terça-feira, fevereiro 14, 2006

LEITURAS

"O insustentável silêncio de Sócrates", Teresa de Sousa, Público

7 comentários:

Anónimo disse...

Outra vez.
Ele fala e ninguém o ouve.
Quantas vezes é que o homem precisa de dizer o mesmo?

Anónimo disse...

http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=214810

http://www.rr.pt/noticia.asp?idnoticia=157034

Anónimo disse...

Mas já alguém reparou que o nosso PM é o exemplo acabado da glosada cacete? Basta vê-lo à saída de qualquer reunião para observar que ele debita o conteúdo gravado, independentemente das perguntas que lhe fazem! O seu porta-voz já disse o que pensava desta crise que está na ordem do dia: dispute-se isto nos campos de futebol! Ainda acham que esta gente não é criativa?

cócó disse...

Cacete? Onde é que está o cacete do homem?

Shrew disse...

Não me digam que já estão com saudades do outro Primeiro, Santana Lopes??

Mº Lurdes Delgado disse...

Shrew,
Eu estou! E você não? Se responder negativamente, é porque não é grato e esquece a alegria, que aquele homem nos deu. Já não se lembra que abrir um jornal, era deparar-se quotidianamente com o Inimigo Público? Ver os noticiários, era ter sessões intermináveis de Contra-Informação?
Tenho a certeza que os únicos descontentes eram os psiquiatras: não havia depressão que resistisse àquilo.
Cordialmente {e sempre grata}

Anónimo disse...

Tal PM, tal PRESIDENTE eleito (segue-se uma vénia colossal...)!

É este, ou não, afinal o estilo "ganhador" em... Brutogal?...