segunda-feira, fevereiro 27, 2006

AS MULHERES E A POLÍTICA

vanity. charles allen gilbert
A revista do Expresso trazia, há uns tempos, um vasto artigo sobre as mulheres e a política. O tema é recorrente: sempre que por esse mundo fora aparece uma mulher sentada num cargo político, olha-se o país, com ar crítico, e vai-se conversar com Maria de Belém, Leonor Beleza ou Manuela Ferreira Leite. Segue-se a lenga-lenga do costume sobre as quotas e a política no feminino. Manuela Ferreira Leite faz política no feminino? Ninguém diria e a verdade é que ninguém o diz. De acordo com a cartilha oficial, a firmeza e o rigor são exclusivos masculinos. Uma mulher, para ser fiel à natureza, deve apresentar-se com ar dócil e dialogante, exibir uma apurada sensibilidade social e revelar uma notória falta de temperamento para exercer, de forma eficaz, o poder. Mandar é um verbo que não se conjuga no feminino. As mulheres mandam, como algumas delas confessam, apenas porque têm que se impor num “universo masculino”, com regras definidas por homens e carreiras que não se coadunam com filhos. Não fosse isso e elas seriam de uma simpatia asfixiante e de uma irreprimível bondade. Nunca apareceu nenhuma assim. E as poucas que por aí andam não se notabilizam pela bondade ou pelos seus rasgos de simpatia. Mas, segundo a tese corrente, a política tem sexo. E esta tese é mais forte que a realidade.
ccs
(publicada na revista Atlântico)

72 comentários:

maloud disse...

A Drª Constança citou três mulheres, mas só comentou e qualificou uma. Fiquei curiosa. Como comentaria e qualificaria as outras duas. As três não são confundíveis, pois não?

josé disse...

"As mulheres mandam, como algumas delas confessam, apenas porque têm que se impor num “universo masculino”, com regras definidas por homens e carreiras que não se coadunam com filhos".

Experimente ler esta frase assim:

"Os homens mandam, como alguns deles confessam, apenas porque têm que se impor num “universo feminino”, com regras definidas por mulheres e carreiras que não se coadunam com filhos".

Qual destas frases tem mais sentido?
O senso comum diz-nos que é a primeira. Logo, poderíamos logo começar pelo fim: "carreiras que não se coadunam com filhos".

Na divisão social que temos, alguém tem de lidar de mais perto com a prole: de fazer nascer a prole; de a amamentar; de lidar com o calor humano que todos precisam e que uma mulher sabe dar como mais ninguém. As mulheres sempre se destinaram a elas mesmas esse papel que extende o fenómeno natural da maternidade.

Logo, não se deveriam queixar das diferenças tão acentuadas, pois o que se reservaram para si, é de uma riqueza incomparável.
O poder e a apetência pelo seu exercício, não tem o mesmo eco em mulheres e homens.

E se têm, nos casos que tem, então que não haja diferenças. Nem para um lado, nem para outro. Igualdade, portanto, no tratamento.
Sempre gostaria de ver tal coisa...

Victor de Souza Baptista disse...

O que eu sei que não falam em Maomé

Sílvia disse...

Hum!...mas que texto mais conservador!...
A política não tem, nem pode ter sexo, uma vez que é definida por cidadãos para concidadãos de ambos os sexos.As mulheres podem e devem assumir a sua quota de responsabilidades na acção política do seu país, sendo a sua presença uma mais-valia para a mesma, em virtude de a poder enriquecer com a sua sensibilidade. A política e o país só têm a ganhar com a presença activa e insubmissa das mulheres, em paridade de direitos com os homens, quer na gestão e administração pública, quer na privada.

e-konoklasta disse...

Há poucas mulheres em cargos políticos, como poucas mulheres em lugares de chefia nas empresas. É necessário muito tempo e investimento pessoal em pré "cerimónias" de cooptação para quadros superiores, nas empresas e nos partidos, desporto particularmente masculino...

piscoiso disse...

Eu costumo falar das minhas tias e não dos meus tios, porque são mais carinhosas comigo.
E são elas quem manda, apesar de aparecerem os tios na TV.

maloud disse...

