muito mau gosto.

António Figueira disse...

O post está certo, excepto num ponto: a comparação de Auschwitz com o Gulag (que eu concordo que é falsa, porque o Gulag não era um sistema de extermínio, muito menos etnicamente motivado, e imoral, porque nega o carácter único de Auschwitz), paradoxalmente, não ocorreu quando o Gulag existia, mas sim depois: apesar do "totalitarismo" ser uma construção ideológica dos primeiros anos do containment, e de a aproximação do nazismo ao comunismo (ou até da justificação do nazismo pelo comunismo) remontar, pelo menos, a Nolte, é na só na "segunda guerra fria" francesa dos anos 70 - quase vinte anos depois do XX Congresso do PCUS, portanto - que essa comparação ganhou o carácter de quase evidência que tem hoje; é obra de Furet e dos seus pares, e dos "nouveaux philosophes" - bons propagandistas mas muito piores historiadores.

xatoo disse...

Os historiadores fazem gato-sapato dos factos. "Vence" (de imediato na opinião pública ou a prazo nos meios académicos) quem tem mais meios para impor exaustivamente a Verdade de quem paga a redacção da História.
Acredito que nenhuma destas 5 versões seja sustentável. Já agora VPV devia dizer-nos qual é a sua.

Rui disse...

Felizmente a lucidez não parece ter-se perdido totalmente para os lados da Austria. Tambem por cá por vezes tropeço em blogs de cariz "estranho" que defendem por vezes ideias indefensaveis como a da não existencia do holocausto.
Foi a minha primeira visita a esta V. casa, não será concerteza a ultima. Parabens!
Rui V.

dorean paxorales disse...

Embora fundamentalmente de acordo consigo, irrita-me a paixão com que a comunicação social se dedica a tudo quanto cheire a Holocausto, aos nazis d'antanho, à Segunda Guerra Mundial em geral e ao bigode do ditador em particular.

Irrita-me porque a utilização desta indiscutível imagem de um demónio somente serve para facilitar empatias com um público que, na sua maioria, baseia os seus conhecimentos de história em filmes de hollywood.

E isso tem dois resultados: um é a satisfação da ignorância existente; o outro é a criação de outra ignorância, aquela que ocupa um espaço o qual, de outra forma, permaneceria disponível para constatação e crítica de factos actuais.

Aceito que se deve atentar nos defensores da tese ''negacionista'' (principalmente nestes tempos de ressurgimento) e que os jornalistas não devam deixar apenas à responsabilidade de educadores a exposição do passado; mas algum pudor deverá ter-se na publicidade que resulta destas reportagens quando outros facínoras, ruins como o cabo austríaco, lá estão, agorinha mesmo, matando e rindo, e gozando da impunidade que aquela ignorância lhes concede.

Anónimo disse...

No julgamento de George Theil, em Lyon, chegou-se ao ponto de nas salas de tribunal se discutir teses históricas sobre temas que são impossíveis de discutir onde seria normal: nas universidades!

Livros que contestem a proclamada “verdade definitiva” sobre o holocausto que terá vitimado até seis milhões de judeus são proibidos de circulação, quando não mesmo queimados, como sucedeu com “O Mito de Auschwitz” de Wilhelm Stäglich, na Alemanha.

Se existissem provas inequívocas de que foram milhões, não existia necessidade de mandar para a prisão aqueles que afirmam que não foram milhões, mas sim, milhares.


P.S. Não tenho nada contra os Judeus; só não gosto é de andar a ser comido por parvo.

sniper disse...

Tudo tem a haver com o valor da mercadoria. Matar milhões de pretos, ou cambodjanos, russos ou chineses, não tem o mesmo valor facial que matar milhões de judeus. O problema reside em quem morre, ou em quem manda matar? Campos, gulags ou fábricas da morte, estão directamente relacionados com a capacidade económica-financeira, técnica e cultural dos executantes e mandantes dos massacres. Ao princípio os judeus eram fuzilados, e os guardas iam completamente grossos para essas macabras tarefas, até que eles se queixaram que era indecente o que estava acontecer. Não aguentavam. Era demasiado em directo e não havia copos que afogassem tamanha violência. Depois vieram os passeios em camionetas fechadas com a exaustão do escape a sair para a caixa de carga fechada cheia de judeus, ciganos, atrasados mentais, etc. Os guardas protestaram dizendo que a gritaria era insuportável, e quando abriam a caixa de carga ainda havia pessoas vivas. Daqui à solução final indústrial foi um passo. Isto tudo para dizer que a premeditação foi total, bem feita e se fosse nos dias de hoje, Trebelinka tinha ISO 9001. Os executados foram os judeus, e os mandantes e executores foram os alemães. Os judeus dispensam apresentações, que eram, e são donos dos maiores impérios indústriais e financeiros do mundo. Os alemães, de direita, e fascistas. Uns vermes de acordo com a "inteligência" europeia. Os alemães mataram os gajos errados. Os russos com o super camarada Estaline, de esquerda, revolucionário, de vanguarda, o futuro, dos amanhãs que cantam, blá, blá, matou 30 milhões de acordo com os padrões culturais, económicos-financeiros e culturais da ex-URSS. À fome e ao frio, a trabalhar como escravos, sumáriamente executados com uma bala na cabeça, ou como cobaias nos testes nucleares. Sorte do Estaline era de esquerda, e os russos, ucranianos, tchetchenos, eram uns cães reacçionários. E esquerda europeia, completamente a voar, entrava em delírios na interpretação no minímo criminosos de tão importantes actos revoluçionários dos camaradas de leste. Vale a pena explicar o Cambodja de Pol Pot, a China de Mao, ou os pretos do Ruanda? Acho que não. Qual é a moral da história, e quem é que tem moral para a contar ?

Mª Lurdes Delgado disse...

Sniper,
Mais lá atrás, noutro post, já se falou dos pretos do Ruanda, dos amarelos do Cambodja, dos crimes hediondos do Estaline. Eram algumas exemplificações. Ele há tantas!
Mas sabe no que reparei? Que, à parte pequenas desonrosas excepções, ninguém brinca com isto. E eu acrescento: Ainda bem!

zazie disse...

e qual o motivo que a Mª de Lurdes atribui a não se "brincar" com isso e "brincar-se" ou negar-se o Holocausto?

zazie disse...

até porque os crimes de Estaline ainda há bem pouco tempo eram negados e os de Mao nem existiam.


Mas qual pensa ser o motivo para esta valorização (ainda que pela negativa) do Holocausto?

há-de haver um motivo ou muitos, por certo

Mª Lurdes Delgado disse...

Zazie,
Para mim o "isto"era o Holocausto, à parte as tais desonrosas excepções. Pelo menos foi assim que eu sensibilizei a esmagadora maioria dos comentários. Se tiver sensibilizado mal, corrigir-me-á.

zazie disse...

qual a importância política ou ideológica dos crimes do Ruanda?

teve ideologia? tem seguidores ideológicos?

zazie disse...

o grande problema do nazismo é que sucedeu precisamente no centro da civilização. Não foi nas suas margens. E sucedeu no início das democracias modernas. E aconteceu em plena guerra moderna em sociedades civilizadas e modernas.

O horror também é este.

Mª Lurdes Delgado disse...

Zazie,
Não, não teve ideologia. Ao que penso saber, e logo de início me confessei bastante ignorante, só teve racismo. E, ou me engano redondamente, ou o racismo continua imparável.

zazie disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
zazie disse...

teve tribalismo melhor dizendo. Eles matavam-se entre eles há séculos.

O nazismo até foi ideologia de elite numa sociedade avançada e com membros destacados das ciências a fazerem todo o tipo de experiências à conta.

Hoje em dia o que existe são outras coisas e creio que a cena internacional é mais responsável por estes micro-casos que outra coisa.

O resto também são tribalismos mais desesperados e gratuitos.

Andando aqui pela blogosfera dá para fazer colecções de uma série deles.
Já viu como hoje em dia toda a gente tem de institucionalizar discursos?

ou institucionalizarem-se a si próprios que vai dar ao mesmo.

Toda a gente tem de ser alguma coisa- ou é ateia militante ou descobriu que pode militar pelos judeus sem sequer o ser, ou por Alá, ou pela Opus, ou pelos maçons e pelos gays, sei lá eu... e depois precisam dos seus contrários para a coisa ter "dignidade" de instituição...

paper life disse...