Eu já disse que sou dona-de-casa por opção. Ninguém me educou para tal {a mãe ainda tentou, mas o pai opôs-se firmemente}, ninguém mo sugeriu, ninguém mo impôs. Mas, com o nascimento da minha primeira filha, não me estava a ver a dar aulas num liceu e, ainda, ter que ser mãe, comandar a empregada, fazer o que ela não sabia ou não podia fazer. Não tinha resistência para tal, também porque tive a opção de a não ter.
Várias vezes penso que, se tivesse a vida de muitas mães trabalhadoras, me suicidava, porque nunca encarei a existência como um vale de lágrimas sofredor. E a palavra que mais detesto é resignação.

Jose Sarney disse...

Concordo, só parcialmente.

pois, lembro-me logo de Golda Meir, de Benazir Bhuto ou de Indira Ghandi!

Ou se quiser da "grande" Maggie Tatcher!

Será que foram "homens". Não. Mostraram que quando é preciso demonstrar competência, força, imaginação e frontalidade, cuidado com elas!

Anónimo disse...

Eu, homem, vejo muitos prós em haver mulheres em posições de «poder», mas também me «repugna» (digamos assim) vê-las, maioritariamente, aceitar as regras «masculinas» do universo da política.

Podiam ter ido falar, por exemplo, com Teresa Gouveia (M. Belém não tem manifestamente nada na pobre cabecinha).

Jose Sarney disse...

Ahhh, e ainda da grande "esposa" de Franklin Roosevelt, que segundo rezam as crónicas, era "mais dura" que o Grande Presidente Americano!

E por falar em "hard line", tem a Condy Rice! E provavelmente outra versão de "hard line", Ms. Hillary! (não digo o apelido).

Operário com Amor disse...

Daqui fala um filho,

Alô alô Portugal

Alguém imagina o quanto custa a um filho, com a idade entre os 2 e os 15 a não presença da mãe em casa para as coisas do dia a dia, mais que não seja o beijo ao chegar e o aconchegar da roupa, (e ponho estas idades por os exemplos que tenho em casa, mas é sempre notado a ausência de uma mãe e deixa marca)???????!!!!!!

Cheguei ao cumulo de ver um primo a dizer à mãe, "Possas passas o tempo enfiada naquela associação e em reuniões, já nem te vemos!!".
Alguém imagina o quanto isto me tocou por dentro???

E, acho que as mulheres na politica, com uma forma de estar própia são indespensaveis, porque não passe pela cabeça de ningem que os homens tem sensiblidade para certos problemas como as mulheres!

Mas acho que ser mãe e mulher activa na politica, ou na vida social, é incompatível e deixa marcas!

E falo experiência quer no campo familiar, que no campo de intervenção politica e social.

E como dar a volta a isto??????

PS: Concordo totalmente com o coment da Srª Silvia!

Anónimo disse...

Quotas para quem? Para eles nas faculdades, pois coitados estão a ficar em minoria nas conclusões dos cursos? No parlamento, o grande problema é a inutilidade e o vazio dos debates, depois a visibilidade e por fim a má língua lusa deitando abaixo tudo e todos, como se fôssemos todos expoentes e os que lá estão , asnos completos. Um dia conseguiremos que , de facto , só para lá vão os piores de nós, de facto já estivemos mais longe, já lá há muitos, ...

Comum dos Mortais disse...

Só deve haver uma questão para as quotas das mulheres aumentarem em relação à dos homens. Eficiência. Não faz sentido haver quotas. Se tivermos uma assembleia da republica só com mulheres (isto é pura ficção...)porque são manifestamente melhores que os homens, seja. Ou vice versa. Agora ser obrigatório ter mulheres ou homens só porque a lei o exige, isso é ridiculo. Já estou a ver...- Ora bem, estas senhoras são todas pessimas. Qual é a menos má? Não faz sentido. Qualquer dia nas empresas começasse a escolher pelo sexo enão pelas competencias....
http://comumdosmortais.blogspot.com

Anónimo disse...

O cromossoma x está neles também, isso da sensibilidade tem que se lhe diga, nós não temos o y talvez por isso não precisemos de tanto protagonismo, vá lá saber-se o que é genético e o que é educação na sensibilidade que temos ou que mostramos (que é coisa diferente). Ou será que há quem ache que as mulheres não controlam a sensibilidade quando em público ou em posições de mando?

Zézé disse...

Ao certo não percebo muito bem onde quer chegar com este post. Importava-se de ser um pouco mais clara?

O que é que nos quer dizer, afinal de contas?

Anónimo disse...

o que quero dizer é que os estereótipos do feminino e do masculino estão ainda muito disseminados como se pode ver neste debate e penso que seria isso que a Constança queria dizer, pelo menos, espero eu...

Anónimo disse...

Parece que se estão a esquecer da Fatinha de Felgueiras que, quando vai à luta, põe tudo em debandada! E é ela que baralha, corta, dá as cartas, faz as regras, arrasta as populações às urnas, a Fátima, que sei eu meu Deus!...
Aqui p'ra nós, se querem que lhes diga, até me parece que o seu modelo de sucesso irá ter uma carreira imparável. Conhecem algum homem que tenha actuado, na esfera política, com tal eficácia?

Anónimo disse...

Parece que se estão a esquecer da Fatinha de Felgueiras que, quando vai à luta, põe tudo em debandada! E é ela que baralha, corta, dá as cartas, faz as regras, arrasta as populações às urnas, a Fátima, que sei eu meu Deus!...
Aqui p'ra nós, se querem que lhes diga, até me parece que o seu modelo de sucesso irá ter uma carreira imparável. Conhecem algum homem que tenha actuado, na esfera política, com tal eficácia?

pipilota disse...

Parece que a CCS está a querer dizer com este post é que as mulheres têm de enfiar um autoritarismo masculino, anti-natural, porque jogam com regras impostas todas elas pelos homens. E essa história ' elas é que mandam' é areia para os olhos. As mulheres têm ainda uma longa estrada a percorrer. Há quantos anos votamos? Há quantos anos podemos sair do país sem a autorização do pai ou do marido? Somos agora em maior nº nas universidade e espero ver ainda as repercurssão desse facto daqui a 30 anos....

Anónimo disse...

Cara Constança, não concordo "de todo" com essa treta das mulheres que mandam, apenas porque "têm que se impor" num universo masculino. As mulheres sempre foram as grandes administrativas. Os homens são os executivos, isso sim. Os homens dão imenso jeito para usarem fato gravata e pastinha. E até esses adereços são muitas vezes escolhidos pelas mulheres. A política passa sempre pelas mulheres. Só não vê quem não quer.

Anónimo disse...

Concordo, mas sobre isto já se fala há muito e parece crescer o número de homens no parlamento, nos debates da tv, etc, mesmo quando são elas as jornalistas, como a Fátima do Prós e Contras, quando convidam espelialistas, lembram-se sempre de homens, não de mulheres quando sabemos que elas estão em todos os ramos da Ciência...

Anónimo disse...

Teríamos que falar aqui de gerações também, mas voltando ao post da Constança, claro que não as há, as meninas simpatiquíssimas mandam à sua maneira,lá em casa, "administram" como diz outra anónima. Quando têm que mandar mesmo, a maioria tem que se impôr primeiro como "one of the guys" , é bem verdade, ou segue o modelo populista da Fatinha de Felgueiras. Muito poucas se impõem como são, não porque tenham que ser os que eles querem ou esperam que elas sejam. Apesar de ser moda dizer mal da Maria de Belém, eu gosto de a ouvir, e gosto da Maria José Nogueira Pinto, apesar de muitas vezes (mesmo muitas) não concordar com o que diz

Anónimo disse...

oh d. pipilota.

A CCS, levantou mais uma bronca.
Quando li o seu comentário, fui fazer pipi, porque fiquei com a pilota entumescida.

Sra., acima as mulheres,claro.

Mas se querem ser úteis,
não podem sobrecarregar com custos desmesurados- 6 meses e muito menos, manipularem os políticos
aquiescentes porque usufruidores, de porem a gajada masculina a "ter direito de" terem dispensas de parto.

Se quizer, eu dou-lhe elementos que mostram o custo final de produtos onde as raparigas que obtêm emprego, engravidam,ou emprenham,
para usufruir. Só.
Usufruem da cópula, usufruem do subsídio, usufruem do far nhiente
que a lei lhes faculta.