Gostei do que li, sniper.

:)

Claro também doque li do Vasco.

Anónimo disse...

zazie said: " E aconteceu em plena guerra moderna em sociedades civilizadas e modernas. "

Essa história de decretar umas sociedades mais civilizadas do que outras... não é lá muito linear...

Mª Lurdes Delgado disse...

Talvez então a grande questão seja, o que são "sociedades civilizadas e modernas", que praticam o horror e, por isso, são o horror.
A Zazie que eu li atentamente, no post anterior a este, poderá indicar-me caminhos para a compreensão daquilo que eu nunca consegui compreender. Sempre a bestialidade, seja ela qual for, tome a forma que tomar, me foi incompreensível.

sniper disse...

Maria de Lurdes e Zazie:
Hoje não estou nos "meus dias"..Os anos já não perdoam.., ah,ah.., mas vou tentar clarificar algo sobre o Ruanda/Burundi, e depois vocês classificam como entenderem, ok ? O Ruanda/Burundi, a região dos Grandes Lagos e o Uganda, sempre foram áreas muito sensíveis nestas questões étnicas e culturais. Básicamente os problemas derivam em parte, de erros das potências colonizadoras, a Bélgica por exemplo, que deu o poder a uma minoria étnica, criando uma élite que durante o dominio colonial tinha todos os privilégios e um poder ficticio quanto baste, mas que para "eles" era um grande poder. Como se devem lembrar, até freiras belgas foram a julgamente na Bélgica por encobrimento e incitação aos massacres. Os ingredientes a "genética" para a brutalidade estava toda lá. A política vem no facto que as Nações Unidas terem sido 100% criminosamente autistas a estes acontecimentos, os que estava a agradar a outras étnias africanas no Congo e no Uganda, que se preparavam, ( oa massacres nestes países continuam, mas numa escala mais pequena ), para fazer o mesmo, se a comunidade internacional e a ONU ficasse calada. Interesses? Muitos..O Kofi Annan, veio chorar lágrimas de crocodilo, e auto - flagelar-se em público pelo terrível atraso da ONU a pôr cobro à situação. sabem, em áfrica há muitos Catangas, "micro" regiões muito ricas, que são mais fácilmente governáveis nestes climas de impunidade..O vil metal..

sniper disse...

Paper life, obrigado.

Carlos Indico disse...

Medindo cada palavra.... os Judeus e Ciganos não tinha Pátria, Estado...era fácil.Quem denunciou atempadamente antes da tragédia? Ninguém ouviu, ninguém se insurgiu?
Ao contrário, no Oriente os aliados Japs mataram milhões e milhões, quantos?, incluindo em Timor!Infelizmente, ou não, não há uma Hollyhood asiática.
Porque será que a filmografia bélica americana no Pacifico tende para a bregeirice ( ou melhor: a putaria!).
E entretanto no Centro de África há mais meios-mortos que bem-mortos, porque é á catanada, mais de um milhão de bem-mortos. E nós aqui sentados no sofá a olhar Liberdade de Pensamento...., na TV!!!

Mª Lurdes Delgado disse...

Desculpe esta lentidão, mas só escrevo com um dedo.
Desconhecia que toda a gente tem de ser militante institucianolizada.
Tem ou quer? E, partindo do princípio, que nem só os irrelevantes como eu não são militantes, o que é que leva todos os outros a essa necessidade imperiosa da militância, e à procura incessante dos seus contrários?
Será o tal tribalismo? Também pode adquirir esta forma?

sniper disse...

Caro carlos indico,

Os ciganos não se importariam de ter as "pátrias" dos judeus...A 5ªAvenida-Nova York, Antuérpia e Amesterdão nos quarteirões nobres da lapidação de diamantes..., etc..Desculpe, já me estava a esquecer de Hollywood, que é uma "herdade judia"...Os donos têm habitualmente os nomes acabados em "berg" ou "stein".., são ferozmente anti-republicanos e muito democratas..

zazie disse...

eu não entendo nem quero entender as trevas.

Neste caso apenas achei curiosidade à mudança dos tempos e ao modo como toda a gente quer ser alguma coisa ainda que na prática não seja nada (et pour cause).

Eles não militam, fazem que militam. Institucionalizam o verbo. São qualquer coisa, tomam sempre partido por uma qualquer barricada do mesmo modo que opinam sobre tudo.

Este é que me parece um fenómeno moderno.
Dantes havia seitas políticas que andavam à pancada ao vivo e que também davam pelo nome de "resistência ao fascismo". Mas mesmo aí os temas eram restritos. E o individualismo nem existia. Agora é o mundo do Eu que se tornou seita e se massificou. Qualquer analfabeto é pró isto e contra aquilo ainda que nem saiba o que é o isto e o que é o aquilo. Mas tem de ser. E depois fabricam-se as maiores fantasias à conta.

E os partidos vivem muito destas farsas. Destas "sensibilidades" que também andam a votos como catálogos de prête a porter.

Não viu agora po causa dos cartoons como em segundos toda a gente já tinha os bons de um lado e os maus do outro e se tinha metido na barricada que achava a que estava do lado certo da História.

E nem pensaram! foi assinar de cruz até dizer chega.

zazie disse...

eu própria já vou caindo nesta treta se perder demasiado tempo em "debates" acredite... isto é viciante. Tudo o que se pode ter em forma byte não faz lá muito bem ao pensamento...

e agora me vou por isso mesmo. Inté

xatoo disse...

pois é
estão à rasquinha os intelectuais encartados com alvará, tadinhos deles. O Prado Coelho hoje tb se queixava amargamente de perplexidade perante a incapacidade de compreensão dos acontecimentos na sua multiplicidade.
É complicado, pq o que interessa, não está à vista.
Para se retirar 1 conclusão da história, mata-se o objecto e decompôe-se aos bocadinhos - estudam-se todos sistemática e exaustivamente, até se fabricar uma tese. Por fim conclui-se perdendo o essencial - que foram as interconectividades entre as diversas partes do objecto. É um pouco como espetar uma faca num frango e dissecá-lo, sabe-se tudo de como é o figado, o coração, o esófago,o intestino, o bico, etc, mas do essencial que é a vida do frango nada se sabe, justamente pq a vida se perdeu e não pode ser analisada.
Assim,
Se eu disser que na 2ª Grande Guerra se defrontaram 2 espécies de Fascismo (as 2 macroestruturas capitalistas) e que uma saiu vencedora, denegriu e aniquilou a outra (e a parte que não conseguiu aniquilar, incorporou-a: p/e a IG Farben para onde se transferiu no auge do conflito?)- podemos analisar todos os componentes de ambos os lados, mas vida escapou-se e sobreviveu incólume noutro lado. Será dificil localizá-la?
Ou é fácil? - é que de um outro modo se estão a cometer outra vez os mesmos crimes, embora de uma outra maneira. Os tempos tb evoluiram e os métodos do holocausto seriam hoje uma impossibilidade técnica.
Sobre isso é interessante ler o Relatório Lugano, da Susan George
http://www.boitempo.com/resenhas/lugano.htm

Mª lurdes delgado disse...

Nós blogamos, somos civilizados, vivemos em democracias, mas hoje às 5.41 PM, eu escrevi que o Sky anunciava a captura desse "benfeitor" da Humanidade Ratko Mladic, segundo informação da Reuters. Alguém se interessou?
Nós somos civilizados de uma forma muito peculiar.
Como já devem estar informados escuso de acrescentar o que entretanto fui sabendo.

Sofocleto disse...

«Negar a existência ou o papel central das "fábricas da morte». Existem alguns argumentos consistentes nesse sentido. A discussão está longe de ter terminado.

Since the end of World War II we have been told repeatedly that many of these camps served a darker purpose: the genocide of six million Jews and the execution of five million non-Jews through the use of homicidal gas chambers in what is now commonly known as the "Holocaust." The largest number of people are said to have been murdered at Auschwitz.

But there are some people who maintain these claims of mass murder have never been proven. These people point to the lack of documentation other than the highly questionable and partially discredited evidence supplied by the Soviet Union at the Nuremberg Trials and the unreliable nature of the eyewitness testimonies, many of which have also been discredited. (For example, many former camp inmates, as well as American soldiers, still speak of "gassing" at the Dachau camp in Germany, even though it is no longer held that any [homicidal] gas chamber was ever in use at that camp.)