Por isso e hoje, os serviços oficiais não actuam, as despezas crescem, os impostos aumentam, a eficiencia decresce.

das outras já foi tudo dito, faltou referir a frustrada ANA de timor, que está bem à conta da vulva.

Anónimo disse...

ao frustado da pensão de alimentos , coitado, ela leva-lhe 1/3 do salário? é chato realmente, às vezes o casamento é uma negociata para elas, de acordo, mas podia ser delicado ou ir comentar o post do VPV sobre futebolada...pois... e continuo a achar que a leitura prévia melhorava o blog

pipilota disse...

anonymous 7:37
nem acabei de ler o seu comentário porque fui vomitar, só pode ser um imbecil da Frente Nacional.

pipilota disse...

bem pensando melhor deve ser um nojento radicalista tai slâmico...

Anónimo disse...

Qual dos dois ex-ministros das Finanças revelou maior sensibilidade social? Manuela Ferreira Leite ou Bagão Félix? Se a esmagadora maioria das mulheres prefere ver uma telenovela a assistir a um debate político, porque é que havemos de as "forçar" a estar na política? Sim, a política é do sexo masculino como a telenovela é do sexo feminino. Não suporto ver telenovelas e não perco um dabate político, sem prejuízo de eu também achar que os melhores políticos hoje da nossa praça são a Dra. Paula Teixeira da Cruz e o Dr. Rui Rio.

M disse...

...

xatoo disse...

Jose Sarney
concordo com essa sua visão das mulheres-macho na Politica,,, e noutras áreas - onde tudo é uma questão de dimensionamento dos clitóris.
Com esta conversa entretanto fiquei curioso: quem mandará em casa do Cavaco?

Anónimo disse...

Esqueceram de referir a outra dama-de-ferro, Frau Merkel.

ccs disse...

esclrecimentos:
1. os exemplos escolhidos são os do Expresso. diga-se em abono da verdade que são quase sempre os mesmo.
2.não defendo quotas.
3. e aceito com dificuldade que haja uma forma "feminina" de fazer política como algumas mulheres, com actividade política, fazem questão de dizer. alguns dos exemplos citados nos comentários comprovam-no.

jenny holzer disse...

RAISE BOYS AND GIRLS THE SAME WAY

Anónimo disse...

Alguns comentários revelam uma grande elevação. Se não tivessem erros ortográficos e sintácticos seriam perfeitos.

zazie disse...

o problema é outro... é a política estar demasiado efeminada...

mesmo sem mulheres

zazie disse...

e o poder é uma boa treta. Por mim os homens que o aturem ";O)

é como aquela disputa em que todos querem ser o chefe do grupo e vai um e diz que não se importa que outro mande desde que ele seja o chefe.

zazie disse...

mas há por aí um teste muito giro que serve para medir o sexo ao quoeficiente mental.
Não tem nada a ver com masculinidade de carácter mas sim de forma de pensar.

Anónimo disse...

oh dra. PIPI LOTA

espero que o vómito lhe tenha limpo o esgoto.

A sra?, tem de perceber que quando manda bocarras, deve Antes, pensar.

É esse o problema das protegidas.

Vou ser claro.

SE alguma vêz na vida, vocês dominarem como pretendem a actuacção política, as vossas orientações( há excepções históricas), são mal cheirosas, porque são menstruadas.
Quando já o não são, são
deformadas psiqicamente.

a sra. fêz mal, porque não sou islamista, se calhar sou mais responsável e respeitador religioso que que voCÊ, GOSTO muito de mulheres limpas, tenho tido várias, não menosprezo ou enxovalho quem nãO me agrada, não me preocupo com religiosas.

Repito ou resumo, o que queria dizer:

vocês querem e conseguem, ser diferentes mas com interesses imediatos definidos.

USUFRUIR.

Espero que vomite mais dez vêzes, tenha diarreia que limpa também o esfincter anal, e aguente a barra.
A sra. é que provocou.
Sem necessidade.
PORQUE DE FACTO, vocês, genéricamente falando, só complicam,
só falham,só beneficiam,só sacam,só defendem a vossa capacidade de prò-criação,só se preocupam depois com os netos, e o resultado é, conforme as estatísticas que de vêz em quando vêm a lume, em Portugal, +/- o seguinte:

1 em 3 filhos são de pai extra conjugal;
30% da actividade feminina é "de folga"...
65% dos machos portug. têm relações extraconjugais;
e..., não é com animais. é com gaijas. Dos outros.