This VIDEO deals with, among other things, one of those proofs, one piece in a very large puzzle: the supposed gas chamber at the Auschwitz Main Camp.

mª lurdes delgado disse...

Sniper,
Isso que você diz é muito redutor. Os judeus não são todos sionistas, ou milionários ou actores de cinema democratas. Se fosse assim o genocídio não teria sido gigantesco. Só não encontraríamos era adjectivo para o qualificar
Cordialmente

cbs disse...

"Eles não militam,...Institucionalizam o verbo."

Zazie
mas inda bem!
antes assim, porque quando estala o fino verniz a que chamamos civilização, emerge sempre a bestialidade que se agita no mais profundo do humano.

E há quem não distinga, ainda há quem brinque...
Na Jugoslávia, nãofaz muito, deram pela diferença do dia para a noite.

Mª Lurdes Delgado disse...

Não brinquei, CBS, dei uma informação que julgava eu interessaria à maior parte dos comentadores. Só ouvi o eco das minhas teclas e isso deixou-me um pouco céptica.

zazie disse...

«porque quando estala o fino verniz a que chamamos civilização, emerge sempre a bestialidade que se agita no mais profundo do humano.»

precisamente! se não fosse o verbo bem podia estalar o verniz que não levava a nada! o verbo não é para menosprezar. O verbo é o maior poder e sem ele não há propaganda, E sem propaganda também não existem combates nem guerras.

Nós achamos que este tribalismo é divertido e civilizado porque aqui não acontece nada.

sniper disse...

xatoo :

Gostei. Muito bem. A IG Farben dava um romance, para além do tristemente célebre Zyclon B. Curiosamente, o Saddam comprou aos alemães, campeões do anti-americanismo na europa e no Iraque ,em parceria com os franceses, o gás com que gaseou o seu próprio povo, os curdos. O Ali , O Quimico, não se enganou na porta quando foi comprar os produtos....Espero que o enforquem a ele e ao Saddam. Tenho pena que os alemães envolvidos fiquem de fora. Há corda que chegue no Iraque.


Maria de Lurdes, não estou a ser redutor. Há coisas que me chateiam profundamente, e esta é uma delas. Fico assim. Muita coisa ao mesmo tempo. Memórias e despertares da vida.
Cordialmente

Mª Lurdes Delgado disse...

Sniper,
Eu tinha uma coisa para lhe dizer, mas fá-lo-ei amanhã.
Boa noite!

zazie disse...

o que o Sniper estava a dizer é que o Holocausto também foi selectivo. Não foi para todos os judeus. O poder sempre existiu e é um facto que os judeus adquiriram enorme poder à custa do Holocausto. Essa é uma evidência.

Mª Lurdes Delgado disse...

Eu sei. Nenhum Rotschild foi para Auschwitz, mas talvez, porque tiveram o dinheiro e a perspicácia de se salvarem a tempo.
Quanto ao poder e, às vezes, à impunidade que os judeus ganharam com o Holocausto escrevi o que pensava em comentário ao 1º post com esta temática.

Anónimo disse...

desculpem, mas estão a falar de pessoas,indivíduos, judeus, ciganos , russos( boiardos, camponeses, intelectuais com pensamento próprio, comunistas, anarquistas, etc), africanos que pertecem à tribo errada,asiáticos, europeus que viviam nas antigas colónias invadidas pelos japoneses, chineses,australianos, neozeladeses, e outros grupos de seres humanos?

Anónimo disse...

Já agora, prisioneiros russos que quando retornaram à Russia ou U. Soviética após a IIG foram para o Gulag? Ou prisioneiros alemães deixados a morrer a fome em campos de detenção?

Anónimo disse...

A morte de uma pessoa é uma tragédia, de um milhão é uma estatística,desculpem o lugar comum.

Anónimo disse...

Os nazis exigiram 2 milhões de libras ou dolares, não tenho a certeza, para a fuga deViena do barão de Rotschild. Alguns membros do ramo francês desapareceram.

Mª Lurdes Delgado disse...

Anonymous das 12.35 AM,
Supunha que o ramo francês, que ao que sei tem nacionalidade suíça, tivesse sobrevivido por inteiro.
Às vezes, não muitas, bebo vinhos Mouton-Ritschild e os châteaux são da família.

Mª Lurdes Delgado disse...

De qualquer forma nunca se deve fazer um juízo sobre o que uma pessoa pensa sobre um dado assunto, com base no último comentário, que em muitos casos surge desgarrado e para responder a uma interpelação concreta.
Isto para dizer que não, não estava a analisar displicente e friamente o genocídio. Isto vem desde o 1º post.
Boa-noite.

Anónimo disse...

Desculpe, estava referir-me auma senhora que morava em França, aparentada com os Rotchild, se a memória não me falha, basendo-me numa biografia que li à muito tempo. Espero que continue a apreciar os vinhos dos seus castelos franceses.

Anónimo disse...

Desculpe, estava referir-me auma senhora que morava em França, aparentada com os Rotchild, se a memória não me falha, basendo-me numa biografia que li à muito tempo. Espero que continue a apreciar os vinhos dos seus castelos franceses.

Anónimo disse...

Mª de Lurdes Delgado,
Penso que não me entendeu. Eu estava a tentar continuar o seu argumento. Eu concordei consigo. Não foi um reparo ao que disse. Tentei demostrar que ideologias totalitárias, no fundo todas, acabam em oportunismo e corrupção.
Boa noite e obrgada pela sua nota.
P.S.: eu a anonymous dos ´´ultimos posts.

Anónimo disse...

Interessante como os velhos temas do dinheiro Judeu voltam sempre, como se fosse algum pecado ter dinheiro.
É uma das razões do nosso muito Português atraso...

lucklucky

RS disse...

Este post já vem tarde, amigo.
E cuidado com esse martelo! Para a próxima pode nem acertar no cravo nem na ferradura!...

Pedro Botelho disse...

[Diz o VPV:] Há várias maneiras de negar o Holocausto, conforme os fins políticos de cada um:

Vejamos então quais são os fins afirmacionistas, não-políticos, do VPV (resposta parcial no último parágrafo).

1. Negar que o número de mortos fosse mais do que um milhão e meio, dois milhões. Esta "redução" parece em princípio moral e politicamente irrelevante, mas de facto refuta a ideia de genocídio.

Raciocínio correcto, uma vez que até os índios do interior amazónico devem saber que "Holocausto" é o nome que se dá, não a uma simples perseguição de tempo de guerra como tantas outras, mas à tentativa de extermínio racial dos judeus pelos alemães, redundando em aproximadamente 6 milhões de mortos, abatidos, em grande parte, em matadouros industriais a gás para humanos, e sobretudo na colossal "fábrica da morte" de Auschwitz-Birkenau.

Vejamos agora a realidade. O único estudo baseado na estatística e demografia do "Holocausto" até hoje realizado, está publicado nos Estados Unidos e proibido nos países europeus onde a Inquisição Holocáustica existe. Aqui fica a referência, caso lhe interesse:

-- The Dissolution of Eastern European Jewry, Sanning, W.N., Costa Mesa, California, 1990.

Um breve artigo sobre o tema, comparando as conclusões do livro com as projecções que se podem fazer através de amostras conhecidas, pelos usuais métodos estatísticos que costumam ser utilizados no mundo real, não-holocáustico, em que a ciência funciona, aqui:
How Many Jews Died in the German Concentration Camps?

A principal fonte para as amostragens estatisticamente significativas deste artigo é a Encyclopaedia Judaica, mas note a pequena amostra final bem curiosa, sobretudo quando comparada com o mito das câmaras de gás da "fábrica da morte" de Auschwitz. Essa pequena amostra é a da entourage da tal Anne Frank com que se procede ao bourrage de crâne dos pobres liceais (e não só) por esse mundo fora:

-- Albert Düssel taken to Auschwitz, later to Neuengamme, died there 1945
-- Mrs "van Daan" taken to Auschwitz, later to Buchenwald, died there 1945
-- Peter "van Daan" taken to Auschwitz, later to Mauthausen, died there 1945
-- Margot Frank taken to Auschwitz, later to Belsen, died there 1945
-- Anne Frank taken to Auschwitz, later to Belsen, died there 1945
-- Mrs Frank taken to Auschwitz, later to Belsen, died there 1945
-- Mr "van Daan" taken to Auschwitz, last seen there in 1945
-- Mr Frank taken to Auschwitz, survived in camp hospital.

2. Negar a existência ou o papel central das "fábricas da morte". Isto dá ao Holocausto um carácter vagamente aleatório e colateral à guerra e pretende passar a responsabilidade do regime para forças fora da cadeia hierárquica central, como os Einsatzgruppen SS e voluntários locais (nomeadamente da Ucrânia e dos países bálticos).

Dos oito deportados da entourage de Anne Frank que passaram, todos eles, pelas "fábricas da morte" de Auschwitz, apenas um pode (possivelmente) ter morrido nesse campo. Dos outros, três morreram no campo-hospital de Belsen para onde, perto do fim da guerra, eram enviados -- em, vez de serem exterminados in loco, sem delongas desnecessárias (!) -- os doentes de outros campos; outros três em campos onde não se pretende sequer que tivessem existido "fábricas da morte", i.e. campos que não eram "de extermínio" como Auschwitz e os outros cinco de que quase não se fala (et pour cause); e o último (o pai de Anne Frank) sobreviveu na enfermaria de Auschwitz às doenças que o atingiram nesse campo dito de extermínio.

Lógico não é? Deve ser por isso que se diz que o mundo do "Holocausto" é um mundo de pernas para ar. Só se trata agora de saber quando é que sairemos dele e perceberemos, finalmente, que o verdadeiro holocausto foi o da Guerra, e que o papel do "mundo de pernas para o ar" é justamente o de prolongar o culto das abençoadas guerras virtuosas...

Note que Belsen era o campo-hospital para onde eram enviados -- em vez, insisto, de serem exterminados in loco! -- os doentes de outros campos. É desse campo que provêm as conhecidíssimas imagens dos montões de cadáveres. Veja aqui o que sucedeu no campo de Belsen:
Bergen-Belsen Camp: The suppressed story

Mais curiosidades sobre as estatísticas da morte nos campos:
Lessons from Dachau

Note, no primeiro quadro, a distribuição das mortes em Dachau:

1940 -- 1.515
1941 -- 2.576
1942 -- 2.470
1943 -- 1.100
1944 -- 4.794
1945 -- 15.384

E a explicação das flutuações:

"Note that the death rate in Dachau fell slightly in 1942. In 1943 the death rate fell almost 50 per cent. In 1943 the death rate was at an all-time low, yet according to Exterminationist theory the "final solution" should have been in full swing. In 1944, with the reappearance of typhus in the camp, deaths rose dramatically. Note that 66 per cent of all deaths at Dachau took place in the last 7 months. It should also be noted that in the winter months of 1942-43 another typhus outbreak hit the camp. There is also an unusually high number of deaths for March, 1944, due to Allied bombings of Kommandos which resulted in the deaths of 223 prisoners. [See p. 95).
[...]
"If one were disposed to citing such figures without regard to their context (i.e., disregarding the reason for the deaths), a damaging case against the American occupiers could be made. According to the figures Berben provides, during the 65 months from January 1940 to May 1945 27,839 prisoners died from all causes, working out to an average of 428 per month (see Chart 1). During the first month of Allied control of Dachau, therefore, the death rate was 400 per cent higher than average."

Seria interessante saber o que teriam sido as "fábricas da morte" americanas onde estavam enfiados os civis Nissei (americanos de ascendência japonesa), se alguma vez os Estados Unidos tivessem conhecido um descalabro de infra-estruturas a nível nacional como a Alemanha conheceu nos últimos meses da guerra. Se calhar, os resultados não teriam sido muito diferentes dos que se verificaram nos campos onde os Aliados meteram, a partir de fins de 1944 e no pós-guerra, os ex-prisioneiros de guerra alemães, rebaptizados, como agora se usa nos locais guantanameiros, de "forças inimigas desarmadas"...

3. Negar que o Alto-Comando do exército soubesse o que estava a acontecer na sua própria área de operações. Neste caso, o objectivo é à superfície separar os militares do nazismo para absolver os militares. Só que implicitamente também separa a Alemanha (inocente e honrada), que o exército encarnava, da ignomínia nazi.

Para se perceber o que é a barbárie da guerra moderna, a que se pretende dar cobertura com o "Holocausto" (a sua orwelliana justificação em nome das causas humanitárias) e o concurso "O Hitler do Mês" (válido para quem quer que se oponha aos desígnios do estado de Israel), recomenda-se fortemente a leitura do livro a cuja recensão aqui se procede:
The Wehrmacht War Crimes Bureau, 1939-1945

4. Negar que Hitler tivesse ordenado ou tivesse tido conhecimento do Holocausto. É uma tentativa radical de "limpar" o nazismo.

Eis as alternativas:

1) O "Holocausto" (extermínio, 6 milhões, câmaras de gás) é um mito.

2) O Holocausto não é um mito, e nesse caso:

-- Verificou-se de facto um processo em que inúmeras personalidades do IIIº Reich -- desde o chefe de estado até ao mais insignificante comandante de campo de concentração -- compreenderam, através de um processo de comunicação baseado em palavras-código (que pode ser designado como "a piscadela de olho nazi"), aquilo que o mais famoso dos historiadores do "Holocausto", Raul Hilberg, caracteriza assim: "[...] what began in 1941 was a process of destruction not planned in advance, not organized centrally by any agency. There was no blueprint and there was no budget for destructive measures. They [these measures] were taken step by step, one step at a time. Thus came about not so much a plan being carried out, but an incredible meeting of minds, a consensus -- mind reading by a far-flung bureaucracy."

-- Daí a ausência a todos os níveis -- desde o da chancelaria até ao da pequena burocracia das "fábricas da morte" -- de ordens escritas, coisa que nunca passou pela cabeça de nenhum subordinado exigir, mesmo quando as ordens orais ou gestuais (a tal "piscadela") eram de exterminar milhares de pessoas de cada vez, incluindo crianças, através de dióxido de carbono, vapor de água, cal viva, electrocução, insecticida Zyklon B, ou mesmo da famosa máquina de descerebração a pedais, comprovada em Nuremberga e capaz de rivalizar com os sabonetes humanos que alguns dos leitores do VPV já tiveram oportunidade de referir...

-- Veja, por exemplo, aqui, para perceber os poderes telepáticos do Führer:
Genocide By Telepathy, Hilberg Explains (R. Faurisson)

5. Negar que a natureza única do Holocausto, para o apresentar como uma resposta, se não legítima, pelo menos justificada ao Gulag: uma ideia que chegou a ganhar uma certa respeitabilidade durante a "guerra-fria" e se destinava a estabelecer a Alemanha como um parceiro democrático de confiança.

Irrelevante. As conveniências políticas, sociais ou de etiqueta, não provam aquilo em que se acredita ou se deixa de acreditar.

Nenhuma das cinco teses do "negacionismo" é historicamente sustentável.

Muito bem. O público aplaude. E razões para assim pensar, para além da simples vénia aos sábios do "Holocausto", que nunca o investigaram a sério, não há? É que, se já só basta aos espíritos altivos e independentes recitar o credo, o melhor é ficarem calados...

Davide E. Figueiredo disse...

Se calhar foi a Arthur Andersen que fez as contas do holocausto.

Também meteram uns milhões a mais nas contas da Enron.

Anónimo disse...

Vamos falar a sério agora?? Negacionismo é dizer que Ilan Halimi foi sequestrado, torturado e assassinado só porque era rico e não por ser judeu...

Davide E. Figueiredo disse...

É assim que o mundo pula e avança, o Einstein questiona Newton, o Herman José questiona o Badaró, o Mourinho questiona o Artur Jorge etc., as novas gerações têm de pôr em causa o passado porque só assim é que se aprende. Questionar o holocausto Judeu é pois uma forma positiva de mundo pular e avançar.

Viva a juventude sempre curiosa e rebelde.

Anónimo disse...

Falar a sério:

Negacionismo é negar que em França grande part eda população também er aanti-juduia, e só não fizeram o mesmo qu eos alemães porque entretanto os dois países entraram em guerra.

Negacionismo é esquecer qu etambém em Inglaterra e todos os outros locais europeus se fizeram razias aos judeus, várias vezes durante a história.