Resumindo, vivam à vossa conta, porque se isto cai nas vossas maõs, então eu ponho anúncio na internet:
_ pipilotas contract me

dra., tenha senso.
próxima vêz, dou-lhe contacto.
Divirta-se...

Anónimo disse...

É pegar numa fita métrica de pau e enterrar até atingir o útero.Quando não entrar mais, meça.

pirata vermelho disse...

(... e o que significaria 'medir o sexo ao quoeficiente mental'?!)

pirata vermelho disse...

(...e 'masculinidade de carácter'!?)

zazie disse...

o teste é conhecido. Basta fazer uma pesquisa.

Existem características de pensamento que podem ser mais masculinas e outras mais femininas. E isso não implica que esses homens sejam efiminados ou essas mulheres masculinas.

zazie disse...

e sim, há masculinidade de temperamento assim como existem outros mais femininos.

A política está efeiminada, por exemplo.
É uma mera constatação

Anónimo disse...

oh ccs

desculpe estes quiproquos, mas há pessoas que não se medem.

Como é obvio, eu e todos os outros dizem disparates, dependente dos temas e da ocasião em que se responde.

Esta coisa do fair play, é uma treta futebolística,já que e na realidade,só não partem pernas e cabeças por mero acaso.Só.

Ainda, julgo que estes espaços permitem divagar, suscitar, acusar, mas não ofender.

SE, não ofendidos.
Ser ofendido, é quando as pessoas agridem com maldade objectiva, porque não entendem a circunstância lúdica que criaram neste espaço.

Isto é, ao exprimirem as "bocas",devem aguentar, contradizer,argumentar,mas manter o espirito de gozo útil que estes espaços proporcionam.A quem acha piada.A quem tem estofo.

Como não escrevo em árabe nem ando a levantar o cú às horas do alá, fico chateado.
Mas, respeito quem levanta o dito.
Levanta, ou baixa.
Estou-me nas tintas.PARA eles ou elas, as pipilocas.

Continue.

Anónimo disse...

pipilota, reveja as leis do abrupto, acrescento: nunca se deve responder a um troll

xatoo disse...

zazie
estive a ver essa cena nos Sopranos
alguem que "não se importa que outro mande desde que ele seja o chefe".

Anónimo disse...

O seu comentário é tão recorrente e omisso em qualquer ideia original quanto a reportagem do Expresso.(talvez a substituição da Baronesa pela MFL
o chamado "update" ...mas, note, é preciso ter boa vontade para lhe dar o benefício da dúvida)

lavador disse...

oh anonimo 11.41

você não provoque com troll.
muito menos esqueça dwarf.

cuidado, meu caro.
sueco, também sei.

Não se arme em esperto para ofender, porque lhe sai o tiro pela CUlatra.

Quer parecer que há supostos intelectuais, que julgam saber tudo...
Olhe que não, meu caro.

Fale português, aguente apanada e não se arme em garanhão da pipilota, porque ela não precisa, nem eu quero que ela se sinta ofendida.
Isto é um blogue,...só.
Para ter gozo e respeito mútuo, mesmo que às vêzes
se tenha de entrar em desbocamento(? isto é portuga?).

E...eu continuo e agora, com - Lavador

para que se sinta bem.
olhe, english, sueco, spanish, french, fale comigo.
Se souber mais do que eu, é óptimo. Vou aprender.Mas, esquça essa do troll. Até já lhe traduzi,emmerdeusement.

passe bem.

pipilota disse...

Obrigada anónimo das 11.41 pela dica. Arrependi-me logo a seguir mas já era tarde... não se consegue fazer 'undo' na caixa de comentários. É que nem troll nem trolarós.

g disse...

Acalmem-se todos,porque quando a Mulher "DESPERTAR"...tanto se transformará que os homens desejarão ardentemente serem os seus maiores amigos.Esse tempo chegará!!!

pirata vermelho disse...

reparo como não se dá seguimento à liquidez e tranquilidade da silvia, como se aceita a grosseria de alguns anonymous e como se aguenta a descarada vacuidade da d. maloud

nenhum deles é tema, bem sei! que se me desculpe a derrapagem

pirata vermelho disse...