Pedro Botelho disse...

Anónimo: "Negacionismo é esquecer que também em Inglaterra e todos os outros locais europeus se fizeram razias aos judeus, várias vezes durante a história."

Para sua informação e para ajudar a ver como toda esta embrulhada do "Holocausto" não passa de um mito: em Inglaterra, em 1940, os judeus oriundos da Alemanha estavam internados em campos, juntamente com os outros alemães, quando, na Alemanha ainda gozavam de liberdade. Se quiser posso citar-lhe exemplos concretos, através de familiares desses detidos com quem me tenho correspondido.

Manolo Heredia disse...

E ninguém aqui se preocupou em explicar a razão pela qual, no início do século XX, Alemães, Ingleses, Franceses e não só, não gostavam de judeus, dos judeus que eram seus compatriotas.
É nessa explicação que está o cerne da questão.

Anónimo disse...

Falar a sério:

Negacionismo é:

"esquecer" que foi a Inglaterra que declarou guerra a Alemanha e não o inverso.

"Esquecer" que os primeiros e unicos a usar armas nucleares foram os EUA. E MUITOS civis morreram...

"esquecer" que o antisemitismo é um fenomeno presente em todaa historia europeia. Incluindo em Portugal. E qu eo próprio advento da Inquisição não está alheio ao anti semitismo generalizado.

"esquecer" qu eem França, ao tempo do inicio da guerra havia quase tanto anti semitismo como na Alemanha...

Os historiadores "academicos" e oficiais" não sao assim tao isentos...

Anónimo disse...

Falar a sério: negacionismo é esquecer que a história é sempre escrita pelo vencedor e nunca pelo vencido
Electra

Anónimo disse...

Oque aqui se escreve...

"Questionar o holocausto Judeu é pois uma forma positiva de mundo pular e avançar."

Gostava de saber porque é que o mundo pula quando questionamos factos que temos a certeza que aconteceram.

Questinar teorias é muito diferente de questionar factos históricos comprovados.

Mª Lurdes Delgado disse...

Caro Sniper,
Em Cracóvia havia uma família judia, cujo nome não terminava em "stein", nem em "berg", e que, se não houvesse Auschwitz, seriam meus primos.
Cordialmente

Mª Lurdes Delgado disse...

Cara Anonymous dos comentários até cerca da 1H AM,
Desculpe tê-la interpretado mal. Estava cansada e baralhada. Andava com isto desde o fim da manhã e, se ler o meu comentário antes deste, perceberá que o assunto para mim é no mínimo complicado. Alás, todo o sofrimento é injusto e imerecido. Então quando é metodica e sadicamente administrado, não se pode esquecer, nem tem perdão.
Dito isto, sou totalmente contra a pena de morte, mesmo para a nossa colecção de torturadores e carrascos. Se, por absurdo, o Hitler, o Estaline, o Pol Pot, o Mao, etc.,etc.estivessem vivos, como estão o Saddam e o Ali,o Químico, a prisão perpétua parece-me mais indicada. Como não acredito na vida eterna, é cá que se deve confrontá-los com o horror que semearam.
Quanto ao ramo francês, não existia só essa senhora, que publicou um livro, que tratava de como se portar e mover no jet-set, a que ascendeu quando casou com um Rotschild. Há mais Rotschilds.
Em relação aos châteaux, ao contrário da maioria, que hoje são de multinacionais e os antigos proprietários existem para o marketing {fica sempre bem} os Rotschild, tanto quanto sei continuam donos do negócio.
Quanto aos vinhos, se não estou errada, ao beber um Quinta do Carmo pago a garrafa aos Rotschild. As garrafas de Bordeaux são-me oferecidas, por um irmão, que por sua vez também as recebe de presente de amigos que tem nesse meio.
Cordialmente

Antonio disse...

Cara Electra:

Você fala a sério!

rsrsr

Sim, a históri aé (r)escrita continuamente pelos vencedores.

Não há UMA verdade histórica. Vai havendo...

A quem gosta de falar no PROVADO: defina PROVA!

PROVA = a estar convencido de...

PROVA = crer, acreditar...= saber!

Ass. Falar a sério

Anónimo disse...

Anonymous said: "...factos históricos comprovados... "

A realidade prova o contrário: a existência do TABU é a prova provada de que muitos factos ainda necessitam de ser esclarecidos...

Anónimo disse...

"É desse campo que provêm as conhecidíssimas imagens dos montões de cadáveres..."(Belsen)

Para revisionistas :

http://www.nizkor.org/hweb/camps/

Tabus existem para quem não pesquisou ou procurou informação
ou para aqueles países da Europa Central que não querem estar sempre a lembrar-se da História.

lucklucky

sniper disse...

Cara Mª de Lurdes,

Lamento. A II Grande Guerra foi uma galeria de horrores de proporções ciclópicas.

Cordialmente.

Antonio disse...

Falar a sério:

O Holocausto existiu. É óbvio.

Agora "lavar a consciência" fazendo do Hitler & Ca. os únicos lobos maus responsaveis por tudo é negativo é que parece "negacionismo".

Nós (os vencedores) somos santos salvadores.

Os nazis (que perderam o direito de a história) os diabinhos através dos quais exorcisamos os nossos mesmos pecados!

Ou pior: aqueles que usamos para evitar ver os nossos próprios pecados!

"Negacionismo" é continuar a negar o direito de fazer leituras da história menos comprometidas com o lado (santificado) dos vencedores...

Como aconteceu em Portugal a seguir ao 25 de Abril... não se podia dizer nunhum bem do Salazar. A isso chamavam "reacionario"!

maloud disse...

Nós não vencemos nada. Nós fomos neutrais.

Pedro Botelho disse...

Antonio: "O Holocausto existiu. É óbvio."

Ah, o argumento de S. Anselmo aplicado ao "Holocausto", sem necessidade de definição de termos, como quando de zeus pai se fala...

Anónimo disse...

Há um modo facil de ver quantos morreram. Existem estatisticas de quantos judeus existiam antes da guerra, quantos existiam depois.
Nos vários paises.
Fazer as contas e comparar com o que o se passou com outras etnias.

O mesmo se aplica aos ciganos.

Há livros de propaganda que algumas pessoas tomam como historia seria. Pedros Botelhos que julgam ter descoberto a polvora. Uns defendem que o holocasto nazi provocou "apenas" 1 milhão de mortos, outros que os americanos nunca forma à lua.

Anónimo disse...

As contas do embaixador iraniano em Portugal:

6 000 000 judeus assassinados em campos de extremínio durante a 2ª Guerra Mundial;
2 000 000 judeus assassinados por ano (entre 1942, quando começaram as deportações e 1945, quando os campos de extremínio foram libertados pelos soviéticos);
166 667 judeus assassinados por mês;
5 556 judeus assassinados por dia;
232 judeus assassinados por hora;
4 judeus assassinados por minuto.


Se os revisionistas não tivessem razão, ou pelo menos alguma razão, não era preciso calá-los. Aos tolos não se liga peva.

Antonio disse...

A que chamam "revisionismo"?

É à revisão de qual das revisões?

Ops...versões?

Anónimo disse...

Anonymous says: "Há um modo facil de ver quantos morreram. Existem estatisticas de quantos judeus existiam antes da guerra, quantos existiam depois. Nos vários paises."

Engano. Não há nada disso. E o pouco que há é sistematicamente escondido. O que o comentador está a fazer é o que os ingleses designam por "wishful thinking". Seria óptimo se houvesse, mas não há...

Leia, por exemplo, este artigo de Pierre Guillaume, prestando atenção aos números -- os conhecidos, os escondidos e os divulgados -- para perceber um pouco melhor o caso francês:
Vous avez dit 'extermination'?

O principal problema é que depois de uma guerra que transformou por completo a face da Europa, deixando grande parte das suas regiões centrais em ruínas, nem sequer é possível fazer a operação aritmética [judeus deportados - judeus regressados = judeus "exterminados"], uma vez que muitos deles ficaram (no caso polaco e do leste, dum modo geral) na URSS, e muitos outros emigraram no pós-guerra para os EUA, Canadá, Israel etc.