(será avacalhanço desbragado ou distracção 'diletante'?)

viva portugal dos apoucados!

sabine disse...

A politica não tem sexo! Concordo consigo. Nós, mulheres, temos de começar a participar mais. Ponto final.

Luis Teixeira disse...

1. Querer formular regras gerais nunca deu grandes resultados quando se trata de gente - não me venham dizer que as mulheres são mais educadas ao volante porque já vi umas tantas falarem pior na estrada do que um Hadoque camionista.
2. Às mulheres já não há neste momento lugares vedados, como provam as universidades e o resto, se se quiser ver. O que as veda ainda é a vontade - é que essa treta de conciliar profissão e família é mesmo treta, ou se investe na família ou se investe na carreira. Não se pode querer promoção e entretanto desaparecer durante 6 meses porque se teve um filho. Ao colega macho igualmente ambicioso a quem ocorra ficar doente 6 meses acontecerá o mesmo, a promoção por um binóculo. Para fazer uma investigação a sério, um doutoramento, ganhar um Nobel ou compôr uma sinfonia, não se pode querer fazer também o jantar, ir discutir para as reuniões da escola assuntos idiotas e vigiar se a empregada limpou bem o pó atrás da jarra. E não, essas coisas não são absolutamente essenciais à vida. Vive-se bem sem elas. Basta - helas! - querer. Nem todos e nem todas querem.

maloud disse...

Correndo o risco de cair na vacuidade, desconhecia que ter um filho fosse equiparável a doença.

lavador disse...

d.pipilota e anónimo das
11.41.

o termo trll, ofensivo como foi depreciativamente utilizado, tem tradução
em português, há que me recorde, 55 anos.

A minha avó, que mal sabia lêr e muito menos escrever, costumava chamar trauliteiro aos netos, que como eu e na altura,diziamos boquitas inocentes,como é fácil de entender.

escrever trauliteiro ou troliteiro,era irrelevante.

Agora, vir um pseudo (ele sim , troll), armar-se em intelectual, com referências, chega.

Também se chama trolitada a uma boa queca.

Tem de entender que "pipilota" é sugestivo.

...mantenha-se no espaço net e acredite que a verdade é que é importante.

os trau,tró,...liteiros,
só vagueiam.
Não se afirmam, nem sabem.
Escondem~se atráz de o fffulaaaaano diiisse há luuuaassssssss-.....QUE...
meu deus , alá,whatever...

tenham comportamentos próprios,man.

mas e na realidade, continuo com azar.
Só sniper é que consegue encontros.
Porra, é azar.
Eu sou feio, alto, bem recheado e bebo sempre o meu famous grouse sòzinho.
E o tinto, a 3.10€ copito no el corte inglês, só aconteceu porque me esqueci que os governantes, sáo trauliteiros.
Excepcionalmente retribuídos.

Sílvia disse...

Lavador,
o que é que Sniper tem de extraordinário para além do tiro certeiro?

maloud disse...

A Sílvia convidou-o para a neve. Já não se lembra? Íamos todos.

Sílvia disse...

Hum, é verdade! Como a neve já começa a derreter, o melhor será convidá-lo para um concurso de tiro ao(s) prato(s)no Monte da Sª da Mó.
Maloud, acha boa ideia?

maloud disse...

Eu só o conheço daqui e tenho a sensação que tão cedo não voltará. Começava a achar que se "arredondava" excessivamente. Talvez seja melhor esperar pela sombra. Lá mais para o Verão. Isso de certeza que agrada a todos {olhe que já somos vários}. Ele também sugeriu um cabritinho e um vinho tinto do Fundão. Porquê do Fundão, não tive tempo para perguntar. Sumiu-se antes, acho que ligeiramente enfastiado.
Mas a Sílvia é que sabe. A mim basta que me diga na véspera e lá vou eu.

P.L. disse...