Considere, por exemplo, este pequeno trecho sobre a numerologia cabalística do pretenso "Holocausto" que pesquei da Internet:

The so-called "Holocaust" of 6 million Jews during the Second World War is a durable and pernicious myth. It's more than that: it's also a modern taboo; the most successful and cynical historical hoax for power and money ever devised; and today's worst menace to intellectual liberty under a pervasive cargo cult of nominal "Human Rights" that allows governments to suppress the truth under the pretence of caring for so-called oppressed minorities that cannot stand being "offended" by the rational investigation and open debate of their religious beliefs.

The 6 million figure for the Jewish victims of the "Holocaust" was born out of war propaganda and religious needs, with no statistical study at all being done. It was promoted as a dogma with no expertise of the supposed mass-murder weapons (the monstrous "Gas chambers") remotely done during the Nuremberg or any other subsequent trials. It contradicts important statistical population data. And any attempt at a scientific investigation of its tenets was, and is, reacted to as an attack on a religious dogma would be. The problem is difficult to present in its entirety, but in general lines it can be sub-summed as follows:

**********
1) Statistics and censuses for Jewish populations living in a given country are always difficult to take and present enormous variations, since "Jewish", not being a purely national, cultural, religious or ethnic group classification, is nevertheless a mixture of all of those. To try to count the Jewish population in countries where Jews exist in great numbers with any semblance of exactitude is like trying to catch quicksilver. Nevertheless, some degree of extrapolation from existing data is possible.

**********
2) Figures are falsified with a view to increase the victimisation. For example, the figures in the World Almanac from the American Jewish Committee and the Jewish Statistical Bureau of the Synagogue Council of America showed in 1941, for the year 1939, an European population of 8.939.608 Jews, and a World population of 15.748.091.

But in 1949, the same source in the same publication, showed *for the same year of 1939*, for Europe 9.739.200, and for the World 16.643.120. That is, in 1949, 800.000 more Jews for the Europe of 1939 and 955.000 more Jews for the World are suddenly discovered to have been forgotten in the previous counts. No explanation for this is furnished.

Think about it:

In 1941: population for 1939 is given as 8.939.608
In 1949: population for 1939 is given as 9.739.200

A sudden *retroactive* 8 % rise of the previous number of Jews in Europe for 1939! Why? What for?

The 1941 statistic cited above, gave for 1933 the number of 9.494.363 Jews in Europe, which implies the notion that at least 555.000 Jews had left Europe between 1933 and 1939, before any internment or "extermination", i.e. that a mass emigration out of Europe was already taking place.

**********
3) This emigration continued in an even larger scale after 1945, and it's certain that under the auspices of the U.N.R.R.A. great numbers of Jews left Europe, without being classified as Jews. A great deal is made out of the fact that the Jewish population of Poland dropped enormously during the War, but this is hardly news, since the German deportation of Polish Jews to the East was very thorough and the return of uprooted deportees to their ruined Eastern European dwelling places, back to strongly anti-semitic environments among such upheavals and mass dislocations as the War provoked, would have been very surprising.

A typical recent example of this "nameless" emigration taking place even before the War, is the case of ex-Secretary of State Madeline Allbright's own parents: *after* a journalistic investigation, she suddenly discovered that her parents which had come from Czechoslovakia to the U.S.A. were in fact Czech Jews and her grandparents had died "at Auschwitz" (the media dixit).

Newsweek (17 Feb., 1997) calls this an "extraordinary piece of personal news" and a "late-in-life revelation". No joke. Those who will believe her parents had kept their being Jewish a secret *even* to their own daughter are welcome to do so, but anyway the fact that Mrs. Allbright's family would not be on record as being Jewish in any statistics at all is the relevant part of the story. Please note the same magazine issue has editorials by other emigrants' children who say they were equally surprised when they discovered their Jewish origin. They say "people have been having similar experiences for the last decade or so", and those readers familiar with probability calculation will admit that maybe, just maybe, the Secretary of State's parents were not the only ones to have hidden their origin for their entire lives in their country of adoption, even though some doubts relative to their ability to keep this esoteric knowledge from their own sons and daughters will be quite understandable...

**********
4) The amazing calculations "Holocaust scholars" perform, trying to get figures as close to the mandatory 6 million as possible, are nonsense stemming from the need to accommodate an a-priori fictional number of victims with any possible reality allowing for it. This is done by calculating railroad schedules and movements, numbers of standing individuals per square inch in each imaginary gas chamber, numbers of magical cremations per minute, etc. The result is a jungle of contradictions in which everything is allowed but from which nothing at all comes with any degree of probability, much less certainty. They might as well be counting the proverbial angels dancing on the pinhead.

The Encyclopaedia Britannica for 1957, for instance, says "about 2 million people, Jewish for the major part, were exterminated between 1941 and 1945" in Mauthausen (vol. 10, p. 288), but the 1986 edition, says "out of the probable 355.000 inmates passing through Mauthausen and its satellites, more than 122.000 died from execution or privation". On the other hand, the same 1986 edition, attributes, with all the appearance of great precision, to the small transit camp of Sobibor -- about which next to nothing is known (with good reason) except that it functioned for 16 months -- "250.000 killed in five gas chambers". No more, no less, but it still manages to assert categorically that "only about thirty people escaped"...

These are in no way occasional isolated errors. Glaring contradictions and nonsensical estimates out of the blue are indeed the rule in every one of the most "serious" sources, at least as much as in the popular literature by true or false "survivors". Every new effort on the part of "Holocaust scholars" -- a new priesthood class for a new religion -- tends to dissimulate this very fact at the core of every revisionist doubt, instead of helping to clear up the confusing mess and pointing out the inconsistencies, with a view to establish where the historical truth lies.

Where silence, dissimulation and cover-up, rather than exposure and discussion, are the practice, censorship and liberticide repressive laws will be the result. This too can be seen, most notably in the European Union countries, Switzerland, Canada and other unfortunate places where no guarantee similar to the American 1st Amendment remotely exists, and a strange cargo cult of "Human Rights" makes it possible for fines and prison sentences to be imposed on historical investigators, whenever a privileged minority resents the truth as undesirable to its purposes and activates the pervasive "anti-hate" orwellian laws. "Hate speech" has become a true newspeak neologism meaning "speaking the truth on unpopular topics", "anti-semit" now means little more than someone who is hated by Jews, and "neo-Nazi" is frequently used to shout down anyone bold enough to think Nazism is dead and gone for good.

As the Canadian "Human Rights" tribunal put it during a recent instalment of the decades-long persecution of German-Canadian citizen Ernst Zundel: "Truth constitutes no defence".

The same is proclaimed to all those who have been censored, persecuted and jailed in France on "incorrect historiography" grounds thanks to the historically unprecedented Fabius-Gayssot law, like Robert Faurisson, Pierre Guillaume, Vincent Reynouard or Muslim author Roger Garaudy. Or Juergen Graf, condemned to a prison term in the cuckoo-clock Swiss Confederation in spite of all the local tales about Wilhelm Tell and the love of freedom. Same in Spain, with its criminalisation (up to five years) of the sale of books that doubt the "Holocaust" (in Spain, a crime equivalent to "genocide"). Same in Germany where Revisionists are jailed for crimespeak with the help of laws dating from the Nazi era.

**********
5) Auschwitz, the "factory of death" where the bulk of the so-called "racial extermination" has been placed for decades, is -- as should have been expected -- the acme of the numerical pandemonium, and this heart of the "Holocaust" legend is truly emblematic of the whole hoax: it was 4.000.000 dead according to the camp monument in front of which Catholic Popes and German Chancellors crawled on all four, but recently that same definitive figure was changed to 1.500.000 and please don't ask why...

Here is a series of figures for Auschwitz, compiled by Robert Faurisson, just to let you feel how interestingly diverse total ignorance can be:

9,000,000 persons
according to the documentary film Nuit et Brouillard ("Night and Fog", 1955), whose historical advisers were the historian Henri Michel and the woman historian Olga Wormser-Migot.

8,000,000 persons
according to the French War Crime Research Office and the French War Crime Information Service (1945).

7,000,000 persons
according to Raphaël Feigelson (1945).

6,000,000 Jews
according to Tibère Kremer, writer of a foreword for Miklos Nyiszli (1951).

5,000,000 to 5,500,000 persons
according to Bernard Czardybon (1945), according to confessions attributed to some SS members and according to the newspaper Le Monde (1978), which was adding: "of whom 90% of Jews".