Está mais que provado que as mulheres têm a mesma capacidade de governar e exercer cargos de chefia. Condoleezza Rice, Angela Merkel, Margareth Thatcher e mesmo a autora do artigo provam-no.
Curiosamente, a maioria das governantes vêm das alas conservadoras, talvez porque consigam unir os eleitorados de direita, a que pertencem, e esquerda, que adoram a ideia.
E não acho que a firmeza e o rigor profissionais masculinizem uma mulher.

Carpinteiro disse...

A ilustração é a forma que a CCS encontrou de lamentar a realidade?

Luis Teixeira disse...

ter um filho não é doença, mas doença também não é crime. não vejo o escândalo da comparação, sobretudo porque o problema não é a causa das coisas, mas sim a consequência.

zazie disse...

bastava seguir a pista desta vanitas do Gilbert para se perceber o que a Constança queria dizer...

e não podia ter escolhido melhor imagem...

vendida por tuta e meia e reproduzida à exaustão pela "Vida"

";O)

maloud disse...

Luís Teixeira,
Lá quase no início destes comentários expliquei, porque deixei de trabalhar há 30 anos. Não, não me esperava uma carreira brilhante, mas ao que julgo saber umas fases e umas diuturnidades, quer o meu desempenho fosse óptimo, quer fosse péssimo. Julgo que nunca seria bom, porque detestava o que fazia. Mas valha a verdade, tive condições económicas, para abdicar do dito emprego no Estado.
Como imagina muitas mulheres não têm esta possibilidade, e é-lhes exigido que façam o jantar, que vigiem o pó atrás da jarra, que engomem {como se diz aí no sul}, que façam as compras, que dêm banho aos filhos, que vão às tais reuniões da escola, onde às vezes se discutem assuntos importantes, embora reconheça que muitas delas fossem perfeitamente dispensáveis. Se para além de trabalharem, não fizerem isto tudo: Aqui d'el rei, que é uma megera! Não trata da casa, nem liga aos filhos! E se houver algum problema com os filhos: Estava-se mesmo a ver que aquela ausência da mãe só podia dar para o torto! Pobres crianças! O Luís deve conhecer este quadro tão bem como eu.
Eu só vejo duas soluções para esta quadratura do círculo. Ou ser-se imensamente rico e ter um staff que trate daquelas tretas todas, ou abdicar de ter uma família. Porque quem tem uma família e trata dessas coisas "que não são absolutamente essenciais à vida", mas que todos esperam que apareçam feitas, dificilmente costrói uma carreira e, julgo eu, dificilmente terá um minuto para saborear a dita vida.
Deve ser esta a minha vacuidade. Ter tido o discernimento e as condições, para optar. Suspeito que na dita vacuidade pesem mais as condições.

paciente inglês disse...

Maloud,
Este é daqueles temas que dariam para dissertar daqui até à eternidade sem ser encontrado um vencedor. Porque, justamente, não se trata de um confronto entre homens e mulheres, mas apenas da ideia de que não fica mal a qualquer homem reconhecer o mérito feminino.
Diria mesmo que elas ( e não todas) terão menos força bruta que nós. Quanto ao resto, trabalham muito mais, são muito mais autónomas e não são certamente mais burras que nós.
Não é por acaso que elas vão subindo aos mastros mais altos...
Em França, (neste momento, pelo menos) as duas candidaturas mais nítidas à corrida à Presidência têm rostos femininos. Por que será?
Aliás, basta ver que os casos de deselegância e de boçalidade que encontramos neste rosário, não se devem às mulheres...

maloud disse...

Paciente Inglês,
Ainda bem que compreendeu o que eu pretendi dizer. E talvez tenha compreendido a minha opção de vida. Eu não estou talhada para o sofrimento e o martírio. Desde que ando por aqui, às vezes duvido que saiba escrever.
Agora isso de França deixa-me um pouco perplexa. Todos os dias respondo a uns questionários que me são enviados por e-maile pela Expréssion Publique e a única mulher que eles colocam, como possível candidata à Presidência é a companheira do François Hollande a Ségolène Royal? Quem é a outra?
Quanto aos casos de deselegância e de boçalidade que me chocam {mas eu já começo a atribuir ao meu provincianismo e a ter bebido demasiado chá, para os parâmetros actuais}, já reparei que o "vernáculo" é mais masculino, mas o outro género não fica atrás em boçalidade, dando-se às vezes ares de grande cultura e desenvoltura intelectual. Sabe que eu sou dona do meu tempo e já sou "velha" e, apesar de ingénua sou observadora. Nestas minhas observações tenho reparado numa "menina", pior que o "picareta falante", porque esse gostando-se ou não dele tinha um discurso escorreito, mas dizia eu numa menina que se dá ares de intelectual profunda, jogando com os conceitos e que é de uma sabujice imensa com os nossos anfitriões. Eu sou delicada e grata ela é rastejante. E olhe que eu distingo bem a delicadeza da "sabujice". Quando tiver e se tiver tempo vá ao último post sobre o Iraque e vá ao dos crucifixos e perceberá.
Sempre cordialmente