4,500,000 persons
according to Henryk Mandelbaum (1945).

4,000,000 persons
according to a Soviet document of which the Nuremberg tribunal took "judicial notice". This figure was inscribed nineteen times, with a commentary in as many different languages, on the Auschwitz-Birkenau monument. It was repeated by many different authors, including the Polish historian Franciszek Piper, ex-curator of the Auschwitz Museum. Then, it was declared false in 1990 and replaced on the monument, in 1995, by the figure of 1,500,000 with the concurrence of the same F. Piper for whom this figure is a maximum, while the minimum figure is 1,100,000. According to Miriam Novitch (1967), of the 4,000,000 dead, 2,700,000 were Jewish. According to Rabbi Moshe Weiss (1991), more than 4,000,000 persons died at Auchwitz, of whom 3,000,000 were Jews.

3,500,000 persons
according to the Dictionnaire de la langue française published by Hachette (1991). According to Claude Lanzmann (1980), there were 3,500,000 gassed of whom 95% of Jews as well as many other deaths.

3,000,000 persons
until December 1st, 1943, according to a confession extorted from Rudolf Höss, ex-Commander of Auschwitz.

3,000,000 Jews gassed
according to David Susskind (1986) and according to Heritage, the most important Californian Jewish weekly (1993).

2,500,000 persons
according to Rudolf Vrba for the Eichmann trial (1961).

2,000,000 (?) to 4,000,000 (?)
according to the historian Yehuda Bauer (1982).

2,000,000 to 3,000,000 Jews killed as well as thousands of non-Jews
according to a confession attributed to an SS in charge, Pery Broad.

2,000,000 to 2,500,000 persons killed
according to a confession attributed to an SS physician, Dr. Friedrich Entress (1945).

2,000,000 persons
according to the historian Léon Poliakov (1951); according to the historian Georges Wellers (1973) and according to the woman historian Lucy Davidowicz (1975).

1,600,000 persons
according to the historian Yehuda Bauer (1989), of whom 1,352,980 Jews (the latter figure is from Georges Wellers, 1983).

1,500,000 persons
this figure, chosen by Lech Walesa, replaced, in 1995, on the Birkenau monument, the previous one of 4,000,000, withdrawn in 1990.

1,471,595 persons
of whom 1,352,980 Jews, according to the historian Georges Wellers (1983).

1,250,000 persons or so
of whom 1,000,000 Jews killed and more than 250,000 non-Jews dead, according to the historian Raul Hilberg.

1,100,000 to 1,500,000 persons
according to the historians Yisrael Gutman, Michael Berenbaum and Franciszek Piper (1994).

1,000,000 persons
according to Jean-Claude Pressac (1989) and according to the "Dictionnaire des noms propres" published by Hachette (1992).

800,000 to 900,000 persons
according to the historian Gerald Reitlinger (1953).

775,000 to 800,000 persons
according to Jean-Claude Pressac (1993), of whom 630,000 were gassed Jews.

630,000 to 710,000 persons
according to Jean-Claude Pressac (1994), of whom from 470,000 to 550,000 were gassed Jews.

Please note that although in his "spontaneous" confession (with the help of "alcohol and the whip", as he himself put it) camp Commandant Rudolf Hoess, the so-called "proud technician", claimed 3.000.000, very few apparently take notice or believe him...

And we therefore reach the last generation of figures (no pun intended) with Jean-Claude Pressac who pointed out a figure of 775.000 in 1993. However, he lowered the total number to 630.000 victims -- only "470.000 to 550.000" of which Jews -- in 1994, on a nice day when the sun shone and the little birds sang in his garden, and for that reason other "scholars" apparently no longer talk to him...

Of course, as soon as 08.01.1948, "Welt im Film" (British newsreel, nbr. 137) was indicating a figure of 300.000, but more recently it was revealed that the mortuary books (Sterbebücher) which had been kept during the war by the Auschwitz camp authorities exist at least from 27.07.1941 to 31.12.1943. Since the camp was opened in 20.05.1940 and evacuated in 18.01.1945, that period represents a little more than half the duration of the camp's existence under German authority. The books, as released after more than 40 years, thanks in part to the Zundel trials of 1985 and 1988, appear to include approximately 69,000 names.

If that doesn't give you food for a little independent thought, please consider the International Red Cross archives at Arolsen, always closed to revisionists. Can the archives of an organisation like the IRC be trusted, since neither individual "Holocaust scholars" nor the media appear to remotely know what they are talking about? Here is the figure then (17.08.1994):

-- International Red Cross at Arolsen: 66.206
Dept. of Holocaust investigations (Ref. nbr: 10824).

Could this be nearer the truth than the figures involving millions for Auschwitz alone?

After all, the "gas chamber" of Auschwitz-I has been acknowledged by the Auschwitz Museum curator and the French paper "Le Monde" ("everything is false about it") to have been "rebuilt" by the Soviets after the War. What for, you ask? Well, for educational purposes, of course! The same as Dachau (near Munich) and Natzviler (near Strasbourg) where tourists are still shown the gas chambers of the Nuremberg trial era as the main attractions of the local concentration camp luna-parks, complete with their "faked showerheads", in spite of their scholarly-acknowledged non-existence since the "gas chambers" collectively migrated to far-away Poland (where close examination used to be more difficult)...

As for the "gas chambers" of Auschwitz-II (i.e. Birkenau), they were simply the morgues ("Leichenkeller") of the crematory buildings, identified as such in every document since the construction blueprints themselves, and quite clean of residual cyanide compounds -- unlike the real non-homicidal gas chambers which clearly show the residual vestiges of the systematic anti-typhus delousing of clothes and other materials with Zyklon B, the commercial cyanide-based pesticide widely used not only in every camp to decrease the risk of epidemics in the pre-DDT days, but also in military barracks and industrial facilities ever since the 1920s (and still with us today through normal over-the-counter sale in many countries).

You'll find the story of the successive analysis and testing of the "gas-chambers" under the designations of "Leuchter", "Rudolf" and "Lüftl" Reports through a fast search of the Web. More related information will be found by searching for "Zundel trial".

So, which is it? Is it 9.000.000? Is it 66.206? Is it something in between? Is the matter totally irrelevant to the 6 million total? Is the gas chamber "Holocaust" a sinister joke played on us?

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6) In spite of all the unbelievable fluctuations, the magical figure of 6 million is kept ever since Nuremberg, as if its calculation didn't depend on any detailed study or any final sum of known partial figures. And its religious character has increased since then. Once one understands there is absolutely no global statistic *or* detailed study behind its permanent untouchable status since 1945, one can only attribute a symbolic anti-historic character to the 6 million dead and the 6 "extermination" camps. The reason for the number has everything to do with the religion of the 6-pointed star and its traditional propensity for numerical cabalism, and nothing at all with any objective investigation. Here is one earlier instance of the 6 million "symbolic" figure dating from 1919 (yes, that's nineteen-hundred-nineteen).

From "The American Hebrew", October 31, 1919 (page 582), I give you the beginning of "The Crucifixion of Jews Must Stop!" by Martin H. Glynn (Former Governor of the State of N.Y.):
(Look it up here)

"From across the sea six million men and women call to us for help, and eight hundred thousand little children cry for bread. These children, these men and women are our fellow-members of the human family, with the same claim on life as we, the same susceptibility to the winter's cold, the same propensity to death before the fangs of hunger. Within them reside the illimitable possibilities for the advancement of the human race as naturally would reside in six million human beings. We may not be their keepers but we ought to be their helpers. In the face of death, in the throes of starvation there is no place for mental distinctions of creed, no place for physical differentiations of race. In this catastrophe, when six million human beings are being whirled toward the grave by a cruel and relentless fate, only the most idealistic promptings of human nature should sway the heart and move the hand. Six million men and women are dying from lack of the necessaries of life; eight hundred thousand children cry for bread. And this fate is upon them through no fault of their own, through no transgression of the laws of God or man; but through the awful tyranny of war and a bigoted lust for Jewish blood. In this threatened holocaust of human life (...)"

Et cetera. "Holocaust of human life"? "Six million" calling for help? "Bigoted lust for Jewish blood" in 1919? "Crucifixion of Jews" when a lot of people were being starved all over Germany and Northern Europe? Does that sound familiar or what?

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7) As for the revisionist figures -- the only ones born of basic data instead of religious mumbo-jumbo -- they are somewhat different and much more consistent. The *only* meticulous and detailed study, from the viewpoint of population statistics, ever done (using Jewish originated data) -- "The Dissolution of Eastern European Jewry" by Walter Sanning -- estimates in 3.500.000 the *total* number of Jews in the German sphere of influence for the duration of the War, and in 2.400.000 the number of Jews alive at the end of the War in the countries previously occupied by Germany (with the exclusion of the USSR). His conclusions are confirmed by Carl Nordling -- a Finnish demographer, using statistical inference methods applied to samples of known individual histories -- and place the total of Jewish victims of the concentration camps at between 300.000 and 600.000. Sanning's study was never contested with data equally statistical in nature. Just the usual outcry and censorship.

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8) Working, on the other hand, from various sources including the secret reports sent by Richard Korherr (who had the post of "Inspector of Statistics for the Reichsfuehrer-SS") to Himmler on the Jewish deportations, Stephen Challen reaches the following numbers: 1.200.000 Jews dead for the whole of Europe during the War, 450.000 of them in parts of European Russia not occupied by the Germans, and 750.000 in the area of German direct or indirect responsibility. According to Challen, of 2.300.000 deported Jews, 360.000 died, and a total of 200.000 of them died in the concentration camps. He considers the Jewish losses "heavy" but, in proportion, comparable to the German or Soviet ones, and no more than about 20 % of what is usually believed.

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9) Robert Faurisson -- the best known French revisionist investigator -- tentatively puts the figures as: a probable figure on the order of 1.000.000 dead for the Jewish total of War victims (in the order of the hundreds of thousands if we don't count the Jews fighting in the Allied armies), and a figure between 200.000 and 360.000 for the total of all dead in the concentration camps from 1934 to 1945.

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10) The true figures of the "Holocaust" (on the order of the hundreds of thousands) are compatible with the most cruel war ever fought and with the tragedy of the concentration and labour camps where many died from epidemics and a wide variety of war-related causes, but they cannot be reconciled with the myth of a deliberate "total racial extermination".

How about the walking skeleton photos, then? How can one explain them? Well, why keeping the labour camps full of walking skeletons supposedly "starved on purpose" and quite unable to work, and why "provoking" or "allowing" epidemics that would put in risk the lives of the SS personnel themselves? Obviously those images in the public mind, arising from the unwarranted and uncontrollable conditions at the camp of Bergen-Belsen in 1945, were uncalled for results of a catastrophic war, not an "extermination" by design.

And the 6 million cabalistic number is one pious myth more and nothing else.

EUROLIBERAL disse...

CHEGA DE MANIPULAÇÃO HISTÓRICA PELO NAZI-SIONISMO !

Verdadeira mistificação e manipulação da história esta concepção do carácter "único e específico" de Auschwitz. Isso serve os interesses sionistas de esconder por detrás dessa cortina de fumo os massacres, a limpeza étnica, o apartheid, a humilhação e infernização da vida quotidiana dos Untermenschen palestinianos que teimam em não ceder as suas terras imemoriais ao Lebensraum do Reich sionista. Sem a pornografia memorial do holocaustozinho, verdadeiro fond de commerce da diplomacia sionista, o mundo não toleraria um décimo do que se faz impunemente na Palestina desde a Nakba de 1948.

Logo, esta questão das dimensões exactas do holocaustozinho tem um relevância política e histórica extrema. Daí, o ela ser a única questão de investigação científica actual a ser "verrouillée" por um arsenal jurídico penal !

E isso leva a conclusões hilariantes, como aquelas com que o nosso contorcionista de serviço, A. Figueira, nos presenteia. Pretender que o GRANDE HOLOCAUSTO russo (misto do Gulague e da invasão hitleriana, que vitimaram 50 milhões de russos) é irrelevante e quase desprezível face ao holocaustozinho do "povo eleito" (sim, porque os judeus não são uns reles gentios Untermenschen como a mujicada russa...), mesmo "inchado" até à cota 6 milhões por uma verdade dogmática blindada por uma couraça legal (20 anos de cadeia austríaca fazem ter juízo ao historiador mais afoito...), é, convenhamos, o cúmulo dos cúmulos.

E no entanto esta bizarria passa (ainda) por senso comum...

As explicações dadas são mais desonestas que as de Irving, quando este no passado negou completamente a shoazinha. Diz-se que o gulague é uma sobrevivência czarista. Ora esta, num período de ataques terroristas generalizados, vitimou cerca de 6000 vítimas. Nada de comparável ao gulague e à arma da fome que causaram 20 milhões de vítimas de 1917 a 1953, a que acrescem os 27 milhões de vítimas russas dos nazis hitlerianos, vencidos nas estepes russas em batalhas de titãs, e não nas escaramuçazinhas do lado ocidental.

Fala-se em especificidade racista e sistemática da shoazinha para a singularizar. Ora, nada disso Hitler inventou. Lenine e Estaline já o tinham feito. O gulague foi a aniquilação sistemática de etnias (alemães do volga, bálticos, tchechenos,inguches, cossacos, etc.), mas sobretudo de classes sociais.

Dizia um chefe da Tcheka já em 1918: "Nós não fazemos a guerra a pessoas em particular. Nós exterminamos a burguesia como classe. Não deveis procurar na investigação documentos ou provas do que os acusados fizeram contra a autoridade soviética. A primeira questão que deveis colocar é a que classe eles pertencem, qual a sua origem, educação, instrução e profissão"

Morria-se por pertencer a uma classe, apriori "culpada" pelo simples de facto de não ser o "proletariado". Um racismo de classe, portanto. Nisso, há equivalência como o holocaustozinho judeu. Só que não foram dois ou três milhões, como neste, foram 50 (com a II Guerra). E não falemos já do Holocausto chinês de 65 milhões e outros mais pequenos, mas que somam muitos milhões (ver o Livro Negro). Haja decoro ! Respeite-se o sacrifício de muitas dezenas de milhões de vítimas dos totalitarismos estalinista e hitleriano, de que os judeus são uma pequeníssima parte. Os sionistas querem monopolizar a compaixão e o luto mundiais pela pior das razões: ocultarem com essa manipulação histórica e emocional os horríveis crimes nazi-sionsitas que se estão a cometer no Médio Oriente !

Antonio disse...

A versão (interpretação, construção...) da história que esteja contra os sentimentos da maioria e ou dos vencedores não se pode publicitar!

E isso aqui, numa sociedade dita democratica, plural e livre!

euroceptico disse...

Pobre Vasco Pulido Valente se lê o que os revisionistas históricos aqui dizem. Meu Deus. A quantidade de lixo que vai nalgumas cabeças. É obra.

Anónimo disse...

Caim tambem quís negar á Deus o assassinato de Abel,mas nada escapa aos olhos de Deus,e todos
irão prestar contas,e o melhor de
tudo é que não terão com negar.

Anónimo disse...

Para voces que não sabe,o povo judeu é o povo escolhido por Deus,
e Jeruzalém serár a capital do pla-
neta terra,todas as outras nações terão de prestar contas a esta capital mundial.É pouco ou quer mais ?

Anónimo disse...

Para voces que não sabe,o povo judeu é o povo escolhido por Deus,
e Jeruzalém serár a capital do pla-
neta terra,todas as outras nações terão de prestar contas a esta capital mundial.É pouco ou quer mais ?

Anónimo disse...

Fiquem sabendo voces que,Rthler,Mussoline,Menguele e muitos outros que contribuirão,direta e indiretamente
com o holocausto, já estão no quinto
do inferno queimando junto com toda a podridão de suas atitudes malignas,não poderia ser diferente,pois lá é a casa de seu pai o diabo.

Anónimo disse...

O povo Judeu,e seus descendentes já
podem comemorar,pois já estamos ou-
vindo a voz de Elias,que em breve estarar entrando em Israel,para trazer o estabelecimento do reino do messias principe.O maná que está
na Arca,junto a vara de Arão e de judá,já esta alimentando,só devemos prestar mais atenção.
Vamos olhar para frente,e deixar o passado nas mãos de Deus

answer-man disse...

ps I'm having a little trouble sending comments so if I do it twice please excuse me and I apologize.

No Hassle Loans disse...

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