paciente inglês disse...

Maloud,
A segunda possível candidata é uma indefectível de Jacques Chirac desde o tempo em que ele era "maire" de Paris, o que não sei se será uma boa referência...
Vai ser (pelo menos) candidata à Câmara de Paris. Confesso que não fixei o nome, talvez seja Laurence. O apelido acaba en EU. Vi na TV5, naquele telejornal que deveria servir de modelo aos nossos...

Luis Teixeira disse...

Maloud escreveu: "a muitas mulheres é exigido que façam o jantar", etc. É verdade. Mas o que eu quis sublinhar é que as restrições actualmente existentes à participação das mulheres na esfera pública da sociedade não residem nessa esfera pública, e sim na esfera privada. É o marido que não acha bem, ou que não ajuda, ou as vizinhas que..., ou a própria mulher que se sente pressionada - são questões de mentalidade e as questões de mentalidade não se resolvem pela via legislativa. São as próprias pessoas quem tem de escolher, conquistar - eventualmente pagar. Talvez aquele marido não sirva... Etc. É fácil? Claro que não é. E não digo que é justo - constato simplesmente que é assim. Não vale a pena é que venham decretos resolver opções que são pessoais e intransmissíveis. Pode-se dar o voto e a emancipação por decreto - definir quem lava a louça e quem vai buscar os filhos, não. Ao menos numa sociedade livre.

maloud disse...

Luís Teixeira,
Compreendi. Espero que me tenha compreendido. Vou mesmo mais longe, acho que me copreendeu.
PS Tenho que ser justa, embora ninguém o conheça. O meu marido nunca, mas nunca pressionou as minhas escolhas.

lavador disse...

eh, o sniper, snipou.

Essa do monte, não sei onde é .
Do fundâo, adoro.

Tenho estado off, mas estou sempre a cheirar.
às vêzes,não atino, mas é só temporal.

Olhem, jà sabem conxeretza que há 110000
parideiras por ano em Portugal.
E parece que 10% dos putas ou das putitas, não sõ bem tratadas.

Que é uma chatice...

110000 x => 6 meses x 30 dias x 8 horas, será igual a 158 milhões de horas de trabalho. Que as
quecas proporcionam às raparigas.

É um aeroporto da OTA, por ano que o pessoal paga. Para a s quecas.
Fora os subsídios, claro.

Ca ganda bronca.

Venha merda...

lavador disse...

silvia...
esqueci-me

um sniper, só ataca com garantia... .
Aguarr...da e... atacaaaaa!.

(não deve ser o caso).
Se calhar, já está afanosamente a trabalhar...
alguém tem de produzir!!!

lavador disse...

estou estrrecido.
as raparigas não respondem.
Oh sniper, está por aí?

começo a desconfiar que
é da cu-incineração.

ou será que estão a fazer as contas das quecas?

É que se são doutoras, são 2.5 OTA'S.

CA GANDA PAÍS...

então e sobre soselas e outão ninguém diz nada?
É verdade que ninguém nos paga, mas o craque de souzelas, disse hoje... o Padal, que só nascem gaijas.
Então a Silvia e Maloud não refilam?

Sabem que a genética é lixada.
O presidente, acha que no caso ou na circunstância, é uma desgraça.
Só nascem gaijas.
O rapaz, deve estar com o sexo atravessado.

Digam, mulheres.
Ele, acha um desastre.
Precisa de machos.
Para combater a CU- incineração.

Continuo a gostar de Fundão e tripas.
Mesmo que não sejam no monte.
Gosto de comodidade.QB.